Prelone 11 Mg/Ml Solução Oral Com 20ml Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
PRELONE
11 MG/ML
FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA
O medicamento Prelone é indicado como agente anti-inflamatório e imunossupressor em doenças que envolvem processos inflamatórios ou autoimunes, além de condições endócrinas e algumas neoplasias. Ele também trata doenças endócrinas, osteoarticulares, reumáticas, dermatológicas, …
PRELONE é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O medicamento Prelone é indicado como agente anti-inflamatório e imunossupressor em doenças que envolvem processos inflamatórios ou autoimunes, além de condições endócrinas e algumas neoplasias. Ele também trata doenças endócrinas, osteoarticulares, reumáticas, dermatológicas, alérgicas, oftálmicas, respiratórias, hematológicas e neoplásicas. Prelone possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica, atuando em 1 a 2 horas após a administração devido às propriedades dos glicocorticoides.
Especificações
| Código do Produto | 6716 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658011276 |
| Princípio ativo | FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA, PREDNISOLONA |
| Registro MS | 1057303300107 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Solução |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
PRELONE
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos
5 mg e 20 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Prelone
prednisolona
APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 5 mg: embalagem com 20 comprimidos.
Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de Prelone 5 mg contém:
prednisolona ............................................................................................................................................ 5 mg
Cada comprimido de Prelone 20 mg contém:
prednisolona .......................................................................................................................................... 20 mg
Excipientes: lactose monoidratada, dióxido de silício, celulose microcristalina, estearato de magnésio, óleo
vegetal hidrogenado, amidoglicolato de sódio e talco.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Prelone é indicado como agente anti-inflamatório e imunossupressor em patologias cujos mecanismos
fisiopatológicos envolvam processos inflamatórios e/ou autoimunes; para o tratamento de condições
endócrinas (glândulas); e em composição de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Prelone é um medicamento à base de prednisolona com propriedades predominantes dos glicocorticoides
(hormônios esteroides). Possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica, destinada ao
tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos a prednisolona ou a qualquer outro
componente da fórmula; e para pacientes com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
É muito importante que você informe ao seu médico dos problemas de saúde que você tenha e todos os
medicamentos que estiver utilizando.
Nos pacientes com insuficiência hepática, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento de
doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como fratura vertebral,
hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), diabete, hipertensão (pressão alta), catarata e síndrome de
Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.
As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções do que as
crianças saudáveis. Durante a terapia com Prelone, evite qualquer contato com pacientes portadores de
varicela ou sarampo. Caso ocorra, procure imediatamente seu médico. Pacientes com utilização do
medicamento também não devem ser vacinados contra varíola, nem mesmo outras vacinas, com risco de
complicações neurológicas e a ausência de resposta imune. Varicela e sarampo, por exemplo, podem ter
um curso mais grave e até fatal em crianças e adultos não imunes sob corticoterapia.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. O uso de prednisolona em
tuberculose ativa deve ser restrito a casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nas quais o
corticosteroide é usado para o controle da doença associado a um regime antituberculoso apropriado.
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Caso haja indicação de corticosteroide em tuberculose latente ou reatividade à tuberculina, torna-se necessário
acompanhamento contínuo do seu médico. Durante terapia prolongada, esses pacientes devem receber
quimioprofilaxia.
Corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o
tratamento. Durante o uso de corticosteroides pode haver diminuição da resistência e dificuldade na
localização de infecções.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
O uso prolongado de corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível
lesão dos nervos ópticos e pode aumentar a ocorrência de infecções secundárias oculares devido a fungos
e viroses.
Altas doses de corticosteroides, bem como doses habituais, podem causar elevação da pressão arterial, retenção
de sal e água e aumento da excreção de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.
Considerar a possibilidade de dieta hipossódica (sem sódio) e suplementação de potássio, quando os
corticosteroides forem utilizados.
Em pacientes portadores de hipotireoidismo (doença da tireoide) ou com cirrose (doença do fígado), existe
aumento do efeito do corticosteroide.
Pacientes portadores de herpes simples ocular devem utilizar corticosteroides com cautela pois pode haver
possível perfuração de córnea.
Podem aparecer distúrbios psíquicos quando do uso de corticosteroides, variando desde euforia, insônia,
alteração do humor, alteração de personalidade, depressão grave até manifestações de psicose ou
instabilidade emocional. Tendências psicóticas preexistentes podem ser agravadas pelos corticosteroides.
Em hipoprotrombinemia, o ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cautela quando associado à
corticoterapia.
Deve haver cuidado na utilização de esteroidais em casos de colite ulcerativa não específica (inflamação
do intestino), caso haja possibilidade de perfuração iminente (já que há risco de perfuração), abscesso ou
outras infecções piogênicas (infecção que produz pus); diverticulite; anastomoses de intestino (cirurgia do
intestino); úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose (diminuição da
densidade óssea) e miastenia gravis (fraqueza dos músculos).
Há risco de insuficiência adrenal em função de retirada súbita do fármaco após terapia prolongada, podendo
ser evitada mediante redução gradativa da dose.
É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.
Outras imunizações deverão ser evitadas, principalmente nos pacientes que estão recebendo altas doses de
corticosteroides, pelos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta de anticorpos.
Entretanto, imunizações podem ser realizadas nos pacientes que estejam fazendo uso de corticosteroides como
terapia substitutiva, como, por exemplo, para a doença de Addison.
Em casos de insuficiência adrenocortical induzida por prednisolona, pode-se minimizar o quadro por
redução gradual da dosagem. Devido à possibilidade de persistência desse quadro após a interrupção do
tratamento por algum tempo, pode ser necessário reiniciar a corticoterapia em situações de estresse. Como
a secreção de mineralocorticoide pode estar reduzida, deve-se administrar concomitantemente sais ou
mineralocorticoides.
Gravidez e lactação
Como estudos adequados de reprodução humana não foram feitos com corticosteroides, o uso de prednisolona
na gravidez, lactação ou em mulheres com potencial para engravidar, requer que os possíveis benefícios da
droga justifiquem o risco potencial para a mãe, embrião ou feto.
Prelone deve ser administrado com cautela em mulheres que estejam amamentando. A prednisolona é
excretada no leite materno em baixos níveis (menos de 1% da dose administrada). Medidas de cautela
devem ser tomadas quando a prednisolona é administrada a lactantes.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças
O crescimento e desenvolvimento de crianças sob corticoterapia prolongada devem ser observados
cuidadosamente.
As crianças que utilizam esteroidais, em longo prazo, devem ser cuidadosamente observadas em relação ao
aparecimento de reações adversas graves potenciais, como obesidade, retardo no crescimento, osteoporose
(diminuição da densidade óssea) e supressão adrenal.
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Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
- Interação medicamento-substância química
- Severidade maior
Substância química: álcool.
Efeito da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser
aumentada quando esta substância é utilizada concomitantemente com glicocorticoides.
- Interações medicamento-medicamento
- Severidade maior
Medicamentos: drogas anti-inflamatórias não esteroidais (por exemplo, diclofenaco e cetoprofeno).
Efeitos da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser
aumentada quando estas substâncias são utilizadas concomitantemente com glicocorticoides. Entretanto o
uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais no tratamento de artrite deve promover benefício
terapêutico aditivo e permitir redução de dosagem de glicocorticoide.
- Severidade moderada
Medicamentos: anticolinérgicos, especialmente atropina e compostos relacionados.
Efeitos da interação: o uso concomitante a longo prazo com glicocorticoides pode aumentar a pressão
intraocular.
Medicamentos: anticoagulantes, derivados cumarínicos ou indandionas, heparina, estreptoquinase ou
uroquinase.
Efeitos da interação: os efeitos dos derivados cumarínicos ou da indandiona geralmente diminuem (mas
podem aumentar em alguns pacientes), quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente com
glicocorticoides. Ajustes de dose baseados na determinação do tempo de protrombina podem ser
necessários durante e após a terapia com glicocorticoide.
O potencial de ocorrência de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia durante
terapia com glicocorticoide e os efeitos dos glicocorticoides na integridade vascular, podem apresentar-se
aumentados em pacientes que recebem terapia com anticoagulante ou trombolítico.
Medicamentos: agentes antidiabéticos (por exemplo, glimepirida e metformina), sulfonilureia ou insulina.
Efeitos da interação: os glicocorticoides podem aumentar as concentrações de glicose no sangue. Ajuste
de dose de um ou ambos agentes pode ser necessário quando a terapia com glicocorticoide é descontinuada.
Medicamentos: agentes antitireoidianos (por exemplo, levotiroxina) ou hormônios da tireoide.
Efeitos da interação: alterações na condição da tireoide do paciente podem ocorrer como um resultado de
administração, alteração na dosagem ou descontinuação de hormônios da tireoide ou agentes
antitireoidianos, podendo necessitar de ajuste de dosagem de corticosteroide, uma vez que a depuração
metabólica de corticosteroides diminui em pacientes com hipotireoidismo (doença da tireoide) e aumenta
em pacientes com hipertireoidismo. Os ajustes de dose devem ser baseados em resultados de testes de
função da tireoide.
Medicamentos: estrogênios ou contraceptivos orais contendo estrogênios.
Efeitos da interação: estrogênios podem alterar o metabolismo, levando à diminuição da depuração,
aumentando a meia-vida de eliminação e aumentando os efeitos terapêuticos e toxicidade dos
glicocorticoides. O ajuste de dose dos glicocorticoides pode ser requerido durante e após o uso
concomitante.
Medicamentos: glicosídeos digitálicos (por exemplo, digoxina).
Efeitos da interação: o uso concomitante de glicocorticoides pode aumentar a possibilidade de arritmias
(alteração no ritmo do coração) ou toxicidade digitálica associada com hipocalemia (diminuição do potássio
no sangue).
Medicamentos: diuréticos (por exemplo, furosemida e hidroclorotiazida).
Efeitos da interação: efeitos de natriuréticos e diuréticos podem diminuir as ações de retenção de sódio e
fluidos de corticosteroides e vice-versa.
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O uso concomitante de diuréticos depletores de potássio com corticosteroides pode resultar em hipocalemia
(diminuição do potássio no sangue). A monitoração da concentração de potássio sérico e função cardíaca é
recomendada.
Efeito de diuréticos no potássio excessivo e/ou corticosteroide nas concentrações de potássio sérico pode
ser diminuído durante uso concomitante. A monitoração das concentrações de potássio sérico é
recomendada.
Medicamento: somatropina.
Efeitos da interação: inibição do crescimento em resposta ao somatrém ou somatropina pode ocorrer com
uso terapêutico crônico de doses diárias (por m 2 de superfície corporal) que excedam 2,5 - 3,75 mg de
prednisolona oral ou 1,25 - 1,88 mg de prednisolona parenteral.
É recomendado que estas doses não sejam excedidas durante a terapia com somatrém ou somatropina. Se
doses maiores forem necessárias, a administração de somatrém ou somatropina deve ser postergada.
Medicamentos: barbituratos (por exemplo, fenobarbital) e drogas indutoras enzimáticas (por exemplo,
fenitoína, carbamazepina).
Efeitos da interação: drogas que induzem a atividade das enzimas metabólicas hepáticas (do fígado) da
fração microssomal podem aumentar o metabolismo da prednisolona, requerendo, em terapias
concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona.
- Severidade menor
Medicamento: isoniazida.
Efeitos da interação: glicocorticoides, especialmente prednisolona, podem aumentar o metabolismo
hepático e/ou excreção de isoniazida, levando à diminuição das concentrações plasmáticas e eficácia da
isoniazida, especialmente em pacientes que sofrem acetilação rápida. O ajuste de dose de isoniazida pode
ser necessário durante e após o uso concomitante.
- Interação medicamento-exame laboratorial
- Severidade menor
Medicamento: digoxina.
Efeito da interação: a prednisolona pode resultar em falso aumento dos níveis de digoxina.
Medicamento: prednisolona.
Efeito da interação: os corticosteroides podem alterar o teste de “Nitroblue tetrazolium” para infecções
bacterianas e produzir resultados falso negativos. Os corticoides podem suprimir as reações de testes
cutâneos.
Atenção: Contém 115,4 mg de lactose monoidratada/comprimido de Prelone 5 mg e contém 220,8 mg
de lactose monoidratada/comprimido de Prelone 20 mg. Este medicamento não deve ser usado por
pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a
outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no
seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar
qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento
imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
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Prelone 5 mg: comprimidos redondos, brancos, com vinco em uma das faces e com logo “ACHÉ” na outra
face.
Prelone 20 mg: comprimidos redondos, brancos, com vinco em uma das faces e com logo “ACHÉ” na outra
face.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Prelone deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico, respeitando as doses, os
horários e a duração do tratamento. As necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas,
tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.
A dosagem inicial de Prelone pode variar de 5 mg a 60 mg por dia, dependendo da doença específica que
está sendo tratada. As doses de Prelone requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de acordo
com a doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve
ser controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso
corporal.
A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por
mais do que alguns dias.
Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes, enquanto que para alguns
pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a
resposta satisfatória seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos
decréscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para
se obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma constante observação
em relação à dosagem de Prelone. Se por um período razoável de tempo não ocorrer resposta clínica
satisfatória, o tratamento com Prelone deve ser interrompido, e o paciente transferido para outra terapia
apropriada.
Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no estado clínico secundário
por remissão ou exacerbação no processo da doença, a suscetibilidade individual do paciente à droga e o
efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença em
tratamento; se for necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja gradual
e nunca abrupta.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o
medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima
dose, deve-se adiantá-la, sem duplicá-la.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas de Prelone têm sido do mesmo tipo das relatadas para outros corticosteroides e
normalmente podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo isto preferível à
interrupção do tratamento com o fármaco.
Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência é elevada se a dose
aumenta muito acima de 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.
• Reações comuns (> 1/100 e ≤ 1/10)
Gastrintestinais: aumento do apetite, indigestão, ulceração do estômago e/ou duodeno com possível
perfuração e sangramentos; inflamação do pâncreas; inflamação do esôfago com úlcera.
Neurológicas: nervosismo, cansaço e insônia.
Dermatológicas: reações alérgicas locais.
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Oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; projeção do globo ocular para frente (olhos saltados). O
estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos pode também ser intensificado.
Endócrinas: pré-diabetes, manifestação de diabetes mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou
medicamentos que diminuem a glicose no sangue em diabéticos. O tratamento com doses elevadas de
corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso.
• Reações incomuns (> 1/1.000 e ≤ 1/100)
Dermatológicas: retardo da cicatrização; pele fina e frágil; petéquias e equimoses; rubor facial (face
avermelhada); aumento do suor; supressão a reações de alguns testes cutâneos; urticária, edema nos olhos e
lábios e dermatite alérgica. Facilidade em ter manchas roxas na pele (hematomas), espinhas na face, no
peito e nas costas e estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e nos ombros.
Neurológicas: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral),
usualmente após tratamento; dor de cabeça; tontura; agitação psicomotora, alterações isquêmicas de nervos,
alterações no eletroencefalograma e crises.
Psiquiátricas: euforia, depressão grave com manifestações psicóticas, alterações da personalidade,
hiperirritabilidade e alterações do humor.
Endócrinas: irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingoide; retardo do crescimento fetal
ou infantil; ausência de resposta secundária adrenocortical e hipofisária, especialmente em situações de estresse,
como trauma, cirurgia ou doença. Em alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em aumento ou
diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.
Gastrintestinais: distensão abdominal; diarreia ou prisão de ventre; enjoo; vômitos; perda do apetite (que
pode resultar em perda de peso), irritação do estômago.
Hidroeletrolíticas: retenção de sal; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes
suscetíveis; perda de potássio e aumento da pressão arterial.
Musculoesqueléticas: fraqueza muscular; perda de massa muscular; osteoporose necrose asséptica da cabeça
umeral e femoral; fratura patológica de ossos longos e vértebras; agravamento dos sintomas da miastenia
gravis e ruptura do tendão.
Metabólicas: balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo proteico.
Durante a experiência pós-comercialização, foram observadas as seguintes reações adversas sem
incidência definida: arritmias (taquicardia ou bradicardia); perda de albumina na urina; aumento de peso; dor
no peito; dor nas costas; mal-estar geral; palidez; sensação de calor ou de frio; descoloração da língua;
sensibilidade dos dentes; salivação excessiva; soluço; boca seca; falta de ar; rinite; tosse; frequência miccional
aumentada; isquemia de origem periférica; perda ou alteração do paladar; alteração do olfato; aumento do tônus
(contração) muscular; movimentos involuntários do globo ocular; paralisia facial; tremor; aumento da libido;
confusão; distúrbio do sono e sonolência.
Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos não desejados.
Apesar de nem todos estes efeitos colaterais ocorrerem, você deve procurar atendimento médico caso algum
deles ocorra.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas
Não foram relatados os efeitos de ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em um curto
período de tempo.
O que fazer antes de procurar socorro médico?
Deve-se evitar a provocação de vômitos e a ingestão de alimentos ou bebidas. O mais indicado é procurar
um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e de preferência sabendo a quantidade exata
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de medicamento ingerida. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro de Assistência
Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de
morte. Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides torna
improvável a produção de resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em
pacientes com diabetes mellitus (diabete), glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam
fazendo uso de medicações, como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos (medicamento para o coração)
ou diuréticos depletores de potássio. O seu tratamento inclui a indução de êmese (vômito) ou através de
lavagem gástrica. As possíveis complicações associadas devem ser tratadas especificamente. Este
medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade deste
medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0330
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP ou Cabo de Santo Agostinho - PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
-- 8 of 35 --
Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
17/04/2017 0636368/17-7
10450 –
SIMILAR -
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula – RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
21/02/2020 0541343/20-5
10450 –
SIMILAR -
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula – RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A VPS
9. Reações Adversas VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
28/07/2020 2476059/20-5
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula - RDC
60/12
15/07/2020 2287880/20-7
10018- RDC 73/2016 –
SIMILAR- Inclusão de
Local de Embalagem
Primária do
medicamento
III. DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
07/04/2021 1326924/21-1
10450 - SIMILAR -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
14/02/2022 0537016/22-8
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA Correção das informações da capa VP/VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
17/08/2023 0867870/23-1
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
31//07/2023 0792392/23-9
11024 - RDC 73/2016 -
SIMILAR - Inclusão de
local de fabricação de
medicamento de
liberação convencional
III – DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
20 mg
-- 9 of 35 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
17/12/2025 1613874/25-1
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
I- IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III- DIZERES LEGAIS
VPS
I- IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III- DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
5 mg e 20 mg
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AAS
PRELONE
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos Revestidos
40 mg
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1 Prelone 40_BU 01_VP
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Prelone
prednisolona
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos
Embalagens contendo 4 e 7 comprimidos revestidos
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
prednisolona................................................................................................................................................... 40 mg
Excipientes: lactose monoidratada, amido, povidona, estearato de magnésio, maltodextrina, talco, hipromelose,
goma guar e triglicerídeos de cadeia média.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de doenças endócrinas, osteoarticulares e osteomusculares,
reumáticas, do colágeno, dermatológicas, alérgicas, oftálmicas, respiratórias, hematológicas, neoplásicas, e
outras, que respondam à terapia com corticosteroides.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica no tratamento de
doenças que respondem aos corticosteroides.
Prelone começa a agir em aproximadamente 1 a 2 horas após a administração.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade a prednisolona ou a outros
corticosteroides ou a qualquer componente de sua fórmula.
Este medicamento é contraindicado para pacientes com infecções não controladas e infecções por fungos
(micoses) que afetam o organismo todo.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Seu médico poderá fazer ajustes da dose durante melhora ou piora da doença em tratamento, resposta
individual ao tratamento e exposição do paciente a situações de estresse emocional ou físico, tais como
infecção grave, cirurgia ou traumatismo.
Poderá ser necessário monitoramento por período de até um ano após o término de tratamento prolongado ou
com doses altas de Prelone.
As complicações provenientes do tratamento com corticosteroides são relacionadas à dose e duração do
tratamento. O seu médico deverá fazer uma avaliação do risco-benefício do uso para cada paciente.
Prelone, assim como outros corticosteroides, pode mascarar alguns sinais de infecção, e novas infecções
podem surgir durante sua administração. Quando os corticosteroides são usados, pode ocorrer baixa na
resistência ou dificuldade em localizar a infecção.
Insuficiência secundária do córtex suprarrenal, induzida por medicamento pode ser resultante de retirada
rápida do corticosteroide, podendo ser evitada mediante redução gradativa da dose. Essa insuficiência pode
persistir meses após o término do tratamento, e por essa razão, se ocorrer estresse (cirurgia, infecção grave,
parto, traumatismo) durante este período, o tratamento com corticosteroides deverá ser retomado.
O efeito dos corticosteroides é aumentado em pacientes com hipotireoidismo (diminuição ou falta de
hormônios da tireoide) e cirrose (doença do fígado).
Recomenda-se cuidado com o uso de Prelone em pacientes com herpes simples ocular pelo risco de perfuração
da córnea.
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2 Prelone 40_BU 01_VP
Os corticosteroides podem agravar condições preexistentes de instabilidade emocional ou tendências
psicóticas. Transtornos psíquicos podem ocorrer durante a terapia com corticosteroides.
Caso você tenha as seguintes doenças, avise o seu médico: colite ulcerativa inespecífica (inflamação do
intestino com ulceração); abscesso ou outra infecção com pus; diverticulite; cirurgia intestinal recente; úlcera
no estômago; doença nos rins; pressão arterial alta; osteoporose (diminuição do cálcio nos ossos); miastenia
gravis (doença autoimune na qual existe intensa fraqueza muscular).
O uso prolongado de Prelone pode produzir catarata subcapsular posterior (doença dos olhos), glaucoma com
risco de lesão do nervo óptico e aumento do risco de infecções nos olhos por fungos ou vírus.
Prelone pode causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e aumento da excreção de potássio.
Considerar a possibilidade de dieta com pouco sal e suplementação de potássio, durante o tratamento. Todos os
corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.
Os pacientes que utilizam Prelone não deverão ser vacinados contra varíola (catapora). Outras vacinações
também deverão ser evitadas, principalmente nos pacientes que estão recebendo altas doses de Prelone, pelos
possíveis riscos de complicações no sistema nervoso e pelo risco de a vacina não conferir a resposta
pretendida. Entretanto, imunizações podem ser realizadas nos pacientes que estejam fazendo uso de
corticosteroides como terapia substitutiva, como, por exemplo, para a doença de Addison (doença onde as
glândulas suprarrenais deixam de produzir corticosteroides).
Pacientes que estejam fazendo uso do Prelone devem evitar exposição à varicela (catapora) ou ao sarampo e,
se tiverem contato, devem procurar atendimento médico, principalmente nos casos com crianças.
O tratamento com Prelone na tuberculose ativa deve estar restrito aos casos de tuberculose fulminante ou
disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com medicamentos para tuberculose.
Caso haja indicação de Prelone em tuberculose que ainda não tenha se manifestado ou com resultado
positivo para tuberculina em teste realizado na pele, faz-se necessária avaliação continuada diante do
risco de reativação. Durante tratamento prolongado, esses pacientes devem receber tratamento
preventivo contra tuberculose. Se a rifampicina for utilizada na prevenção ou no tratamento, poderá ser
necessário ajuste na dose de Prelone. Quando possível, o médico fará uma redução gradual da dose.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
Uso em crianças
As crianças que utilizam Prelone ou outros corticosteroides por longo prazo devem ser cuidadosamente
observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves como: obesidade, retardo no crescimento,
redução do conteúdo de cálcio no sangue e diminuição da produção de hormônios pelas glândulas suprarrenais.
As crianças tratadas com corticosteroides são mais propensas às infecções do que as crianças saudáveis.
Varicela (catapora) e sarampo, por exemplo, podem apresentar consequências mais graves ou até mesmo fatais
em crianças recebendo tratamento com corticosteroides. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham
contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, procure
imediatamente o seu médico para iniciar tratamento adequado.
Recém-nascidos de mães que receberam doses altas de corticosteroides durante a gravidez devem ser
observados quanto a sinais de diminuição e inibição da produção endógena de corticosteroides.
Uso em idosos
É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.
Uso durante a gravidez e amamentação
O uso de Prelone em gestantes, mulheres no período de amamentação, mulheres em idade fértil ou com
suspeita de gravidez, requer que os possíveis benefícios sejam avaliados pelo médico em relação aos riscos
potenciais para a mãe, o feto ou o recém- nascido. O fármaco é excretado no leite materno, portanto, a
administração a lactantes não é recomendada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Grupos de risco
Nos pacientes com doenças no fígado, pode ser necessária uma redução da dose de Prelone. No tratamento de
doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como fratura vertebral,
diabetes, aumento da pressão arterial, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos
pacientes.
Nos pacientes com hipotireoidismo e naqueles com cirrose hepática, existe efeito acentuado dos
corticosteroides.
Pacientes com tuberculose ativa ou sem sintomas, não devem utilizar Prelone, exceto no tratamento em
conjunto para tratar a tuberculose, pois pode ocorrer reativação da doença. A prevenção com medicamento
para tuberculose é indicada durante o tratamento prolongado com corticosteroide.
Medicamentos que diminuem a imunidade como os corticosteroides, podem ativar focos primários de
tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes usuários destes medicamentos por longo prazo devem
estar alerta quanto à possibilidade de surgimento da ativação da tuberculose, tomando, assim, todos os
cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.
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3 Prelone 40_BU 01_VP
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
Interações medicamento-medicamento
O uso concomitante de fenobarbital, fenitoína, rifampicina ou efedrina pode aumentar o metabolismo dos
corticosteroides, reduzindo seus efeitos terapêuticos.
Pacientes em tratamento com corticosteroides e hormônios femininos devem ser observados em relação à
exacerbação dos efeitos do corticosteroide.
O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio (diuréticos que aumentam a
excreção de potássio) pode intensificar a perda de potássio. O uso dos corticosteroides com glicosídeos
cardíacos (digitálicos) pode aumentar a possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à perda
de potássio.
Prelone pode potencializar a perda de potássio causada pela anfotericina B. Deve-se acompanhar com exames
laboratoriais (dosagem principalmente de potássio) todos os pacientes em tratamento com associação desses
medicamentos.
O uso de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os efeitos
anticoagulantes, podendo haver necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem reduzir as concentrações plasmáticas de salicilato. Nas hipoprotrombinemias, o
ácido acetilsalicílico deve ser usado com precaução quando associado aos corticosteroides.
Quando os corticosteroides são indicados em diabéticos, pode ser necessário ajuste na dose do antidiabético
oral ou da insulina.
Tratamento com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina (hormônio de crescimento).
Os efeitos dos anti-inflamatórios não esteroidais juntamente com Prelone podem resultar em aumento da
incidência ou gravidade de úlceras gastrintestinais.
Interações medicamento-substância química
Os efeitos do álcool, somados ao uso de Prelone podem resultar no aumento das chances de incidência ou
gravidade de úlceras gastrintestinais.
Interações medicamento-exame laboratorial
Prelone pode alterar o teste de "Nitroblue tetrazolium" para infecções bacterianas e produzir resultados falsos
negativos. Todos os corticoides podem suprimir as reações de testes cutâneos.
Os glicocorticoides podem diminuir a absorção de iodo e as concentrações de iodo ligado às proteínas,
dificultando a monitoração da resposta terapêutica dos pacientes recebendo medicamento para doenças da
tireoide.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Prelone 40 mg apresenta-se como comprimido revestido circular, branco a quase branco, sulcado em uma das
faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
As doses necessárias variam de paciente e devem ser individualizadas tendo por base a gravidade da doença e a
resposta do paciente ao tratamento.
Posologia Adultos
A dose inicial de Prelone para adultos pode variar de 5 mg a 60 mg diários, dependendo da doença em
tratamento. Em situações menos graves, doses mais baixas poderão ser suficientes, enquanto que determinados
pacientes necessitam de doses iniciais mais altas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se
observe uma adequada resposta clínica. Se, após um período de tratamento, não ocorrer resposta clínica
satisfatória, Prelone deve ser descontinuado e outra terapia apropriada deve ser indicada.
Crianças
A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg por metro quadrado de
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4 Prelone 40_BU 01_VP
superfície corporal por dia, administrados de 1 a 4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e crianças
devem ser orientadas seguindo as mesmas considerações feitas para adultos, em vez de se adotar rigidez exata
aos índices para idade ou peso corporal.
Após observação de resposta favorável, deve-se determinar a dose adequada de manutenção, mediante
diminuição da dose inicial, realizada por diminuição da dose em intervalos de tempo apropriados, até que a
menor dose para manter uma resposta clínica adequada seja alcançada. Prelone pode ser administrado em dias
alternados a pacientes que necessitem de terapia prolongada, de acordo com o julgamento do médico.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença básica sob tratamento, podem
necessitar de aumento da dose de Prelone. Em caso de interrupção do uso de Prelone após tratamento
prolongado, deve-se reduzir a dose gradualmente.
A dose máxima de Prelone é de 80 mg por dia.
O comprimido de Prelone 40 mg pode ser partido em até 2 partes, conforme indicação do seu médico. Para
isso, parta o comprimido com a mão, sem o auxílio de qualquer instrumento.
A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo
máximo de 24 horas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
No caso de esquecimento de alguma dose, consulte seu médico ou cirurgião-dentista. Não dobre a dose para
compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas a Prelone têm sido as mesmas relatadas para outros corticosteroides e normalmente podem
ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo essa solução preferível, em vez da interrupção do
tratamento com o medicamento.
Podem ocorrer efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência eleva-se quando a
dose aumenta muito acima de 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Alterações gastrintestinais: aumento do apetite e indigestão; úlcera gástrica ou duodenal, com possível
perfuração e sangramento; pancreatite (inflamação do pâncreas); esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago
com úlcera).
Alterações neurológicas: nervosismo; cansaço e insônia.
Alterações dermatológicas: reação alérgica localizada.
Alterações oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; glaucoma; olhos saltados; aumento da
ocorrência de infecções nos olhos por fungos e vírus.
Alterações endócrinas: pré-diabetes; ocorrência de diabetes em pessoas com tendência à diabetes ou piora do
controle de glicemia; necessitando aumento da dose de insulina ou medicamentos antidiabéticos orais. O
tratamento com doses elevadas de corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no
sangue.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Alterações dermatológicas: vermelhidão da face; retardo na cicatrização; pele fina e frágil; aumento do suor;
urticária; edema angioneurótico (edema nos olhos e lábios); dermatite alérgica; manchas roxas na pele; acne
(espinha) no rosto, peito e costas; estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e ombros.
Alterações neurológicas: convulsões; aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral) geralmente
após tratamento; tontura; dor de cabeça; agitação; isquemia dos nervos; alterações no exame de
eletroencefalograma.
Alterações psiquiátricas: euforia; depressão grave com sintomas de psicose; alterações da personalidade;
irritabilidade; insônia e alterações do humor.
Alterações endócrinas: irregularidades menstruais; síndrome de Cushing induzida por droga; insuficiência
das glândulas adrenais ou da hipófise, principalmente em casos de estresse (cirurgias, trauma ou doença);
diminuição do crescimento fetal ou infantil. Em alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em aumento
ou diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.
Alterações gastrintestinais: náuseas; vômitos; perda de peso; diarreia; prisão de ventre; distensão abdominal;
indigestão.
Alterações hidroeletrolíticas: retenção de sal e água; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes
suscetíveis; alcalose hipocalêmica (perda de potássio do sangue e aumento do pH); aumento da pressão
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5 Prelone 40_BU 01_VP
arterial.
Alterações osteoarticulares e osteomusculares: fraqueza muscular; perda de massa muscular; agravamento
dos sintomas da miastenia gravis (doença caracterizada por fraqueza muscular), osteoporose, necrose
asséptica da cabeça do fêmur e do úmero (necrose dos ossos sem infecção); fratura de ossos longos e
vértebras sem trauma ou com trauma mínimo; e ruptura espontânea de tendões.
Alterações metabólicas: perda de nitrogênio na urina devido à degradação de proteínas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
O mais indicado é procurar um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência,
sabendo-se a quantidade exata de medicamento ingerida. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro
de Assistência Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de morte.
Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides, é improvável que
produzam resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes
mellitus, glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicações como
digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos poupadores de potássio. O seu tratamento inclui a
indução de vômito ou através de lavagem gástrica. As possíveis complicações associadas devem ser tratadas
especificamente.
Este medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade deste
medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III- DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0330
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
Ou
Embalado (embalagem secundária) por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Cabo de Santo Agostinho - PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações da bula
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente Nº do expediente Assunto Data de
aprovação Itens da bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
30/01/2024 0114423/24-5
10457 – SIMILAR –
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão Inicial de
Texto de Bula VP/VPS
Comprimidos
revestidos
40 mg
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AAS
PRELONE
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Solução
3 mg/ml
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Prelone_solução_BU04_VP 1
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Prelone
fosfato sódico de prednisolona
APRESENTAÇÕES
Solução de 3 mg/ml: embalagens com 60 ml ou 120 ml + seringa dosadora em ml.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada ml de solução de Prelone contém:
fosfato sódico de prednisolona....................................................................................................................4,02 mg
(equivalente a 3 mg de prednisolona).
Excipientes: aroma de cereja, ciclamato de sódio, edetato dissódico di-hidratado, fosfato de sódio
monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado, sorbitol, benzoato de sódio, mentol,
propilenoglicol, sucralose e água purificada.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento está indicado como agente anti-inflamatório e imunossupressor em patologias cujos
mecanismos fisiopatológicos envolvam processos inflamatórios e/ou autoimunes, para o tratamento de
condições endócrinas (das glândulas) e em composição de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Prelone é um medicamento à base de prednisolona com propriedades predominantes dos glicocorticoides
(hormônios esteroides). Possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica destinado ao
tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à prednisolona ou a qualquer outro
componente da fórmula e para pacientes com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
É muito importante que você informe ao seu médico os problemas de saúde que você tenha e todos os
medicamentos que estiver utilizando.
No tratamento de doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como
fratura vertebral, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), diabetes, hipertensão (pressão alta),
catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.
Durante a terapia com Prelone, evite qualquer contato com pacientes portadores de varicela ou sarampo.
Caso ocorra, procure imediatamente seu médico. Pacientes com utilização do medicamento também não
devem ser vacinados contra varíola, nem mesmo outras vacinas, com risco de complicações neurológicas e
a ausência de resposta imune. Varicela e sarampo, por exemplo, podem ter um curso mais grave e até fatal
em crianças e adultos não-imunes sob corticoterapia.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. O uso de prednisolona em
tuberculose ativa deve ser restrito a casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nas quais o
corticosteroide é usado para o controle da doença associado a um regime antituberculoso apropriado.
Caso haja indicação de corticosteroide em tuberculose latente ou reatividade à tuberculina, torna-se necessário
acompanhamento contínuo do seu médico. Durante terapia prolongada, esses pacientes devem receber
quimioprofilaxia.
Corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o
tratamento. Durante o uso de corticosteroides pode haver diminuição da resistência e dificuldade na
localização de infecções.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
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Prelone_solução_BU04_VP 2
O uso prolongado de corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível
lesão dos nervos ópticos e pode aumentar a ocorrência de infecções secundárias oculares devido a fungos
e viroses.
Altas doses de corticosteroides, bem como doses habituais, podem causar elevação da pressão arterial, retenção
de sal e água e aumento da excreção de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.
Considerar a possibilidade de dieta hipossódica (sem sódio) e suplementação de potássio, quando os
corticosteroides forem utilizados.
Em pacientes portadores de hipotireoidismo (doença da tireoide) ou com cirrose (doença do fígado), existe
aumento do efeito do corticosteroide.
Pacientes portadores de herpes simples ocular devem utilizar corticosteroides com cautela pois pode haver
possível perfuração de córnea.
Podem aparecer distúrbios psíquicos quando do uso de corticosteroides, variando desde euforia, insônia,
alteração do humor, alteração de personalidade, depressão grave até manifestações de psicose ou
instabilidade emocional. Tendências psicóticas preexistentes podem ser agravadas pelos corticosteroides.
Em hipoprotrombinemia, o ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cautela quando associado à
corticoterapia.
Deve haver cuidado na utilização de esteroides em casos de colite ulcerativa não específica (inflamação do
intestino), caso haja possibilidade de perfuração iminente (já que há risco de perfuração), abscesso ou outras
infecções piogênicas (infecção por microrganismos); diverticulite; anastomoses de intestino (cirurgia do
intestino); úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose (diminuição da
densidade óssea) e miastenia gravis (fraqueza dos músculos).
Há risco de insuficiência adrenal em função de retirada súbita do fármaco após terapia prolongada, podendo
ser evitada mediante redução gradativa da dose.
Em casos de insuficiência adrenocortical induzida por prednisolona, pode-se minimizar o quadro por
redução gradual da dosagem. Devido à possibilidade de persistência desse quadro após a interrupção do
tratamento por algum tempo, pode ser necessário reiniciar a corticoterapia em situações de estresse. Como
a secreção de mineralocorticoide pode estar reduzida, deve-se administrar concomitantemente sais ou
mineralocorticoides.
Gravidez e lactação
Como estudos adequados de reprodução humana não foram feitos com corticosteroides, o uso de prednisolona
na gravidez, lactação ou em mulheres com potencial de engravidar, requer que os possíveis benefícios da droga
justifiquem o risco potencial para a mãe, embrião ou feto.
Prelone deve ser administrado com cautela em mulheres amamentando. A prednisolona é excretada no leite
materno em baixos níveis (menos de 1% da dose administrada). Medidas de cautela devem ser tomadas
quando a prednisolona é administrada a lactantes.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período de lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças: o crescimento e desenvolvimento de crianças sob corticoterapia prolongada devem ser
observados cuidadosamente.
As crianças que utilizam esteroides, em longo prazo, devem ser cuidadosamente observadas em relação ao
aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento, osteoporose
(diminuição da densidade óssea) e supressão adrenal.
Interações medicamentosas
Interação medicamento-substância química
- Severidade maior:
Substâncias químicas: álcool.
Efeito da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser
aumentada quando esta substância é utilizada concomitantemente com glicocorticoides.
Interações medicamento-medicamento
- Severidade maior:
Medicamentos: drogas anti-inflamatórias não esteroidais (ex: diclofenaco e cetoprofeno)
Efeitos da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser
aumentada quando estas substâncias são utilizadas concomitantemente com glicocorticoides, entretanto o
uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais no tratamento de artrite deve promover benefício
terapêutico aditivo e permitir redução de dosagem de glicocorticoide.
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Prelone_solução_BU04_VP 3
- Severidade moderada:
Medicamentos: anticolinérgicos, especialmente atropina e compostos relacionados.
Efeitos da interação: o uso concomitante a longo prazo com glicocorticoides pode aumentar a pressão
intraocular.
Medicamentos: anticoagulantes, derivados cumarínicos ou indandionas, heparina, estreptoquinase ou
uroquinase.
Efeitos da interação: os efeitos dos derivados cumarínicos ou da indandiona geralmente diminuem (mas
podem aumentar em alguns pacientes), quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente com
glicocorticoides. Ajustes de dose baseados na determinação do tempo de protrombina podem ser
necessários durante e após a terapia com glicocorticoide.
O potencial de ocorrência de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia durante
terapia com glicocorticoides e os efeitos dos glicocorticoides na integridade vascular, podem apresentar-se
aumentados em pacientes que recebem terapia com anticoagulante ou trombolítico.
Medicamentos: agentes antidiabéticos (ex.: glimepirida e metformina), sulfonilureia ou insulina.
Efeitos da interação: os glicocorticoides podem aumentar as concentrações de glicose no sangue. Ajuste
de dose de um ou ambos os agentes pode ser necessário quando a terapia com glicocorticoide é
descontinuada.
Medicamentos: agentes antitireoidianos (ex.: levotiroxina) ou hormônios da tireoide.
Efeitos da interação: alterações nas condições da tireoide do paciente podem ocorrer como um resultado
de administração, alteração na dosagem ou descontinuação de hormônios da tireoide ou agentes
antitireoidianos, podendo necessitar de ajuste de dosagem de corticosteroide, uma vez que a depuração
metabólica de corticosteroides diminui em pacientes com hipotireoidismo (doença da tireoide) e aumenta
em pacientes com hipertireoidismo. Os ajustes de dose devem ser baseados em resultados de testes de
função da tireoide.
Medicamentos: estrogênios ou contraceptivos orais contendo estrogênios.
Efeitos da interação: estrogênios podem alterar o metabolismo, levando à diminuição da depuração,
aumentando a meia-vida de eliminação e aumentando os efeitos terapêuticos e a toxicidade dos
glicocorticoides. O ajuste de dose dos glicocorticoides pode ser requerido durante e após o uso
concomitante.
Medicamentos: glicosídeos digitálicos (ex.: digoxina)
Efeitos da interação: o uso concomitante de glicocorticoides pode aumentar a possibilidade de arritmias
(alteração no ritmo do coração) ou toxicidade digitálica associada com hipocalemia (diminuição do potássio
no sangue).
Medicamentos: diuréticos (ex.: furosemida e hidroclorotiazida)
Efeitos da interação: efeitos de natriuréticos e diuréticos podem diminuir as ações de retenção de sódio e
fluidos de corticosteroides e vice-versa.
O uso concomitante de diuréticos depletores de potássio com corticosteroides pode resultar em hipocalemia
(diminuição do potássio no sangue). A monitoração da concentração de potássio sérico e função cardíaca é
recomendada.
Efeito de diuréticos no potássio excessivo e/ou corticosteroide nas concentrações de potássio sérico pode
ser diminuído durante uso concomitante. A monitoração das concentrações de potássio sérico é
recomendada.
Medicamento: somatropina.
Efeitos da interação: inibição do crescimento em resposta ao somatrém ou somatropina pode ocorrer com
uso terapêutico crônico de doses diárias (por m 2 de superfície corporal) que excedam de 2,5 a 3,75 mg de
prednisolona oral ou de 1,25 a 1,88 mg de prednisolona parenteral.
É recomendado que estas doses não sejam excedidas durante a terapia com somatrém ou somatropina. Se
doses maiores forem necessárias, a administração de somatrém ou somatropina deve ser postergada.
Medicamentos: barbituratos (ex.: fenobarbital) e drogas indutoras enzimáticas (ex.:
fenitoína, carbamazepina).
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Prelone_solução_BU04_VP 4
Efeitos da interação: drogas que induzem a atividade das enzimas metabólicas hepáticas (do fígado) da
fração microssomal podem aumentar o metabolismo da prednisolona, requerendo, em terapias
concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona.
- Severidade menor:
Medicamento: isoniazida
Efeitos da interação: glicocorticoides, especialmente prednisolona, podem aumentar o metabolismo
hepático e/ou excreção de isoniazida, levando à diminuição das concentrações plasmáticas e eficácia da
isoniazida, especialmente em pacientes que sofrem acetilação rápida. O ajuste de dose de isoniazida pode
ser necessário durante e após o uso concomitante.
Interação medicamento-exame laboratorial
- Severidade menor:
Medicamento: digoxina.
Efeito da interação: a prednisolona pode resultar em falso aumento dos níveis de digoxina.
Este medicamento pode causar doping.
Atenção: não use mais do que o recomendado na bula, pois o excesso deste medicamento pode causar
graves problemas nos rins.
Atenção: Contém sorbitol.
Este produto contém benzoato de sódio, que pode causar reações alérgicas, como a asma,
especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a
outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no
seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar
qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento
imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: solução límpida, incolor, pouco viscosa e com odor de cereja.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Prelone deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico, respeitando as doses, os
horários e a duração do tratamento. As necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas,
tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.
MODO DE USAR:
Instruções de uso da seringa dosadora em ml:
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Prelone_solução_BU04_VP 5
1. Encaixar a seringa dosadora no adaptador do frasco (fig. 1).
2. Virar o frasco e aspirar a medida desejada. Puxar cuidadosamente o êmbolo, medindo a quantidade
exata em ml, conforme a posologia recomendada pelo seu médico (fig. 2).
3. Retirar a seringa dosadora (fig. 3).
4. Esvaziar a seringa dosadora lentamente na boca, com a cabeça inclinada para trás (fig. 4).
5. Tampar o frasco (fig. 5).
6. Lavar bem a seringa dosadora com água corrente.
Observações:
A seringa dosadora é de uso exclusivo para administração de Prelone por via oral.
-- 23 of 35 --
Prelone_solução_BU04_VP 6
O manuseio deve ser feito somente por adultos.
POSOLOGIA
ATENÇÃO: utilizar a seringa exclusiva que acompanha o produto. Esta seringa está graduada de ml em
ml. Em caso de dúvida consulte seu médico (1 ml de solução equivale a 3 mg de prednisolona. Cada mg de
prednisolona equivale a 1,34 mg de fosfato sódico de prednisolona).
A dosagem inicial de Prelone pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da doença específica que está
sendo tratada. As doses de Prelone requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de acordo com a
doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser
controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso corporal.
Iniciar a terapia com a menor dose da posologia em idosos.
A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for administrada por mais do que
alguns dias.
Crianças: a dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg por m 2
de superfície corporal por dia, administrados de 3 a 4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e
crianças devem ser orientadas segundo as mesmas considerações feitas para adultos, ao invés de se adotar
rigidez estrita aos índices para idade ou peso corporal. Na síndrome nefrótica utiliza-se 60mg/m 2/dia em 3
vezes ao dia por 4 semanas, seguidas de 40mg/m 2 em dias alternados, por 4 semanas.
Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes, enquanto que para alguns
pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a
resposta satisfatória seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos
decréscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para
se obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma constante observação
em relação à dosagem de Prelone. Se por um período razoável de tempo não ocorrer resposta clínica
satisfatória, o tratamento com Prelone deve ser interrompido, e o paciente transferido para outra terapia
apropriada.
Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no estado clínico secundário por
remissão ou exacerbação no processo da doença, a suscetibilidade individual do paciente à droga e o efeito da
exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença em tratamento; se for
necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja gradual e nunca abrupta.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizá-lo, deve-
se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se
adiantá-la, sem duplicar a mesma.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas de Prelone têm sido do mesmo tipo das relatadas para outros corticosteroides e
normalmente podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo isto preferível à
interrupção do tratamento com o fármaco.
Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência eleva-se caso a dose
seja superior a 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.
• Reações comuns (> 1/100 e ≤ 1/10):
Gastrintestinais: aumento do apetite, indigestão, ulceração do estômago e/ou duodeno com possível
perfuração e sangramentos; inflamação do pâncreas; inflamação do esôfago com úlcera.
Neurológicas: nervosismo, cansaço e insônia.
Dermatológicas: alérgicas locais.
Oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; projeção do globo ocular para a frente (olhos saltados).
O estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos pode também ser intensificado.
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Prelone_solução_BU04_VP 7
Endócrinas: pré-diabetes, manifestação de diabetes mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou
medicamentos que diminuem a glicose no sangue em diabéticos. O tratamento com doses elevadas de
corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso.
• Reações incomuns (> 1/1.000 e ≤ 1/100):
Dermatológicas: retardo da cicatrização; pele fina e frágil; petéquias e equimoses; rubor facial (face
avermelhada); aumento do suor; supressão a reações de alguns testes cutâneos; urticária, edema nos olhos e
lábios e dermatite alérgica. Facilidade em ter manchas roxas na pele (hematomas), espinhas na face, peito
e costas e estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e ombros.
Neurológicas: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral),
usualmente após tratamento; dor de cabeça; tontura; agitação psicomotora, alterações isquêmicas de nervos,
alterações no eletroencefalograma e crises.
Psiquiátricas: euforia, depressão grave com manifestações psicóticas, alterações da personalidade,
hiperirritabilidade e alterações do humor.
Endócrinas: irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingoide; retardo do crescimento fetal
ou infantil; ausência de resposta secundária adrenocortical e hipofisária, especialmente em situações de estresse,
como trauma, cirurgia ou doença. Em alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em aumento ou
diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.
Gastrintestinais: distensão abdominal; diarreia ou prisão de ventre; enjoo; vômitos; perda do apetite (que
pode resultar em perda de peso) e irritação do estômago.
Hidroeletrolíticas: retenção de sal; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes
suscetíveis; perda de potássio e aumento da pressão arterial.
Musculoesqueléticas: fraqueza muscular; perda de massa muscular; osteoporose, necrose asséptica da cabeça
umeral e femoral; fratura patológica de ossos longos e vértebras; agravamento dos sintomas da miastenia
gravis e ruptura do tendão.
Metabólicas: balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo proteico.
Durante a experiência pós-comercialização, foram observadas as seguintes reações adversas sem
incidência definida: arritmias (taquicardia ou bradicardia); perda de albumina na urina; aumento de peso;
dor no peito; dor nas costas; mal-estar geral; palidez; sensação de calor ou de frio; descoloração da língua;
sensibilidade dos dentes; salivação excessiva; soluço; boca seca; falta de ar; rinite; tosse; frequência miccional
aumentada; isquemia de origem periférica; perda ou alteração do paladar; alteração do olfato; aumento do tônus
(contração) muscular; movimentos involuntários do globo ocular; paralisia facial; tremor; aumento da libido;
confusão; distúrbio do sono e sonolência.
Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos não desejados.
Apesar de nem todos estes efeitos colaterais ocorrerem, você deve procurar atendimento médico caso algum
deles ocorra.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas
Não foram relatados os efeitos de ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em um curto
período de tempo.
O que fazer antes de procurar socorro médico?
Devem-se evitar a provocação de vômitos e a ingestão de alimentos ou bebidas. O mais indicado é procurar
um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência, sabendo a quantidade exata
de medicamento ingerido. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro de Assistência
Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de
morte. Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides torna
improvável a produção de resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em
pacientes com diabetes mellitus (diabete), glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam
fazendo uso de medicações, como: digitálicos, anticoagulantes cumarínicos (medicamento para o coração)
ou diuréticos depletores de potássio. O seu tratamento inclui a indução de êmese (vômito) ou através de
lavagem gástrica. As possíveis complicações associadas devem ser tratadas especificamente. Este
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Prelone_solução_BU04_VP 8
medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade deste
medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0330
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VPS
)
Apresentações
relacionadas
30/10/2017 2157262/17-3
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Todos – Adequação à RDC 47/09
(Inclusão da forma farmacêutica
solução oral – concentração 3mg/mL)
VP/VPS Solução oral
3 mg/ml
21/02/2020 0541343/20-5
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
6. Como devo usar este medicamento?
VPS
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
VP/VPS Solução oral
3 mg/ml
07/04/2021 1326924/21-1
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
NA NA NA NA VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS Solução oral
3 mg/ml
24/02/2025 0257905/25-1
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
29/09/2023 1038379/23-4
10982 - RDC
73/2016 - SIMILAR -
Mudança maior de
excipientes para
formas
farmacêuticas em
solução
03/02/2025
VP
I.IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
COMPOSIÇÃO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
I.IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
COMPOSIÇÃO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS Solução
3 mg/ml
03/02/2026 -
10450 - SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula - publicação no
Bulário RDC 60/12
05/11/2025 1464442/25-8
11105 - RDC
73/2016 - SIMILAR -
Redução do prazo
de validade do
medicamento
-
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
VPS Solução
3 mg/ml
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AAS
PRELONE
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Solução Gotas
11 mg/ml
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Prelone_gotas_BU03a_VP 1
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Prelone
fosfato sódico de prednisolona
APRESENTAÇÕES
Solução gotas de 11 mg/ml: embalagens contendo 1 frasco gotejador de 10 ml ou 20 ml.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada ml (= 20 gotas) de solução gotas de Prelone contém:
fosfato sódico de prednisolona.................................................................................................................14,74 mg
(equivalente a 11 mg de prednisolona).
Excipientes: aroma de cereja, ciclamato de sódio, edetato dissódico di-hidratado, fosfato de sódio
monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado, sorbitol, benzoato de sódio, mentol,
propilenoglicol, sucralose e água purificada.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Prelone é indicado para o tratamento de doenças endócrinas, osteoarticulares e osteomusculares,
reumáticas, do colágeno, dermatológicas, alérgicas, oftálmicas, respiratórias, hematológicas, neoplásicas,
e outras, que respondam à terapia com corticosteroides.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Prelone é um medicamento que possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica
destinado ao tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.
Prelone começa a agir em aproximadamente 1 a 2 horas após a administração.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Prelone não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade à prednisolona ou a outros
corticosteroides ou a qualquer componente de sua fórmula.
Este medicamento é contraindicado para pacientes com infecções não controladas e infecções por fungos
(micoses) que afetam o organismo todo.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Seu médico poderá fazer ajustes da dose durante melhora ou piora da doença em tratamento, resposta
individual ao tratamento e exposição do paciente a situações de estresse emocional ou físico, tais como
infecção grave, cirurgia ou traumatismo.
Poderá ser necessário monitoramento por período de até um ano após o término de tratamento prolongado
ou com doses altas de Prelone.
As complicações provenientes do tratamento com corticosteroides são relacionadas à dose e duração do
tratamento. O seu médico deverá fazer uma avaliação risco/benefício do uso para cada paciente.
Prelone, assim como outros corticosteroides, pode mascarar alguns sinais de infecção, e novas infecções
podem surgir durante sua administração. Quando os corticosteroides são usados, pode ocorrer baixa na
resistência ou dificuldade em localizar a infecção.
Insuficiência secundária do córtex suprarrenal, induzida por medicamento pode ser resultante da retirada
rápida do corticosteroide, podendo ser evitada mediante redução gradativa da dose. Essa insuficiência pode
persistir meses após o término do tratamento, e por essa razão, se ocorrer estresse (cirurgia, infecção grave,
parto, traumatismo) durante este período, o tratamento com corticosteroides deverá ser retomado. O efeito
dos corticosteroides é aumentado em pacientes com hipotireoidismo (diminuição ou falta de hormônios da
tireoide) e cirrose (doença do fígado).
Recomenda-se cuidado com uso de Prelone em pacientes com herpes simples ocular pelo risco de
perfuração da córnea.
Os corticosteroides podem agravar condições preexistentes de instabilidade emocional ou tendências
psicóticas. Transtornos psíquicos podem ocorrer durante a terapia com corticosteroides.
-- 29 of 35 --
Prelone_gotas_BU03a_VP 2
Caso você tenha as seguintes doenças, avise o seu médico: colite ulcerativa inespecífica (inflamação do
intestino com ulceração); abscesso ou outra infecção com pus; diverticulite; cirurgia intestinal recente;
úlcera no estômago; doença nos rins; pressão arterial alta; osteoporose (diminuição do cálcio nos ossos);
miastenia gravis (doença autoimune na qual existe intensa fraqueza muscular).
O uso prolongado de Prelone pode produzir catarata subcapsular posterior (doença dos olhos), glaucoma
com risco de lesão do nervo óptico e aumento do risco de infecções nos olhos por fungos ou vírus.
Prelone pode causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e aumento da excreção de potássio.
Considerar a possibilidade de dieta com pouco sal e suplementação de potássio, durante o tratamento. Todos
os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.
Os pacientes que utilizam Prelone não deverão ser vacinados contra varíola (catapora). Outras vacinações
também deverão ser evitadas, principalmente nos pacientes que estão recebendo altas doses de Prelone,
pelos possíveis riscos de complicações no sistema nervoso e pelo risco da vacina não conferir a resposta
pretendida. Entretanto, imunizações podem ser realizadas nos pacientes que estejam fazendo uso de
corticosteroides como terapia substitutiva, como, por exemplo, para a doença de Addison (doença onde as
glândulas suprarrenais deixam de produzir corticosteroides).
Pacientes que estejam fazendo uso do Prelone devem evitar exposição à varicela (catapora) ou ao sarampo
e, se tiverem contato, devem procurar atendimento médico, principalmente nos casos com crianças.
O tratamento com Prelone na tuberculose ativa deve estar restrito aos casos de tuberculose fulminante ou
disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com medicamentos para tuberculose. Caso
haja indicação de Prelone em tuberculose que ainda não se manifestou ou com resultado positivo para
tuberculina em teste realizado na pele, faz-se necessária avaliação continuada diante o risco de reativação.
Durante tratamento prolongado, esses pacientes devem receber tratamento preventivo contra tuberculose.
Se a rifampicina for utilizada na prevenção ou no tratamento, poderá ser necessário ajuste na dose de
Prelone. Quando possível, o médico fará uma redução gradual da dose.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
Uso em crianças
As crianças que utilizam Prelone ou outros corticosteroides por longo prazo devem ser cuidadosamente
observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves como: obesidade, retardo no
crescimento, redução do conteúdo de cálcio no sangue e diminuição da produção de hormônios pelas
glândulas suprarrenais.
As crianças tratadas com corticosteroides são mais propensas às infecções do que as crianças saudáveis.
Varicela (catapora) e sarampo, por exemplo, podem apresentar consequências mais graves ou até mesmo
fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteroides. Nestas crianças, ou em adultos que não
tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição,
procure imediatamente o seu médico para iniciar tratamento adequado.
Recém-nascidos de mães que receberam doses altas de corticosteroides durante a gravidez devem ser
observados quanto a sinais de diminuição e inibição da produção endógena de corticosteroides.
Uso em idosos
É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.
Uso na gravidez e amamentação
O uso de Prelone em gestantes, mulheres no período de amamentação, mulheres em idade fértil ou com
suspeita de gravidez requer que os possíveis benefícios sejam avaliados pelo médico em relação aos riscos
potenciais para a mãe, o embrião, o feto ou o recém-nascido. O fármaco é excretado no leite materno,
portanto, a administração a lactantes não é recomendada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Grupos de risco
Nos pacientes com doenças no fígado, pode ser necessária uma redução da dose de Prelone. No tratamento
de doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como fratura
vertebral, diabetes, aumento da pressão arterial, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de
30% dos pacientes.
Nos pacientes com hipotireoidismo e naqueles com cirrose, existe efeito acentuado dos corticosteroides.
Pacientes com tuberculose ativa ou sem sintomas, não devem utilizar Prelone, exceto em tratamento em
conjunto para tratar a tuberculose, pois pode ocorrer reativação da doença. A prevenção com medicamento
para tuberculose é indicada durante o tratamento prolongado com corticosteroide.
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Prelone_gotas_BU03a_VP 3
Medicamentos que diminuem a imunidade como os corticosteroides, podem ativar focos primários de
tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes usuários destes medicamentos por longo prazo devem
estar alertas quanto à possibilidade de surgimento da ativação da tuberculose, tomando, assim, todos os
cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
- Interação medicamento-medicamento:
O uso concomitante de fenobarbital, fenitoína, rifampicina ou efedrina pode aumentar o metabolismo dos
corticosteroides, reduzindo seus efeitos terapêuticos.
Pacientes em tratamento com corticosteroides e hormônios femininos devem ser observados em relação à
exacerbação dos efeitos do corticosteroide.
O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos poupadores de potássio pode intensificar a perda
de potássio. O uso dos corticosteroides com glicosídeos cardíacos (digitálicos) pode aumentar a
possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à perda de potássio.
Prelone pode potencializar a perda de potássio causada pela anfotericina B. Deve-se acompanhar com
exames laboratoriais (dosagem principalmente de potássio) todos os pacientes em tratamento com
associação desses medicamentos.
O uso de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os efeitos
anticoagulantes, podendo haver necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem reduzir as concentrações plasmáticas de salicilato. Nas hipoprotrombinemias, o
ácido acetilsalicílico deve ser usado com precaução quando associado aos corticosteroides.
Quando os corticosteroides são indicados em diabéticos, pode ser necessário ajuste no antidiabético oral ou
na insulina.
Tratamento com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina (hormônio de crescimento).
Os efeitos dos anti-inflamatórios não esteroidais juntamente com Prelone podem resultar em aumento da
incidência ou gravidade de úlceras gastrintestinais.
Interação medicamento-substância química
Os efeitos do álcool, somados ao uso de Prelone podem resultar no aumento da incidência ou gravidade de
úlceras gastrintestinais.
Interação medicamento-exame laboratorial
Prelone pode alterar o teste de "Nitroblue tetrazolium" para infecções bacterianas e produzir resultados
falso negativos. Todos os corticosteroides podem suprimir as reações de testes cutâneos.
Os glicocorticoides podem diminuir a absorção de iodo e as concentrações de iodo ligado às proteínas,
dificultando a monitoração da resposta terapêutica dos pacientes recebendo medicamento para tireoidite.
Atenção: não use mais do que o recomendado na bula, pois o excesso deste medicamento pode causar
graves problemas nos rins.
Atenção: Contém sorbitol.
Este produto contém benzoato de sódio, que pode causar reações alérgicas, como a asma,
especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a
outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no
seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar
qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento
imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
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5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: solução incolor a levemente amarelada, pouco viscosa e com
odor de cereja.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
As doses necessárias variam de paciente e devem ser individualizadas tendo por base a gravidade da doença
e a resposta do paciente ao tratamento.
Adultos
A dose inicial de Prelone gotas para adultos pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da doença em
tratamento. Em situações menos graves doses mais baixas poderão ser suficientes, enquanto que determinados
pacientes necessitam de doses iniciais mais altas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se
observe uma adequada resposta clínica. Se, após um período de tratamento, não ocorrer resposta clínica
satisfatória, Prelone gotas deve ser descontinuado e outra terapia apropriada deve ser indicada.
Crianças
A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg por metro quadrado de
superfície corporal por dia, administrados de 1 a 4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e crianças
devem ser orientadas segundo as mesmas considerações feitas para adultos, ao invés de se adotar rigidez exata
aos índices para idade ou peso corporal.
Após observação de resposta favorável, deve-se determinar a dose adequada de manutenção, mediante
diminuição da dose inicial, realizada por diminuição da dose em intervalos de tempo apropriados, até que a
menor dose para manter uma resposta clínica adequada seja alcançada. Prelone pode ser administrado em dias
alternados a pacientes que necessitem de terapia prolongada, de acordo com o julgamento do médico.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença básica sob tratamento, podem
necessitar de aumento da dose de Prelone. Em caso de interrupção do uso de Prelone após tratamento
prolongado, deve-se reduzir a dose gradualmente.
A dose máxima de Prelone é 80 mg por dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
No caso de esquecimento de alguma dose, consulte seu médico ou cirurgião-dentista. Não dobre a dose
para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas a Prelone têm sido as mesmas relatadas para outros corticosteroides e normalmente
podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo essa solução preferível, em vez da
interrupção do tratamento com o medicamento.
Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência eleva-se quando a
dose aumenta muito acima de 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Alterações
gastrintestinais – aumento do apetite e indigestão; úlcera gástrica ou duodenal, com possível perfuração e
sangramento; pancreatite (inflamação do pâncreas); esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago com
úlcera)
Alterações neurológicas – nervosismo; cansaço e insônia.
Alterações dermatológicas – reação alérgica localizada.
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Alterações oftálmicas – catarata; aumento da pressão intraocular; glaucoma; olhos saltados; aumento da
ocorrência de infecções nos olhos por fungos e vírus.
Alterações endócrinas – pré-diabetes; ocorrência de diabetes em pessoas com tendência a diabetes ou
piora do controle de glicemia; necessitando aumento da dose de insulina ou medicamentos antidiabéticos
orais. O tratamento com doses elevadas de corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos
triglicérides no sangue.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Alterações dermatológicas – vermelhidão da face; retardo na cicatrização; pele fina e frágil; aumento do
suor; urticária; edema angioneurótico (edema nos olhos e lábios); dermatite alérgica; manchas roxas na
pele; acne (espinha) no rosto, peito e costas; estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e ombros.
Alterações neurológicas – convulsões; aumento da pressão intracraniana (pseudo-tumor cerebral)
geralmente após tratamento; tontura; dor de cabeça; agitação; isquemia dos nervos; alterações no exame de
eletroencefalograma.
Alterações psiquiátricas – euforia; depressão grave com sintomas de psicose; alterações da personalidade;
irritabilidade; insônia e alterações do humor.
Alterações endócrinas – irregularidades menstruais; síndrome de Cushing induzida por droga;
insuficiência das glândulas adrenais ou da hipófise, principalmente em casos de estresse (cirurgias, trauma
ou doença); diminuição do crescimento fetal ou infantil. Em alguns homens, o uso de corticosteroides
resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.
Alterações gastrintestinais – náuseas; vômitos; perda de peso; diarreia; prisão de ventre; distensão
abdominal; indigestão.
Alterações hidroeletrolíticas – retenção de sal e água; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes
suscetíveis; alcalose hipocalêmica (perda de potássio do sangue e aumento do pH); aumento da pressão
arterial.
Alterações osteoarticulares e osteomusculares – fraqueza muscular; perda de massa muscular;
agravamento dos sintomas da miastenia gravis (doença caracterizada por fraqueza muscular), osteoporose,
necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero (necrose dos ossos sem infecção); fratura de ossos longos
e vértebras sem trauma ou com trauma mínimo; e ruptura espontânea do tendão.
Alterações metabólicas – perda de nitrogênio na urina devido a degradação de proteínas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
O mais indicado é procurar um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência,
sabendo-se a quantidade exata de medicamento ingerida. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao
Centro de Assistência Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em
questão.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de
morte. Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides, é improvável
que produzam resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em pacientes com
diabetes mellitus, glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam fazendo uso de
medicações como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos poupadores de potássio. O seu
tratamento inclui a indução de vômito ou através de lavagem gástrica. As possíveis complicações
associadas devem ser tratadas especificamente.
Este medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade deste
medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0330
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Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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Especificações
| Código do Produto | 6716 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658011276 |
| Princípio ativo | FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA, PREDNISOLONA |
| Registro MS | 1057303300107 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Solução |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |