Permese 5 Mg/Ml + 2 Mg/Ml Suspensão Injetável Com 1 Ml + Seringa Sist Seg Eurofarma - Momenta
Vendido e entregue por Brava
PERMESE
5 MG/ML
DIPROPIONATO DE BETAMETASONA; FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) trata doenças agudas e crônicas que respondem a corticoides, como artrite reumatoide, asma, dermatites, lúpus e leucemias. Age como anti-inflamatório, antialérgico e antirreumático. A ação imediata vem …
PERMESE é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) trata doenças agudas e crônicas que respondem a corticoides, como artrite reumatoide, asma, dermatites, lúpus e leucemias. Age como anti-inflamatório, antialérgico e antirreumático. A ação imediata vem do fosfato dissódico, que é rapidamente absorvido, e a ação prolongada é do dipropionato, que tem absorção lenta. O medicamento estabiliza a resposta imunológica e é administrado via IM, intra-articular e outras formas locais.
Especificações
| Código do Produto | 73582 |
|---|---|
| Marca | MOMENTA FARMACEUTICAS |
| Código de Barras | 7891317015343 |
| Princípio ativo | DIPROPIONATO DE BETAMETASONA, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA |
| Registro MS | 1004313570033 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); MANTER NA EMBALAGEM SECUNDÁRIA ATÉ IMEDIATAMENTE ANTES DO USO; PROTEGER DA LUZ; PROTEGER DO CALOR |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 15 ANOS |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SUSPENSAO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS-ASSOCIACOES MEDICAMENTOSAS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Permese®
(dipropionato de betamestasona + fosfato dissódico de betametasona)
Bula para o paciente
Suspensão injetável
5 mg/mL + 2 mg/mL
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Permese® (dipropionato de betamestasona + fosfato dissódico de betametasona)_sus inj_VP_V04
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Permese®
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Suspensão injetável, 5 mg/mL + 2 mg/mL: embalagem contendo 1 ampola com 1 mL + 1 seringa esterilizada com sistema
de segurança.
USO INTRAMUSCULAR, INTRA-ARTICULAR, PERIARTICULAR, INTRABÚRSICA, INTRADÉRMICA,
INTRALESIONAL E EM TECIDOS MOLES
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 15 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada 1 mL da suspensão injetável contém:
dipropionato de betametasona* ...................................................................................................................................... 6,43 mg
fosfato dissódico de betametasona** .............................................................................................................................. 2,63 mg
excipientes*** q.s.p. ........................................................................................................................................................... 1 mL
* Cada 6,43 mg de dipropionato de betametasona equivale a 5,0 mg de betametasona base.
** Cada 2,63 mg de fosfato dissódico de betametasona equivale a 2,0 mg de betametasona base.
***Excipientes: edetato dissódico, carmelose sódica, macrogol, fosfato dissódico dibásico, polissorbato 80, cloreto de sódio,
álcool benzílico, metilparabeno, propilparabeno, ácido clorídrico, água para injetáveis e dimeticona.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) está indicado para o tratamento de doenças
agudas e crônicas que respondem aos corticoides. A terapia hormonal com corticosteroide é coadjuvante e não substitui a
terapêutica convencional.
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) é indicado para os seguintes quadros clínicos:
Alterações osteomusculares e de tecidos moles – Artrite reumatoide, doenças das articulações como: osteoartrite, bursite,
espondilite anquilosante, espondilite radiculite, dor no cóccix, ciática, dor nas costas, torcicolo, exostose, inflamação na
planta dos pés (fascite).
Condições alérgicas – Asma, rinite alérgica devida a pólen, edema angioneurótico (inchaço que pode afetar várias partes do
organismo), bronquite alérgica, rinite alérgica persistente, hipersensibilidade à drogas, doença do soro, picadas de insetos.
Condições dermatológicas – Dermatite atópica (doença alérgica da pele), líquen simples crônico, dermatite de contato,
dermatite solar grave, urticária, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica associada com diabetes mellitus (espécie de
úlcera que afeta diabéticos), alopecia areata (queda de cabelo), lúpus eritematoso discoide, psoríase, queloides, pênfigo,
dermatite herpetiforme.
Doenças do colágeno – Lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, poliarterite nodosa (tipos de doenças
auto-imunes).
Tumores Malignos – Para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos, leucemia aguda da infância.
Outras condições – Síndrome adrenogenital (alteração hormonal que pode masculinizar as mulheres), doenças
gastrintestinais como: colite ulcerativa, ileíte regional, doença celíaca; afecções dos pés (bursite, hallux rigidus, 5º dedo varo),
afecções necessitando de injeções subconjuntivais, transtornos hematológicos que respondem aos corticosteroides, alterações
nos rins como: síndrome nefrítica e síndrome nefrótica.
A insuficiência adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com Permese ® (dipropionato de betametasona +
fosfato dissódico de betametasona), mas deverá haver suplementação com mineralocorticoides.
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) é recomendado para:
1) injeções intramusculares para doenças que respondem aos corticoides sistêmicos;
2) injeções diretamente nos tecidos moles afetados, quando indicado;
3) injeções intra-articulares e periarticulares em artrites;
4) injeções intralesionais para várias condições dermatológicas e
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5) injeções locais para certos transtornos inflamatórios e císticos dos pés.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) é uma associação de ésteres de betametasona
que produzem efeito anti-inflamatório, antialérgico a antirreumático.
A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a administração. A
ação prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona que, por ser de absorção lenta, controla os sintomas durante
longo período de tempo. O tamanho reduzido do cristal de dipropionato de betametasona permite o uso de agulha de fino
calibre (até calibre 25) para administração intradérmica e intralesional.
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) é uma suspensão aquosa injetável estéril de
dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona. Cada mL de Permese ® contém 5 mg de betametasona
como dipropionato e 2 mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado.
Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta
imunológica do organismo a diversos estímulos.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação incomum como
hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato dissódico de betametasona, a outros corticoides ou a qualquer
um dos componentes da fórmula. Também é contraindicado em pacientes com infecções sistêmicas por fungos.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona não deverá ser administrado por via intramuscular em
pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática.
Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona NÃO deverá ser usado por via intravenosa ou
subcutânea. Técnica estritamente asséptica é mandatória com uso de Permese ® (dipropionato de betametasona + fosfato
dissódico de betametasona). Agite antes de usar. Por se tratar de uma suspensão injetável, dipropionato de betametasona +
fosfato dissódico de betametasona deve ser aplicado por um profissional de saúde.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona contém dois ésteres de betametasona, um dos quais, o
fosfato dissódico de betametasona, desaparece rapidamente do local da injeção. O potencial para efeitos sistêmicos
produzidos por esta porção solúvel de Permese ® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) deverá
ser considerada pelo médico ao usar este preparado.
Após a administração intra-articular deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação
na qual foi obtido benefício sintomático.
A administração intramuscular de corticoides deverá ser feita profundamente em grandes massas musculares para evitar
atrofia tissular local.
As injeções em tecidos moles, intralesionais e intra-articulares podem produzir efeitos sistêmicos e locais.
É necessário o exame do líquido sinovial para excluir um processo infeccioso. Deve-se evitar a injeção local em uma
articulação previamente infectada. O aumento da dor e do edema local, restrição maior dos movimentos articulares, febre e
mal-estar são sugestivos da artrite séptica. Se a infecção for confirmada, deverá ser instituída terapia antimicrobiana
apropriada.
Corticosteroides não deverão ser injetados em articulações não estáveis, áreas infectadas ou espaços intervertebrais. Injeções
repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular. Evitar injetar corticosteroides diretamente
nos tendões devido a relatos de ruptura tardia do tendão.
Devido à ocorrência de raros casos de reações anafiláticas com o uso parenteral de corticoides, deverão ser tomadas medidas
apropriadas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresentar histórico de alergia medicamentosa.
Com o tratamento prolongado, deverá ser considerada a transferência da administração parenteral para a oral, depois da
avaliação dos potenciais benefícios e riscos.
Reajustes posológicos poderão ser necessários para remissões ou exacerbações do processo patológico, conforme a resposta
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individual de cada paciente sob tratamento e quando ocorrer exposição do paciente a situações de estresse, isto é, infecção
grave, cirurgia ou traumatismo. Após o término de um tratamento prolongado com corticoides em altas doses, poderá ser
necessária monitorização por até um ano.
Os corticoides podem mascarar sinais de infecção e novas infecções podem surgir durante o seu uso. Quando os corticoides
são usados, pode ocorrer diminuição da resistência e dificuldade de localizar o sítio de uma nova infecção.
O uso prolongado de corticoides pode produzir catarata subcapsular posterior, especialmente em crianças, glaucoma com
possível dano ao nervo óptico, podendo ocorrer aumento da incidência de infecções oculares secundárias devidas a fungos
ou vírus.
Altas doses de corticoides podem causar elevação da pressão arterial e retenção hidrossalina, assim como aumento da
excreção de potássio. Esses efeitos ocorrem com menos frequência com os derivados sintéticos, exceto quando usados em
altas doses.
Deve ser considerada uma dieta com restrição de sal e suplementação de potássio. Todos os corticoides aumentam a excreção
de cálcio.
Enquanto em tratamento com corticosteroide, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola.
Alguns procedimentos de imunização não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticosteroides, principalmente
em altas doses, devido ao provável risco de complicações neurológicas e falta de resposta por anticorpos. Quando o
corticosteroide estiver sendo utilizado como terapia de reposição (por exemplo, Doença de Addison), os procedimentos de
imunização poderão ser realizados normalmente.
Pacientes em uso de doses imunossupressoras de corticosteroides deverão ser alertados a evitar a exposição a pessoas
portadoras de varicela ou sarampo, e, se forem expostas, deverão procurar orientação médica, principalmente no caso de
crianças.
O tratamento com corticosteroides em pacientes com tuberculose ativa deverá ser restrito aos casos de tuberculose fulminante
ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com um esquema antituberculoso apropriado.
Se os corticoides forem indicados em pacientes com tuberculose latente ou com reatividade tuberculina, será necessária uma
observação cuidadosa, uma vez que poderá ocorrer reativação da doença. Durante tratamento prolongado, estes pacientes
deverão receber quimioprofilaxia. O uso da rifampicina no programa de quimioprofilaxia, devido ao seu efeito de estimulação
da depuração dos glicocorticoides, poderá impor um reajuste na dose empregada.
A menor dose possível de corticoide deverá ser usada para controlar a condição sob tratamento. Quando a redução da dose
for possível, deverá ser gradual.
Insuficiência adrenocortical secundária, induzida pelo medicamento, poderá resultar da retirada muito rápida do corticoide,
podendo ser minimizada pela redução gradual da dose. Essa insuficiência poderá persistir por meses após a descontinuação
do tratamento, portanto, se ocorrer estresse durante este período, a corticoterapia deverá ser reinstituída. Se o paciente já
estiver recebendo corticosteroides, a dose deverá ser aumentada. Uma vez que a secreção mineralocorticoide pode estar
prejudicada, devem ser administrados sal e/ou mineralocorticosteroides concomitantemente.
Os efeitos dos corticoides são aumentados em pacientes com hipotireoidismo e em pacientes com cirrose hepática.
Aconselha-se cautela ao se usar corticoides em pacientes com herpes simples ocular devido à possibilidade de perfuração da
córnea.
Podem ocorrer transtornos psíquicos com a terapia corticosteroide. Os corticoides podem agravar instabilidade emocional ou
tendências psicóticas preexistentes.
Corticoides deverão ser usados com cautela em colite ulcerativa não especificada, quando houver probabilidade de perfuração
iminente, abscesso ou outra infecção piogênica, em diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente,
insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose e miastenia gravis.
Como as complicações do tratamento com corticosteroides são dependentes da dose e duração do tratamento, uma decisão
baseada na relação risco/benefício deverá ser tomada para cada caso individual.
O crescimento e desenvolvimento de crianças e lactentes fazendo uso prolongado de corticoides deverão ser acompanhados
cuidadosamente, pois pode haver distúrbio no crescimento e inibição da produção endógena de cortisol.
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O tratamento com corticosteroides pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
A administração intra-articular e/ou intralesional pode produzir efeitos sistêmicos e locais, o que deverá ser levado em
consideração em pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides oral e/ou parenteral.
Uso durante a gravidez e lactação
Como não foram feitos estudos controlados de reprodução humana com corticosteroides, o uso de dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona durante a gravidez ou em mulheres em idade fértil exige que os possíveis
benefícios do fármaco sejam pesados contra os potenciais riscos para a mãe, o feto e o lactente. Crianças nascidas de mães
que receberam doses substanciais de corticoides durante a gestação deverão ser observadas cuidadosamente para a detecção
de sinais de hipoadrenalismo.
Devido à possibilidade de surgirem efeitos adversos indesejáveis com o uso de dipropionato de betametasona + fosfato
dissódico de betametasona em lactentes, deverá ser tomada a decisão de descontinuar a amamentação ou o tratamento,
levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se você
estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu
médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento contém álcool benzílico, que pode ser tóxico, principalmente para recém-nascidos e crianças de até
3 anos.
Este medicamento pode causar doping.
Interações Medicamentosas
Interações medicamento – medicamento: o uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode
aumentar o metabolismo do corticosteroide, reduzindo, assim, seus efeitos terapêuticos.
Pacientes que estejam recebendo corticosteroides e estrogênios concomitantemente deverão ser observados devido a possível
ocorrência de exacerbação dos efeitos dos corticosteroides.
O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio pode aumentar a hipocalemia (diminuição de
potássio no sangue).
O uso concomitante de corticoides com glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou intoxicação
digitálica associada à hipocalemia.
Os corticoides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes em uso de
digitálicos, diuréticos depletores de potássio e anfotericina B, as concentrações dos eletrólitos séricos, principalmente os
níveis de potássio, deverão ser monitorizadas cuidadosamente.
O uso concomitante de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os efeitos
anticoagulantes, havendo necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem diminuir as concentrações sanguíneas dos salicilatos. O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado
com cuidado em associação aos corticosteroides em pacientes com hipoprotrombinemia (alteração sanguínea que altera a
coagulação do sangue). Quando os corticosteroides forem administrados a diabéticos, poderão ser necessários reajustes
posológicos dos hipoglicemiantes orais e da insulina.
Terapia concomitante com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina.
Interações medicamento-álcool: os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides
podem resultar em aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.
Interações medicamento-exames laboratoriais: os corticoides podem afetar o teste de “nitroblue tetrazolium” para
infecção bacteriana e produzir resultados falso-negativos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
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5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e do calor. A ampola só deve ser retirada da caixa
imediatamente antes do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do produto: líquido incolor, contendo partículas brancas de fácil ressuspensão. Suspensão homogênea
branca após agitação.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
PARA ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR, INTRA-ARTICULAR, PERIARTICULAR, INTRABÚRSICA,
INTRADÉRMICA, INTRALESIONAL E EM TECIDOS MOLES.
Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando exclusivamente agulha
calibre 30/7.
Por se tratar de uma suspensão injetável Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) deve
ser aplicado por um profissional de saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente asséptica é mandatória para o uso do
produto.
As necessidades posológicas são variáveis e deverão ser individualizadas com base na doença específica, na gravidade do
quadro e na resposta do paciente ao tratamento.
A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida. Se uma resposta clínica satisfatória
não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato
dissódico de betametasona) deverá ser descontinuado e deverá ser iniciada outra terapia apropriada.
Administração sistêmica – para o tratamento sistêmico, Permese ® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de
betametasona) deverá ser iniciado com 1 a 2 mL na maioria das condições, repetindo-se a terapia, quando necessário. A
administração é através de injeção intramuscular (IM) profunda na região glútea. A dosagem e a frequência das
administrações irão depender da gravidade da condição do paciente e da resposta terapêutica. Em doenças graves, como lúpus
eritematoso sistêmico ou estado de mal asmático já controlados por medidas de emergência, 2 mL poderão ser necessários
inicialmente.
Grande variedade de condições dermatológicas respondem à administração IM de corticoides. Uma injeção de 1 mL, repetida
de acordo com a resposta terapêutica, foi considerada como eficaz.
Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas ocorre dentro de poucas horas após a injeção intramuscular
de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. O controle efetivo dos sintomas com 1 a 2 mL é obtido
na asma brônquica, febre do feno, bronquite alérgica e rinite alérgica.
No tratamento da bursite aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2 mL de dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona administrados por via intramuscular, repetidos se necessário.
Administração local – o uso de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável, Permese® (dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona) poderá ser misturado (na seringa e não no frasco) com lidocaína ou
procaína 1% a 2% ou anestésicos locais similares. Devem ser evitadas formulações que contenham metilparabeno,
propilparabeno e fenol.
A dose necessária de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é transferida para a seringa e, em
seguida, o anestésico. A mistura na seringa deve ser agitada levemente.
Em bursites agudas subdeltoides, subcromiais, olecraniais e pré-patelares, uma injeção intrabúrsica de 1 a 2 mL de
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá aliviar a dor e restaurar a completa movimentação
dentro de poucas horas. A bursite crônica poderá ser tratada com doses reduzidas, assim que os sintomas agudos estejam
controlados. Em tenossinovite aguda, tendinite e peritendinite, uma injeção de dipropionato de betametasona + fosfato
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dissódico de betametasona poderá trazer alívio. Em formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções
repetidas, de acordo com as necessidades do paciente.
Após administração intra-articular de 0,5 mL a 2 mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona,
ocorre alívio da dor, da sensibilidade e rigidez associadas à osteoartrite e à artrite reumatoide dentro de 2 a 4 horas. A duração
do alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4 semanas ou mais, na maioria dos casos.
Uma injeção intra-articular de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é bem tolerada pela
articulação e pelos tecidos periarticulares. As doses recomendadas para injeção intra-articular são:
- Grandes articulações (joelho, bacia, ombro): 1 – 2 mL
- Médias articulações (cotovelo, punho, tornozelo): 0,5 – 1 mL
- Pequenas articulações (pé, mão, tórax) 0,25 – 0,5 mL
Afecções dermatológicas poderão responder à administração intralesional de Permese ® (dipropionato de betametasona +
fosfato dissódico de betametasona). A resposta de algumas lesões não tratadas diretamente poderá ser devida a um leve efeito
sistêmico do fármaco. No tratamento intralesional, é recomendada uma dose intradérmica de 0,2 mL/cm² de Permese ®
(dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) distribuída igualmente com uma seringa do tido
tuberculina e agulha de calibre 26. A quantidade total de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
aplicada em todas as áreas não deverá exceder 1 mL por semana.
Permese® (dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona) poderá ser usado eficazmente em afecções do
pé que sejam suscetíveis aos corticoides. Bursite sob heloma (espessamento de uma das camadas da pele) duro ou mole
poderá ser controlada com duas injeções sucessivas de 0,25 mL cada. Em algumas condições, como hallux rigidus, 5º dedo
varo e artrite gotosa aguda, a melhora dos sintomas poderá ser rápida. Uma seringa do tipo tuberculina e uma agulha de
calibre 25 são adequadas para a maioria das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de aproximadamente uma
semana, são: bursite sob heloma duro ou mole, 0,25 mL – 0,5 mL; bursite sob esporão de calcâneo, 0,5 mL; bursite sobre
hallux rigidus, 0,5 mL; bursite sobre o 5º dedo varo, 0,5 mL; cisto sinovial, 0,25 mL – 0,5 mL; neuralgia de Morton
(metatarsalgia), 0,25 mL – 0,5 mL; tenossinovite, 0,5 mL; periostite do cuboide, 0,5 mL; artrite gotosa aguda, 0,5 mL – 1
mL.
Depois de obtida uma resposta favorável, a dosagem de manutenção deverá ser determinada através da diminuição da dose
inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a dose mínima capaz de manter uma
resposta clínica adequada.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença em curso poderá necessitar de aumento da dose
de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. Se for necessária a descontinuação do fármaco após
tratamento prolongado, a dose deverá ser reduzida gradualmente.
INSTRUÇÕES DE USO DO CONJUNTO SERINGA E AGULHA COM SISTEMA DE SEGURANÇA
1. Se a agulha já estiver previamente conectada, puxe para trás o
dispositivo de segurança azul.
2. Caso a agulha não esteja conectada, conecte-a à seringa com
firmeza.
3. Se precisar girar o dispositivo de segurança para orientar o bisel ou
ler a escala, segure o dispositivo azul de segurança no ponto em que ele
se conecta com a seringa com uma das mãos e gire a seringa com a outra
mão.
4. Remova o protetor da agulha e realize o procedimento de aspiração da
suspensão de Permese® da ampola normalmente.
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Atenção: Não use as duas mãos para fechar o dispositivo azul de
segurança após aplicação.
5. Após aplicação, empurre o dispositivo azul com o dedo.
6. Continue a apertar até que a agulha esteja totalmente coberta pelo
dispositivo e o dispositivo esteja travado. Você ouvirá um clique
quando o dispositivo de segurança azul estiver travado. Confirme
visualmente se a agulha está coberta.
7. Aperte o êmbolo para quebrá-lo, impedindo assim a sua reutilização.
8. Após o único uso, descarte o conjunto agulha + seringa
imediatamente num recipiente aprovado para objetos cortantes,
conforme normas de segurança.
ADVERTÊNCIAS: A quebra do dispositivo pode causar respingos. Assegure-se de que a seringa esteja vazia antes de
quebrar o êmbolo. Para maior segurança, ao quebrar o êmbolo, segure a seringa voltada para baixo, longe de si próprio e dos
outros.
Caso o êmbolo quebre prematuramente durante a injeção, continue a apertá-lo até que a dose seja completamente
administrada.
Atenção: o produto depois de aberto não pode ser reutilizado. O conteúdo restante não deve ser utilizado em outras
aplicações. Caso houver sobra seu conteúdo, deve ser descartado.
A seringa após a aplicação não deve ser reutilizada. Deve ser descartada em recipiente apropriado.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como alterações osteomusculares, gastrintestinais,
dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea, abscessos estéreis, rubor
local pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Por se tratar de um corticosteroide de administração parenteral, que deve ser administrado por um profissional habilitado de
saúde, a possibilidade de esquecimento de dose é remota. Em caso de esquecimento, programe-se para administrar o
medicamento assim que possível.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações adversas a dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona, como aos demais corticosteroides,
estão relacionadas com a posologia e a duração do tratamento. Geralmente estas reações podem reverter-se ao mínimo com
a redução da posologia, o que é geralmente preferível à suspensão do tratamento farmacológico.
Embora a incidência de reações adversas a dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona seja baixa, a
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possível ocorrência de efeitos colaterais conhecidos dos corticoides deverá ser considerada.
As reações adversas relacionadas ao uso de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona, de acordo
com a frequência de ocorrência e o sistema acometido são:
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Sistema nervoso central: insônia.
Sistema gastrintestinal: dispepsia; aumento de apetite.
Organismo como um todo: aumento da incidência de infecções.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Pele: dificuldade de cicatrização; pequenos vasos superficiais visíveis; infecções subcutâneas; pele fina e frágil; inflamação
do folículo piloso; coceira.
Sistema endócrino: diabetes mellitus; síndrome de Cushing (estado decorrente do excesso de corticoide).
Sistema musculoesquelético: osteoporose.
Sistema gastrintestinal: sangramento digestivo.
Sistema geniturinário: redução de potássio no sangue; retenção de sódio e água; irregularidade menstrual.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
Pele: estrias; hematomas; reação de hipersensibilidade; espinhas; urticária; sudorese excessiva; rash cutâneo; vermelhidão
da face e pescoço após aplicação; sintomas e sinais no local de aplicação; aumento de pelos; diminuição da pigmentação
cutânea.
Sistema nervoso central: depressão; convulsões; tontura; cefaleia; confusão mental; euforia; distúrbio de personalidade;
alteração de humor.
Sistema gastrintestinal: úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; aumento do tamanho do fígado; distensão
abdominal; alteração em exames do fígado.
Sistema geniturinário: diminuição da contagem de espermatozoides.
Sistema musculoesquelético: lesão muscular induzida por corticoide; fraqueza muscular; dor muscular.
Olhos: aumento de pressão intraocular; catarata.
Sistema cardiovascular: pressão alta; arritmias cardíacas; insuficiência cardíaca congestiva; edema agudo do pulmão;
trombose venosa profunda; vasculite.
Organismo como um todo: ganho de peso; infecção por fungos.
Reações cuja incidência não está determinada: soluços, alcalose hipocalêmica (aumento do pH do sangue por falta de
potássio), perda de massa muscular, fraturas, necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero, fratura patológica dos ossos
longos, ruptura de tendão, instabilidade articular decorrente de repetidas injeções intra-articulares, pancreatite, esofagite
ulcerativa, adelgaçamento cutâneo, petéquias e equimose, eritema (vermelhidão) facial, diminuição ou supressão da reação
aos testes cutâneos, edema angioneurótico, aumento da pressão intracraniana com edema de papila (pseudotumor cerebral),
diminuição do crescimento na infância e no período intrauterino, falta de resposta adrenocortical e pituitária, diminuição da
tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes mellitus latente, aumento das necessidades diárias de insulina
ou agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos, glaucoma, balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo proteico,
manifestações psicóticas, reações anafiláticas, hipotensão, choque, dermatite alérgica, exoftalmia, agravamento dos sintomas
na miastenia gravis.
Reações adversas relacionadas ao tratamento corticoide parenteral incluem: casos raros de cegueira associados ao
tratamento intralesional da face e da cabeça; hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea; abscessos estéreis; área
de rubor pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular); artropatia do tipo Charcot.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas – a superdose aguda de corticosteroides não leva a situações de risco de vida. Exceto nos casos de doses muito
elevadas, alguns dias de dosagem excessiva não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência de contraindicações
específicas, como em pacientes com diabetes mellitus, glaucoma, úlcera péptica ativa ou em pacientes que estejam fazendo
uso de medicamentos como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos depletores de potássio.
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Tratamento – complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteroides ou dos efeitos deletérios da doença de
base, ou concomitante, ou resultante de interações medicamentosas deverão ser tratadas apropriadamente.
Manter ingestão adequada de líquidos e monitorizar os eletrólitos séricos e urinários, com especial atenção ao balanço de
sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.1357
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 – Itapevi - SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 04/12/2025.
Central de Atendimento
www.momentafarma.com.br
[email protected]
0800 703 1550
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
14/02/2022 0537408/22-3
10457 –
SIMILAR –
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
29/07/2021 2959245/21-3
1999
SIMILAR –
Solicitação
de
transferência
de
titularidade
de registro
(cisão de
empresa)
25/10/2021 - VP/VPS
5 MG/ML + 2
MG/ML SUS
INJ X 1 ML +
SER SIST
SEG
10/03/2023 0243592/23-0
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SIMILAR –
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
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6. Como devo usar
este medicamento
Dizeres Legais
VP
5 MG/ML + 2
MG/ML SUS
INJ X 1 ML +
SER SIST
SEG
06/06/2023 0574937/23-4
10450 –
SIMILAR –
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
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Composição
5. Onde, como e
por quanto tempo
posso guardar este
medicamento?
VP
5 MG/ML + 2
MG/ML SUS
INJ X 1 ML +
SER SIST
SEG
04/02/2026 0116010/26-6
10450 –
SIMILAR –
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
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4.O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e
por quanto tempo
posso guardar este
medicamento?
Dizeres legais
VP
5 MG/ML + 2
MG/ML SUS
INJ X 1 ML +
SER SIST
SEG
- -
10450 –
SIMILAR –
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável Não aplicável Não
aplicável
Não
aplicável
5. Onde, como e
por quanto tempo
posso guardar este
medicamento?
Dizeres legais
VP
5 MG/ML + 2
MG/ML SUS
INJ X 1 ML +
SER SIST
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Especificações
| Código do Produto | 73582 |
|---|---|
| Marca | MOMENTA FARMACEUTICAS |
| Código de Barras | 7891317015343 |
| Princípio ativo | DIPROPIONATO DE BETAMETASONA, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA |
| Registro MS | 1004313570033 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); MANTER NA EMBALAGEM SECUNDÁRIA ATÉ IMEDIATAMENTE ANTES DO USO; PROTEGER DA LUZ; PROTEGER DO CALOR |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 15 ANOS |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SUSPENSAO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS-ASSOCIACOES MEDICAMENTOSAS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |