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Prolopa (100 + 25) Mg Comprimido Com 60 Produtos Roche Quimicos E Farmaceuticos S A

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Descrição do Produto

Prolopa® (levodopa + cloridrato de benserazida) é indicado para o tratamento da doença de Parkinson, adequado para todos os estágios da doença, incluindo pacientes com dificuldades de deglutição ou necessidade de início rápido de efeito terapêutico. Prolopa® repõe a dopamina no sistema nervoso central, combinando levodopa, um precursor da dopamina, e cloridrato de benserazida, uma enzima que impede a transformação da levodopa em dopamina antes de entrar no SNC, reduzindo efeitos colaterais e melhorando os sintomas da doença.

Ficha Técnica do Produto

  • Contra Indicação

    Prolopa® não deve ser administrado à pacientes com hipersensibilidade conhecida à levodopa, à benserazida ou qualquer componente da fórmula. Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos. Entretanto, inibidores seletivos da MAO-B, como a selegilina e rasagilina, ou inibidores seletivos da MAO-A, como a moclobemida, não são contraindicados. A combinação de inibidores da MAO-A e MAO-B é equivalente a IMAOs não-seletivos e, portanto, não deve ser administrada concomitantemente com Prolopa® (vide item Interações medicamentosas). Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com doenças descompensadas nas glândulas endócrinas, nos rins, no fígado e no coração, assim como pacientes com glaucoma de ângulo fechado ou com história anterior de doenças psiquiátricas graves com componente psicótico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento utilizado antes ou durante o tratamento. Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com menos de 25 anos de idade (o desenvolvimento ósseo deve estar completo). Prolopa® não deve ser administrado à mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar, na ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido imediatamente. Como a passagem de benserazida para o leite materno é desconhecida, mães em tratamento com Prolopa® não devem amamentar, pois a ocorrência de malformações do sistema esquelético da criança, não pode ser excluído. Se estiver usando Prolopa® , informe seu médico caso tenha que se submeter a uma cirurgia. Não faça uso deste medicamento sem prescrição e acompanhamento médico. Pode ser que Prolopa® não seja indicado para seu caso, o que só seu médico poderá avaliar. Pela mesma razão, não ceda nem recomende este medicamento para outras pessoas.
  • Advertências e Iterações

    Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos pré-dispostos. Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intra-ocular, pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular. Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de Prolopa® deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico anterior. Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro semelhante a síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a reintrodução de levodopa, após avaliação apropriada. Levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino. Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias, em alguns casos, sem sinais de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado. Pacientes devem ser informados disso e aconselhados a ter precaução quando dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com levodopa. Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas). Para maiores informações consulte a bula.
  • Reações Adversas

    Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos pré-dispostos. Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intra-ocular, pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular. Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de Prolopa® deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico anterior. Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro semelhante a síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a reintrodução de levodopa, após avaliação apropriada. Levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino. Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias, em alguns casos, sem sinais de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado. Pacientes devem ser informados disso e aconselhados a ter precaução quando dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com levodopa. Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas). Para maiores informações consulte a bula.

Detalhes do Produto

Prolopa® (levodopa + cloridrato de benserazida) é indicado para o tratamento da doença de Parkinson, adequado para todos os estágios da doença, incluindo pacientes com dificuldades de deglutição ou necessidade de início rápido de efeito terapêutico. Prolopa® repõe a dopamina no sistema nervoso central, combinando levodopa, um precursor da dopamina, e cloridrato de benserazida, uma enzima que impede a transformação da levodopa em dopamina antes de entrar no SNC, reduzindo efeitos colaterais e melhorando os sintomas da doença.

Ficha Técnica

  • Contra Indicação

    Prolopa® não deve ser administrado à pacientes com hipersensibilidade conhecida à levodopa, à benserazida ou qualquer componente da fórmula. Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos. Entretanto, inibidores seletivos da MAO-B, como a selegilina e rasagilina, ou inibidores seletivos da MAO-A, como a moclobemida, não são contraindicados. A combinação de inibidores da MAO-A e MAO-B é equivalente a IMAOs não-seletivos e, portanto, não deve ser administrada concomitantemente com Prolopa® (vide item Interações medicamentosas). Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com doenças descompensadas nas glândulas endócrinas, nos rins, no fígado e no coração, assim como pacientes com glaucoma de ângulo fechado ou com história anterior de doenças psiquiátricas graves com componente psicótico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento utilizado antes ou durante o tratamento. Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com menos de 25 anos de idade (o desenvolvimento ósseo deve estar completo). Prolopa® não deve ser administrado à mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar, na ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido imediatamente. Como a passagem de benserazida para o leite materno é desconhecida, mães em tratamento com Prolopa® não devem amamentar, pois a ocorrência de malformações do sistema esquelético da criança, não pode ser excluído. Se estiver usando Prolopa® , informe seu médico caso tenha que se submeter a uma cirurgia. Não faça uso deste medicamento sem prescrição e acompanhamento médico. Pode ser que Prolopa® não seja indicado para seu caso, o que só seu médico poderá avaliar. Pela mesma razão, não ceda nem recomende este medicamento para outras pessoas.
  • Advertências e Iterações

    Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos pré-dispostos. Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intra-ocular, pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular. Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de Prolopa® deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico anterior. Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro semelhante a síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a reintrodução de levodopa, após avaliação apropriada. Levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino. Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias, em alguns casos, sem sinais de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado. Pacientes devem ser informados disso e aconselhados a ter precaução quando dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com levodopa. Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas). Para maiores informações consulte a bula.
  • Reações Adversas

    Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos pré-dispostos. Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intra-ocular, pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular. Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de Prolopa® deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico anterior. Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro semelhante a síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a reintrodução de levodopa, após avaliação apropriada. Levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino. Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias, em alguns casos, sem sinais de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado. Pacientes devem ser informados disso e aconselhados a ter precaução quando dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com levodopa. Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas). Para maiores informações consulte a bula.

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