Mytedom 5 Mg Comprimido Com 20 Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Brava
MYTEDOM
5 MG
CLORIDRATO DE METADONA
Mytedom® é indicado para o alívio da dor intensa, desintoxicação de narcóticos e terapia de manutenção temporária. É um analgésico opioide sintético, com ação semelhante à morfina, afetando o sistema nervoso central e outros órgãos com musculatura lisa. A metadona altera a perc…
MYTEDOM é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda Sob Prescrição Médica Sujeita a Notificação de Receita "A"
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Sobre o produto
Mytedom® é indicado para o alívio da dor intensa, desintoxicação de narcóticos e terapia de manutenção temporária. É um analgésico opioide sintético, com ação semelhante à morfina, afetando o sistema nervoso central e outros órgãos com musculatura lisa. A metadona altera a percepção e resposta emocional à dor, inibindo ou diminuindo o estímulo doloroso. É bem absorvida e seu efeito analgésico dura de 8 a 12 horas, sendo eliminada principalmente pela urina.
Especificações
| Código do Produto | 4457 |
|---|---|
| Marca | CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676413762 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE METADONA |
| Registro MS | 1029801380085 |
| Dosagem | 5 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Mytedom®
(cloridrato de metadona)
Comprimidos
5 e 10 mg
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
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I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Mytedom®
cloridrato de metadona
APRESENTAÇÕES
Embalagens contendo 20 ou 60 comprimidos de 5 mg ou 10 mg
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Comprimidos 5 mg
cloridrato de metadona ...................................................................... 5 mg
excipiente q.s.p .................................................................................. 1 com
(excipiente: sacarose, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, talco, polissorbato 80,
dióxido de silício, croscarmelose sódica, amido de milho, corante azul de indigotina , laurilsulfato de sódio).
Comprimidos 10 mg
cloridrato de metadona ..................................................................... 10 mg
excipiente q.s.p ................................................................................. 1 com
(excipiente: sacarose, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, talco, polissorbato 80,
dióxido de silício, croscarmelose sódica, amido de milho, laurilsulfato de sódio).
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para:
- O alívio da dor aguda e crônica intensa, que requer controle por mais de 24 horas, onde não houve
melhora com outros analgésicos; **
- Tratamento de desintoxicação de adictos em narcóticos (heroína ou outras drogas similares à morfina)
- Terapia de manutenção temporária de adictos em narcóticos em conjunto com serviços médicos e
sociais adequados.
** Limitações para o uso: Risco de adição, potencial de abuso e uso inapropriado. (Vide item “4. O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Mytedom® é um analgésico opioide sintético, cuja substância ativa é o cloridrato de metadona, que
apresenta características analgésicas semelhantes à morfina. Sua ação analgésica ocorre no sistema nervoso
central, cérebro e medula espinhal, e em outros órgãos do organismo que contenham musculatura lisa como
o intestino. A metadona altera os processos relacionados tanto a percepção como à resposta emocional à
dor.
Mytedom®, assim como os outros analgésicos opioides, atua em estruturas celulares específicas
localizadas no cérebro, na medula espinhal e em outros tecidos, que são os receptores analgésicos do
nosso organismo e que inibem ou diminuem o estímulo doloroso.
As principais ações terapêuticas da metadona são a analgesia e a sedação nos casos de dor intensa, como a
dor no câncer, além de ser utilizada na desintoxicação de narcóticos, para evitar ou atenuar os sintomas da
retirada dessas substâncias (narcóticos) durante esse processo.
Por ser solúvel em gordura, quando ingerida a metadona é bem absorvida, podendo ser detectada no sangue
30 minutos após a sua ingestão; ocorre maior concentração no sangue de 1 a 4 horas após a ingestão do
medicamento e o seu efeito analgésico permanece no organismo por um período de 8 a 12 horas. A excreção
urinária representa a principal forma de eliminação da metadona do nosso organismo.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a metadona ou a algum dos
componentes da fórmula. Em casos de insuficiência respiratória grave e asma brônquica aguda em
condições não monitoradas ou na ausência de equipamento de ressuscitação ou hipercarbia e em pacientes
com obstrução gastrointestinal suspeita ou conhecida, incluindo íleo paralítico.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A associação de medicamentos opioides com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC deve
ser limitada apenas para os pacientes que possuem opções de tratamento alternativo inadequadas. Se
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estes medicamentos são prescritos concomitantemente, limitar as doses e duração de cadafármaco ao
mínimo possível para alcançar o efeito clínico desejado. Os pacientes devem ser alertados quanto aos
riscos de dificuldade ou diminuição da respiração e/ou sedação, e dos sinais e sintomas associados.
Evitar a prescrição de medicamentos opioides para pacientes que tomam benzodiazepinicos ou outros
depressores do SNC, incluindo o álcool.
Potencial de dependência, abuso e uso inapropriado
A metadona, assim como outros opioides, pode causar dependência, além de expor ao risco de abuso ou
uso inapropriado. Portanto, possui potencial para viciar. A dependência física e psíquica bem como a
tolerância podem se desenvolver após administrações repetidas, mesmo se você utilizar doses adequadas.
Se você observar mudanças de comportamento ou atitudes, informe ao seu médico.
Abuso ou uso inapropriado de metadona por outras vias ou meios de administração pode causar superdose
e morte. O medicamento deve ser prescrito pelo médico na menor quantidade eficaz e é indicado seguir
recomendações sobre cuidados no descarte de medicamento não utilizado.
Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.
Depressão respiratória
Depressão respiratória severa tem sido relatada com o uso de opioides de longa duração, mesmo nas
doses recomendadas. Se a depressão respiratória não for diagnosticada imediatamente e tratada, ela poderá
resultar em parada respiratória e óbito. O manejo da depressão respiratória poderá incluir observação,
medidas de suporte e uso de antagonistas de opioides, dependendo da condição clínica do paciente.
A retenção de dióxido de carbono (CO2) derivada da depressão respiratória induzida por opioides pode
exacerbar os efeitos sedativos destes medicamentos.
A depressão respiratória severa, com risco de óbito, pode ocorrer em qualquer momento durante o uso de
metadona, sendo o risco maior durante o início do tratamento ou após um aumento de dose.
Assim, deve-se monitorar rigorosamente pacientes para depressão respiratória no início do tratamento com
metadona e após os aumentos de doses.
Para redução deste risco deve-se prescrever dose apropriada e proceder à titulação de dose de metadona,
considerando a condição clínica do paciente e eventuais fármacos concomitantes que deprimam a
respiração.
Ingestão acidental
A ingestão acidental de até mesmo uma dose de metadona, especialmente por crianças, pode resultar em
superdose fatal.
Prolongamento do intervalo QT, com risco de óbito
O uso de metadona deve ser feito com cautela se você apresentar prolongamento de intervalo QT conhecido.
Recomenda-se que você realize uma avaliação cardiológica antes e durante o tratamento com metadona. Se
você possui fatores de risco para desenvolvimento de prolongamento do intervalo QT, como: se vocêfor
idoso, apresentar distúrbios cardiovasculares, histórico pessoal ou familiar de prolongamento do
intervalo QT, utilizar medicamentos concomitantes conhecidos por aumentar o intervalo QT (ex:
quinidina, procainamida, sotalol), que possam afetar a condução cardíaca, causar distúrbios eletrolíticos
ou inibir o metabolismo da metadona, hipocalemia e hipomagnesemia avise o seu médico para que ele
monitore rigorosamente sua condição clínica.
O médico irá avaliar a possibilidade de iniciar metadona para tratamento apenas se os benefícios superarem
o risco de prolongamento do intervalo QT e desenvolvimento de arritmias.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
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medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Síndrome de Abstinência Neonatal
O uso prolongado de opioides durante a gestação, seja por prescrição ou de forma ilícita, pode resultar em
dependência física no neonato. Sinais e sintomas de abstinência no recém-nascido devem ser monitorados.
A SAN aos opioides pode ser fatal se não for reconhecida e tratada e exige procedimentos de acordo com
protocolos e diretrizes específicas para seu manejo.
Seu médico irá avaliar a relação entre os riscos da SAN e os benefícios do uso materno de metadona
associados com a condição clínica, dor ou dependência materna e os riscos de tratamentos alternativos
utilizados.
Populações especiais
Uso em pacientes com asma brônquica aguda ou severa
Você não deve utilizar metadona se tiver asma brônquica aguda ou severa em ambiente não monitorado
ou na ausência de equipamento de ressuscitação. Deve haver cuidado quando for administrado a pacientes
que tenham ataques agudos de asma e doença pulmonar obstrutiva, diminuição da reserva respiratória,
hipóxia ou hipercapnia. Sua administração pode resultar em depressão respiratória aguda.
Uso em pacientes com doença pulmonar crônica
Pacientes tratados com metadona que tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) significativa ou cor
pulmonale, e aqueles com uma reserva respiratória substancialmente diminuída, hipóxia, hipercapnia ou
depressão respiratória pré-existente estão em maior risco de diminuição do drive respiratório e apneia,
mesmo utilizando doses terapêuticas recomendadas do fármaco.
Uso em pacientes idosos
Pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter sensibilidade aumentada à metadona.
Você deve avisar seu médico em caso de insuficiência hepática ou renal, doença cardíaca ou respiratória e
uso de outros medicamentos, para que ele administre a menor dose eficaz de metadona.
Pacientes idosos, debilitados ou apresentando caquexia
Há maior probabilidade de depressão respiratória com risco de óbito se você for idoso, debilitado ou se
apresentar caquexia, pois estas populações apresentam padrões de farmacocinética e depuração plasmática
alterados em relação aos pacientes mais jovens e saudáveis (podem metabolizar ou eliminar essa medicação
mais lentamente).
Uso pediátrico
A segurança, efetividade e farmacocinética da metadona em pacientes pediátricos abaixo de 18 anos de
idade não foi estabelecida.
Uso em Gestantes
Gravidez
Categoria de risco C. Não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas.
A relação risco-benefício deve ser considerada quando metadona for utilizada por pacientes grávidas, pois
foram relatados casos de gestantes participantes de programas de manutenção associados com angústia fetal
e baixo peso de nascimento. O vício não tratado de opioides na gravidez está associado a reações adversas
obstétricas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Trabalho de parto e parto
A metadona não é recomendada para analgesia obstétrica, uma vez que opioides atravessam a placenta e
sua longa duração de ação aumenta o risco de depressão respiratória e efeitos psicofisiológicos em neonatos.
Analgésicos opioides podem prolongar o parto e alterar os padrões de contração uterina.
É importante que haja monitorização dos neonatos expostos a analgésicos opioides durante o parto quanto
a sinais de sedação excessiva e depressão respiratória.
Lactação
A metadona é excretada em baixas concentrações no leite humano. Deve ser considerada a relação risco-
benefício quando há administração de metadona a pacientes que estejam amamentando, devido aos riscos
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de eventos adversos e dependência no lactente.
Foram relatados casos de sedação e depressão respiratória em lactentes. Mulheres em tratamento com
metadona com potencial de amamentação, devem ser alertadas e instruídas sobre os riscos e identificação
de sinais de possíveis eventos adversos no bebê, com orientação de contato médico imediato se necessário.
Bebês eventualmente amamentados por mães que utilizam a metadona devem ser desmamados
gradualmente, para evitar o desenvolvimento de sintomas de abstinência.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no
leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve
apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Uso contraindicado no
aleitamento ou na doação de leite humano.
Infertilidade
O uso crônico de opioides pode reduzir a fertilidade em mulheres e homens com potencial reprodutivo. Não
se sabe se esses efeitos sobre a fertilidade são reversíveis. A função reprodutiva em homens pode ser
diminuída pelo tratamento com metadona; foram relatadas reduções no volume de ejaculação e vesículas
seminais e secreções de próstata. Além disso, foram relatadas reduções nos níveis séricos de testosterona
e motilidade espermática e anormalidades na morfologia espermática.
Insuficiência hepática
Em pacientes com insuficiência hepática, recomenda-se iniciar o tratamento com doses mais baixas de
metadona e titular lentamente. Monitorar cuidadosamente em relação a sinais de depressão respiratória e
do Sistema Nervoso Central (SNC).
Insuficiência renal
Em pacientes com insuficiência renal, recomenda-se iniciar o tratamento com doses mais baixas de
metadona e com intervalos maiores. Monitorar cuidadosamente em relação a sinais de depressão
respiratória e do Sistema Nervoso Central (SNC).
Síndrome serotoninérgica
Foram relatados casos de síndrome serotoninérgica, que pode ser fatal, durante o uso concomitante de
metadona com medicamentos serotonérgicos, mesmo em doses recomendadas.
Informe o seu médico se você faz o uso de outro medicamento durante o tratamento com metadona.
Insuficiência adrenal
O uso de opioides foi relacionado com casos de insuficiência adrenal e relatados mais frequentemente após
um mês de uso. Sintomas relacionados à insuficiência adrenal podem incluir náuseas, vômitos, anorexia,
fadiga, fraqueza, tonturas e pressão arterial baixa.
O seu médico realizará o diagnóstico e tratamento adequado se ocorrer insuficiência adrenal.
Testes da função da tireoide
O uso de metadona pode causar alteração em testes da função da tireoide. Este medicamento deve ser usado
com cautela e a dose inicial deve ser reduzida para pacientes com hipotireoidismo e doença de Addison.
Efeito hipotensivo
A administração de metadona pode resultar em hipotensão severa incluindo hipotensão ortostática e síncope
em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do
volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar
o uso de metadona em pacientes com choque circulatório.
Uso em pacientes com traumatismo craniano, tumor cerebral, pressão intracraniana aumentada ou
alteração do nível de consciência
A metadona deve ser usada com extrema cautela em pacientes com pressão intracraniana elevada. Podem
ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos
depressores respiratórios do fármaco.
Uso em pacientes com afecções gastrointestinais
A metadona é contraindicada se você apresentar obstrução gastrointestinal suspeita ou conhecida, incluindo
íleo paralítico. A metadona pode causar espasmo do esfíncter de Oddi. Pacientes com doençado trato
biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de metadona ou outros
opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.
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Uso em pacientes com doenças ou crises convulsivas
A metadona pode agravar convulsões se você tiver doenças convulsivas e pode induzir ou agravar crises
convulsivas em certas condições clínicas.
Durante o tratamento com metadona o médico deve monitorar a piora do controle de crises convulsivas se
você apresentar história de doença convulsiva.
Abstinência
Se você estiver utilizando analgésicos agonistas/antagonistas mistos (ex: pentazocina, nalbufina e
butorfanol) ou agonistas parciais (como a buprenorfina) concomitantemente com a metadona, avise o seu
médico, pois podem reduzir o efeito analgésico e precipitar sintomas de abstinência.
Ao descontinuar a metadona, diminua gradualmente a dose. Não descontinuar abruptamente.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
A metadona pode prejudicar as habilidades mentais e físicas necessárias para o desempenho de tarefas
potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas. Você não deve executar tais tarefas,
a menos que seja tolerante aos efeitos de metadona.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas até que sua suscetibilidade individual seja
conhecida, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente
a quedas ou acidentes.
Ansiedade
A ação da metadona no tratamento de manutenção é limitado ao controle dos sintomas narcóticos sendo
ineficiente para o alívio da ansiedade geral.
Observe a prescrição e não altere as doses ou os intervalos de administração do medicamento. O
Mytedom® somente deve ser usado sob supervisão médica.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis como tonturas, náuseas, vômitos,
transpiração excessiva, secura da boca ou sonolência.
Atenção: Contém sacarose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose e
por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Atenção: Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com analgésicos opioides (como a
metadona), devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Concentração de 5mg:
Atenção: Contém o corante azul de indigotina.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Medicamentos que interferem com isoenzimas do citocromo P450
Considerar ajustes de dose ao utilizar medicamentos concomitantes que interferem com as isoenzimas do
citocromo P450, devido aos riscos de manifestação de sinais e sintomas decorrentes do aumento ou
diminuição dos níveis plasmáticos de metadona.
Se o uso concomitante for necessário, os pacientes devem ser monitorados quanto aos sinais e sintomas
de depressão respiratória e sedação.
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As enzimas do citocromo P450 envolvidas no metabolismo (N-desmetilação) da metadona incluem:
CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6.
A relação entre o tratamento com inibidores ou indutores de enzimas do citocromo P450, seu efeito na
concentração plasmática e a dose de metadona está descrito na tabela abaixo:
Medicamentos Efeito Consequência Conduta Exemplos
Inibidores Podem aumentar Possível aumento Ao Antibióticos
(CYP3A4, CYP2B6,
CYP2C19, CYP2C9 ou
CYP2D6)
aconcentração
plasmática da
de reações adversas
aos opioides
descontinuar ou
introduzir
macrolídeos,
(eritromicina), agentes
metadona medicamentos antifúngicos azólicos,
inibidores, (cetoconazol,
recomenda-se fluconazol), inibidores
ajustar a dose da protease (ritonavir),
de metadona alguns inibidores
seletivos da recaptação
da serotonina (sertralina,
fluvoxamina).
Indutores Podem diminuir a Diminuição da Ao Rifampicina,
(CYP3A4, CYP2B6,
CYP2C19, CYP2C9) concentração
plasmática de
eficácia. Pode
desencadear
descontinuar ou
introduzir
carbamazepina,
fenitonina, erva de São
metadona sintomas de medicamentos João, fenobarbital.
abstinência. indutores,
recomenda-se
ajustar a dose
de metadona
Benzodiazepínicos e outros depressores do sistema nervoso central
Impacto
clínico
O uso concomitante de metadona com álcool ou outros depressores de SNC incluindo
drogas ilícitas, podem aumentar o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma
e óbito. Deve ser evitada a ingestão de bebidas alcoólicas ou medicamentos que contenham
álcool.
Intervenção Estas substâncias devem ser usadas concomitantemente apenas em pacientes para os quais
as alternativas de tratamento são inadequadas. Doses devem ser ajustadas ao mínimo
necessário e tituladas de acordo com a resposta clínica. Estes pacientes devem ser
cuidadosamente acompanhados quanto a sinais de depressão respiratória e sedação.
Exemplos Benzodiazepínicos e outros sedativos/hipnóticos, ansiolíticos, tranquilizantes, relaxantes
musculares, anestésicos gerais, antipsicóticos, outros opioides e álcool.
Agentes potencialmente arritmogênicos
Impacto
clínico
Podem ocorrer interações farmacodinâmicas com o uso concomitante de metadona e agentes
potencialmente arritmogênicos ou fármacos capazes de induzir alterações eletrolíticas
(hipomagnesemia, hipocalemia)
Intervenção Monitorar os pacientes em relação a alterações na condução cardíaca
Exemplos Fármacos com potencial conhecido de prolongar o intervalo QT: antiarrítmicos de classe I
e III, alguns neurolépticos, antidepressivos tricíclicos e bloqueadores de canal de cálcio.
Fármacos capazes de induzir alterações eletrolíticas: diuréticos, laxativos e, em raros casos,
hormônios mineralocorticoides
Fármacos serotoninérgicos
Impacto O uso concomitante de opioides com outros fármacos que afetam o sistema
clínico neurotransmissor serotonérgico resultou na síndrome serotoninérgica,
Intervenção Se o uso concomitante for estritamente necessário, observar o paciente cuidadosamente,
especialmente no início do tratamento e caso haja ajuste de dose. Descontinuar a metadona
caso suspeita de síndrome serotoninérgica.
Exemplos Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), inibidores da recaptação de
serotonina e norepinefrina (ISRNs), antidepressivos tricíclicos (ATCs), triptanos,
antagonistas dos receptores 5-HT3, fármacos que prejudicam o metabolismo da serotonina
(ex: mirtazapina, trazodona, tramadol), inibidores da monoaminoxidase (IMAO) (aqueles
para tratamento de transtornos psiquiátricos e outros, tais como linezolida e azul de metileno
intravenoso).
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Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)
Impacto
clínico
As interações de IMAO com opioides podem se manifestar como síndrome serotoninérgica
ou toxicidade de opioides (ex: depressão respiratória, coma).
Intervenção O uso de metadona não é recomendado para pacientes que tomam IMAO ou dentro de 14
dias após a interrupção desse tratamento.
Agonista/antagonista opioide misto e agonista opioide parcial
Impacto
clínico
Podem reduzir o efeito analgésico de metadona e/ou precipitar sintomas de abstinência
Intervenção Evitar o uso concomitante
Exemplos Butorfanol, nalbufina, pentazocina, buprenorfina.
Relaxantes musculares
Impacto
clínico
A metadona pode aumentar a ação de bloqueio neuromuscular dos relaxantes do músculo
esquelético e produzir um aumento do grau de depressão respiratória
Intervenção Monitorar os pacientes para sinais de depressão respiratória e diminuir a dose de metadona
e/ou do relaxante muscular caso necessário.
Diuréticos
Impacto
clínico
Os opioides podem reduzir a eficácia dos diuréticos induzindo a liberação de hormônio
antidiurético.
Intervenção Monitorar os pacientes para sinais de diurese diminuída e/ou efeitos na pressão sanguínea.
Aumentar a dose do diurético caso necessário.
Fármacos anticolinérgicos
Impacto
clínico
O uso concomitante de fármacos anticolinérgicos pode resultar em aumento do risco de
retenção urinária e constipação severa que poderá evoluir para íleo paralítico.
Intervenção Monitorar os pacientes para sinais de retenção urinária ou motilidade gástrica reduzida.
Efeito paradoxal de agentes antirretrovirais à metadona
O uso concomitante de certos agentes antirretrovirais com ação inibidora em CYP3A4, isolados ou em
combinação, como abacavir, amprenavir, darunavir + ritonavir, efavirenz, nelfinavir, nevirapina, ritonavir,
telaprevir, lopinavir + ritonavir, saquinavir + ritonavir e tipranavir + ritonavir resulta em aumento da
depuração ou redução dos níveis plasmáticos de metadona. Este efeito poderá resultar em redução da
eficácia de metadona.
Efeito da metadona em outros agentes antirretrovirais
Didanosina e estavudina: Estudos mostram que a metadona diminui a curva AUC e os níveis do
antirretroviral.
Zidovudina: Associação com metadona pode resultar em efeitos tóxicos.
Acidificantes e alcalinizantes urinários
Aumento do clearance da metadona ao pH ácido e diminuição ao pH alcalino.
Cimetidina
Há potencialização dos efeitos da metadona por deslocamento dos sítios de fixação proteica.
Interações com testes laboratoriais
Foram relatados testes de urina falso-positivos para metadona por vários fármacos, incluindo
difenidramina, doxilamina, clomipramaína, clorpromazina, tioridazina, quetiapina e verapamil.
Interações com alimentos
O grapefruit, ou toranja, contém um inibidor da isoenzima CYP3A4 do citocromo 450, que pode
aumentar a biodisponibilidade da metadona.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
O produto deve ser conservado à temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz e umidade.
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Este medicamento deve ser armazenado em sua embalagem original até o momento do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
O Mytedom® 5 mg - comprimido apresenta-se como um comprimido plano, sulcado, com 7 mm de
diâmetro de cor azul claro.
O Mytedom® 10 mg - comprimido apresenta-se como um comprimido plano, sulcado, com 7 mm de
diâmetro de cor branca.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Informações gerais
A prescrição deve ser realizada por médico com bom conhecimento no uso de opioides.
A metadona possui meia vida de eliminação longa (> 40 horas), e duração de ação média de 4 a 8 horas. Há
variabilidade intra e interpaciente na absorção, metabolismo e potência analgésica relativa do fármaco.
A dose deve ser ajustada de acordo com a gravidade da dor e a resposta do paciente e na menor dose
eficaz possível. Pode ser necessário exceder a dose usual recomendada nos casos de dor aguda
excepcional ou naqueles pacientes que tenham se tornado tolerantes ao efeito do entorpecente analgésico.
Monitorização do paciente quanto aos eventos de depressão respiratória, uso inapropriado ou abuso e
associação com outros fármacos.
Para a Dor:
- Adultos: 2,5 a 10 mg por via oral a cada 6, 8 ou 12 horas dependendo da avaliação do médico.
Para o uso crônico, a dose e o intervalo da administração devem ser ajustados de acordo com a resposta
do paciente.
Para a Dependência de Narcóticos:
– Adultos de 18 anos de idade ou mais:
Para desintoxicação: Primeiramente, 15 a 30 mg uma vez ao dia. A dose máxima por dia sugerida é de 40
mg, entretanto a adequação fica a critério do médico responsável após criteriosa avaliação da situação
clínica do paciente e possibilidade de monitorização adequada. O médico deve diminuir gradualmente a
dose até que não haja mais necessidade do medicamento.
Para manutenção: A dose deve ser determinada pelas necessidades de cada paciente, até um máximo de 120
mg.
Conversão de outros opioides para metadona via oral.
Seu médico poderá orientá-lo caso seja necessário realizar conversão de doses de outros opioides para
metadona via oral, considerando sua condição física, idade e peso corpóreo.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você tenha se esquecido de tomar o medicamento uma única vez, mantenha o horário normal das
outras tomadas. Caso você tenha esquecido de tomar o medicamento mais de uma vez ou mais de um dia
procure o seu médico para maiores orientações.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Os maiores riscos envolvidos com a utilização de metadona, bem como com outros analgésicos
entorpecentes são a depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória,
choque, tendo também ocorrido parada cardíaca.
As reações adversas mais frequentemente observadas incluem delírio, tontura, sedação, náuseas, vômitos
-- 9 of 15 --
e transpiração. Estes efeitos parecem ser mais pronunciados em pacientes ambulatoriais e naqueles que não
estão sofrendo de dor grave. Para estes pacientes recomendam-se doses menores. Algumas reações
adversas, em pacientes ambulatoriais, podem ser diminuídas se o paciente estiver deitado.
Reações adversas ao medicamento estão apresentadas de acordo com o sistema de classe de órgãos, e
listadas por frequência, utilizando a seguinte convenção: muito comum (> 1/10); comum (> 1/100, < 1/10);
incomum (> 1/1.000, < 1/100); rara (> 1/10.000, <1/1.000); muito rara (< 1/10.000), desconhecida (não
pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Reação desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis):
Cardiovascular: rubor da face, arritmias, cardiomiopatia, ECG anormal, extra-sístole, hipotensão (incluindo
hipotensão severa), flebite, prolongamento do intervalo QT, taquicardia (incluindo taquicardia ventricular),
bradicardia, palpitação, desmaio, síncope, disritmia cardíaca, diminuição do fluxo vascularno ventrículo
esquerdo (foi relatado em uso crônico após exercício), edema generalizado, torsades de pointes,
bigeminismo, insuficiência cardíaca, inversão da onda T e fibrilação ventricular.
Dermatológico: eritema e enduração da pele em pacientes com câncer e administração subcutânea de
metadona.
Endócrino/Metabólico: hipocalemia, hipomagnesemia, hipoglicemia, ganho de peso, insuficiência adrenal,
deficiência da biossíntese de testosterona, diminuição da testosterona, galactorreia (aumento significativo
da prolactina sérica; foi visto após ingestão aguda de metadona em pacientes de programa de desintoxicação
de heroína), ginecomastia e hipogonadismo.
Gastrointestinal: boca seca, glossite, anorexia, constipação e espasmo do trato biliar, dor abdominal e apetite
anormal - distúrbios de apetite.
Hepático: hepatotoxicidade.
Imunológico: anafilaxia e reação de sensibilidade cruzada.
Alérgico: prurido, urticária, edema, outras erupções na pele e, raramente, urticária hemorrágica.
Musculoesquelético: calcificação e ossificação muscular - fibromatose musculoesquelética
dois relatos de casos após uso intramuscular prolongado de 20 e 30 anos respectivamente.
Neurológico: leucoencefalopatia tóxica aguda, mioclonia, convulsão (pode aumentar a frequência de
convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos e aumentar o risco em outras situações clínicas
associadas a convulsões), sonolência, confusão e alucinação.
Psiquiátrico: distúrbio psicótico com alucinações induzidas por opioides.
Geniturinário: retenção urinária, efeito anti-diurético, redução da libido e/ou potência, amenorreia e
atraso à micção; hesitação ao urinar.
Reprodutor: distúrbios da menstruação (em tratamento de vício à heroína), relatos ocasionais de
irregularidade menstrual, disfunção sexual incluindo impotência, ejaculação precoce ou atrasada ou ainda
falha ou redução na ejaculação, redução da vesícula seminal e secreção prostática, diminuição da motilidade
do espermatozoide e anormalidades na morfologia do espermatozoide.
Respiratório: edema pulmonar, depressão respiratória e acidose respiratória (foi relatado com uso crônico).
Sistema Nervoso Central: euforia, disforia, fraqueza, dor de cabeça, insônia, agitação, desorientação e
distúrbios visuais.
Hematológico: trombocitopenia reversível foi descrita em paciente viciado em narcótico, com hepatite
crônica.
Outros: dependência ao fármaco (pode ocorrer dependência física ou psicológica) nas doses recomendadas,
aumento do risco de história pessoal ou familiar de abuso da substância ou doença mental; exemplo:
depressão maior, tolerância ao fármaco (ao efeito analgésico), síndrome da retirada do fármaco em recém-
nascidos - síndrome de abstinência neonatal (sintomas incluem: irritabilidade, hiperatividade, padrões
anormais do sono, choro agudo, tremor, vômitos, diarreia, falha em ganhar peso), síndrome serotoninérgica
-- 10 of 15 --
(sintomas incluem: agitação, alucinação, coma, taquicardia, alteração na pressão sanguínea, hipertermia,
hiperreflexia, incoordenação, rigidez muscular, náuseas, vômitos e diarreia), síndrome de transpiração
(retirada de opioides), sinais e sintomas de retirada como abstinência, dependência física e psicológica
(sintomas incluem: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, transpiração, calafrios, mialgia,
midríase, irritabilidade, ansiedade, lombalgia, artralgia, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas,
perda de apetite, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos,
aumento da respiração), insuficiência adrenal e deficiência androgênica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
A superdose inicia-se dentro de minutos após a administração oral.
Sintomas
A superdose aguda com metadona pode manifestar-se com miose, depressão respiratória, sonolência que
progride para estupor ou coma, flacidez músculo-esquelética que pode progredir para hipotensão, pele fria
e úmida, apneia, edema pulmonar, obstrução parcial ou completa das vias aéreas, bradicardia e morte.
Na superdose severa, especialmente pela via intravenosa, podem ocorrer apneia, colapso circulatório,
parada cardíaca e morte.
Tratamento
O tratamento consiste em restabelecer a respiração adequada. Manter vias aéreas livres e instituir ventilação
assistida ou controlada, se necessário. Proceder com tratamento de suporte. A naloxona é um antagonista
opioide contra a depressão respiratória ou circulatória. O nalmefeno também pode ser utilizado neste caso.
A duração do efeito do Mytedom® é mais prolongada (36 a 48 horas) do que a duração do efeito da naloxona
(1 a 3 horas) e, portanto repetidas doses (ou contínua infusão intravenosa de naloxona) podem ser
necessárias. Observar que o antagonista poderá precipitar síndrome de abstinência aguda em pacientes
dependentes de opioides.
O paciente deve ser monitorado rigorosamente até que esteja estabilizado.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0298.0138
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo - CRF-SP Nº 10.446
Registrado e produzido por:
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 – Itapira - SP
CNPJ Nº 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
ATENÇÃO: ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 12/12/2025.
RM_0138_02
-- 11 of 15 --
Anexo B
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações relacionadas
12/12/2025 ‐‐‐‐‐‐‐
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐
I – Identificação do
medicamento
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de
utilizar este medicamento?
5. Onde, como e por quanto
tempo posso guardar este
medicamento?
III. Dizeres legais
VP e
VPS Comprimido 5mg e 10mg
14/02/2019 0140010/19-0
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR
ESTE MEDICAMENTO?
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
9. REAÇÕES
ADVERSAS
I ‐ IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
-- 12 of 15 --
13/12/2018 1181292/18‐3
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐
4. O QUE DEVO SABE
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. CONTRA‐
INDICAÇÕES
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR
VP VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
-- 13 of 15 --
QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME
CAUSAR?
REAÇÕES
ADVERSAS
14/03/201
7
0405761/17‐9
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐
QUANDO NÃO
DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
O QUE DEVO
SABE ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
CONTRA‐
INDICAÇÕES.
ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES.
VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
10/02/201
7
0230892/17‐4
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
06/10/2016 2367218/16‐
9
MEDICAMENTO
NOVO‐
Inclusão de nova
apresentação comercial
de produto estéril
26/12/201
6
I ‐
IDENTIFICAÇÃO
DO
MEDICAMENTO
QUANDO NÃO
DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
O QUE DEVO
SABE ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
CONTRA‐
INDICAÇÕES.
ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES.
VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
28/03/201
6
1419446/16‐5
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ 8. QUAIS OS
MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE
VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
-- 14 of 15 --
Bula – RDC 60/12 ME CAUSAR?
9.REAÇÕES
ADVERSAS
01/10/201
5
0874537/15‐4
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
22/06/2015
0549524/15‐
5
MEDICAMENTO
NOVO‐
Alteração menor de
excipiente
22/06/201
5
I. IDENTIFICAÇÃO
DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E
MODO
DE USAR
VP
VPS
FF Comprimido
‐ 5 MG COM CT BL X 20
‐ 10 MG COM CT BL X
20
30/06/201
4
0513513/14‐3
MEDICAMENTO
NOVO‐
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ Dizeres Legais VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
30/06/201
4
0513428/14‐5
MEDICAMENTO
NOVO‐
Inclusão inicial de
texto de bula –RDC
60/12
‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐
Todos os itens foram
adequados à RDC
47/09
VP
VPS
FF Comprimido:
‐ 5 MG COM CX BL X
20
‐ 10 MG COM CX BL X
20
-- 15 of 15 --
Avaliações
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 4457 |
|---|---|
| Marca | CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676413762 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE METADONA |
| Registro MS | 1029801380085 |
| Dosagem | 5 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |