Tamisa 30 Etinilestradiol 30mcg + Gestodeno 75mcg 28 Comprimidos
Vendido e entregue por Brava
TÂMISA
0.075 MG c/ 28 Comps.
GESTODENO; ETINILESTRADIOL
Tâmisa® (gestodeno + etinilestradiol) está indicado como contraceptivo oral.
TÂMISA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob Prescrição Médica
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
Tâmisa® (gestodeno + etinilestradiol) está indicado como contraceptivo oral.
Especificações
| Código do Produto | 73418 |
|---|---|
| Marca | EURO ETICO |
| Código de Barras | 7891317009748 |
| Princípio ativo | GESTODENO, ETINILESTRADIOL |
| Registro MS | 1004306520077 |
| Dosagem | 0.075 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONCEPCIONAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
Tâmisa 20®
(gestodeno + etinilestradiol)
Bula para paciente
Comprimido Revestido
20 mcg + 75 mcg
-- 1 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Tâmisa 20®
(gestodeno + etinilestradiol)
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENDO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido 75 mcg de gestodeno + 20 mcg de etinilestradiol: embalagens contendo blíster calendário com 21 ou
63 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido revestido contém:
gestodeno75
mcg
etinilestradiol
20 mcg
excipientes* q.s.p.
1 comprimido
* Excipientes: amido, copovidona, estearato de magnésio, lactose monoidratada, povidona, corante laca eritrosina,
hipromelose, macrogol, sacarina sódica, talco e dióxido de titânio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações contidas na bula, verificar o prazo de
validade, o conteúdo e a integridade da embalagem.
Mantenha a bula do produto sempre em mãos para qualquer consulta que se faça necessária.
Leia com atenção as informações presentes na bula antes de usar o produto, pois a mesma contém informações sobre
os benefícios e os riscos associados ao uso dos contraceptivos orais. Você também encontrará informações sobre o uso
adequado do contraceptivo e sobre a necessidade de consultar o seu médico regularmente.
Converse com o seu médico para obter maiores esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) é indicado para prevenir a gravidez.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido contém uma combinação de
dois hormônios femininos, o gestodeno (progestógeno) e o etinilestradiol (estrogênio). Devido às pequenas concentrações de
ambos os hormônios, Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) é considerado um contraceptivo oral de baixa dose.
Outras características não relacionadas com a prevenção da gravidez: Os contraceptivos combinados reduzem a duração
e a intensidade do sangramento menstrual, diminuindo o risco de anemia por deficiência de ferro. A cólica menstrual também
pode se tornar menos intensa ou desaparecer completamente.
Além disso, tem-se relatado que alguns distúrbios ocorrem menos frequentemente em usuárias de contraceptivos contendo
0,05 mg de etinilestradiol (“pílula de alta dose”), tais como: doença benigna da mama, cistos ovarianos, infecções pélvicas
(doença inflamatória pélvica ou DIP), gravidez ectópica (quando o feto se fixa fora do útero) e câncer do endométrio (tecido
de revestimento interno do útero) e dos ovários. Este também pode ser o caso para os contraceptivos de baixa dose, mas até
agora somente foi confirmada a redução da ocorrência de casos de câncer ovariano e de endométrio.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não use contraceptivo combinado se você tem qualquer uma das condições descritas a seguir. Caso apresente qualquer uma
destas condições, informe seu médico antes de iniciar o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol). Ele pode lhe
recomendar o uso de outro contraceptivo oral ou de outro método contraceptivo (incluindo não hormonal).
- história atual ou anterior de coágulo em uma veia da perna (trombose), do pulmão (embolia pulmonar) ou outras partes do
corpo;
- história atual ou anterior de ataque cardíaco ou derrame cerebral, que é causado por um coágulo ou o rompimento de um
vaso sanguíneo no cérebro;
-- 2 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
- história atual ou anterior de doenças que podem ser sinal de ataque cardíaco (por exemplo, angina pectoris que causa uma
intensa dor no peito, podendo se irradiar para o braço esquerdo) ou de derrame (por exemplo, ataque isquêmico transitório
ou um pequeno derrame sem efeitos residuais);
- presença de um alto risco para a formação de coágulos arteriais ou venosos (“veja item 4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? - Contraceptivos e a trombose”) e consulte seu médico que irá decidir se você poderá
utilizar Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol);
- história atual ou anterior de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, tais como: sintomas
visuais, dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo;
- diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos;
- história atual ou anterior de doença do fígado (cujos sintomas podem ser amarelamento da pele ou coceira do corpo todo) e
enquanto seu fígado ainda não voltou a funcionar normalmente;
- uso de qualquer medicamento antiviral que contenha ombitasvir, paritaprevir ou dasabuvir e suas combinações. Esses
medicamentos antivirais são utilizados para tratamento de hepatite C crônica (doença infecciosa do fígado, de longa
duração, causada pelo vírus da hepatite C);
- história atual ou anterior de câncer que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (p.ex., câncer de mama
ou dos órgãos genitais);
- história atual ou anterior de tumor no fígado (benigno ou maligno);
- presença de sangramento vaginal sem explicação;
- ocorrência ou suspeita de gravidez;
- hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), o que pode causar,
por exemplo, coceira, erupção cutânea ou inchaço.
Se qualquer um destes casos ocorrer pela primeira vez durante o uso do contraceptivo oral, descontinue o uso imediatamente
e consulte seu médico. Neste período, outras medidas contraceptivas não hormonais devem ser empregadas (veja também o
item: 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Categoria X (Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara
evidência de risco para o feto que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções: Nesta bula, estão descritas várias situações em que o uso do contraceptivo oral deve ser
descontinuado ou em que pode haver diminuição da sua eficácia. Nestas situações, deve-se evitar a relação sexual ou, então,
utilizar adicionalmente métodos contraceptivos não hormonais como, por exemplo, preservativo ou outro método de barreira.
Não utilize os métodos da tabelinha (do ritmo ou Ogino-Knaus) ou da temperatura. Esses métodos podem falhar, pois os
contraceptivos hormonais modificam as variações de temperatura e do muco cervical que ocorrem durante o ciclo menstrual
normal.
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), como todos os demais contraceptivos orais, não protege contra infecções causadas
pelo HIV (AIDS), nem contra qualquer outra doença sexualmente transmissível.
É recomendável consultar o médico regularmente para que ele possa realizar os exames, clínico geral e ginecológico de
rotina, e confirmar se o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) pode ser continuado.
O uso de contraceptivo combinado requer cuidadosa supervisão médica na presença das condições descritas abaixo.
Essas condições devem ser comunicadas ao médico antes do início do uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol)
e se qualquer uma delas aparecer ou piorar durante o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol): fumo; diabetes;
excesso de peso; pressão alta; alteração na válvula cardíaca ou alteração do batimento cardíaco; inflamação das veias (flebite
superficial); veias varicosas; qualquer familiar direto que já teve um coágulo (trombose nas pernas, pulmões (embolia
pulmonar) ou qualquer outra parte do corpo), ataque cardíaco ou derrame em idade jovem; enxaqueca; epilepsia (veja item
“Tâmisa 20 ® e outros medicamentos”); se você ou algum familiar direto tem ou já apresentou níveis altos de colesterol ou
triglicérides (um tipo de gordura) no sangue; algum familiar direto que tem ou já teve câncer de mama; se você tem doença
do fígado ou da vesícula biliar; doença de Crohn ou colite ulcerativa (doença inflamatória crônica do intestino); lúpus
eritematoso sistêmico (doença do sistema imunológico); síndrome hemolítico-urêmica (alteração da coagulação sanguínea
que causa insuficiência renal); anemia falciforme; condição que tenha ocorrido pela primeira vez, ou piorado, durante a
gravidez ou uso prévio de hormônios sexuais como, por exemplo, perda de audição, porfiria (doença metabólica), herpes
gestacional (doença de pele) e coreia de Sydenham (doença neurológica); tem ou já apresentou cloasma (pigmentação
-- 3 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
marrom-amarelada da pele, especialmente a do rosto). Nesse caso, evite a exposição direta ao sol ou à radiação ultravioleta;
angioedema hereditário (estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os seus sintomas). Consulte seu médico
imediatamente se você apresentar sintomas de angioedema, tais como: inchaço do rosto, língua e/ou garganta, dificuldade
para engolir ou urticária junto com dificuldade para respirar. Medicamentos contendo estrogênios podem induzir ou piorar
os sintomas de angioedema.
Se algum destes casos ocorrer pela primeira vez, reaparecer ou piorar durante o uso do contraceptivo, consulte seu médico.
Contraceptivos e a trombose: A trombose é a formação de um coágulo que pode interromper a passagem do sangue nos
vasos. Algumas vezes, a trombose ocorre nas veias profundas das pernas (trombose venosa profunda). O tromboembolismo
venoso (TEV) pode se desenvolver se você estiver tomando ou não uma pílula. Ele também pode ocorrer se você estiver
grávida. Se o coágulo se desprender das veias onde foi formado, ele pode se deslocar para as artérias dos pulmões, causando
a embolia pulmonar. Os coágulos também podem ocorrer muito raramente nos vasos sanguíneos do coração (causando o
ataque cardíaco). Os coágulos ou a ruptura de um vaso no cérebro podem causar o derrame.
Estudos de longa duração sugerem que pode existir uma ligação entre o uso de pílula (também chamada de contraceptivo
oral combinado (COC) ou pílula combinada, pois contém dois diferentes tipos de hormônios femininos chamados estrogênios
e progestógenos) e um risco aumentado de coágulos arteriais e venosos, embolia, ataque cardíaco ou derrame. A ocorrência
destes eventos é rara.
O risco de ocorrência de tromboembolismo venoso é mais elevado durante o primeiro ano de uso. Este aumento no risco está
presente em usuárias de primeira vez de contraceptivo oral combinado e em usuárias que ficaram 4 semanas ou mais sem
tomar a pílula estão voltando a utilizar o mesmo contraceptivo oral combinado que era utilizado anteriormente ou outro
contraceptivo oral combinado. Dados de um grande estudo sugerem que o risco aumentado está principalmente presente nos
3 primeiros meses de uso.
O risco de ocorrência de tromboembolismo venoso em usuárias de pílulas contendo baixa dose de estrogênio (<0,05 mg de
etinilestradiol) é duas a três vezes maior que em não usuárias de contraceptivos orais combinados, que não estejam grávidas
e permanece menor do que o risco associado à gravidez e ao parto.
Muito ocasionalmente, eventos tromboembólicos, arteriais ou venosos, podem causar incapacidade grave permanente,
podendo provocar risco para a vida da usuária ou podendo inclusive ser fatais. O tromboembolismo venoso se manifesta
como trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar e pode ocorrer durante o uso de qualquer contraceptivo oral
combinado. Em casos extremamente raros, os coágulos também podem ocorrer em outra parte do corpo, incluindo fígado,
intestino, rins, cérebro ou olhos.
Se ocorrer qualquer um dos eventos mencionados a seguir, interrompa o uso da pílula e contate seu médico
imediatamente se notar sinais de:
- trombose venosa profunda, tais como: inchaço de uma perna ou ao longo de uma veia da perna; dor ou sensibilidade na
perna que pode ser sentida apenas quando você estiver em pé ou andando; sensação aumentada de calor na perna afetada;
vermelhidão ou descoloração da pele da perna;
- embolia pulmonar, tais como: início súbito de falta inexplicável de ar ou respiração rápida; tosse de início abrupto que pode
levar a tosse com sangue; dor aguda no peito que pode aumentar com a respiração profunda; ansiedade; tontura grave ou
vertigem; batimento cardíaco rápido ou irregular. Alguns destes sintomas (por exemplo, falta de ar, tosse) não são
específicos e podem ser erroneamente interpretados como eventos mais comuns ou menos graves (por exemplo, infecções
do trato respiratório);
- tromboembolismo arterial (vaso sanguíneo arterial bloqueado por um coágulo que se deslocou);
- derrame, tais como: diminuição da sensibilidade ou da força motora afetando, de forma súbita a face, braço ou perna,
especialmente em um lado do corpo, confusão súbita, dificuldade para falar ou compreender; dificuldade repentina para
enxergar com um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar; tontura; perda de equilíbrio ou de coordenação; dor
de cabeça repentina, intensa ou prolongada, sem causa conhecida; perda de consciência ou desmaio, com ou sem convulsão;
- coágulos bloqueando outros vasos arteriais, tais como: dor súbita, inchaço e ligeira coloração azulada (cianose) de uma
extremidade; abdome agudo;
- ataque cardíaco, tais como: dor, desconforto, pressão, peso, sensação de aperto ou estufamento no peito, braço ou abaixo
do esterno; desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta, braços, estômago; saciedade, indigestão ou
sensação de asfixia; sudorese; náuseas, vômitos ou tontura; fraqueza extrema; ansiedade ou falta de ar; batimentos cardíacos
rápidos ou irregulares. Seu médico irá verificar se, por exemplo, você possui um risco maior de desenvolver trombose devido
à combinação de fatores de risco ou talvez um único fator de risco muito alto. No caso de uma combinação de fatores de
risco, o risco pode ser mais alto que uma simples adição de dois fatores individuais. Se o risco for muito alto, seu médico não
irá prescrever o uso da pílula (veja item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
O risco de coágulo arterial ou venoso (por exemplo, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, ataque cardíaco)
ou derrame aumenta:
- com a idade;
-- 4 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
- se você estiver acima do peso;
- se qualquer familiar direto seu teve um coágulo (trombose nas pernas, pulmão (embolia pulmonar) ou qualquer outra parte
do corpo), ataque cardíaco ou derrame em idade jovem, ou se você ou qualquer familiar tiver ou suspeitar de distúrbio
hereditário da coagulação, que possa aumentar seu risco de desenvolver trombose. Neste caso você deve ser encaminhada
a um especialista antes de decidir pelo uso de qualquer contraceptivo hormonal combinado. Certos fatores sanguíneos que
podem sugerir uma tendência para trombose venosa ou arterial incluem resistência a proteína C ativada, hiper-
homocisteinemia, deficiência de antitrombina III, proteína C e proteína S, anticorpos antifosfolipídios (anticorpos
anticardiolipina, anticoagulante lúpico);
- com imobilização prolongada (por exemplo, durante o uso de gessos ou talas em sua (s) perna (s)), cirurgia de grande porte,
qualquer intervenção cirúrgica em membros inferiores ou trauma extenso. Informe seu médico. Nestas situações, é
aconselhável descontinuar o uso da pílula (em casos de cirurgia programada você deve descontinuar o uso pelo menos 4
semanas antes) e não reiniciá-lo até, pelo menos, duas semanas após o total restabelecimento;
- se você fuma (com consumo elevado de cigarros e aumento da idade, o risco torna-se ainda maior, especialmente em
mulheres com idade superior a 35 anos). Descontinue o consumo de cigarros durante o uso de pílula, especialmente se tem
mais de 35 anos de idade;
- se você ou alguém de sua família tem ou teve altos níveis de colesterol ou triglicérides (um tipo de gordura no sangue); - se
você tem pressão alta. Se você desenvolver pressão alta durante o uso de pílula, seu médico poderá pedir que você
descontinue o uso;
- se você tem enxaqueca;
- se você tem distúrbio da válvula do coração ou certo tipo de distúrbio do ritmo cardíaco.
Imediatamente após o parto, as mulheres têm risco aumentado de formação de coágulos, portanto pergunte ao seu
médico quando você poderá iniciar o uso de pílula combinada após o parto.
Contraceptivos e o câncer: O câncer de mama é diagnosticado com frequência um pouco maior entre as usuárias dos
contraceptivos orais combinados, mas não se sabe se esse aumento é devido ao uso do contraceptivo. Pode ser que esta
diferença esteja associada à maior frequência com que as usuárias de contraceptivos orais são examinadas por seus médicos.
O risco de câncer de mama desaparece gradualmente após a descontinuação do uso do contraceptivo hormonal combinado.
É importante examinar as mamas regularmente e contatar o médico se você sentir qualquer caroço nas mamas.
Em casos raros, foram observados tumores benignos de fígado e, mais raramente, tumores malignos de fígado nas usuárias
de contraceptivos orais. Em casos isolados, estes tumores podem causar hemorragias internas com risco para a vida da usuária.
Em caso de dor abdominal intensa, consulte o seu médico imediatamente. O fator de risco mais importante para o câncer
cervical (câncer de colo uterino) é a infecção persistente por HPV (papilomavírus humano). Alguns estudos epidemiológicos
indicaram que o uso de COCs por período prolongado pode contribuir para este risco aumentado, mas continua existindo
controvérsia sobre a extensão em que esta ocorrência possa ser atribuída aos efeitos concorrentes, por exemplo, da realização
de exame cervical (Papanicolau) e do comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira. Os tumores
mencionados acima podem provocar risco para a vida da usuária ou podem ser fatais.
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), a gravidez e a amamentação: Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) não deve
ser usado quando há suspeita de gravidez ou durante a gestação. Se suspeitar da possibilidade de estar grávida durante o uso
de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) suspenda o uso e consulte seu médico o mais rápido possível. Entretanto, estudos
epidemiológicos abrangentes não revelaram risco aumentado de malformações congênitas em crianças nascidas de mulheres
que tenham utilizado COCs antes da gestação. Também não foram verificados efeitos teratogênicos decorrentes da ingestão
acidental de COCs no início da gestação.
Categoria X (Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara
evidência de risco para o feto que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente) - Este medicamento não
deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
De modo geral, o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) durante a amamentação não é recomendado. Se desejar
usar contraceptivo oral durante a amamentação, converse primeiramente com seu médico.
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) e outros medicamentos: Sempre informe seu médico sobre todos os
medicamentos, incluindo fitoterápicos, que você está usando. Alguns medicamentos não devem ser utilizados
concomitantemente com Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol). Informe também a qualquer outro médico ou dentista, que
lhe prescreva algum outro medicamento, que você toma Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol). Eles poderão lhe informar
se é necessário utilizar algum método contraceptivo adicional (por exemplo, preservativo) e neste caso, por quanto tempo,
ou se você precisa trocar algum medicamento que está tomando.
-- 5 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
O uso de alguns medicamentos pode exercer uma influência nos níveis sanguíneos dos contraceptivos orais, reduzir sua
eficácia na prevenção da gravidez ou causar sangramento inesperado. Estes incluem:
Medicamentos usados para o tratamento de:
- epilepsia (p.ex., primidona, fenitoína, barbitúricos, carbamazepina, oxcarbazepina, topiramato, felbamato); - tuberculose
(p.ex., rifampicina);
- AIDS e Hepatite C (também chamados de inibidores das proteases e inibidores não nucleosídios da transcriptase reversa);
- infecções fúngicas (griseofulvina, antifúngicos azólicos, por exemplo, itraconazol, voriconazol, fluconazol);
- infecções bacterianas (antibióticos macrolídeos, por exemplo, claritromicina, eritromicina);
- certas doenças do coração, pressão alta (bloqueadores de canal de cálcio, por exemplo, verapamil, diltiazem);
- artrite, artrose (etoricoxibe);
- medicamentos contendo Erva de São João (usada principalmente para o tratamento de estados depressivos);
- suco de toronja (“grapefruit”).
Tâmisa 20® (gestodeno + etinilestradiol) também pode interferir na eficácia de outros medicamentos, por exemplo,
medicamentos contendo ciclosporina, o antiepilético lamotrigina, melatonina, midazolan, teofilina e tizanidina.
Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive aqueles
adquiridos sem prescrição médica.
Testes laboratoriais: Se você precisar fazer algum exame de sangue ou outro teste laboratorial, informe ao seu médico ou
ao laboratório que você está tomando Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), pois os contraceptivos orais podem afetar os
resultados dos exames.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Não foram conduzidos estudos e não foram observados
efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém vermelho de eritrosina laca de alumínio e dióxido de titânio.
Atenção: Contém sacarina sódica (edulcorante)
Este medicamento não protege contra as doenças transmitidas por relações sexuais, inclusive a AIDS. Para essa
proteção é recomendado que você ou seu parceiro use preservativo (camisinha) em cada relação sexual.
Atenção: Fumar aumenta o risco deste medicamento causar problemas no coração e vasos sanguíneos
Se você já teve trombose, não use este medicamento.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use
medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas: Comprimido revestido, circular, biconvexo e de cor rosa.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Quando usado corretamente, o índice de falha é de aproximadamente 1% ao ano (uma gestação a cada 100 mulheres por ano
de uso). O índice de falha pode aumentar quando há esquecimento de tomada dos comprimidos ou quando estes são tomados
incorretamente, ou ainda em casos de vômitos dentro de 3 a 4 horas após a ingestão de um comprimido ou diarreia intensa,
bem como interações medicamentosas.
-- 6 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
Siga rigorosamente o procedimento indicado, pois o não cumprimento pode ocasionar falhas na obtenção dos resultados. A
cartela de Tâmisa 20® (gestodeno + etinilestradiol) contém 21 comprimidos. No verso da cartela encontra-se indicado o dia
da semana no qual o comprimido deve ser ingerido. Tome um comprimido por dia, aproximadamente à mesma hora, com
auxílio de um pouco de líquido se necessário. Siga a direção das flechas, seguindo a ordem dos dias da semana, até que tenha
tomado todos os 21 comprimidos. Terminados os comprimidos da cartela, realize uma pausa de 7 dias. Neste período, cerca
de 2 a 3 dias após a ingestão do último comprimido de Tâmisa 20® (gestodeno + etinilestradiol), deve ocorrer sangramento
semelhante ao menstrual (sangramento por privação hormonal). Inicie nova cartela no oitavo dia, independentemente de ter
cessado ou não o sangramento. Isto significa que, em cada mês, estará sempre iniciando uma nova cartela no mesmo dia da
semana que a cartela anterior e que ocorrerá o sangramento por privação mais ou menos nos mesmos dias da semana.
Início do uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol).
- Quando nenhum outro contraceptivo hormonal foi utilizado no mês anterior: Inicie o uso de Tâmisa 20® (gestodeno
+ etinilestradiol) no primeiro dia de menstruação, ou seja, tome o comprimido indicado com o dia da semana correspondente
ao primeiro dia de sangramento. Por exemplo, se a sua menstruação iniciar na sexta-feira, tome o comprimido indicado
“sexta-feira” no verso da cartela, seguindo a ordem dos dias. A ação contraceptiva de Tâmisa 20® (gestodeno +
etinilestradiol) inicia-se imediatamente. Não é necessário utilizar adicionalmente outro método contraceptivo.
- Mudando de outro contraceptivo oral combinado, anel vaginal ou adesivo transdérmico (contraceptivo) para Tâmisa
20 ® (gestodeno + etinilestradiol): Inicie a tomada de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) no dia seguinte ao término
da cartela do contraceptivo que estava tomando. Isso significa que não haverá pausa entre as cartelas. Se o contraceptivo
que estava tomando apresenta comprimidos inativos, ou seja, sem princípio ativo, inicie a tomada de Tâmisa 20 ® (gestodeno
+ etinilestradiol) no dia seguinte a ingestão do último comprimido ativo do contraceptivo. Caso não saiba diferenciar os
comprimidos ativos dos inativos, consulte seu médico.
O uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) também poderá ser iniciado mais tarde, no máximo até o dia seguinte
após o intervalo de pausa do contraceptivo que estava sendo utilizado ou no dia seguinte após ter tomado o último
comprimido inativo do contraceptivo anterior. Se você estiver mudando de anel vaginal ou adesivo transdérmico, deve
começar preferencialmente no dia da retirada do último anel ou adesivo ou, no máximo, no dia previsto para a próxima
aplicação. Se seguir essas instruções, não será necessário utilizar adicionalmente um outro método contraceptivo.
- Mudando da minipílula (contraceptivo contendo somente progestógeno) para Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol): Nesse caso, deve-se descontinuar o uso da minipílula e iniciar a tomada de Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol) no dia seguinte, no mesmo horário. Adicionalmente, utilize um método contraceptivo de barreira (por
exemplo, preservativo) caso tenha relação sexual nos 7 primeiros dias de uso de Tâmisa 20® (gestodeno + etinilestradiol).
- - Mudando de contraceptivo injetável, implante ou Sistema intrauterino (SIU) com liberação de progestógeno para
Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol): Inicie o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) na data prevista para a
próxima injeção ou no dia de extração (retirada) do implante ou do SIU. Adicionalmente, utilize um método contraceptivo
de barreira (por exemplo, preservativo) caso tenha relação sexual nos 7 primeiros dias de uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol).
- Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) e o pós-parto: No pós-parto, seu médico poderá aconselhá-la a esperar por um
ciclo menstrual normal antes de iniciar o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol). Às vezes, o uso de Tâmisa 20®
(gestodeno + etinilestradiol) pode ser antecipado com o consentimento do médico. Se após o parto você teve relação sexual
antes de iniciar o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), confirme se você não está grávida ou aguarde o próximo
perído menstrual. Se estiver amamentando, discuta primeiramente com seu médico.
- Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) e o pós-aborto: Consulte seu médico.
Informações adicionais para populações especiais
- Crianças: Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) é indicado apenas para uso após a menarca (primeira menstruação).
- Usuárias idosas: Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) não é indicado para uso após a menopausa.
- Usuárias com insuficiência hepática: Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) é contraindicado em mulheres com doença
hepática (doença do fígado) grave. Veja itens “3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e
“4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”.
- Usuárias com insuficiência renal: Fale com seu médico. Dados disponíveis não sugerem alteração no tratamento desta
população de usuárias.
O que devo fazer em caso de distúrbios gastrintestinais, como vômitos ou diarreia intensa? Se ocorrerem vômitos ou
diarreia intensa após a ingestão do comprimido, as substâncias ativas do comprimido podem não ter sido absorvidas
completamente. Se ocorrerem vômitos no período de 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é como se tivesse se
esquecido de tomá-lo. Portanto, deve-se seguir o mesmo procedimento indicado no item “7. O QUE DEVO FAZER
QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”. Consulte seu médico em quadros de diarreia intensa.
O que devo fazer em caso de sangramento inesperado? Como ocorre com todos os contraceptivos orais, pode surgir,
durante os primeiros meses de uso, sangramento intermenstrual irregular (gotejamento ou sangramento de escape), isto é,
-- 7 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
sangramento fora da época esperada, podendo ser necessário o uso de absorventes higiênicos. Deve-se continuar a tomar os
comprimidos, pois, em geral, o sangramento intermenstrual cessa espontaneamente, uma vez que seu organismo tenha se
adaptado ao contraceptivo oral (geralmente, após 3 meses de tomada dos comprimidos). Caso o sangramento não cesse, torne-
se mais intenso ou reinicie, consulte o seu médico.
O que fazer se não ocorrer sangramento? Se todos os comprimidos foram tomados corretamente, sempre no mesmo
horário, não houve vômito, diarreia intensa ou uso concomitante de outros medicamentos, é pouco provável que você esteja
grávida. Continue tomando Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) normalmente. Se você não tomou os comprimidos
corretamente ou se você tomou os comprimidos corretamente mas o sangramento esperado não ocorreu por dois meses
seguidos, você pode estar grávida. Consulte o seu médico imediatamente. Não inicie nova cartela de Tâmisa 20 ® (gestodeno
+ etinilestradiol) até que a suspeita de gravidez seja afastada pelo seu médico. Neste período use medidas contraceptivas não
hormonais.
Quando posso descontinuar o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol)? O uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol) pode ser descontinuado a qualquer momento. Porém, não o faça sem o conhecimento do seu médico. Se você
não deseja engravidar após descontinuar o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), consulte o seu médico para que
ele lhe indique outro método contraceptivo. Se você desejar engravidar, pare de tomar Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol) e recomenda-se que espere um ciclo menstrual ocorrer para tentar engravidar. Converse com o seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa
o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se houver um atraso de menos de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção contraceptiva de Tâmisa 20®
(gestodeno + etinilestradiol) não será reduzida. Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar e tome o próximo
comprimido no horário habitual. Se houver um atraso de mais de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção
contraceptiva de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) pode ficar reduzida neste ciclo, especialmente se ocorrer o
esquecimento da tomada no começo ou no final da cartela. Veja a seguir como proceder em cada caso específico.
- Esquecimento de 1 comprimido na primeira semana de uso: Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar
(mesmo que isto signifique tomar dois comprimidos de uma só vez) e continue a tomar os próximos comprimidos no horário
habitual. Utilize método contraceptivo adicional (método de barreira - por exemplo, preservativo) durante os próximos 7
dias. Se teve relação sexual na semana anterior ao esquecimento da tomada do comprimido, há possibilidade de engravidar.
Comunique o fato imediatamente ao seu médico.
- Esquecimento de 1 comprimido na segunda semana de uso: Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar, mesmo
que isto signifique a ingestão de dois comprimidos e continue a tomar os próximos comprimidos no horário habitual. A
proteção contraceptiva de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) está mantida. Não é necessário utilizar método
contraceptivo adicional.
- Esquecimento de 1 comprimido na terceira semana de uso:
Escolha uma das duas opções abaixo, sem a necessidade de utilizar método contraceptivo adicional:
1) Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar (inclui-se a possibilidade de tomar dois comprimidos de uma
só vez) e continue a tomar os próximos comprimidos no horário habitual. Inicie a nova cartela assim que terminar a atual,
sem que haja pausa entre uma cartela e outra. É possível que o sangramento ocorra somente após o término da segunda
cartela. No entanto, pode ocorrer sangramento do tipo gotejamento ou de escape enquanto estiver tomando os comprimidos.
2) Deixe de tomar os comprimidos da cartela atual, faça uma pausa de 7 dias, ou menos, contando inclusive o dia no
qual esqueceu de tomar o comprimido e inicie uma nova cartela. Caso deseje manter o mesmo dia da semana para início
de tomada, a pausa pode ser menor do que 7 dias. Por exemplo: se a cartela foi iniciada em uma quarta-feira e você esqueceu
de tomar o comprimido na sexta-feira da última semana, pode iniciar a nova cartela na quarta-feira da semana seguinte ao
esquecimento, praticando, desta forma, uma pausa de apenas 5 dias. Veja esquema ilustrativo abaixo:
Exemplo em caso de esquecimento:
Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
Início da cartela
atual (1º comprimido
– 1º dia)
(2º dia) (3º dia) (4º dia)
(5º dia) (6º dia) (7º dia) (8º dia) (9º dia) (10º dia) (11º dia)
-- 8 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
(12º dia) (13º dia) (14º dia) (15º dia) (16º
dia)
(17º dia)
Esquecimento
de tomada do
comprimido
(18º dia)
Pausa
(19º dia)
Pausa
(20º dia)
Pausa
(21º dia)
Pausa
Início da nova
cartela (1º
comprimido – 1º dia)
Mais de 1 comprimido esquecido: Se mais de um comprimido de uma mesma cartela for esquecido, consulte seu médico.
Quanto mais comprimidos sequenciais forem esquecidos, menor será o efeito contraceptivo. Se não ocorrer sangramento por
privação hormonal (semelhante à menstruação) no intervalo de pausa de 7 dias, pode ser que esteja grávida. Consulte seu
médico antes de iniciar uma nova cartela.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como todo medicamento, Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol) pode causar efeitos indesejáveis, no entanto estes efeitos
não se manifestam em todas as usuárias. Se qualquer efeito indesejável ocorrer ou piorar, ou se você observar algum efeito
indesejável não citado a seguir durante o uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol), consulte seu médico.
-- 9 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
Reações graves: As reações graves associadas ao uso do contraceptivo, assim como os sintomas relacionados, estão descritos
nos itens “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”, “Contraceptivos e a
trombose” e “Contraceptivos e o câncer”. Leia estes itens com atenção e não deixe de conversar com o seu médico em caso
de dúvidas, ou imediatamente quando achar apropriado.
Outras possíveis reações: As seguintes reações têm sido observadas em usuárias de contraceptivos orais combinados: -
Reações adversas comuns (entre 1 e 10 em cada 100 usuárias podem ser afetadas): náuseas, dor abdominal, aumento de peso
corporal, dor de cabeça, depressão ou alterações de humor, dor nas mamas incluindo hipersensibilidade;
- Reações adversas incomuns (entre 1 e 10 em cada 1.000 usuárias podem ser afetadas): vômitos, diarreia, retenção de líquido,
enxaqueca, diminuição do desejo sexual, aumento do tamanho das mamas, erupção cutânea, urticária;
- Reações adversas raras (entre 1 e 10 em cada 10.000 usuárias podem ser afetadas): intolerância a lentes de contato, reações
alérgicas (hipersensibilidade), diminuição de peso corporal, aumento do desejo sexual, corrimento vaginal, secreção das
mamas, eritema nodoso ou multiforme (doenças de pele), distúrbios tromboembólicos arteriais e venosos (formação de
coágulos)*.
* Frequência estimada a partir de estudos epidemiológicos envolvendo um grupo de usuárias de contraceptivos orais
combinados. Os termos distúrbios tromboembólicos arteriais e venosos abrangem: qualquer bloqueio ou coágulo em uma
veia periférica profunda, coágulos que percorrem o sistema venoso do sangue (p. ex., no pulmão é conhecido como embolia
pulmonar ou como infarto pulmonar), ataque cardíaco causado por coágulos, derrame causado por um bloqueio do
fornecimento de sangue para o cérebro ou no cérebro.
Descrição das reações adversas selecionadas: As reações adversas com frequência muito baixa ou com início tardio dos
sintomas que foram consideradas relacionadas ao grupo de usuárias de contraceptivo oral combinado estão listadas a seguir,
veja também itens “3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?”.
Contraceptivos e o câncer:
- a frequência de diagnósticos de câncer de mama é ligeiramente maior em usuárias de contraceptivo oral. Como o câncer de
mama é raro em mulheres abaixo de 40 anos, o aumento do risco é pequeno em relação ao risco geral de câncer de mama.
A causalidade com uso de COC é desconhecida;
- tumores no fígado (benigno e maligno).
Outras condições:
- mulheres com hipertrigliceridemia (aumento de gordura no sangue, resultando em um risco aumentado de pancreatite em
usuárias de COCs);
- hipertensão (pressão alta);
- ocorrência ou piora de condições para as quais a associação com o uso de COC não é conclusiva: icterícia (pigmentação
amarelada da pele) e/ou prurido (coceira) relacionado à colestase (fluxo biliar bloqueado); formação de cálculos biliares
(pedras na vesícula); uma condição metabólica chamada de porfiria, lúpus eritematoso sistêmico (uma doença crônica
autoimune); síndrome hemolítico-urêmica (alteração da coagulação sanguínea); uma condição neurológica chamada coreia
de Sydenham; herpes gestacional (um tipo de condição de pele que ocorre durante a gravidez); perda de audição relacionada
à otosclerose;
- em mulheres com angioedema hereditário (caracterizado por inchaço repentino, por exemplo, dos olhos, boca, garganta,
etc), estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar sintomas de angioedema;
- distúrbios das funções do fígado;
- alterações na tolerância à glicose ou efeitos sobre a resistência periférica à insulina;
- doença de Crohn, colite ulcerativa;
- cloasma (pigmentação marrom-amarelada da pele, especialmente a do rosto).
Interações: O uso concomitante de alguns medicamentos pode afetar a ação dos contraceptivos orais, reduzindo a eficácia
e/ou pode causar sangramentos inesperados (p. ex., medicamentos que contenham Erva de São João ou medicamentos usados
para o tratamento da epilepsia, da tuberculose, da AIDS e de outras infecções), veja item “Tâmisa 20 ® (gestodeno +
etinilestradiol) e outros medicamentos”.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Em especial se essas reações forem graves ou persistentes, ou se houver mudança no seu estado de saúde que possa estar
relacionada ao uso de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol).
-- 10 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não há relatos de efeitos nocivos graves após a ingestão de vários comprimidos de Tâmisa 20 ® (gestodeno + etinilestradiol)
de uma única vez. Caso isto ocorra, podem aparecer náuseas, vômitos ou sangramento vaginal. Mesmo meninas que ainda
não tenham menstruado, mas acidentalmente tomaram esse medicamento, podem ter um sangramento. Se a ingestão acidental
ocorrer com você ou com uma criança, consulte o médico.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.0652
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 04/01/2024.
Produzido
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565
Itapevi - SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
-- 11 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
Histórico de Alteração de Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que
altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expedient
e
No do
expediente Assunto
Data do
expedie
nte
N o do
expedie
nte
Assunt
o
Data de
aprovaç
ão
Itens de
bula
Versões
(VP/VP
S)
Apresentaç
ões
relacionad
as
16/12/201
4
1125460/1
4-2
10457 -
SIMILA
R -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Inclusão
inicial VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
22/04/201
5
0345830/1
5-0
10450 -
SIMILA
R –
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
4.O que
devo saber
antes de
usar este
medicament
o?
5.Onde,
como e por
quanto
tempo posso
guardar este
medicament
o?
8. Quais os
males que
este
medicament
o pode me
causar?
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
02/10/201
7
2066532/1
7-6
10450 -
SIMILAR
–
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
3. Quando
não devo
usar este
medicament
o?
9. O que
fazer se
alguém usar
uma
quantidade
maior do
que a
indicada
deste
medicament
o?
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
-- 12 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
25/04/201
8
0326745/1
8-8
10450 -
SIMILA
R –
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Dizeres
legais VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
16/09/20
20
3156146/2
0-2
10450 -
SIMILAR
–
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Identificaçã
o do
medicament
o
5. Onde,
como e por
quanto
tempo posso
guardar este
medicament
o?
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
20/04/20
21
1511147/2
1-4
10450 -
SIMILAR
–
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicável VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
07/06/20
21
2198142/2
1-0
10450 -
SIMILAR
–
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicável VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
09/02/20
22
0489878/2
2-9
10450 -
SIMILAR
–
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
3. Quando
não devo
usar este
medicament
o?
- Dizeres
legais
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
-- 13 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
13/05/20
22
2722390/2
2-1
10450 -
SIMILA
R –
Notificaç
ão de
Alteração
de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicáve
l
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Dizeres
legais VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradi
ol + 75 mcg
de
gestodeno
07/07/20
23
0699886/
23-6
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicá
vel
Não
aplicá
vel
3. Quando
não devo
usar este
medicamen
to?
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicamen
to?
6. Como
devo usar
este
medicamen
to?
7. O que
devo fazer
quando eu
me
esquecer
de usar este
medicamen
to?
Dizeres
Legais
VP
Comprimi
do
revestido
com
20 mcg de
etinilestrad
iol + 75
mcg de
gestodeno
04/04/20
24
0420906/
24-0
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicá
vel
Não
aplicá
vel
3. Quando
não devo
usar este
medicamen
to?
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicamen
to?
5. Onde,
como e por
quanto
tempo
posso
guardar
este
VP
Comprimi
do
revestido
com
20 mcg de
etinilestrad
iol + 75
mcg de
gestodeno
-- 14 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
medicamen
to?
6. Como
devo usar
este
medicamen
to?
7. O que
devo fazer
quando eu
me
esquecer de
usar este
medicamen
to?
9. O que
fazer se
alguém
usar uma
quantidade
maior do
que a
indicada
deste
medicamen
to?
Dizeres
Legais
07/08/20
25 1015052/
25-8
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicá
vel
Não
aplicá
vel
3. Quando
não devo
usar este
medicamen
to?
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicamen
to?
5. Onde,
como e por
quanto
tempo
posso
guardar
este
medicamen
to?
Dizeres
Legais
VP
Comprimi
do
Revestido
75 mcg +
30 mcg
Não
aplicável
Não
aplicável
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Não
aplicáv
el
Não
aplicáv
el
Não
aplicá
vel
Não
aplicá
vel
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicamen
to?
VP
Comprimi
do
Revestido
75 mcg +
30 mcg
-- 15 of 42 --
Tâmisa 20_com rev_VP_V11
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Dizeres
legais
-- 16 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
Tâmisa 30 Sem Parar®
(gestodeno + etinilestradiol)
Bula do paciente
Comprimido Revestido
75 mcg + 30 mcg
-- 17 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Tâmisa 30 Sem Parar ®
(gestodeno + etinilestradiol)
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENDO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimido Revestido 75 mcg de gestodeno + 30 mcg de etinilestradiol: embalagem com 1 ou 3 cartelas de 28 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
gestodeno.................................................................................................................................................................... 75 mcg
etinilestradiol...............................................................................................................................................................30 mcg
excipientes*.............................................................................................................................................. q.s.p. 1 comprimido
*Excipientes: lactose monoidratada, povidona, edetato dissódico, amido, estearato de magnésio, álcool etílico absoluto,
hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Os contraceptivos orais, também conhecidos como anticoncepcionais, são utilizados para evitar a gravidez. Esses
contraceptivos são mais efetivos (produzem um efeito melhor) do que outros métodos contraceptivos não cirúrgicos.
Quando utilizados corretamente, sem que nenhum comprimido seja esquecido, a chance de ocorrer gravidez é menor
do que 1,0% (uma gestação a cada 100 mulheres por ano de uso). O índice de falha durante o uso típico, incluindo
mulheres que não seguiram corretamente as instruções de uso, é de cerca de 5,0% por ano. A chance de ocorrer
gravidez aumenta a cada comprimido esquecido por você durante um ciclo menstrual.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Tâmisa 30 Sem Parar ® é um contraceptivo oral de uso contínuo indicado para prevenção da gravidez.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Tâmisa 30 Sem Parar ® é um contraceptivo oral que combina dois hormônios, o etinilestradiol e o gestodeno.
Os contraceptivos orais combinados, que possuem dois hormônios em sua composição, agem por supressão das
gonadotrofinas, ou seja, pela inibição dos estímulos hormonais que levam à ovulação. Embora o resultado primário dessa
ação seja a inibição da ovulação, outras alterações incluem mudanças no muco cervical (que aumenta a dificuldade de entrada
do esperma no útero) e no endométrio (que reduz a probabilidade de implantação no endométrio).
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser usado por pessoas alérgicas a qualquer um dos componentes da fórmula. Tâmisa 30 Sem
Parar ® não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, ou ainda por mulheres que estejam
amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois inibe a produção de leite humano e é excretado no leite humano e pode causar
reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou
para a alimentação do bebê.
Tâmisa 30 Sem Parar ® não deve ser utilizado por mulheres que apresentem qualquer uma das seguintes condições: história
anterior ou atual de trombose venosa profunda (obstrução de uma veia), história anterior ou atual de tromboembolismo
-- 18 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
(eliminação de coágulos dos vasos sanguíneos para os pulmões), doença vascular cerebral (derrame) ou coronariana arterial
(infarto do coração), valvulopatias trombogênicas (alteração cardíaca que leva à formação de coágulos), distúrbios
trombogênicos (distúrbios da coagulação com formação de coágulos), trombofilias (alterações da coagulação) hereditárias
ou adquiridas, cefaleia (dor de cabeça) com sintomas neurológicos focais tais como aura (sensações que antecedem crises de
enxaqueca, que podem ser alterações na visão, formigamentos no corpo ou diminuição de força), diabetes com envolvimento
vascular (com comprometimento da circulação), hipertensão (pressão alta), carcinoma da mama (câncer de mama) conhecido
ou suspeito ou outra neoplasia estrogênio-dependente (dependente do hormônio estrogênio) conhecida ou suspeita, adenomas
ou carcinomas hepáticos (tumores do fígado), ou doença hepática (do fígado) ativa, desde que a função hepática não tenha
retornado ao normal, sangramento vaginal sem causa determinada, história anterior ou atual de pancreatite associada a
hipertrigliceridemia severa (inflamação do pâncreas com aumento dos níveis de triglicerídeos no sangue).
Não use Tâmisa 30 Sem Parar® se você tiver hepatite C e estiver sob tratamento com o regime combinado dos medicamentos
ritonavir/ombitasvir/veruprevir, com ou sem dasabuvir (vide item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
PRECAUÇÕES
Antes de iniciar o tratamento, o médico irá obter história familiar e clínica detalhada e realizar exame clínico completo para
confirmar se você pode usar esse medicamento.
A possibilidade de gestação deve ser excluída. Em tratamento prolongado, recomenda-se controle médico semestral por causa
das contraindicações e dos fatores de risco do medicamento.
O uso de contraceptivos orais combinados (COCs) deve ser feito com acompanhamento médico.
Algumas pacientes usando COCs apresentaram aumento dos níveis sanguíneos de glicose (açúcar no sangue) e aumento das
taxas de colesterol no sangue. Por isso, mulheres que já tenham diabetes ou intolerância à glicose (aumento do açúcar no
sangue), assim como aumento de colesterol devem ter acompanhamento médico durante o uso do anticoncepcional. Uma
pequena parcela das usuárias de COCs pode apresentar aumento do nível de triglicerídeos no sangue, de forma persistente,
o que pode levar à pancreatite (inflamação do pâncreas) e outras complicações.
Podem ocorrer, em casos isolados, sangramento de escape (perda de pequena quantidade de sangue) e spotting,
principalmente durante o início da utilização de Tâmisa 30 Sem Parar®, mas, geralmente, estes cessam espontaneamente.
A paciente deve, entretanto, continuar o tratamento com Tâmisa 30 Sem Parar® em caso de sangramento irregular.
Caso o sangramento persista ou recorra, diagnóstico apropriado faz-se necessário para excluir causas orgânicas. Algumas
mulheres podem apresentar amenorreia (ausência de hemorragia, menstruação) pós-pílula, possivelmente com anovulação
(sem ovulação) ou oligomenorreia (hemorragia, menstruação em pequena quantidade), particularmente quando essas
condições são preexistentes.
Mulheres utilizando COCs com história de depressão devem ser observadas criteriosamente e o medicamento, suspenso se
a depressão reaparecer em grau sério. As pacientes que ficarem significantemente deprimidas durante o tratamento com
COCs devem interromper o uso do medicamento e utilizar um método contraceptivo alternativo, na tentativa de determinar
se o sintoma está relacionado ao medicamento.
Este medicamento (como outros contraceptivos) é indicado para prevenção da gravidez e não protege contra infecção por
vírus HIV (AIDS) ou outras doenças transmissíveis como clamídia, herpes genital, gonorreia, hepatite B, vírus HPV, sífilis.
Este medicamento não protege contra as doenças transmitidas por relações sexuais, inclusive a AIDS. Para essa
proteção é recomendado que você ou seu parceiro use preservativo (camisinha) em cada relação sexual.
Diarreia e/ou vômitos podem reduzir a absorção do hormônio, resultando na diminuição das concentrações séricas (no
sangue) (vide itens 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? - Orientação em caso de vômitos e/ ou diarreia e 4.
O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO - Interações Medicamentosas).
Recomenda-se a interrupção do tratamento contraceptivo com Tâmisa 30 Sem Parar ® nos seguintes casos: aparecimento
pela primeira vez de cefaleias semelhantes às da enxaqueca ou cefaleias com frequência e intensidade fora do habitual;
repentinas perturbações visuais ou auditivas; sinais precursores de tromboflebites ou de tromboembolias; angina de peito;
cirurgias eletivas (quatro semanas antes da data prevista); imobilização forçada (acidentes, etc.); icterícia; hepatite; prurido
generalizado; hipertensão e gravidez. Vômito ou diarreia podem diminuir a eficácia dos contraceptivos orais.
Gravidez: Se ocorrer gravidez durante o tratamento com COC, as próximas administrações devem ser interrompidas. Não
há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestagênio contidos no COC prejudicarão o desenvolvimento do bebê
se houver concepção acidental durante seu uso. (vide item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Lactação: Não é recomendado o uso de anticoncepcional combinado durante a amamentação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
-- 19 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
ADVERTÊNCIAS
Fumar aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovasculares sérios (trombose, derrame, infarto do coração)
decorrentes do uso de contraceptivos orais combinados (COCs). Esse risco aumenta com o consumo intenso (em
estudos epidemiológicos, fumar 15 ou mais cigarros por dia foi associado a risco significantemente maior) e é bastante
acentuado em mulheres com mais de 35 anos de idade. Mulheres que tomam COCs devem ser firmemente
aconselhadas a não fumar.
Atenção: Fumar aumenta o risco deste medicamento causar problemas no coração e vasos sanguíneos.
A eficácia pode estar reduzida:
- Se os comprimidos não forem tomados de acordo com as instruções de uso.
- Na ocorrência de problemas gastrintestinais, como vômitos e/ou diarreia, até quatro horas depois da ingestão do
comprimido.
- Utilização conjunta com outros medicamentos como antibióticos, barbitúricos, anticonvulsivantes, erva-de-são-joão,
modafinila.
Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, devem ser utilizados métodos contraceptivos de
barreira, como por exemplo, diafragma ou preservativo masculino com espermicida. Não devem ser usados os métodos de
tabela (Ogino-Knaus) ou de temperatura como proteção contraceptiva adicional, pois os contraceptivos orais modificam as
variações de temperatura e do muco cervical.
- Tromboembolismo e trombose venosa e arterial: o uso de COCs está associado a aumento do risco de eventos
tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução de algum tipo de
veia ou artéria). Entre os eventos relatados estão infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (“derrame”), ataque
isquêmico transitório (paciente apresenta sintomas de derrame que duram menos de 24 horas-diminuição de força,
dificuldade de falar, alteração de coordenação, diminuição de sensibilidade).
O risco para tais eventos é ainda maior em mulheres com condições predisponentes para tromboembolismo e trombose
venosa. A seguir, exemplos de condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosa e arterial: obesidade;
cirurgia ou trauma com maior risco de trombose; parto recente ou aborto no segundo trimestre; imobilização prolongada;
idade avançada; fumo; hipertensão (pressão alta), hiperlipidemias (aumento do colesterol no sangue).
O risco de acidente vascular cerebral (derrame) pode ser maior em usuárias de COC que sofrem de enxaqueca
(particularmente enxaqueca com aura, sensações ou mal-estar que antecedem crises de enxaqueca).
Se você já teve trombose, não use este medicamento.
- Lesões oculares: houve relatos de casos de trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso do olho) com o uso
de COCs que pode resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver sinais ou sintomas de alterações visuais, início de
proptose (olho saltado para fora) ou diplopia (visão dupla), papiledema (edema, inchaço, do nervo do olho) ou lesões
vasculares retinianas (dos vasos da retina), deve-se interromper o uso dos COCs e avaliar novamente a causa.
- Pressão arterial: relatou-se hipertensão (aumento da pressão arterial) em mulheres em tratamento com COCs. Na
maioria das pacientes, a pressão arterial volta ao valor basal (normal) com a interrupção da administração do COC e,
aparentemente, não há diferença na ocorrência de hipertensão entre mulheres que já usaram e as que nunca tomaram COCs.
Em mulheres com hipertensão, histórico de hipertensão ou doenças relacionadas à hipertensão (incluindo algumas doenças
renais), pode ser preferível utilizar outro método contraceptivo. Se pacientes hipertensas escolherem o tratamento com COCs,
deverão ser monitoradas rigorosamente e, se ocorrer aumento significativo da pressão arterial, deve-se interromper o uso do
COC.
O uso de COC é contraindicado em mulheres com hipertensão não controlada.
Câncer dos órgãos reprodutores
-Câncer de colo de útero: alguns estudos sugerem que o uso de COC pode estar associado ao aumento do risco de câncer
de colo de útero em algumas populações de mulheres. No entanto, ainda há controvérsia sobre o grau em que essas descobertas
podem estar relacionadas a diferenças de comportamento sexual e outros fatores. Nos casos de sangramento genital anormal
não diagnosticado, estão indicadas medidas diagnósticas adequadas.
-Câncer de mama: Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do câncer de mama incluem aumento da idade,
histórico familiar, obesidade, mulheres que nunca tiveram filhos e idade tardia para a primeira gravidez. Neoplasia
hepática/doença hepática: os adenomas hepáticos (tumor de fígado), em casos muito raros, e o carcinoma hepatocelular
(câncer de fígado), em casos extremamente raros, podem estar associados ao uso de COC. Aparentemente, o risco aumenta
com o tempo de uso do medicamento. A ruptura dos adenomas hepáticos pode causar morte por hemorragia intra-abdominal.
Mulheres com história de colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile) relacionada ao COC e as que desenvolveram
colestase durante a gravidez são mais propensas a apresentar essa condição com o uso de COC. Se essas pacientes receberem
COC, deverão ser rigorosamente monitoradas e, se a condição reaparecer, o tratamento com o medicamento deverá ser
interrompido.
-- 20 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
Foi relatada lesão hepatocelular (lesão das células do fígado) com o uso de COC. A identificação precoce da lesão
hepatocelular associada ao uso de COC pode reduzir a gravidade da hepatotoxicidade (toxicidade do fígado) quando o COC
é descontinuado. Se a lesão hepatocelular for diagnosticada, a paciente deve interromper o uso do COC, utilizar um método
de controle de natalidade não hormonal de consultar seu médico.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames
laboratoriais periódicos para controle.
Enxaqueca/Cefaleia: início ou exacerbação (piora) da enxaqueca ou desenvolvimento de cefaleia (dor de cabeça) com
padrão novo que seja recorrente, persistente ou grave exigem a descontinuação do COC e avaliação médica adequada. O
risco de acidente vascular cerebral (derrame) pode ser maior em usuárias de COC que sofrem de enxaqueca (particularmente
enxaqueca com aura, sensações ou mal-estar que antecedem crises de enxaqueca). Em qualquer uma dessas circunstâncias, o
médico deverá ser informado.
Imune
-Angioedema: os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema (inchaço que acomete todas
as partes do corpo, podendo incluir as vias aéreas), particularmente em mulheres com angioedema hereditário.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo tempo.
Interações entre etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Tâmisa 30 Sem Parar®) e outras substâncias podem diminuir
ou aumentar as concentrações séricas (no sangue) de etinilestradiol.
Concentrações séricas mais baixas de etinilestradiol podem causar maior incidência de sangramento de escape e
irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a eficácia do COC.
Durante o uso concomitante de outros medicamentos que contenham etinilestradiol e substâncias que podem diminuir as
concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não hormonal (como preservativos
e espermicidas) seja utilizado além da ingestão regular de Tâmisa 30 Sem Parar®
. No caso de uso prolongado dessas
substâncias, os COCs não devem ser considerados os contraceptivos primários (principal).
Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se o uso
de um método anticoncepcional não hormonal por, no mínimo, sete dias.
A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol:
- Substâncias que alteram as enzimas hepáticas, como rifampicina (medicamento usado para tratamento de tuberculose),
rifabulina, barbitúricos (medicamentos utilizados em anestesias), primidona, fenilbutazona, fenitoína (antiepiléptico),
dexametasona, griseofulvina (medicamento antifúngico, para tratamento de micoses), topiramato (antiepiléptico),
oxcarbazepina, carbamazepina, modafinila.
- Hypericum perforatum, também conhecido como erva-de-são-joão, e ritonavir (possivelmente por alteração das enzimas
hepáticas).
- Qualquer substância que reduza o tempo do trânsito gastrintestinal e, portanto, a absorção do etinilestradiol.
- Alguns inibidores de protease, antibióticos (por exemplo, ampicilina e outras penicilinas, tetraciclinas e cloranfenicol). A
seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol:
- Atorvastatina (medicamento para colesterol).
- Ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno).
- Indinavir (medicamento para pacientes HIV+), fluconazol (antifúngico) e troleandomicina (antibiótico). A troleandomicina
pode aumentar o risco de colestase intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação da bile) durante a administração
concomitante com COCs.
A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem ter as concentrações séricas alteradas por causa da presença de COCs:
- O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outros fármacos, aumentar as concentrações plasmáticas e
teciduais (por exemplo, ciclosporina, teofilina, corticosteroide) ou diminuir (por exemplo, a lamotrigina).
- Os estrogênios podem aumentar os efeitos dos glicocorticoides (classe de hormônios esteróides, como por exemplo,
cortisona).
- Em pacientes tratadas com flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de contraceptivos orais
aumenta o risco de galactorreia (surgimento de leite nas mamas fora do período de amamentação).
- Os anticoagulantes (por exemplo, hidroxicumarínicos) podem ter seu efeito reduzido com a administração de COCs.
- Os antidepressivos tricíclicos (por exemplo, a imipramina e desmetilimipramina) podem ter seu metabolismo inibido,
elevando as concentrações plasmáticas e causando o acúmulo destas.
- Alterações no metabolismo oxidativo do diazepam e clordiazepóxido, resultando no acúmulo plasmático do fármaco
inalterado. Mulheres em tratamento com esses benzodiazepínicos durante longos períodos devem ser monitoradas devido ao
aumento dos efeitos sedativos.
As bulas dos medicamentos usados concomitantemente devem ser consultadas para identificar possíveis interações. Não use
Tâmisa 30 Sem Parar ® se você tiver hepatite C e estiver sob tratamento com o regime combinado dos medicamentos
-- 21 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
ritonavir/ombitasvir/veruprevir, com ou sem dasabuvir, pois isso pode causar aumento da enzima hepática ALT em exames
de sangue. Consulte seu médico sobre a possibilidade de realizar a troca de Tâmisa 30 Sem Parar® por medicamentos
contraceptivos apresentando apenas progestágeno ou métodos de contracepção não hormonais duas semanas antes do início
do tratamento com o regime combinado dos medicamentos ritonavir/ombitasvir/veruprevir, com ou sem dasabuvir, Tâmisa
30 Sem Parar ® pode ser reiniciado aproximadamente duas semanas após o término do tratamento com o regime combinado
de medicamentos (vide item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Atenção: Contém lactose abaixo de 0,25g/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém dióxido de titânio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use
medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características de Tâmisa 30 Sem Parar ®
: Comprimido revestido circular, branco, sem vinco.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A cartela de Tâmisa 30 Sem Parar ® contém 28 comprimidos.
Como usar Tâmisa 30 Sem Parar ®
: o primeiro dia do ciclo menstrual corresponde ao primeiro dia de sua menstruação.
Você deve tomar um comprimido inteiro por dia, durante os 28 dias seguidos, sempre no mesmo horário. Após o término da
cartela anterior, você deve iniciar a cartela seguinte e tomá-lo até o final, sem interrupção. A pausa será feita conforme
determinação do seu médico.
Como começar a usar Tâmisa 30 Sem Parar ®
Sem uso anterior de contraceptivo hormonal (mês anterior): você deve começar a tomar o primeiro comprimido de
Tâmisa 30 Sem Parar® no primeiro dia do seu ciclo natural (primeiro dia de sangramento menstrual). Caso você inicie entre
o segundo e o sétimo dia, deverá tomar precauções adicionais (uso de preservativo mais espermicida, por exemplo) para
evitar a gravidez durante os sete primeiros dias de uso de Tâmisa 30 Sem Parar® durante o primeiro ciclo.
Troca de outro contraceptivo oral para Tâmisa 30 Sem Parar ®
: você deve começar a tomar Tâmisa 30 Sem Parar® de
preferência no dia seguinte à tomada do último comprimido ativo do contraceptivo oral combinado anterior ou, no máximo,
no dia seguinte ao intervalo habitual sem comprimidos; ou no dia seguinte após ingestão do último comprimido inerte do
contraceptivo oral combinado anterior.
No lugar de outro método com apenas progestagênio (minipílulas, injetável, implante): a minipílula pode ser
interrompida em qualquer dia e você deve começar a tomar Tâmisa 30 Sem Parar ® no dia seguinte. Você deve começar a
tomar Tâmisa 30 Sem Parar® no dia da remoção do implante. No caso de contraceptivo injetável, você deverá esperar até o
dia programado para a próxima injeção no qual você deverá começar a tomar Tâmisa 30 Sem Parar®
. Em todas essas
situações, você deverá tomar precauções adicionais (uso de preservativo mais espermicida, por exemplo) para evitar a
gravidez durante os sete primeiros dias de uso de Tâmisa 30 Sem Parar ®
.
Após aborto de primeiro trimestre: Tâmisa 30 Sem Parar ® pode começar a ser tomado imediatamente. Não são necessários
outros métodos contraceptivos.
-- 22 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
Após parto ou aborto no segundo trimestre: o tratamento com Tâmisa 30 Sem Parar ® não deve ser iniciado antes do 21º
dia após parto em mães não lactantes (que não estejam amamentando) ou após aborto no segundo trimestre. Nesse período,
você deverá tomar precauções adicionais (uso de preservativo mais espermicida, por exemplo) para evitar a gravidez durante
os sete primeiros dias de uso de Tâmisa 30 Sem Parar ®
. Se você tiver tido relação sexual nesse período, antes de começar a
tomar Tâmisa 30 Sem Parar ®
, deve certificar-se com seu médico de que não está grávida ou esperar pelo primeiro período
menstrual espontâneo. Converse com seu médico a respeito.
Orientação em caso de vômitos e/ ou diarreia: se ocorrerem vômitos ou diarreia severa dentro de quatro horas após a
ingestão de Tâmisa 30 Sem Parar ®
, a absorção pode não ser completa. Um comprimido adicional de Tâmisa 30 Sem Parar ®
deve ser ingerido e continue o tratamento a fim de evitar sangramento prematuro por privação; utilizando adicionalmente um
método contraceptivo não hormonal, com exceção dos métodos de ritmo (tabelinha) e da temperatura, durante os próximos
sete dias.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa
o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer de tomar um comprimido, tome-o assim que se lembrar, desde que não tenha ultrapassado 12 horas do
horário escolhido para o tratamento. Caso tenha transcorrido mais de 12 horas, tome a pílula esquecida assim que se lembrar
e a pílula do dia no horário normal, mesmo que isso signifique tomar os dois comprimidos juntos (o comprimido que foi
esquecida e o do dia normal) e continue tomando as demais pílulas (uma por dia no horário normal). Nesse caso, tome
precauções adicionais (uso de preservativo mais espermicida, por exemplo) para evitar a gravidez durante os próximos sete
dias.
Proteção contraceptiva adicional: quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, devem ser
utilizados métodos contraceptivos de barreira (por exemplo, diafragma ou preservativo masculino). Não devem ser utilizados
os métodos da tabelinha ou da temperatura como proteção contraceptiva adicional, pois os contraceptivos orais modificam o
ciclo menstrual, tais como as variações de temperatura e do muco cervical.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O uso de COCs tem sido associado a aumento dos seguintes riscos:
- Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução)
arteriais e venosos, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (“derrame”), ataque isquêmico transitório
(sintomas do derrame, porém com regressão em 24 horas), trombose venosa (obstrução de uma veia) e embolia pulmonar
(eliminação de coágulos dos vasos sanguíneos para os pulmões);
- Câncer de colo de útero;
- Câncer de mama;
- Tumores hepáticos (do fígado) benignos (p. ex., hiperplasia nodular focal, adenoma epático). As reações adversas
estão relacionadas de acordo com sua frequência:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% das pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça),
incluindo enxaqueca, sangramento de escape/spotting,
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% das pacientes que utilizam este medicamento): vaginite (inflamação na vagina),
incluindo candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida); alterações de humor, incluindo depressão, alterações de libido,
nervosismo, tontura, náuseas (enjoo), vômitos, dor abdominal, acne, mastalgia (dor ou aumento da sensibilidade nas mamas),
aumento do volume mamário, secreção das mamas, dismenorreia (cólica menstrual), alteração da secreção e ectrópio cervical
(alteração do epitélio do colo do útero), retenção hídrica/edema (inchaço), alterações de peso (ganho ou perda).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): alterações de apetite (aumento
ou diminuição), cólicas abdominais, distensão (aumento do volume abdominal), erupções cutâneas (lesão na pele), cloasma
/melasma (manchas escuras na pele do rosto), que pode persistir (principalmente em mulheres com histórico de cloasma na
gravidez, mulheres com tendência a cloasma devem evitar exposição ao sol ou à radiação ultravioleta durante o tratamento
-- 23 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
com COCs); hirsutismo (aumento dos pelos), alopecia (perda de cabelo), aumento da pressão arterial, alterações nos níveis
séricos de lipídios, incluindo hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): reações
anafiláticas/anafilactóides (reações alérgicas graves), incluindo casos muito raros de urticária (alergia da pele), angioedema
(inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e reações graves com sintomas
respiratórios e circulatórios, intolerância à glicose (aumento das taxas de açúcar no sangue), intolerância a lentes de contato,
icterícia colestática (coloração amarela da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares, devido a obstrução), eritema
nodoso (nódulos (protuberâncias) subcutâneos vermelhos e dolorosos), diminuição dos níveis séricos de folato***
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% das pacientes que utilizam este medicamento): carcinomas
hepatocelulares (câncer de fígado), exacerbação do lúpus eritematoso sistêmico, exacerbação da porfiria, exacerbação da
coreia, neurite óptica* (inflamação do nervo do olho), trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso da retina), piora
das varizes, pancreatite (inflamação no pâncreas), colite isquêmica (inflamação do intestino grosso ou cólon por falta de
oxigenação), adenomas hepáticos (tumor benigno no fígado), doença biliar, incluindo cálculos biliares** (cálculo na vesícula
biliar), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e/ou ulcerações pelo corpo), síndrome urêmica hemolítica (síndrome
caracterizada por anemia, diminuição do número de plaquetas e prejuízo na função renal entre outras alterações).
Frequência desconhecida: doença inflamatória intestinal (Doença de Crohn, colite ulcerativa), lesão hepatocelular (p. ex.,
hepatite, função anormal do fígado), distúrbios gástricos, oligomenorreia.
* A neurite óptica (inflamação do nervo óptico) pode resultar em perda parcial ou total da visão. ** Os COCs podem piorar
doenças biliares preexistentes e podem acelerar o desenvolvimento dessa doença em mulheres que anteriormente não tinham
tal doença. *** Pode haver diminuição dos níveis séricos de folato com o tratamento com contraceptivo oral combinado. Isso
pode ser clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após descontinuar os contraceptivos orais combinados.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dor de cabeça, inchaço, náuseas (enjoo), vômitos,
dores abdominais, alterações de peso (aumento ou diminuição), alterações de humor incluindo depressão, nervosismo;
tontura, alterações do interesse sexual, acne, intolerância a lentes de contato, vaginite, alterações do fluxo menstrual, dor e
sensibilidade, aumento ou secreção das mamas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A superdose pode causar náuseas e vômitos e, em algumas mulheres, pode ocorrer sangramento por supressão. Pode-se
considerar que os procedimentos usuais de lavagem gástrica e os tratamentos de suporte sejam adequados para os casos de
superdose. Não têm sido relatados efeitos graves na ingestão aguda de grandes doses orais por crianças.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
-- 24 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.0652
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 09/05/2025.
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3565 - Itapevi - SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
-- 25 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
Histórico de Alterações de Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera
bula Dados das alterações de bulas
Data
do
expedie
nte
N o do
expedient
e
Assunto
Data do
expedie
nte
N o do
expedien
te
Assunto
Data de
aprovaç
ão
Itens de
bula
Vers
ões
(VP/
VPS)
Apresentaç
ões
relacionad
as
16/09/20
20 3156146/20-2
10450 -
SIMILAR
-
Notificaç
ão de
Alteração
de Texto
de
Bula -
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
Aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
[Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula (RDC
60/12) para
as
apresentaç
ões do
produto
Tâmisa 30
Sem Parar]
VP
Drágea 75
mcg de
gestodeno +
30 mcg
de
etinilestr
adiol –
Sem
Parar
20/04/20
21 1511147/21-4
10450 -
SIMILAR
-
Notificaç
ão de
Alteração
de Texto
de
Bula -
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
Aplicável
Não
aplicável
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
VP
Drágea 75
mcg de
gestodeno +
30 mcg
de
etinilestradio
l – Sem
Parar
09/02/20
22
0489878/
22-9
10450 –
SIMILA
R
–
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
29/05/2
019
0482765/
19-1
10994 -
RDC
73/2016 -
SIMILAR
-
Mudança
maior de
excipiente
para
formas
farmacêut
icas
sólidas
17/05/2
021
Apresenta
ções
Composiç
ão;
4. O que
devo
saber
antes de
usar este
medicame
nto?
5. Onde,
como e por
quanto
tempo
posso
guardar
este
medicamen
to
VP
Comprimido
Revestido 75
mcg + 30
mcg
-- 26 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
6. Como
devo usar
este
medicamen
to?
7. O que
devo fazer
quando eu
me
esquecer de
usar este
medicamen
to?
Dizeres
legais
13/05/2
022
2722390
/22-1
10450 –
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicáve
l
Dizeres
legais
VP
Comprimido
Revestido 75
mcg + 30
mcg
07/07/2
023
0699886
/23-6
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicáve
l
3. Quando
não devo
usar este
medicame
nto?
4. O que
devo
saber
antes de
usar este
medicame
nto?
6. Como
devo usar
este
medicame
nto?
7. O que
devo fazer
quando eu
me
esquecer
de usar
este
medicame
nto?
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradio
l + 75 mcg
de gestodeno
-- 27 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
Dizeres
Legais
04/04/20
24
0420906/
24-0
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicáve
l
3. Quando
não devo
usar este
medicame
nto?
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicame
nto?
5. Onde,
como e
por quanto
tempo
posso
guardar
este
medicame
nto?
6. Como
devo usar
este
medicame
nto?
7. O que
devo fazer
quando eu
me
esquecer
de usar
este
medicame
nto?
9. O que
fazer se
alguém
usar uma
quantidad
e maior do
que a
indicada
deste
medicame
nto?
Dizeres
Legais
VP
Comprimid
o
revestido
com
20 mcg de
etinilestradio
l + 75 mcg
de
gestodeno
-- 28 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30 Sem Parar_com rev_V05
07/08/2
025
1015052
/25-8
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáv
el
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicáv
el
3. Quando
não devo
usar este
medicame
nto?
4. O que
devo saber
antes de
usar este
medicame
nto?
5. Onde,
como e
por quanto
tempo
posso
guardar
este
medicame
nto?
Dizeres
Legais
VP
Comprimid
o Revestido
75 mcg +
30 mcg
Não
aplicáv
el
Não
aplicável
10450 -
SIMILA
R –
Notifica
ção de
Alteraçã
o de
Texto de
Bula –
RDC
60/12
Não
aplicáv
el
Não
aplicáve
l
Não
aplicável
Não
aplicáv
el
5.
Onde,
como e
por quanto
tempo
posso
guardar
este
medicame
nto?
9. O que
fazer se
alguém
usar uma
quantidad
e maior do
que a
indicada
deste
medicame
nto?
Dizeres
legais
VP
Comprimid
o Revestido
75 mcg +
30 mcg
-- 29 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Tâmisa 30®
(gestodeno + etinilestradiol)
Bula para paciente
Comprimido Revestido
75 mcg + 30 mcg
-- 30 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Tâmisa 30
(gestodeno + etinilestradiol)
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENDO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimido Revestido contendo 75 mcg de gestodeno + 30 mcg de etinilestradiol: Embalagem com 1 blíster com 21
comprimidos.
Comprimido Revestido contendo 75 mcg de gestodeno + 30 mcg de etinilestradiol: Embalagem com 3 blísters
com 63 comprimidos
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
gestodeno ............................................................................................................................................. 75 mcg
etinilestradiol .......................................................................................................................................30 mcg excipientes*
q.s.p. ..................................................................................................................................................... 1 comprimido
*Excipientes: lactose monoidratada, povidona, edetato dissódico, amido, estearato de magnésio, álcool etílico absoluto,
hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) é indicado na prevenção da gravidez. Embora tendo eficácia bem estabelecida, há
casos de gravidez em mulheres utilizando contraceptivos orais.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) é um contraceptivo oral que combina 2 hormônios, o etinilestradiol e o gestodeno.
Os contraceptivos orais combinados, que possuem 2 hormônios em sua composição, suprimem as gonadotrofinas, ou seja,
inibem os estímulos hormonais que levam à ovulação, o que leva à contracepção.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, ou
ainda por mulheres que estejam amamentando.
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) não deve ser utilizado por mulheres com hipersensibilidade (alergia) a qualquer
um dos componentes de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol).
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) não deve ser utilizado por mulheres que apresentem qualquer uma das seguintes
condições: história anterior ou atual de trombose venosa profunda (obstrução de uma veia); história anterior ou atual de
tromboembolismo (obstrução de um ou mais vasos sanguíneos por coágulo); doença vascular cerebral (“derrame”) ou
arterial coronariana; valvulopatias trombogênicas (alteração cardíaca que leva à formação de coágulos); distúrbios do ritmo
cardíaco trombogênicos (alteração do ritmo do coração que leva à formação de coágulos); trombofilias hereditárias ou
adquiridas (distúrbios da coagulação com formação de coágulos); dor de cabeça com sintomas neurológicos tais como aura
(sensações que antecedem crises de enxaqueca, que podem ser alterações na visão, formigamentos no corpo ou diminuição
de força); diabetes com comprometimento da circulação; hipertensão (pressão alta) não controlada; câncer de mama ou
outra neoplasia dependente do hormônio estrogênio conhecido ou suspeito; tumores do fígado, ou doença do fígado ativa,
desde que a função hepática não tenha retornado ao normal; sangramento vaginal sem causa determinada; história anterior
ou atual de pancreatite associada a hipertrigliceridemia severa (inflamação do pâncreas com aumento dos níveis de
triglicerídeos no sangue).
-- 31 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Os contraceptivos orais combinados são contraindicados para uso concomitante com certos medicamentos antivirais contra
o vírus da hepatite C (HCV), como ombitasvir, paritaprevir, ritonavir e dasabuvir.
Este medicamento é contraindicado para uso por homens.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
PRECAUÇÕES
O uso de contraceptivos orais combinados deve ser feito com acompanhamento médico.
Intolerância à glicose tem sido relatada em usuárias de contraceptivos orais combinados. Por isso, pacientes com
intolerância à glicose ou diabetes mellitus devem ser acompanhadas criteriosamente enquanto estiverem recebendo
contraceptivos orais combinados (vide item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais combinados pode apresentar alterações lipídicas (alteração dos
níveis de colesterol). Hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos) persistente pode ocorrer em uma pequena parcela
das usuárias de contraceptivos orais combinados. Elevações de triglicerídeos plasmáticos em usuárias de contraceptivos
orais combinados podem resultar em pancreatite (inflamação do pâncreas) e outras complicações. Mulheres em tratamento
para dislipidemias devem ser rigorosamente monitoradas se optarem pelo uso de contraceptivos orais combinados.
Algumas mulheres podem não apresentar menstruação durante o intervalo sem comprimidos. Se o contraceptivo oral
combinado não foi utilizado de acordo com as orientações antes da menstruação ou se não ocorrerem duas menstruações
consecutivas, deve-se interromper o uso e utilizar um método contraceptivo não hormonal de controle da natalidade até que
a possibilidade de gravidez seja excluída.
Pode ocorrer sangramento de escape em mulheres em tratamento com contraceptivos orais combinados, sobretudo nos
primeiros três meses de uso. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer, o médico deve ser informado. Caso alguma
destas alterações ocorra, o médico deve ser informado.
Algumas mulheres podem apresentar amenorreia (ausência de hemorragia, menstruação) pós-pílula, possivelmente com
anovulação (sem ovulação) ou oligomenorreia (hemorragia, menstruação em pequena quantidade).
Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com história de depressão devem ser observadas criteriosamente e o
medicamento deve ser suspenso se a depressão reaparecer com gravidade. As pacientes que ficarem significantemente
deprimidas durante o tratamento com contraceptivos orais combinados devem interromper o uso do medicamento e utilizar
um método contraceptivo alternativo, na tentativa de determinar se o sintoma está relacionado ao medicamento.
Este produto não protege contra infecção por HIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.
Diarreia e/ou vômitos podem reduzir a absorção do hormônio, resultando na diminuição das concentrações séricas (no
sangue). Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia, vide item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não protege contra as doenças transmitidas por relações sexuais, inclusive a AIDS. Para essa
proteção é recomendado que você ou seu parceiro use preservativo (camisinha) em cada relação sexual.
Gravidez
Se ocorrer gravidez durante o tratamento com contraceptivo oral combinado, as próximas administrações devem ser
interrompidas. Não há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestogênio contidos no contraceptivo oral
combinado prejudicarão o desenvolvimento do bebê se houver concepção acidental durante seu uso (vide item 3. QUANDO
NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Lactação
Pequenas quantidades de contraceptivos hormonais e/ou metabólitos foram identificados no leite materno e poucos efeitos
adversos foram relatados em lactentes, incluindo icterícia (cor amarelada da pele) e aumento das mamas. A lactação pode
ser afetada pelos contraceptivos orais combinados, pois contraceptivos orais combinados podem reduzir a quantidade e
alterar a composição do leite materno.
Em geral, não deve ser recomendado o uso de contraceptivos orais combinados até que a lactante tenha deixado totalmente
de amamentar a criança.
Advertências
-- 32 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Fumar aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovasculares graves decorrentes do uso de contraceptivos orais combinados.
Este risco aumenta com a idade e com a intensidade do consumo de cigarros e é bastante acentuado em mulheres com mais
de 35 anos de idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais combinados devem ser firmemente aconselhadas a não
fumar.
Atenção: Fumar aumenta o risco deste medicamento causar problemas no coração e vasos sanguíneos.
1. Tromboembolismo e trombose venosa e arterial
O uso de contraceptivos orais combinados está associado ao aumento do risco de eventos tromboembólicos (formação e
eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução de uma veia ou artéria). Entre os eventos relatados
estão: trombose venosa profunda (obstrução de uma veia por um coágulo); embolia pulmonar (obstrução de uma veia do
pulmão por um coágulo); infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (conhecidos como derrame); ataque
isquêmico transitório (paciente apresenta sintomas de derrame que duram menos de 24 horas). O risco para tais eventos é
ainda maior em mulheres com condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosa. A seguir, exemplos
de condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosa e arterial:
- Obesidade;
- Cirurgia ou trauma com maior risco de trombose;
- Parto recente ou aborto no segundo trimestre;
- Imobilização prolongada;
- Idade avançada;
- Tabagismo, fumo;
- Hipertensão (pressão alta);
- Dislipidemia (aumento do colesterol no sangue).
O risco de acidente vascular cerebral (“derrame’) pode ser maior em usuárias de contraceptivo oral combinado que sofrem
de enxaqueca (particularmente enxaqueca com aura, sensações ou mal-estar que antecedem crises de enxaqueca).
Se você já teve trombose, não use este medicamento
2. Lesões oculares
Houve relatos de casos de trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso do olho) com o uso de contraceptivos orais
combinados, que podem resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver sinais ou sintomas de alterações visuais,
início de proptose (olho saltado para fora) ou diplopia (visão dupla), papiledema (edema, inchaço do nervo do olho) ou
lesões vasculares retinianas (dos vasos da retina), deve-se interromper o uso dos contraceptivos orais combinados e avaliar
imediatamente a causa.
3. Pressão arterial
Aumento da pressão arterial tem sido relatado em mulheres em uso de contraceptivos orais combinados.
Em mulheres com hipertensão (pressão alta), histórico de hipertensão ou doenças relacionadas à hipertensão (incluindo
algumas doenças renais), pode ser preferível utilizar outro método controle da natalidade. Se contraceptivos orais
combinados forem usados nestes casos, um acompanhamento rigoroso deve ser feito; caso ocorra aumento significativo da
pressão arterial, deve-se interromper o uso do contraceptivo oral combinado.
Aumento da pressão arterial associado ao uso de contraceptivo oral combinado, geralmente retorna aos valores basais com
a interrupção do uso. O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em mulheres com hipertensão não controlada.
4. Câncer dos órgãos reprodutores
Câncer de colo de útero
O fator de risco mais importante para o câncer cervical, de colo de útero, é a infecção pelo papiloma vírus humano. Alguns
estudos sugerem que o uso de contraceptivo oral combinado pode estar associado ao aumento do risco de câncer de colo de
útero em algumas populações de mulheres. No entanto, ainda há controvérsia sobre o grau em que essas descobertas podem
estar relacionadas a diferenças de comportamento sexual e outros fatores. Nos casos de sangramento genital anormal não
diagnosticado, estão indicadas medidas diagnósticas adequadas.
Câncer de mama
Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do câncer de mama incluem aumento da idade, histórico familiar,
obesidade e mulheres que nunca tiveram filhos e idade tardia para a primeira gravidez. Um estudo mostrou que o risco de
diagnóstico de câncer de mama foi ligeiramente maior em mulheres que utilizaram contraceptivos orais combinados do que
nas que nunca utilizaram. O aumento do risco desaparece gradualmente no transcorrer de 10 anos após a interrupção do uso
de contraceptivos orais combinados. O padrão observado de aumento do risco de diagnóstico de câncer de mama pode ser
-- 33 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
consequência da detecção mais precoce desse câncer em usuárias de contraceptivos orais combinados, dos efeitos
biológicos dos contraceptivos orais combinados ou uma combinação de ambos. Os fatores de risco estabelecidos para o
desenvolvimento do câncer de mama incluem aumento da idade, histórico familiar, obesidade, mulheres que nunca tiveram
filhos e idade tardia para a primeira gravidez.
5. Neoplasia hepática/doença hepática/hepatite C
Os tumores (câncer) hepáticos, em casos extremamente raros, podem estar associados ao uso de contraceptivo oral
combinado. O risco parece aumentar com o tempo de uso do contraceptivo oral combinado. Mulheres com história de
colestase (doença que compromete a produção da bile, o fígado e a vesícula biliar) relacionada ao contraceptivo oral
combinado, e as que desenvolveram colestase durante a gravidez são mais propensas a apresentar essa condição, colestase,
com o uso de contraceptivo oral combinado. Essas pacientes que usam contraceptivo oral combinado devem ser
rigorosamente monitoradas, e o uso de contraceptivo oral combinado deve ser interrompido se colestase recorrer.
Foi relatada lesão das células do fígado com o uso de contraceptivos orais combinados. A identificação precoce da lesão
associada ao uso de contraceptivo oral combinado pode reduzir a gravidade do quadro quando o contraceptivo oral
combinado é descontinuado. Se a lesão for diagnosticada, a paciente deve interromper o uso do contraceptivo oral
combinado, utilizar um método de controle da natalidade não hormonal e consultar seu médico.
Durante os ensaios clínicos com pacientes tratados para infecções por HCV com os medicamentos contendo
ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, com ou sem ribavirina, elevações de transaminases (ALT) maiores que 5
vezes o limite superior do normal (LSN) ocorreram significativamente com mais frequência em mulheres que utilizaram
medicamentos contendo etinilestradiol, como os contraceptivos orais combinados.
6. Enxaqueca/Cefaleia
Início ou piora da enxaqueca ou desenvolvimento de cefaleia (dor de cabeça) com padrão novo que seja recorrente,
persistente ou grave requer a descontinuação do contraceptivo oral combinado e avaliação da causa.
Mulheres que sofrem de enxaqueca, particularmente enxaqueca com aura (sensações ou mal-estar que antecedem crises de
enxaqueca), que fazem uso de contraceptivos orais combinados podem ter um risco aumentado de “derrame”.
7. Imune
Angioedema (edema, inchaço, generalizado)
Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema (inchaço em todas as partes do corpo,
podendo incluir as vias aéreas), particularmente em mulheres com angioedema hereditário.
Interações medicamentosas
Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo tempo.
Interações entre etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Tâmisa® 30) e outras substâncias podem diminuir ou
aumentar as concentrações séricas (no sangue) de etinilestradiol.
O uso concomitante com os medicamentos contendo ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, com ou sem ribavirina,
pode aumentar o risco de elevações de ALT. Portanto, as usuárias de contraceptivos orais combinados devem mudar para
um método contraceptivo alternativo (por exemplo, métodos contraceptivos somente com progestagênio ou não hormonais)
antes de iniciar a terapia com medicamentos antivirais de HCV, como ombitasvir, paritaprevir, ritonavir, dasabuvir. Os
contraceptivos orais combinados podem ser reiniciados 2 semanas após a conclusão do tratamento com um medicamento
antiviral HCV. Concentrações séricas (no sangue) mais baixas de etinilestradiol podem causar maior incidência de
sangramento de escape e irregularidades menstruais, e possivelmente, podem reduzir a eficácia do contraceptivo oral
combinado.
Durante o uso concomitante de produtos com etinilestradiol e substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de
etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não hormonal (como preservativos e espermicidas) seja
utilizado, além da ingestão regular de Tâmisa® 30 (gestodeno + etinilestradiol). No caso de uso prolongado dessas
substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser considerados os contraceptivos primários (principal).
Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se o uso
de um método anticoncepcional não hormonal por, no mínimo, 7 dias. Em alguns casos é necessário o uso por um tempo
mais prolongado do método anticoncepcional não hormonal, deste modo converse com o seu médico para que ele possa
avaliar possíveis interações com outros medicamentos e/ou substâncias.
A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol:
- Qualquer substância que reduza o tempo do trânsito gastrintestinal, e portanto, a absorção do etinilestradiol;
- Medicamentos como rifampicina (medicamento usado para tratamento de tuberculose), rifabutina, barbitúricos
(medicamentos utilizados em anestesias), fenilbutazona, fenitoína (antiepiléptico), dexametasona, griseofulvina
-- 34 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
(medicamento antifúngico para tratamento de micoses), topiramato (antiepiléptico), modafinila (medicamento usado no
tratamento de distúrbios do sono);
- Hypericum perforatum, também conhecido como erva de São João, e ritonavir (antiviral);
- alguns antibióticos, por exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas.
A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol:
- Atorvastatina (medicamento para colesterol);
- Ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno);
- Indinavir (antiviral), fluconazol (antifúngico) e troleandomicina (antibiótico).
A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação da bile) durante
a administração concomitante com contraceptivos orais combinados.
O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outras drogas podendo aumentar as concentrações plasmáticas e
teciduais (por exemplo, ciclosporina, teofilina, corticosteroides) ou diminuir (por exemplo, a lamotrigina).
Em pacientes tratadas com flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de contraceptivos orais aumenta
o risco de galactorreia (surgimento de leite nas mamas fora do período de amamentação).
Houve relatos de gravidez quando os contraceptivos orais combinados foram coadministrados com certos antibióticos (por
exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas).
As bulas dos medicamentos concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis interações.
Atenção: Contém lactose abaixo de 0,25g/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use
medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características de Tâmisa ® 30: Comprimido revestido circular, branco, sem vinco.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como tomar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol)
O blíster de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) contém 21 comprimidos ativos.
Os comprimidos devem ser tomados seguindo a direção das setas marcadas no blíster todos os dias e aproximadamente no
mesmo horário. Tomar um comprimido por dia por 21 dias consecutivos, seguido de um intervalo de 7 dias sem a ingestão
de comprimidos. A embalagem seguinte deve ser iniciada após o intervalo de 7 dias sem a ingestão de comprimidos. Após
2-3 dias do último comprimido ter sido tomado, inicia-se, em geral, a menstruação que pode ou não cessar antes do início
da embalagem seguinte.
Não iniciar ou continuar o tratamento com Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) caso haja suspeita ou conhecimento de
gravidez.
Como começar a tomar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol)
Sem uso anterior de contraceptivo hormonal (no mês anterior): o primeiro comprimido deve ser tomado no 1° dia do
ciclo natural (ou seja, o primeiro dia de sangramento menstrual). Pode-se iniciar o tratamento com Tâmisa ® 30 (gestodeno
-- 35 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
+ etinilestradiol) entre o 2° e o 7° dia do ciclo menstrual, mas recomenda-se a utilização de método contraceptivo não
hormonal (como preservativo e espermicida) nos primeiros 7 dias de administração de Tâmisa ® 30 (gestodeno +
etinilestradiol).
Quando se passa a usar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) no lugar de outro contraceptivo oral:
preferencialmente deve-se começar a tomar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) no dia seguinte ao último comprimido
ativo do contraceptivo oral combinado (com 2 hormônios) anterior ter sido ingerido, mas não mais tarde do que no dia após
o intervalo sem comprimidos ou após a ingestão do último comprimido inativo (sem efeito) do contraceptivo oral
combinado anterior.
Quando se passa a usar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) no lugar de outro método contraceptivo com apenas
progestogênio [minipílulas, implante, dispositivos intrauterinos (DIU), injetáveis]: pode-se interromper o uso dá
minipílula em qualquer dia e deve-se começar a tomar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) no dia seguinte. Deve-se
iniciar o uso de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) no mesmo dia da remoção do implante de progestogênio ou
remoção do DIU. O uso de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) deve ser iniciado na data em que a próxima injeção
está programada.
Em cada uma dessas situações, a paciente deve ser orientada a utilizar outro método não hormonal de contracepção durante
os 7 primeiros dias de administração de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol).
Após aborto no primeiro trimestre: pode-se começar a tomar Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) imediatamente.
Não são necessários outros métodos contraceptivos.
Pós-parto: como o pós-parto imediato está associado ao aumento do risco de tromboembolismo (obstrução de um ou mais
vasos sanguíneos por coágulo), o tratamento com Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) não deve começar antes do 28°
dia após o parto em mulheres não lactantes (que não estão amamentando) ou após aborto no segundo trimestre. Deve-se
orientar a paciente a utilizar outro método não hormonal de contracepção durante os 7 primeiros dias da administração de
Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol). Entretanto, se já tiver ocorrido relação sexual, a possibilidade de gravidez antes
do início da utilização de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) deve ser descartada ou deve-se esperar pelo primeiro
período menstrual espontâneo (vide item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia
No caso de vômito e/ou diarreia no período de 4 horas após a ingestão do comprimido, a absorção pode ser incompleta.
Neste caso, um comprimido extra, de uma outra cartela, deve ser tomada. Para mais informações consulte o item 7. O QUE
DEVO
FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A proteção contraceptiva pode ser reduzida se a paciente esquecer de tomar algum comprimido de Tâmisa ® 30 (gestodeno
+ etinilestradiol), e particularmente, se o esquecimento ultrapassar o intervalo livre sem comprimidos. Recomenda-se
consultar seu médico:
• Se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) e lembrar dentro
de até 12 horas da dose usual, deve ingeri-la tão logo se lembre. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no horário
habitual;
• Se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Tâmisa ® 30 (gestodeno + etinilestradiol) e lembrar mais de
12 horas após a dose usual ou se tiverem sido esquecidas mais de um comprimido, a proteção contraceptiva pode estar
reduzida. O último comprimido esquecido deve ser tomado tão logo se lembre, o que pode resultar na tomada de dois
comprimidos no mesmo dia. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Um método contraceptivo
não hormonal deve ser usado nos próximos 7 dias.
-- 36 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
• Se esses 7 dias ultrapassarem o último comprimido na embalagem em uso, a próxima embalagem deve ser iniciada
tão logo a anterior tenha acabado; portanto não deve haver intervalo sem comprimidos entre as embalagens.
Isto previne um intervalo prolongado entre os comprimidos, reduzindo, portanto, o risco de uma ovulação de escape. É
improvável que ocorra hemorragia por supressão até que todas os comprimidos da nova embalagem sejam tomados, embora
a paciente possa apresentar sangramento de escape nos dias em que estiver ingerindo os comprimidos. Se a paciente não
tiver hemorragia por supressão após a ingestão de todos os comprimidos da nova embalagem, a possibilidade de gravidez
deve ser descartada antes de se retomar a ingestão dos comprimidos.
Proteção contraceptiva adicional
Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, utilize métodos contraceptivos de barreira (por
exemplo: diafragma ou preservativo). Não utilize os métodos da tabelinha ou da temperatura como proteção contraceptiva
adicional, pois os contraceptivos orais modificam o ciclo menstrual, tais como as variações de temperatura e do muco
cervical.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O uso de contraceptivos orais combinados tem sido associado a aumento dos seguintes riscos:
- Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução) arteriais
e venosos, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (“derrame”), ataque isquêmico transitório (sintomas
do derrame, porém com regressão em 24 horas), trombose venosa (obstrução de uma veia) e embolia pulmonar (obstrução
de um vaso pulmonar por coágulo);
- Câncer de colo de útero;
- Câncer de mama;
- Tumores hepáticos (do fígado) benignos (por exemplo, hiperplasia nodular focal, adenoma hepático).
As reações adversas estão relacionadas de acordo com sua frequência:
Reação muito comum
(ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), incluindo enxaqueca,
sangramento de escape.
Reação comum
(ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vaginite (inflamação na vagina), incluindo
candidíase (infecção causada pelo fungo Candida), alterações de humor, incluindo depressão, alterações de libido,
nervosismo, tontura, náuseas (enjoo), vômitos, dor abdominal, acne, dor nas mamas, aumento da sensibilidade nas mamas,
aumento do volume mamário, saída de secreção das mamas, dismenorreia (cólica menstrual), alteração do fluxo menstrual,
alteração da secreção e ectrópio cervical (alteração do epitélio do colo do útero), amenorreia (falta da menstruação),
retenção hídrica/edema (inchaço), alterações de peso (ganho ou perda).
Reação incomum
(ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações de apetite (aumento ou diminuição),
cólicas abdominais, distensão (aumento do volume abdominal), erupções cutâneas (lesão na pele), cloasma/melasma
(manchas escuras na pele do rosto), que pode persistir; hirsutismo (aumento dos pelos), alopecia (perda de cabelo), aumento
da pressão arterial, alterações nos níveis séricos de lipídios, incluindo hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos).
Reação rara
(ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações anafiláticas/anafilactoides (reações
alérgicas graves), incluindo casos muito raros de urticária (alergia da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas
da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e reações graves com sintomas respiratórios e circulatórios,
intolerância à glicose (aumento das taxas de açúcar no sangue), intolerância a lentes de contato, icterícia colestática
(coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares, devido a obstrução), eritema nodoso [nódulos
(protuberâncias) subcutâneos vermelhos e dolorosos], diminuição dos níveis séricos de folato***.
Reação muito rara
(ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): carcinomas hepatocelulares (câncer de fígado),
exacerbação do lúpus eritematoso sistêmico, exacerbação da porfiria, exacerbação da coreia, neurite óptica* (inflamação
do nervo do olho), trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso da retina), piora das varizes, pancreatite (inflamação
-- 37 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
no pâncreas), colite isquêmica (inflamação do intestino grosso ou cólon por falta de oxigenação), doença biliar, incluindo
cálculos biliares** (cálculo na vesícula biliar), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e/ou ulcerações pelo corpo),
síndrome hemolítica-urêmica (síndrome caracterizada por anemia, diminuição do número de plaquetas e prejuízo na função
renal entre outras alterações).
Reações adversas cuja frequência é desconhecida: doença inflamatória intestinal (Doença de Crohn, colite ulcerativa),
lesão hepatocelular (por exemplo: hepatite, função anormal do fígado).
* A neurite óptica (inflamação de um nervo do olho) pode resultar em perda parcial ou total da visão.
** Os contraceptivos orais combinados podem piorar doenças biliares preexistentes e podem acelerar o desenvolvimento
dessa doença em mulheres que anteriormente não tinham tal doença.
*** Pode haver diminuição dos níveis séricos de folato com o tratamento com contraceptivo oral combinado. Isso pode ser
clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após descontinuar os contraceptivos orais combinados.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os sintomas da superdose com contraceptivos orais em adultos e crianças podem incluir náusea, vômito, sensibilidade nas
mamas, tontura, dor abdominal, sonolência/fadiga; hemorragia por supressão pode ocorrer em mulheres. Não há antídoto
específico, e se necessário, a superdose é tratada sintomaticamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.0652
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 14/03/2022.
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 – Itapevi – SP
Registrado por:
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
-- 38 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No do
expediente Assunto Data do
expediente
No do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
16/12/2014 Não
aplicável
10457-
SIMILAR -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Não
aplicável
VP
Comprimido
revestido com
30 mcg de
etinilestradiol +
75 mcg de
gestodeno
24/08/2015 0751180/15- 9
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3.Características
farmacológicas
6.Interações
medicamentosa
s
9.Reações
adversas
VP
Comprimido
revestido com
30 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
23/05/2016 1795796/16- 6
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
VP
Comprimido
revestido com
30 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
19/01/2017 0098119/17-2
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
Onde, como e
por quanto
tempo
posso
armazenar este
medicamento
VP
Comprimido
revestido com
30 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
10/07/2017 1416568/17-6
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP
Comprimido
revestido com
30 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
02/10/2017 2066532/17-6
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
6. Como devo
usar este
medicamento?
VP
Drágea 75
mcg + 30
mcg
25/04/2018 0326745/18-8
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
6. Como devo
usar este
medicamento?
8. Quais os
males que este
VP
Drágea 75
mcg + 30
mcg
-- 39 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
medicamento
pode me
causar?
11/07/2018 0551392/18-8
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
7. O que devo
fazer quando
eu
me esquecer de
usar este
medicamento?
VP
Drágea 75
mcg + 30
mcg
16/09/2020 3156146/20-2
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
2. Como este
medicamento
funciona? VP
Drágea 75
mcg + 30
mcg
20/04/2021 1511147/21-4
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável VP
Drágea 75
mcg + 30
mcg
09/02/2022 0489878/22-
9
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
29/05/2019 0482765/19-
1
10994 - RDC
73/2016 -
SIMILAR -
Mudança
maior de
excipiente
para formas
farmacêuticas
sólidas
17/05/2021
Apresentações
Composição
4. O que deve
saber antes de
usar este
medicamento?
5. Onde, como e
por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento
6. Como devo
usar este
medicamento?
7. O que deve
fazer quando
eu me
esquecer de
usar este
medicamento?
Dizeres legais
VP
Comprimido
Revestido
75 mcg + 30
mcg
13/05/2022 2722390/22-
1
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
Dizeres legais
VP
Comprimido
Revestido
75 mcg + 30
mcg
-- 40 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
07/07/2023 0699886/23-
6
10450 -
SIMILAR –
Notificação
de
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
6. Como devo
usar este
medicamento?
7. O que devo
fazer quando
eu me
esquecer de
usar este
medicamento?
Dizeres Legais
VP
Comprimido
revestido
com
20 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
04/04/2024 0420906/24-
0
10450 -
SIMILAR –
Notificação
de
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
5. Onde, como
e por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
6. Como devo
usar este
medicamento?
7. O que devo
fazer quando
eu me
esquecer de
usar este
medicamento?
9. O que fazer
se alguém usar
uma
quantidade
maior do que a
indicada deste
medicamento?
Dizeres Legais
VP
Comprimido
revestido
com
20 mcg de
etinilestradiol
+ 75 mcg de
gestodeno
07/08/2025 1015052/25-
8
10450 -
SIMILAR –
Notificação
de
Alteração
de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
5. Onde, como
e por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
Dizeres Legais
VP
Comprimido
Revestido 75
mcg + 30 mcg
Não
aplicável
Não
aplicável
10450 -
SIMILAR –
Notificação
de
Alteração
de
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Identificação
do
medicamento
4. O que devo
saber antes de
VP
Comprimido
Revestido 75
mcg + 30 mcg
-- 41 of 42 --
01_Bula_Paciente_Tâmisa 30_com rev_V12
Texto de
Bula – RDC
60/12
usar este
medicamento?
Dizeres legais
-- 42 of 42 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Especificações
| Código do Produto | 73418 |
|---|---|
| Marca | EURO ETICO |
| Código de Barras | 7891317009748 |
| Princípio ativo | GESTODENO, ETINILESTRADIOL |
| Registro MS | 1004306520077 |
| Dosagem | 0.075 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONCEPCIONAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |