Mensyva 25 Mg Comprimido Revestido Com 30 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
MENSYVA
25 MG
hemifumarato de quetiapina
Mensyva (hemifumarato de quetiapina) é indicado para adultos no tratamento da esquizofrenia, episódios maníacos e depressivos associados ao transtorno afetivo bipolar e manutenção do transtorno afetivo bipolar. Em adolescentes (13-17 anos), é indicado para esquizofrenia. Em cri…
MENSYVA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Mensyva (hemifumarato de quetiapina) é indicado para adultos no tratamento da esquizofrenia, episódios maníacos e depressivos associados ao transtorno afetivo bipolar e manutenção do transtorno afetivo bipolar. Em adolescentes (13-17 anos), é indicado para esquizofrenia. Em crianças e adolescentes (10-17 anos), é usado no tratamento dos episódios de mania. Mensyva é um antipsicótico que melhora sintomas de transtornos mentais, com eficácia antidepressiva geralmente observada dentro de uma semana de tratamento.
Especificações
| Código do Produto | 54923 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA ETICO |
| Código de Barras | 7896658039270 |
| Princípio ativo | hemifumarato de quetiapina |
| Registro MS | 1057307950025 |
| Dosagem | 25 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
MENSYVA
hemifumarato de quetiapina
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos revestidos
25 mg, 100 mg e 200 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
MENSYVA
hemifumarato de quetiapina
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 25 mg: embalagens com 15 ou 30 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 100 mg: embalagem com 30 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 200 mg: embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS (vide Indicações)
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de Mensyva de 25 mg contém:
hemifumarato de quetiapina..........................................................................................................28,780 mg
(equivalente a 25 mg de quetiapina)
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, lactose
monoidratada, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, corante óxido
de ferro amarelo e corante óxido de ferro vermelho.
Cada comprimido revestido de Mensyva de 100 mg contém:
hemifumarato de quetiapina.........................................................................................................115,130 mg
(equivalente a 100 mg de quetiapina)
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, lactose
monoidratada, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio e corante óxido
de ferro amarelo.
Cada comprimido revestido de Mensyva de 200 mg contém:
hemifumarato de quetiapina.........................................................................................................230,260 mg
(equivalente a 200 mg de quetiapina)
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, lactose
monoidratada, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, talco e dióxido de titânio.
II – INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Em adultos, Mensyva é indicado para o tratamento da esquizofrenia, como monoterapia ou adjuvante no tratamento
dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar, dos episódios de depressão associados ao transtorno
afetivo bipolar, no tratamento de manutenção do transtorno afetivo bipolar I (episódios maníaco, misto ou depressivo)
em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato, e como monoterapia no tratamento de manutenção
no transtorno afetivo bipolar (episódios de mania, mistos e depressivos).
Em adolescentes (13 a 17 anos), Mensyva é indicado para o tratamento da esquizofrenia.
Em crianças e adolescentes (10 a 17 anos), Mensyva é indicado como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos
episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Mensyva pertence a um grupo de medicamentos chamado antipsicóticos, os quais melhoram os sintomas de alguns
tipos de transtornos mentais como esquizofrenia e episódios de mania e de depressão associados ao transtorno afetivo
bipolar.
A eficácia antidepressiva foi tipicamente observada dentro de uma semana de tratamento.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar Mensyva se tiver alergia a hemifumarato de quetiapina ou a qualquer um dos componentes do
medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Mensyva deve ser utilizado com cuidado nas seguintes situações:
− Em pacientes com sinais e/ou sintomas de infecção;
− Em pacientes diabéticos ou que apresentam risco de desenvolver diabetes;
− Em pacientes que apresentem alterações nos níveis de substâncias gordurosas no sangue (triglicérides e
colesterol);
− Como em alguns pacientes foi observado o agravamento em mais de um dos fatores metabólicos de peso, glicemia
e lipídeos, alterações nesses parâmetros devem ser clinicamente controladas;
− Em pacientes com doença cardíaca conhecida, doença vascular cerebral ou outras condições que os predisponham
à queda da pressão arterial. Mensyva pode induzir a queda de pressão arterial em pé, especialmente durante o
período inicial do tratamento;
− Em pacientes com histórico ou com risco para apneia do sono e que estão recebendo concomitantemente
depressivos do sistema nervoso central (SNC);
− Em pacientes com risco de pneumonia por aspiração;
− Em pacientes com histórico de convulsões;
− Em pacientes com sinais e/ou sintomas de alterações de movimento conhecidas por discinesia tardia.
Caso isso ocorra, converse com seu médico, o qual poderá reduzir a dose ou descontinuar o tratamento com Mensyva.
− Em pacientes com síndrome neuroléptica maligna (que apresentem sintomas como aumento da temperatura
corporal [hipertermia], confusão mental, rigidez muscular, instabilidade da frequência respiratória, da função
cardíaca e de outros sistemas involuntários [instabilidade autônoma] e alteração da função renal). Caso isso
ocorra, procure seu médico imediatamente;
− Em pacientes com distúrbios cardiovasculares ou histórico familiar de prolongamento do intervalo QT;
− Com medicamentos conhecidos por aumentar o intervalo QT e em concomitância com neurolépticos,
especialmente para pacientes com risco aumentado de prolongamento do intervalo QT, como pacientes idosos,
pacientes com síndrome congênita de intervalo QT longo, insuficiência cardíaca congestiva, hipertrofia cardíaca,
hipocalemia ou hipomagnesemia;
− Em pacientes com diagnóstico atual ou histórico de retenção urinária, hipertrofia prostática clinicamente
significativa, obstrução intestinal ou condições relacionadas, pressão intraocular elevada ou glaucoma de ângulo
fechado (ver itens “Interações medicamentosas”, “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”, e
“9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?”);
− Em pacientes com histórico de abuso de drogas ou álcool.
− Em pacientes com depressão ou outras condições que são tratadas com antidepressivos. O uso desses
medicamentos em conjunto com Mensyva pode levar à síndrome serotoninérgica, uma condição potencialmente
fatal.
O hemifumarato de quetiapina pode provocar algum aumento de peso, especialmente no início do tratamento, portanto,
procure comer moderadamente neste período.
Cardiomiopatia (enfraquecimento do músculo do coração) e miocardite (inflamação do coração) foram relatadas em
alguns pacientes. No entanto, não se sabe se o tratamento com hemifumarato de quetiapina está relacionado com estes
problemas.
Reações adversas de pele graves foram reportadas durante o uso de quetiapina. Estas reações são normalmente
apresentadas com um ou mais dos seguintes sintomas: lesões ou inflamações na pele, que podem ser pruriginosas
(com coceira) ou associadas à pústulas (elevação da pele contendo liquido turvo ou purulento), febre, alteração no
tamanho dos linfonodos e possível aumento na contagem de eosinófilos e neutrófilos (glóbulos brancos presentes no
sangue). Caso você apresente esses sintomas, contate o seu médico imediatamente, ele pode recomendar e orientar a
interrupção do seu tratamento com quetiapina caso ocorram reações adversas de pele graves.
Informe ao seu médico o mais rápido possível se você tiver:
− Febre, sintomas semelhantes à gripe, dor de garganta, ou de qualquer outra infecção, uma vez que pode ser
resultado da contagem de células brancas do sangue muito baixa, podendo exigir a interrupção do tratamento.
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É aconselhada a descontinuação gradual do tratamento com Mensyva por um período de pelo menos uma a duas
semanas, pois foram descritos sintomas de abstinência por descontinuação aguda (repentina) como insônia, náusea e
vômitos após a interrupção abrupta do tratamento.
Mensyva não está aprovado para o tratamento de pacientes idosos com psicose relacionada à demência.
A depressão bipolar e certos transtornos psiquiátricos são associados ao aumento do risco de ideação suicida e
comportamento suicida. Pacientes de todas as idades que são tratados com medicamentos para transtornos
psiquiátricos devem ser monitorados e observados de perto quanto à piora clínica, tendência suicida ou alterações não
usuais no comportamento. Familiares e cuidadores devem ser alertados sobre a necessidade de observação do paciente
e comunicação com o médico.
Devido ao seu efeito primário no sistema nervoso central (SNC), a quetiapina pode interferir em atividades que
requeiram um maior alerta mental.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção
podem estar prejudicadas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião–
dentista.
Sintomas de abstinência podem ocorrer em recém-nascidos cujas mães tenham feito uso de hemifumarato de
quetiapina durante a gravidez.
Mulheres que estiverem amamentando devem ser aconselhadas a evitar a amamentação enquanto fazem uso de
Mensyva.
A segurança e a eficácia do hemifumarato de quetiapina não foram avaliadas em crianças e adolescentes com
depressão bipolar. E também não foram avaliadas em crianças com idade inferior a 13 anos com esquizofrenia
e em crianças com idade inferior a 10 anos com mania bipolar.
Este medicamento contém lactose (açúcar do leite). Se você tem intolerância grave à lactose, informe seu médico
antes de tomar este medicamento.
Interações medicamentosas
Você deve utilizar Mensyva com cuidado nas seguintes situações:
− Se estiver tomando bebidas alcoólicas e outras medicações que atuam no cérebro e no comportamento, em
conjunto com outras medicações que são conhecidas por causar desequilíbrio eletrolítico ou por aumentar o
intervalo QT; se estiver tomando outras medicações com efeitos anticolinérgicos (muscarínicos); antidepressivos
(inibidores da MAO, inibidores seletivos da recaptação da serotonina [ISRSs], inibidores da recaptação da
serotonina e norepinefrina [IRSNs] ou antidepressivos tricíclicos); se estiver tomando tioridazina, carbamazepina,
fenitoína, cetoconazol, rifampicina, barbitúricos, antifúngicos azóis, antibióticos macrolídeos, inibidores da
protease (medicamentos usados para o tratamento de pacientes portadores do HIV) e medicamentos que causam
constipação.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Mensyva 25 mg: comprimidos revestidos circulares, de cor salmão.
Mensyva 100 mg: comprimidos revestidos circulares, de cor amarela.
Mensyva 200 mg: comprimidos revestidos circulares, de cor branca.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
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TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Mensyva deve ser administrado por via oral, com ou sem alimentos.
Esquizofrenia, episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar
Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos. No entanto, para crianças e
adolescentes, Mensyva pode ser administrado três vezes ao dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de
cada paciente.
Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato
Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos.
Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar
Mensyva deve ser administrado à noite, em dose única diária, por via oral, com ou sem alimentos.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Posologia
Esquizofrenia
Adolescentes (13 a 17 anos de idade)
A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300
mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada
eficaz de 400 a 800 mg/dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose
devem ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.
A segurança e eficácia de Mensyva não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 13 anos de idade com
esquizofrenia.
Adultos
A dose total diária para os quatro dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300
mg (dia 4). Após o 4º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa considerada eficaz de 300 a 450
mg/dia. Entretanto, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, a dose pode ser ajustada na
faixa de dose de 150 a 750 mg/dia.
Episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar
Crianças e adolescentes (10 a 17 anos de idade)
A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300
mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada
eficaz de 400 a 600 mg/dia dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose podem
ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.
A segurança e eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 10
anos de idade com mania bipolar.
Adultos
A dose total diária para os quatro primeiros dias do tratamento é de 100 mg (dia 1), 200 mg (dia 2), 300 mg (dia 3) e
400 mg (dia 4). Outros ajustes de dose de até 800 mg/dia no 6° dia não devem ser maiores que 200 mg/dia. A dose
pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, dentro do intervalo de dose de
200 a 800 mg/dia. A dose usual efetiva está na faixa de dose de 400 a 800 mg/dia.
Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar
A dose deve ser titulada como descrito a seguir: 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300 mg (dia 4).
Mensyva pode ser titulado até 400 mg no dia 5 e até 600 mg no dia 8. A eficácia antidepressiva foi demonstrada com
hemifumarato de quetiapina com 300 mg e 600 mg. Entretanto, benefícios adicionais não foram observados no grupo
600 mg durante tratamento de curto prazo (ver item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato
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Os pacientes que responderam ao hemifumarato de quetiapina na terapia combinada a um estabilizador de humor (lítio
ou valproato) para o tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar com a terapia de hemifumarato de
quetiapina na mesma dose.
A dose pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade individual de cada paciente. A eficácia
foi demonstrada com hemifumarato de quetiapina (administrado duas vezes ao dia totalizando 400 a 800 mg/dia)
como terapia de combinação a estabilizador de humor (lítio ou valproato).
Manutenção no transtorno bipolar em monoterapia
Pacientes que respondem a Mensyva para tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar o tratamento na
mesma dose, sendo que esta pode ser reajustada dependendo da resposta clínica e tolerabilidade individual de cada
paciente, entre a faixa de 300 mg a 800 mg/dia. Mensyva deve ser utilizado continuamente até que o médico defina
quando deve ser interrompido o uso deste medicamento.
Crianças e adolescentes: a segurança e a eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram avaliadas em crianças e
adolescentes com depressão bipolar e no tratamento de manutenção do transtorno bipolar.
Insuficiência hepática: a quetiapina é extensivamente metabolizada pelo fígado. Portanto, Mensyva deve ser usado
com cautela em pacientes com insuficiência hepática conhecida, especialmente durante o período inicial. Pacientes
com insuficiência hepática devem iniciar o tratamento com 25 mg/dia. A dose pode ser aumentada em incrementos
de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente.
Insuficiência renal: não é necessário ajuste de dose.
Idosos: assim como com outros antipsicóticos, Mensyva deve ser usado com cautela em pacientes idosos,
especialmente durante o período inicial. Pode ser necessário ajustar a dose de Mensyva lentamente e a dose terapêutica
diária pode ser menor do que a usada por pacientes jovens, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada
paciente. A depuração plasmática média de quetiapina foi reduzida de 30% a 50% em pacientes idosos quando
comparada com pacientes jovens. O tratamento deve ser iniciado com 25 mg/dia de Mensyva, aumentando a dose
diariamente em incrementos de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, que provavelmente será menor que a dose para
pacientes mais jovens.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você se esqueça de tomar o comprimido de Mensyva, deve tomá-lo assim que lembrar.
Tome a próxima dose no horário habitual e não tome uma dose dobrada.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Podem ocorrer as seguintes reações adversas:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca,
sintomas de abstinência por descontinuação (isto é, que surgem após a retirada abrupta do medicamento, como por
exemplo: insônia, náusea, cefaleia, diarreia, vômito, tontura e irritabilidade), elevações dos níveis de triglicérides
séricos, elevações do colesterol total, diminuição de HDL colesterol, ganho de peso, tontura, sonolência, diminuição
da contagem de uma proteína do sangue chamada hemoglobina e sintomas extrapiramidais.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): leucopenia e
neutropenia (redução do nível dos glóbulos brancos), taquicardia (batimento rápido do coração), palpitações, visão
borrada, constipação (prisão de ventre), dispepsia (má digestão), vômito, astenia leve (fraqueza), edema periférico
(inchaço nas extremidades), irritabilidade, pirexia (febre), elevações das alanina aminotransaminases séricas, aumento
dos níveis de gama GT, aumento de eosinófilos (tipo de glóbulo branco), aumento da quantidade de açúcar (glicose),
elevação da prolactina sérica, diminuição do hormônio tireoidiano T4 total, T4 livre e T3 total, aumento do hormônio
tireoidiano TSH, disartria (dificuldade na fala), aumento do apetite, dispneia (falta de ar), hipotensão ortostática (queda
da pressão arterial em pé), sonhos anormais e pesadelos.
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Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): bradicardia
(frequência cardíaca diminuída), disfagia (dificuldade de deglutição), reações alérgicas, aumento dos níveis da
aspartato aminotransferase sérica (AST) no sangue, diminuição da contagem de plaquetas, diminuição do hormônio
tireoidiano T3 livre, convulsão, síndrome das pernas inquietas, discinesia tardia, síncope (desmaio), confusão, rinite e
retenção urinária.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): síndrome
neuroléptica maligna (hipertermia [aumento da temperatura corporal], confusão mental, rigidez muscular,
instabilidade autônoma [instabilidade da frequência respiratória, da função cardíaca e de outros sistemas
involuntários] e alteração da função renal), hipotermia (diminuição da temperatura do corpo), hepatite (inflamação do
fígado) com ou sem icterícia (sinal clínico caracterizado pela coloração amarelada de pele e mucosas), elevação dos
níveis de creatinofosfoquinase no sangue, agranulocitose (ausência ou número insuficiente de glóbulos brancos,
granulócitos, no sangue), sonambulismo e outros eventos relacionados, priapismo (ereção dolorosa e de longa
duração), galactorreia (eliminação de leite pelas mamas) e obstrução intestinal.
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações
anafiláticas (reações alérgicas graves incluindo muita dificuldade para respirar e queda abrupta, significativa da
pressão arterial) e rabdomiólise (ruptura das fibras musculares e dor muscular).
Desconhecidas: descontinuação neonatal (síndrome de abstinência) e reação ao medicamento com eosinofilia e
sintomas sistêmicos (combinação de erupção cutânea generalizada [vermelhidão e/ou caroços e inchaço na pele],
febre, anomalias no sangue [elevação das enzimas do fígado e aumento de um tipo de glóbulo branco que normalmente
ocorre em reações alérgicas] e aumento dos gânglios linfáticos) e aparecimento rápido de áreas de vermelhidão na
pele com pequenas pústulas [pequenas bolhas ou elevação da pele, contendo fluido turvo, branco, amarelado ou
purulento, chamadas de pustulose exantemática generalizada aguda (PELA)], um tipo de erupção cutânea grave com
manchas irregulares rosa avermelhadas que coçam [uma condição conhecida como eritema multiforme (EM)] e
inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite), geralmente acompanhada de vermelhidão na pele (erupção cutânea) com
pequenas protuberâncias vermelhas ou roxas.
Crianças e adolescentes (de 10 a 17 anos de idade)
As mesmas reações adversas acima descritas para adultos devem ser consideradas para crianças e adolescentes.
As reações adversas que ocorrem em maior frequência em crianças e adolescentes do que em adultos ou reações
adversas que não foram identificadas em pacientes adultos são:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): aumento do
apetite, elevações da prolactina sérica, aumento na pressão arterial e vômito.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): rinite e síncope.
Raramente, o aumento dos níveis de prolactina no sangue pode ocasionar inchaço dos seios e produção inesperada de
leite em meninos e meninas. Meninas podem não ter ciclos menstruais ou ter ciclos irregulares.
Pancreatite
Pancreatite foi relatada nos estudos clínicos e durante a experiência pós-comercialização, no entanto, não foi
estabelecida uma relação causal. Entre os relatos pós-comercialização, muitos pacientes apresentaram fatores
conhecidos por estarem associados à pancreatite, tais como aumento dos triglicérides, cálculos biliares e o consumo
de álcool.
Constipação e obstrução intestinal
A constipação (prisão de ventre) representa um fator de risco para a obstrução (bloqueio) intestinal. Foram relatadas
constipação e obstrução intestinal com o uso da quetiapina. Isto inclui relatos fatais em pacientes com alto risco de
obstrução intestinal, incluindo aqueles que estavam recebendo múltiplas medicações concomitantes que reduzem a
motilidade intestinal e/ou que podem não ter relatado sintomas de constipação.
Outros possíveis eventos
Outros possíveis eventos foram observados em ensaios clínicos com hemifumarato de quetiapina; porém, uma relação
causal não foi estabelecida: agitação, ansiedade, faringite, prurido, dor abdominal, hipotensão postural, dor nas costas,
febre, gastroenterite, hipertonia, espasmos, depressão, ambliopia, distúrbio da fala, hipotensão, corpo pesado,
hipertensão, falta de coordenação, pensamentos anormais, ataxia, sinusite, sudorese, infecção do trato urinário, fadiga,
letargia, congestão nasal, artralgia, parestesia, tosse, hipersonia, congestão nasal, doença do refluxo gastroesofágico,
dor nas extremidades, perturbações do equilíbrio, hipoestesia, parkinsonismo, anorexia, abscesso no dente, epistaxe,
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agressão, rigidez musculoesquelética, superdosagem acidental, acne, palidez, desconforto no estômago, dor de ouvido,
parestesia e sede.
Experiência pós-comercialização
As seguintes reações adversas foram identificadas durante a comercialização de hemifumarato de quetiapina. Como
estas reações são relatadas voluntariamente por população de tamanho incerto, não é sempre possível estimar com
segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.
As reações adversas relatadas desde a introdução no mercado, que foram temporalmente relacionados à terapia com
quetiapina, incluem: reação anafilática, cardiomiopatia, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos
(HID), hiponatremia, miocardite, enurese noturna, pancreatite, amnésia retrógrada, rabdomiólise, síndrome de
secreção inadequada de hormônio antidiurético (SIADH), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), e necrólise epidérmica
tóxica (NET).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas: sonolência e sedação, batimento rápido do coração e queda da pressão arterial. Foram relatados casos de
prolongamento do intervalo QT com superdose.
Tratamento: não há antídoto específico para a quetiapina. Em casos de intoxicação grave, a possibilidade do
envolvimento de múltiplos fármacos deve ser considerada e recomenda-se procedimentos de terapia intensiva,
incluindo estabelecimento e manutenção de vias aéreas desobstruídas, garantindo oxigenação e ventilação adequadas,
monitoração e suporte do sistema cardiovascular. Neste contexto, relatórios publicados descrevem uma reversão dos
efeitos graves sobre o SNC, incluindo coma e delírio, com a administração de fisostigmina intravenosa (1-2 mg), com
monitoramento contínuo do ECG.
Nos casos de hipotensão refratária a superdose de quetiapina deve ser tratada com medidas adequadas, tais como
fluidos intravenosos e/ou agentes simpatomiméticos (epinefrina e dopamina devem ser evitadas, uma vez que a
estimulação beta pode piorar a hipotensão devido ao bloqueio alfa induzido pela quetiapina).
Supervisão médica e monitoração cuidadosa devem ser mantidas até a recuperação do paciente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0795
Farmacêutica Responsável: Ana Cristina Apparicio Porcino − CRF-SP nº 43.132
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo − SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado e embalado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos − SP
Ou
Embalado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Cabo de Santo Agostinho - PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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Mensyva_04_VP
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera o folheto Dados das alterações de folheto
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens do folheto Versões
(VP/VPS)
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05/08/2025 -
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Notificação de
Alteração de Texto
de Bula –publicação
no bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg, 100 mg e
200 mg
02/02//2023 0110765/23-1
10457 – SIMILAR -
Inclusão inicial de
texto de bula –
publicação no bulário
– RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão Inicial de Texto de Bula VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg, 100 mg e
200 mg
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 54923 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA ETICO |
| Código de Barras | 7896658039270 |
| Princípio ativo | hemifumarato de quetiapina |
| Registro MS | 1057307950025 |
| Dosagem | 25 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |