Zargus 2 Mg Comprimido Revestido Com 30 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
ZARGUS
2 MG
risperidona
Zargus, que contém risperidona, é um medicamento antipsicótico indicado para tratar psicoses como esquizofrenia, melhorando sintomas como confusão, alucinações, e isolamento. Também é usado em demência de Alzheimer para controlar agitação e sintomas psicóticos, bem como na mani…
ZARGUS é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Zargus, que contém risperidona, é um medicamento antipsicótico indicado para tratar psicoses como esquizofrenia, melhorando sintomas como confusão, alucinações, e isolamento. Também é usado em demência de Alzheimer para controlar agitação e sintomas psicóticos, bem como na mania do transtorno bipolar e na irritabilidade associada ao autismo. Seu funcionamento envolve o reajuste do equilíbrio dos neurotransmissores dopamina e serotonina no organismo, o que ajuda a controlar os sintomas com o tempo.
Especificações
| Código do Produto | 8805 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA ETICO |
| Código de Barras | 7896181922254 |
| Princípio ativo | risperidona |
| Registro MS | 1057305990054 |
| Dosagem | 2 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 05 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | NEUROLEPTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
ZARGUS
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos Revestidos
1 mg, 2 mg e 3 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Zargus
risperidona
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg ou 3 mg: embalagens com 7 ou 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 5 ANOS DE IDADE
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de Zargus contém:
risperidona................................................................................................................................................1 mg
Excipientes: dióxido de silício, lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, hipromelose e macrogol.
Cada comprimido revestido de Zargus contém:
risperidona................................................................................................................................................2 mg
Excipientes: dióxido de silício, lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.
Cada comprimido revestido de Zargus contém:
risperidona................................................................................................................................................3 mg
Excipientes: dióxido de silício, lactose monoidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio,
hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e croscarmelose sódica.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Zargus é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto
significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao
pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por
exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade,
ser excessivamente introvertido, etc.
Zargus também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes transtornos.
Zargus pode ser usado tanto em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos).
Além disso, após o alívio dos sintomas, Zargus é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para
prevenir recaídas.
A substância ativa do Zargus é a risperidona.
Zargus também é usado, por até 12 semanas, em demência relacionada à doença de Alzheimer, de moderada
a grave, especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos, tais como acreditar
em coisas que não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem.
Outra condição para a qual você pode receber Zargus é a mania, caracterizada por sintomas como humor
elevado, expansivo ou irritável, autoestima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar,
pensamento acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento,
incluindo comportamentos inadequados ou agressivos.
Zargus também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista em
crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, como autoagressão deliberada, crises de
raiva e angústia e mudança rápida de humor.
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2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Os medicamentos antipsicóticos afetam compostos químicos que permitem a comunicação entre as células
nervosas (neurotransmissores). Estes compostos químicos são a dopamina e a serotonina. Não se sabe
exatamente como a risperidona funciona. Entretanto, parece reajustar o equilíbrio entre a dopamina e a
serotonina no organismo.
O controle dos sintomas é observado com o decorrer do tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não tome Zargus se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A
alergia pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção na pele, coceira, encurtamento da respiração ou
inchaço facial. Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Estudos em pacientes idosos com demência demonstraram que risperidona administrada isoladamente ou
com furosemida está associada a um maior índice de óbito. Informe ao seu médico se você estiver tomando
furosemida. A furosemida é um medicamento utilizado para o tratamento de pressão alta ou inchaço de
partes do corpo pelo acúmulo de excesso de fluido. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre
pacientes recebendo outros diuréticos concomitantemente com risperidona. Independentemente do
tratamento, a desidratação foi um fator geral de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada
cuidadosamente em pacientes idosos com demência.
Em pacientes idosos com demência, alterações repentinas no estado mental, fraqueza repentina ou paralisia
da face, dos braços ou das pernas, especialmente de um lado, ou casos de fala arrastada, têm sido
observados. Se algum destes sintomas ocorrer, mesmo que durante um curto período de tempo, procure seu
médico imediatamente.
O uso de risperidona com medicamentos para o tratamento de pressão alta pode resultar em pressão baixa.
Portanto, se você precisar usar Zargus e medicamentos para reduzir a pressão arterial, consulte o seu
médico.
Diga ao seu médico se você ou alguém em sua família tem histórico de coágulos no sangue. Estes coágulos
foram encontrados nos pulmões e nas pernas de pacientes que utilizam risperidona. Coágulos de sangue
nos pulmões podem ser fatais.
Em poucas pessoas usando medicamentos chamados de “antagonistas alfa-1-adrenérgicos”, incluindo a
risperidona, durante um tratamento prolongado, Zargus pode causar contraturas involuntárias no rosto. Se
isto acontecer, consulte seu médico.
Zargus também pode provocar, muito raramente, um estado de confusão mental, redução da consciência,
febre alta ou sensação de contratura muscular. Nestes casos, procure seu médico imediatamente e informe
que você está tomando Zargus.
Como números perigosamente baixos de um certo tipo de células brancas do sangue, necessárias no
combate a infecções no sangue, têm sido encontrados muito raramente em pacientes tomando risperidona,
seu médico deverá verificar sua contagem de células brancas. Diga ao seu médico se você já apresentou
níveis baixos de células brancas no passado (que podem ou não ter sido causados por outros medicamentos).
Aumento de açúcar no sangue tem sido relatado muito raramente. Procure seu médico se você apresentar
sintomas como sede excessiva ou aumento da vontade de urinar.
Zargus deve ser usado com cuidado, e apenas após a consulta com o seu médico, se você tiver problemas
de coração, particularmente ritmo cardíaco irregular, anormalidades da atividade elétrica do coração
(síndrome do intervalo QT longo) ou se usar medicamentos que podem alterar a atividade elétrica do
coração.
Durante uma cirurgia nos olhos por turvação do cristalino (catarata), a pupila (círculo preto no meio do
olho) pode não aumentar de tamanho conforme necessário. Além disso, durante a cirurgia, a íris (parte
colorida do olho) pode se tornar flácida, provocando danos nos olhos. Informe ao seu médico que você está
fazendo o uso deste medicamento, caso esteja planejando uma cirurgia nos olhos.
Alguns medicamentos, como bloqueadores alfa-adrenérgicos, provocam ereção prolongada e dolorosa do
pênis, a qual foi relatada, também, com risperidona no período de vigilância pós-comercialização.
Zargus apresenta efeito antiemético (inibição do vômito) que pode mascarar os efeitos e sintomas da
superdosagem com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e
tumor cerebral.
Como ocorre com outros antipsicóticos, Zargus deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de
convulsões ou outras condições que potencialmente reduzem o limiar de convulsão. Portanto, informe ao
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médico se você tem ou se já teve convulsões no passado ou outras condições que potencialmente reduzem
o limiar de convulsão.
Agentes antipsicóticos podem comprometer a capacidade do corpo de reduzir a temperatura central.
Portanto, informe ao médico se você realiza exercícios intensos, se expõe a calor intenso, exerce atividades
que causam desidratação ou faz uso concomitante de medicamentos com atividade colinérgica.
Ganho de peso
Tente comer moderadamente, pois Zargus pode induzir ganho de peso.
Doenças cardiovasculares, diabetes, insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado), doença de
Parkinson, demência de corpos de Lewy ou epilepsia
Se você sofre de algum destes problemas, informe ao seu médico. Supervisão médica cuidadosa pode ser
necessária durante o tratamento com Zargus, e a posologia talvez tenha de ser ajustada.
Pessoas idosas
Pessoas idosas devem tomar doses menores de Zargus do que as prescritas para os demais pacientes adultos
(veja o item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Zargus pode afetar sua vigilância ou sua capacidade para dirigir veículos. Durante o tratamento você não
deve dirigir veículos ou operar máquinas antes de seu médico avaliar sua sensibilidade a Zargus, pois sua
habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Gravidez
Se você estiver grávida ou planejando engravidar, você deve conversar com seu médico, que decidirá se
você pode ou não tomar Zargus.
Agitação, rigidez muscular e/ou fraqueza, sonolência, agitação, problemas respiratórios ou dificuldade na
alimentação podem ocorrer nos recém-nascidos de mães que usaram risperidona no último trimestre de sua
gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Amamentação
Não amamente se estiver tomando Zargus. Consulte seu médico neste caso.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação do leite materno. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas
para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Interação com alimentos
Os alimentos não afetam a absorção de Zargus.
Ingestão concomitante com outros medicamentos e álcool
Zargus pode intensificar o efeito do álcool e de medicamentos que reduzem a capacidade para reagir
("tranquilizantes", analgésicos narcóticos, certos anti-histamínicos, certos antidepressivos). Assim, não
ingira bebidas alcoólicas e tome estes medicamentos apenas se seu médico os prescrever.
Informe ao seu médico se você estiver tomando remédios para tratar doença de Parkinson, pois alguns deles
(agonistas dopaminérgicos, como a levodopa) podem agir contrariamente ao Zargus.
Zargus deve ser utilizado com precaução com medicamentos que aumentem a atividade do sistema nervoso
central (psicoestimulantes como o metilfenidato).
Se você estiver tomando medicamentos para pressão alta, consulte o seu médico, uma vez que tomar esses
medicamentos com Zargus pode fazer com que a pressão arterial caia demais.
Zargus deve ser usado com cuidado quando você estiver usando medicamentos que alteram a atividade
elétrica do coração, como, entre outros, mas não restrito a medicamentos para malária, distúrbios do ritmo
cardíaco, alergias, outros antipsicóticos, antidepressivos, diuréticos ou outros medicamentos que afetem os
eletrólitos no organismo (sódio, potássio, magnésio).
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Alguns medicamentos, quando tomados com Zargus, podem aumentar ou diminuir o nível de Zargus no
seu sangue. Portanto, informe ao médico se você iniciar e/ou interromper o tratamento com algum dos
medicamentos a seguir, pois pode ser necessário alterar a dose de Zargus.
- Medicamentos que podem aumentar o nível de risperidona em seu sangue: a fluoxetina e a paroxetina,
medicamentos utilizados principalmente no tratamento da depressão e distúrbios da ansiedade; itraconazol
e cetoconazol, medicamentos para tratar infecções causadas por fungos; certos medicamentos usados no
tratamento da aids, tais como ritonavir; verapamil, um medicamento usado para tratar pressão alta e/ou
ritmo anormal do coração; sertralina e fluvoxamina, medicamentos usados para tratar depressão e outros
transtornos psiquiátricos.
- Medicamentos que podem diminuir o nível de risperidona no seu sangue: carbamazepina, um
medicamento usado principalmente para epilepsia ou neuralgia do trigêmeo (crises de dor intensa na face);
rifampicina, um medicamento para tratar algumas infecções.
A cimetidina e a ranitidina, dois medicamentos para redução da acidez estomacal, podem aumentar
levemente a quantidade de risperidona no sangue, mas é improvável que possam alterar os efeitos de
Zargus.
A eritromicina, um antibiótico, não apresenta efeito sobre o nível de risperidona no sangue.
O topiramato, um medicamento utilizado para tratar epilepsia e enxaqueca, não apresenta um efeito
significativo sobre o nível de risperidona no sangue.
A galantamina e a donepezila, medicamentos utilizados no tratamento da demência, não apresentam efeitos
sobre a risperidona.
Risperidona não demonstrou efeitos sobre o lítio e o valproato, dois medicamentos utilizados no tratamento
da mania, ou sobre a digoxina, um medicamento para o coração.
Tomar risperidona com furosemida, um medicamento utilizado para tratar condições como insuficiência
cardíaca e hipertensão, pode ser uma associação perigosa em idosos com demência. Informe ao seu médico
se você estiver tomando furosemida.
Informe ao seu médico se você estiver tomando qualquer outro medicamento. Ele decidirá quais os
medicamentos que você pode utilizar com Zargus.
Atenção: Contém lactose monoidratada (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido. Este
medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e amarelo crepúsculo laca de alumínio. (Zargus 2
mg)
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e amarelo de quinolina laca de alumínio. (Zargus 3
mg)
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, até que sua
suscetibilidade individual seja conhecida, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar
prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente
a quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
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eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Você pode identificar a concentração dos comprimidos revestidos pela sua cor e tamanho. Isto é importante
porque há 3 tipos de comprimidos revestidos, cada um contendo uma quantidade diferente de risperidona.
Zargus 1 mg: comprimidos revestidos brancos, com núcleo oval branco, de formato biconvexo, com
gravação “1” em um dos lados e vinco do outro lado.
Zargus 2 mg: comprimidos revestidos alaranjado-claros, com núcleo oval branco, de formato biconvexo,
com gravação “2” em um dos lados e vinco do outro lado.
Zargus 3 mg: comprimidos revestidos amarelos, com núcleo oval branco, de formato biconvexo, com
gravação “3” em um dos lados e vinco do outro lado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Zargus é apresentado na forma de comprimidos revestidos que devem ser tomados por via oral.
Você pode tomar Zargus com as refeições ou entre elas. Os comprimidos devem ser ingeridos com uma
boa quantidade de água.
É muito importante que a quantidade correta de Zargus seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa.
É por isso que seu médico ajustará o número e a concentração dos comprimidos, até que o efeito desejado
seja obtido. Então, siga as instruções de seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem
consultá-lo.
Esquizofrenia
- Adultos
Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose
pode ser aumentada para 4 mg, no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser
posteriormente individualizada, se necessário.
A maioria dos pacientes se beneficia de doses entre 4 mg e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação
mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada.
Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas e podem
provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e,
portanto, não devem ser usadas.
Um benzodiazepínico pode ser associado ao Zargus quando uma sedação adicional for necessária.
Populações especiais
- Pacientes idosos (65 anos ou mais)
A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos
de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 mg a 2 mg, duas vezes ao dia.
- Pacientes pediátricos (13 a 17 anos)
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à
noite. Se indicado, essa dose pode ser ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de
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0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada
em doses de 1 mg a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.
Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da
dose diária duas vezes por dia.
Não existem estudos sobre o uso de risperidona em crianças menores de 13 anos de idade.
Transferência de outros antipsicóticos para Zargus
Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do
tratamento anterior, quando a terapia com Zargus é iniciada. Se for também medicamente apropriado,
iniciar a terapia com Zargus no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos depot. A manutenção
de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada pelo médico.
Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência relacionada à doença de
Alzheimer
A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente,
com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose
ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem se
beneficiar com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a
administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso
contínuo de Zargus deve ser avaliado e justificado periodicamente.
Transtorno do humor bipolar: mania
- Adultos
Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg uma vez
ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo
de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 mg e 6 mg/dia.
Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg ou 3 mg, uma vez ao dia. Se
necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se
uma dose de 2 mg a 6 mg/dia.
Populações especiais
- Pacientes pediátricos (10 a 17 anos)
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à
noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos
de 0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi
demonstrada em doses de 0,5 mg e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.
Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da
dose diária duas vezes por dia.
Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Zargus deve ser avaliado e justificado
constantemente.
Não existem estudos sobre risperidona no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade.
Autismo
- Pacientes pediátricos (5 a 17 anos)
A dose de Zargus deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente.
O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para
pacientes com peso ≥ 20 kg.
No dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para
pacientes com peso ≥ 20 kg.
Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada por volta do 14º dia. Apenas para os pacientes
que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os
aumentos da dose devem ser realizados em intervalos ≥ 2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes
< 20 kg ou 0,5 mg para pacientes ≥ 20 kg.
Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes <
20 kg, 2,5 mg em pacientes ≥ 20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se
mostraram efetivas nos estudos clínicos.
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Doses de Zargus em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia)
Peso Dias 1 a 3 Dias 4 a 14+ Incrementos quando for
necessário aumentar a dose
Intervalo
posológico
< 20 kg 0,25 mg 0,5 mg +0,25 mg em intervalos ≥ 2
semanas 0,5 mg - 1,5 mg
≥ 20 kg 0,5 mg 1,0 mg +0,5 mg em intervalos ≥ 2
semanas 1,0 mg - 2,5 mg*
*Pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia.
Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia.
Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma
vez ao dia para duas vezes ao dia, ou uma vez ao dia ao deitar-se.
Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução
gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança.
Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade.
Insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado)
Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração
antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na
concentração plasmática da fração livre da risperidona.
Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas, e a titulação
da dose deve ser mais lenta em pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Zargus deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você estiver no início do tratamento com Zargus e esquecer de tomar uma dose do medicamento, você
deve tomá-la assim que se lembrar, em vez de tomar a próxima dose. Continue a tomar as próximas doses
conforme programado.
Se você já estiver em tratamento com Zargus há algum tempo, não tome a dose esquecida e tome a próxima
dose conforme programado.
Nunca tome mais de 16 mg por dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Assim como todos os medicamentos, Zargus pode causar efeitos adversos. As reações adversas
relacionadas ao tratamento com risperidona estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas,
consulte seu médico.
Dados de estudos clínicos:
Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em pacientes com transtorno autista
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona em 3 estudos clínicos em pacientes
pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do que
5%:
Distúrbios gastrintestinais: vômito, constipação, boca seca, náusea e hipersecreção salivar;
Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, febre e sede;
Infecções e infestações: nasofaringite, rinite e infecção do trato respiratório superior;
Investigações: aumento de peso;
Distúrbios do metabolismo e nutrição: aumento de apetite;
Distúrbios do sistema nervoso: sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura e parkinsonismo*;
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Distúrbios renal e urinário: enurese (incontinência urinária);
Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino: tosse, coriza e congestão nasal;
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção cutânea;
*Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em
roda denteada e tensão muscular.
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários
transtornos psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações
adversas foi de intensidade leve a moderada.
- Pacientes adultos
As seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com risperidona:
Infecções e infestações: nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite e infecção do trato
urinário;
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia;
Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade;
Distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade e nervosismo;
Distúrbios do sistema nervoso: parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez
ou tensão dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação
de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento
e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto)*, acatisia
(incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, sonolência,
tontura, sedação, tremor*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode
envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face
estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca, língua ou mandíbula)*, letargia,
tontura postural, discinesia* (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos
repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções) e síncope (desmaio);
Distúrbios oftalmológicos: visão turva;
Distúrbios auditivos e do labirinto: dor de ouvido;
Distúrbios cardíacos: taquicardia (batimentos acelerados do coração);
Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa ao se levantar) e hipotensão (pressão baixa);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal, dispneia (encurtamento da
respiração), epistaxe (sangramento pelo nariz) e congestão sinusal;
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, dispepsia, vômito, diarreia, hipersecreção salivar
(secreção excessiva de saliva), boca seca, desconforto abdominal, dor abdominal, desconforto estomacal e
dor na região superior do abdome;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção cutânea, pele seca, caspa, dermatite seborreica e
hiperqueratose;
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor nas costas, artralgia (dor nas articulações) e
dor nas extremidades;
Distúrbios renais e urinários: incontinência (falta de controle) urinária;
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: falha na ejaculação;
Distúrbios gerais: fadiga, astenia, febre e dor torácica;
Testes: aumento da creatina fosfoquinase no sangue e aumento da frequência cardíaca.
*Parkinsonismo inclui: distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, parkinsonismo, rigidez em
roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e doença de
Parkinson. Acatisia inclui: acatisia e agitação. Distonia inclui: distonia, espasmos musculares, contrações
musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração e paralisia da língua. Tremores incluem:
tremores e tremor parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui: discinesia, espasmos musculares
involuntários, coreia e coreoatetose.
- Pacientes idosos
As seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes idosos com demência tratados com
risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas anteriormente ou as reações adversas com
frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas anteriormente:
Infecções e infestações: infecção do trato urinário, pneumonia e celulite;
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: diminuição do apetite;
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9
Zargus_BU06d_VP_374
Distúrbios psiquiátricos: estado confusional;
Distúrbios do sistema nervoso: letargia, ataque isquêmico transitório, nível deprimido de consciência,
produção excessiva de saliva e acidente vascular cerebral (perda repentina do suprimento de sangue ao
cérebro);
Distúrbios oftalmológicos: conjuntivite;
Distúrbios vasculares: hipotensão (pressão baixa);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse e rinorreia (secreção nasal);
Distúrbios gastrintestinais: disfagia (dificuldade para engolir) e fecaloma (fezes muito duras);
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eritema (vermelhidão da pele);
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: postura anormal e inchaço articular;
Distúrbios gerais: edema periférico, febre, distúrbio de marcha e edema depressível;
Testes: aumento da temperatura corporal.
- Pacientes pediátricos
As seguintes reações adversas foram observadas por ≥ 1% dos pacientes pediátricos tratados com
risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas para os pacientes adultos ou as reações adversas
com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas para os
pacientes adultos.
Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, rinite e gripe;
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: apetite aumentado;
Distúrbios psiquiátricos: insônia de manutenção e apatia;
Distúrbios do sistema nervoso: sonolência, cefaleia, sedação, tontura, tremores, produção excessiva de
saliva, disartria (problemas com a fala), distúrbio da atenção, distúrbio do equilíbrio e hipersonia (períodos
de sono excessivamente longos);
Distúrbios cardíacos: palpitações (vibração ou sensação anormal de esmagamento no peito);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, rinorreia (secreção nasal), epistaxe
(sangramento nasal), dor faringolaringeana (dor de garganta) e congestão pulmonar;
Distúrbios gastrintestinais: vômito, dor na região superior do abdome, diarreia, hipersecreção salivar,
desconforto estomacal e dor abdominal;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: prurido e acne;
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: mialgia (dor muscular) e dor no pescoço;
Distúrbios renais e urinários: enurese (perda involuntária de urina), incontinência urinária e polaciúria
(urinar com maior frequência);
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: galactorreia (produção anormal de leite);
Distúrbios gerais: fadiga, febre, sensação anormal, letargia e desconforto torácico;
Testes: aumento do peso, prolactina sanguínea aumentada (cujos sintomas podem incluir, nos homens,
inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres,
ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual).
Outros dados de estudos clínicos
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos, em ≥ 1% e < 1% dos pacientes
adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona (composto
ativo resultante da metabolização da risperidona).
As seguintes reações adversas foram observadas em ≥ 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e
pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona:
Distúrbios psiquiátricos: agitação e insônia*;
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e
sensação de tremor muscular)*, discinesia (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir
movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções)*, distonia (contração involuntária lenta ou
sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora,
geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca,
língua ou mandíbula)*, parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão
dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação de
movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e
embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto) *;
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10
Zargus_BU06d_VP_374
Distúrbios vasculares: hipertensão (pressão alta);
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor musculoesquelética;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: marcha anormal, edema* e dor;
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: queda;
*Insônia inclui: insônia inicial e insônia média. Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas
e inquietação. Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio do movimento, contração muscular
e mioclonia. Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia,
laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo
orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo e trismo.
Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, produção de saliva aumentada,
sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular e rigidez
musculoesquelética. Edema inclui: edema generalizado, edema periférico e edema depressível.
As seguintes reações adversas foram observadas em < 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e
pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona.
Infecções e infestações: acarodermatite (inflamação da pele causada por ácaros), bronquite, cistite
(infecção da bexiga), infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose
(micose nas unhas), infecção no trato respiratório, tonsilite e infecção viral;
Distúrbios do sangue e sistema linfático: contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito,
neutropenia e contagem reduzida de leucócitos;
Distúrbios endócrinos: presença de glicose na urina e hiperprolactinemia (aumento do hormônio
prolactina no sangue, cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter
ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros
problemas com o ciclo menstrual);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: anorexia (falta de apetite), aumento do colesterol sanguíneo,
aumento dos triglicérides sanguíneos, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), polidipsia (sede
excessiva) e diminuição do peso;
Distúrbios psiquiátricos: embotamento afetivo (falta de emoção), depressão, redução da libido (desejo
sexual), pesadelo e distúrbio do sono;
Distúrbios do sistema nervoso: distúrbio vascular cerebral (problemas nos vasos sanguíneos do cérebro),
convulsão*, coordenação anormal, coma diabético (coma devido a diabetes não controlada), hipoestesia
(sensibilidade diminuída ao estímulo), perda da consciência, parestesia (sensação de formigamento,
pontadas ou dormência na pele), hiperatividade psicomotora, discinesia tardia (contorções ou movimentos
involuntários na face, língua, ou outras partes do corpo que você não pode controlar) e ausência de resposta
a estímulos;
Distúrbios oftalmológicos: olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma
(aumento da pressão dentro do globo ocular), aumento do lacrimejamento e hiperemia ocular (vermelhidão
dos olhos);
Distúrbios do ouvido e labirinto: tinido e vertigem;
Distúrbios cardíacos: bloqueio atrioventricular (interrupção da condução entre a parte superior e inferior
do coração), bradicardia (batimentos lentos do coração), distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal,
eletrocardiograma com QT prolongado e arritmia sinusal;
Distúrbios vasculares: rubor;
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: disfonia (dor ou dificuldade para falar),
hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato
respiratório e chiado;
Distúrbios gastrintestinais: queilite (eritema e ulceração no canto da boca), incontinência fecal,
flatulência, gastroenterite, inchaço da língua e dor de dente;
Distúrbios hepatobiliares: aumento da gamaglutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas e
aumento das transaminases;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele e lesão da
pele;
Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: rigidez articular, fraqueza muscular e
rabdomiólise (destruição das fibras musculares e dor nos músculos);
Distúrbios renais e urinários: disúria (dificuldade ou dor ao urinar);
-- 11 of 16 --
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Zargus_BU06d_VP_374
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: amenorreia (ausência de menstruação), secreção das
mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia (aumento das mamas), distúrbio da
menstruação*, disfunção sexual e secreção vaginal;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: redução da temperatura do corpo, calafrios,
desconforto, síndrome de abstinência (retirada do medicamento), edema de face, mal-estar, frieza nas
extremidades e sede;
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: dor do procedimento.
*Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal. Distúrbio da menstruação inclui: menstruação irregular
e oligomenorreia (menstruação escassa).
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos
clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Zargus;
Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (reação alérgica grave com inchaço que pode
envolver a garganta e levar à dificuldade em respirar);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue);
Distúrbios psiquiátricos: catatonia (condição em que a pessoa não se mexe ou responde a estímulos
embora esteja acordada) e anorgasmia (incapacidade de alcançar o orgasmo);
Distúrbios do sistema nervoso: instabilidade da cabeça e síndrome neuroléptica maligna (confusão,
redução ou perda da consciência, febre alta e rigidez muscular grave);
Distúrbios oftalmológicos: distúrbio do movimento dos olhos e fotofobia (hipersensibilidade dos olhos à
luz);
Distúrbios cardíacos: síndrome da taquicardia postural ortostática;
Distúrbios gastrintestinais: obstrução intestinal;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção medicamentosa e urticária;
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas,
aumento das mamas e atraso na menstruação;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: endurecimento.
Dados pós-comercialização
As reações adversas observadas com a risperidona e/ou paliperidona durante a experiência após o início da
comercialização de risperidona estão descritas a seguir.
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento),
incluindo relatos isolados:
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose (redução de um tipo de células brancas do
sangue) e trombocitopenia (redução das plaquetas, células do sangue que auxiliam na interrupção do
sangramento);
Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético (hormônio que controla o volume
de urina);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: diabetes mellitus, cetoacidose diabética (complicações da diabetes
não controlada que podem ser fatais), hipoglicemia (diminuição do nível de açúcar no sangue) e intoxicação
por água;
Distúrbios psiquiátricos: mania (humor eufórico), sonambulismo e transtorno alimentar relacionado ao
sono;
Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (perda do paladar ou sensação de gosto estranho);
Distúrbios oftalmológicos: síndrome de íris flácida (intraoperatória), uma condição que pode ocorrer
durante a cirurgia de catarata em pacientes que utilizam ou já utilizaram risperidona;
Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial (ritmo anormal do coração);
Distúrbios vasculares: trombose venosa profunda (coágulos de sangue nas pernas) e embolia pulmonar
(coágulos de sangue nos pulmões);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono (dificuldade para
respirar durante o sono);
Distúrbios gastrintestinais: pancreatite (inflamação do pâncreas) e íleo (obstrução do intestino);
Distúrbios hepatobiliares: icterícia (pele e olhos amarelados);
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema (reação alérgica grave caracterizada por febre,
inchaço da boca, da face, dos lábios ou da língua, falta de ar, coceira, erupção cutânea e, algumas vezes,
queda na pressão arterial) e alopecia (queda de cabelo) e síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise
epidérmica tóxica (erupção cutânea grave ou que pode levar a risco de morte, com bolhas e descamação da
pele, que pode começar na região da boca, do nariz, dos olhos e nos órgãos genitais e se espalhar para outras
áreas do corpo);
-- 12 of 16 --
12
Zargus_BU06d_VP_374
Distúrbios renais e urinários: retenção urinária;
Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal (síndrome de retirada do
medicamento que ocorre em recém-nascidos);
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis);
Distúrbios gerais: hipotermia (redução da temperatura do corpo).
Deve-se enfatizar que muitas pessoas não terão nenhum desses problemas. Então, não hesite em relatar
qualquer efeito indesejável ao seu médico ou farmacêutico. Além disso, informe ao seu médico ou
farmacêutico se você notar qualquer efeito adverso não mencionado nesta bula.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Na superdosagem, um ou mais dos seguintes sinais podem ocorrer: redução do nível de consciência,
sonolência, sono, tremores excessivos, rigidez muscular excessiva, batimento cardíaco rápido e pressão
arterial baixa. Foram relatados casos de condução elétrica anormal no coração (prolongamento do intervalo
QT) e convulsão. A superdosagem pode acontecer se você tomar outros medicamentos juntos ao Zargus.
Se você apresentar os sintomas acima, contate o seu médico.
Enquanto isso, você sempre pode começar a tratar esses distúrbios com carvão ativado, o qual absorve
qualquer medicamento ainda presente no estômago.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0599
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. das Nações Unidas, 22.428 - São Paulo - SP
Ou
Rodovia Presidente Dutra, km 222,2 - Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
-- 13 of 16 --
Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
11/02/2026 -
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
I-IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
VPS
I-IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7.CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
11/09/2025 1207032/25-5
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
15/08/2025 1088685/25-1
11024 - RDC 73/2016
- SIMILAR - Inclusão
de local de fabricação
de medicamento de
liberação
convencional
-
VP
III. DIZERES LEGAIS
VPS
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
13/01/2022 0169302/22-9
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7.CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
13/04/2021 1408250/21-1
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
-- 14 of 16 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
19/10/2020 3618977/20-4
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
22/09/2020 3236942/20-5
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
09/09/2020 3056534/20-1
11018 - RDC 73/2016
- SIMILAR - Inclusão
de local de
embalagem primária
do
medicamento
III. DIZERES LEGAIS VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
28/08/2020 2902468/20-4
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
20/05/2019 0446272/19-6
SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
01/10/2018 0967349/18-1
1995 – SIMILAR –
Solicitação de
Transferência de
Titularidade de
Registo (Incorporação
de Empresa)
21/01/2019
VP
III – DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III – DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
10/08/2018 0790456/18-8
SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
-- 15 of 16 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
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17/07/2018 0579706183
SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula –
INTERCAMBIALIDADE
NA NA NA NA
Inclusão da frase “medicamento
similar equivalente ao medicamento
de referência” em adequação à RDC
58/14
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
25/04/2018
0328659/18-2
SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
7. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VP
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
26/09/2016 2329084/16-6
SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO
É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?
8. QUAIS OS MALES ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR
III - DIZERES LEGAIS
VP
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
03/02/2015 0097925/15-2
SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
RESTRIÇÃO DE USO.
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR.
VP
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
07/10/2014 0890531/14-2
SIMILAR - Inclusão Inicial
de Texto de Bula – RDC
60/12
07/10/2014 0890531142
SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12
07/10/2014 Atualização de acordo com a bula do
medicamento referência publicada no
bulário eletrônico em 06/06/2014
VP
Comprimidos
revestidos
1 mg, 2 mg e
3 mg
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 8805 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA ETICO |
| Código de Barras | 7896181922254 |
| Princípio ativo | risperidona |
| Registro MS | 1057305990054 |
| Dosagem | 2 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 05 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | NEUROLEPTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |