Harip 10 Mg Comprimido Com 30 Prati Donaduzzi
Vendido e entregue por Brava
HARIP
10 MG
ARIPIPRAZOL
Harip (Aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar do tipo I, funcionando como monoterapia ou terapia adjuntiva com lítio ou valproato. O exato mecanismo de ação é desconhecido, mas acredita-se que sua eficácia seja mediada por efeitos em rec…
HARIP é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Harip (Aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar do tipo I, funcionando como monoterapia ou terapia adjuntiva com lítio ou valproato. O exato mecanismo de ação é desconhecido, mas acredita-se que sua eficácia seja mediada por efeitos em receptores do sistema nervoso central. A atividade de Harip se deve principalmente ao aripiprazol inalterado e ao seu metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 72435 |
|---|---|
| Marca | PRATI ETICO |
| Código de Barras | 7899547534078 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1256803080038 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Harip_aripiprazol_bula_paciente
Harip
(Aripiprazol)
Prati-Donaduzzi
Comprimido
10 mg, 15 mg, 20 mg e 30 mg
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I -IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Harip
aripiprazol
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimido de 10 mg, 15 mg, 20 mg ou 30 mg em embalagem com 10, 15, 30 ou 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 10 mg contém:
aripiprazol................................10 mg
excipiente q.s.p........................1 comprimido
Excipientes: lactose monoidratada, amido, celulose microcristalina, corante óxido de ferro amarelo, hiprolose e
estearato de magnésio.
Cada comprimido de 15 mg contém:
aripiprazol................................15 mg
excipiente q.s.p........................1 comprimido
Excipientes: lactose monoidratada, amido, celulose microcristalina, corante óxido de ferro amarelo, hiprolose e
estearato de magnésio.
Cada comprimido de 20 mg contém:
aripiprazol................................20 mg
excipiente q.s.p........................1 comprimido
Excipientes: lactose monoidratada, amido, celulose microcristalina, corante óxido de ferro amarelo, hiprolose e
estearato de magnésio.
Cada comprimido de 30 mg contém:
aripiprazol................................30 mg
excipiente q.s.p........................1 comprimido
Excipientes: lactose monoidratada, amido, celulose microcristalina, corante óxido de ferro amarelo, hiprolose e
estearato de magnésio.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
Harip é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno bipolar
Monoterapia: Harip é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos
associados ao transtorno bipolar do tipo I.
Terapia adjuntiva (terapia complementar à terapia principal): Harip é indicado como terapia complementar
à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de episódios de mania ou mistos associados ao
transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia e
transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é mediada por efeitos
em receptores no sistema nervoso central. A atividade de Harip é principalmente devida à droga inalterada,
aripiprazol, e em menor medida ao seu metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
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Você não deve usar Harip se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa de Harip) ou a qualquer um dos
seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência: os pacientes idosos com
psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm maior risco de morte. Apesar
das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular (como
insuficiência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia). Harip não deve ser usado para tratamento
de pacientes com psicose associada à demência.
Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (Acidente Vascular Cerebral): nos estudos clínicos
realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC e ataque isquêmico
transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos). Harip não deve ser usado para o
tratamento da psicose associada à demência em pacientes idosos.
Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à doença de Alzheimer: nos estudos
realizados em pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos emergentes
(decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e incontinência (principalmente
incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM): um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente
chamado de Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) pode ocorrer com a administração de medicamentos
antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As
manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da temperatura corporal), rigidez muscular
(imobilidade dos músculos), estado mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressão
arterial irregular, taquicardia, diaforese [transpiração ou eliminação de suor abundante] e arritmia cardíaca).
Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na regulação do
metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de
mioglobina na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda. Se você
precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico deverá
considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já que recidivas
de SNM têm sido relatadas.
Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários): a síndrome de movimentos potencialmente
involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos.
Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, é
impossível confiar em estimativas de prevalência para prever, na introdução do tratamento antipsicótico, quais
pacientes têm maior chance de desenvolver a síndrome. Seu médico deve prescrever Harip de forma que seja
mais provável minimizar a ocorrência de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários). Se aparecerem
sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), avise ao seu médico, para avaliar o
quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e diabetes mellitus: foi relatada hiperglicemia - em alguns
casos extrema e associada à cetoacidose (complicação do diabetes mellitus, que ocorre quando o corpo produz
ácidos em excesso no sangue) -, coma hiperosmolar (complicação do diabetes mellitus em que o elevado nível
de glicose no sangue leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos
relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e
eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida. Estimativas precisas de risco para
eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos não estão
disponíveis. Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos
devem ser monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico. Pacientes com fatores de risco para
diabetes mellitus (como obesidade ou histórico familiar de diabetes) que estejam dando início ao tratamento com
antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica (teste com objetivo de verificar a quantidade
de glicose no soro sanguíneo) em jejum no início do tratamento e, periodicamente, durante o tratamento. Todos
os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de hiperglicemia,
incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do esperado), polifagia
(fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem sintomas de hiperglicemia
durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos: alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e
incontroláveis, como compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus familiares ou cuidadores
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sobre esses efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem. Se
você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e incontroláveis,
procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do
medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão ortostática: a incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática
(postural) nos estudos incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio). Harip deve ser usado
com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de infarto do miocárdio ou doença
cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução), doença cerebrovascular ou condições
que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação, hipovolemia [diminuição anormal do volume
sanguíneo] e tratamento com medicamentos anti-hipertensivos).
Distúrbios vasculares: casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos
antipsicóticos, como aripiprazol. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresente fatores de risco para
tromboembolismo venoso, seu médico deverá avaliar seus riscos de desenvolvimento de tromboembolismo
venoso antes e durante o seu tratamento com Harip.
Quedas: os antipsicóticos, incluindo Harip, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade motora
e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá avaliar o
risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com Harip.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Leucopenia, neutropenia e agranulocitose: foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos
abaixo da normalidade) e neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade)
relacionados temporariamente a agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi relatada
agranulocitose (diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos granulosos). Fatores de risco possíveis
incluem contagem baixa de leucócitos preexistente e histórico de leucopenia/neutropenia induzidas pelo
fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo (CBC - teste completo de contagem dos
diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os primeiros meses de terapia, e, se houver queda
clinicamente significativa de células brancas, poderá interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem ser
monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e tratados imediatamente, se tais sintomas
ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar o Harip.
Convulsões: como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, Harip deve ser utilizado com cautela em
pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor: Harip, como outros antipsicóticos, pode comprometer
potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos. Não
utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia com
Harip não lhe prejudica.
Efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas: você não deve dirigir veículos ou operar
máquinas durante o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
Regulação da temperatura corporal: recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para
pacientes que passam ou podem passar por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em
caso de exercício extenuante, exposição ao calor extremo, administração concomitante de medicamento com
atividade anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio: os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. Harip deve ser prescrito na menor quantidade eficaz de modo a reduzir o risco
de superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir): a falta de motilidade do esôfago e aspiração têm sido associadas ao uso de
medicamentos antipsicóticos, como aripiprazol. Harip deve ser utilizado com cuidado em pacientes com risco de
pneumonia por aspiração.
Uso em pacientes com enfermidades concomitantes: a experiência clínica com aripiprazol em pacientes com
certas enfermidades sistêmicas concomitantes é limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma
extensão considerável em pacientes com histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável.
Abuso e dependência: aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial
de abuso, tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de
abstinência foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol
pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade
reprodutiva. Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de
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gravidez, ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas
extrapiramidais surgem quando o sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável pela coordenação dos
movimentos, é afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais e
físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes devem informar ao
médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. Harip pode ser
utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Trabalho de parto: o efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
Amamentação: aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para não
amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Crianças: não há indicação aprovada para o uso de aripiprazol em pacientes pediátricos.
Idosos: não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações medicamentosas: em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central,
deve-se ter cautela quando Harip for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação
central. Aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol: as enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado,
sendo responsáveis pelo metabolismo de aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de
CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma elevação no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e
redução no sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como
quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a eliminação de aripiprazol e causar elevação no sangue. Seu
médico poderá alterar a dose de Harip quando houver coadministração com estes medicamentos.
Potencial de aripiprazol afetar outras drogas: não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a
farmacocinética de lítio ou valproato.
Álcool: como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para
evitar ingerir álcool durante o tratamento com Harip.
Drogas sem interações clinicamente importantes com aripiprazol: valproato, lítio, varfarina, omeprazol,
famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na dosagem quando administrados
concomitantemente ao aripiprazol.
Anormalidades em testes laboratoriais: não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de
aripiprazol e placebo nos parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De
maneira semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de descontinuações em razão de alterações
na bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
Alterações no ECG: não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma
(ECG). Aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes
recebendo placebo.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo
cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com
risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou
outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue.
Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que
causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma),
medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios
para eliminar água do corpo).
Interação com nicotina: a avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não
revelou diferenças significativas entre fumantes e não fumantes.
Interação com alimentos: Harip pode ser administrado com ou sem alimentos.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido.
Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo.
CONTÉM corante e lactose.
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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Harip 10 mg e 20 mg apresenta-se na forma de um comprimido simples oblongo, não sulcado, de coloração
amarela.
Harip 15 mg e 30 mg apresenta-se na forma de um comprimido simples circular, não sulcado, de coloração
amarela.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Harip deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Posologia
Esquizofrenia: a dose de início e a dose-alvo recomendada para Harip é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez ao
dia, independentemente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas
semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente, para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser
aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os
demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
Transtorno bipolar: a dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia
ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta
clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, o
sexo, a etnia ou o estado da insuficiência renal ou hepática. Seu médico poderá ajustar a dose de Harip se você
estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos que alterem a concentração de Harip no seu
organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu
metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos deste medicamento administrados por vias não
recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas
por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esqueceu de tomar Harip, você deverá tomá-lo assim que se lembrar, mas não tome duas doses no
mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol
durante os estudos realizados com o medicamento. As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem
uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer e representam a proporção de pacientes do estudo que
apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia,
acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego
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ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso,
aumento > 7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação,
tremor e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: < 0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1%
– 1%; hipotensão ortostática: 0,2% – 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: < 2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: < 2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% – 13,5%; redução dos níveis de prolactina: < 0,1%; diabetes:
0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus
não dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: < 0,1%;
hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento
dos níveis de LDL: 2,2% – 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% – 3,6%; aumento dos níveis de
triglicerídeos séricos: 1% – 9,7%; redução de peso: 4% – 15,4%; aumento de > 7% do peso corpóreo: 2,5% –
21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% – 3%; constipação: 5% – 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva:
3,1% – 8,1%; aumento de apetite: 3% – 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% – 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3%
– 11%; xerostomia: 2% – 5%.
Hematológicos: leucopenia: < 1%; neutropenia: < 1%; trombocitopenia: > 1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: < 1%.
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%.
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% – 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores
musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% – 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%;
trismo: 0,1% – 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% – 25%; confusão: 4% – 10%; distonia: 2% – 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% –
27,3%; cefaleia: 10% – 27%; insônia: 8% – 18%; sedação: 3% – 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% –
26,3%; tremor: 2% – 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% – 8%; crise oculógira: 0,1% – 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% – 17%; inquietação: 2% – 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% – 1%.
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias
superiores: 4% – 6%.
Outros: angioedema: 0,1% – 1%; fadiga: 2% – 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;
erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de
secreção inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose;
acidente vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio;
comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de
hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM);
prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais
prolongadas de conjuntos de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de
acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes que utilizam aripiprazol (apenas aqueles
ainda não listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes que utilizam aripiprazol;
Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes que utilizam aripiprazol.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia
miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
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Distúrbios gastrointestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite. Raro
– pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no peito,
pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro -
insolação.
Investigações: comuns - creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica
elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada e
gama glutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro –
cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns – fraqueza muscular, compressão muscular e
mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia,
discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e
coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de
suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio concluído,
tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil,
amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia e
urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas abaixo foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas
reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível
estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática,
angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos
involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios,
perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no
sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal,
tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos,
alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção
do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar ao médico prescritor ao identificar
comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser
descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na
superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e
tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado, fibrilação
atrial, bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível de
consciência deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de potássio
no sangue), hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do movimento ou da
consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT, pneumonia por
aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca anormal). Não há
informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado um
eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer o
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Harip_aripiprazol_bula_paciente 8
monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em terapia de
apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas. Deve-se manter
uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a absorção de
aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol tem
grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.2568.0308
Registrado e produzido por:
PRATI, DONADUZZI & CIA LTDA
Rua Mitsugoro Tanaka, 145
Centro Industrial Nilton Arruda - Toledo – PR
CNPJ 73.856.593/0001-66
Indústria Brasileira
SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-709-9333
[email protected]
www.pratidonaduzzi.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 13/10/2025.
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Anexo B
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
- -
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
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- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
VP
VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30,
60, 300 ou 500 comprimidos.
17/11/2025 1505119/25-1
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30,
60, 300 ou 500 comprimidos.
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Harip_aripiprazol_bula_paciente 10
19/10/2023 1124673/23-7
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
1. INDICAÇÕES
2 RESULTADOS DE EFICÁCIA
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP
VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30,
60, 300 ou 500 comprimidos.
25/01/2023 0079130/23-2
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. POSOLOGIA
VP
VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
28/09/2021 3825261/21-2
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - - 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
28/12/2020 4611668/20-1
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - - CORREÇÃO ORTOGRÁFICA VP/VPS
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
24/04/2020 1267724/20-8
10457- SIMILAR
Inclusão Inicial de Texto
de Bula - -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula
- - -
Comprimido de 10 mg, 15
mg, 20 mg ou 30 mg em
embalagem com 10, 15, 30
ou 60 comprimidos.
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Harip_aripiprazol_bula_paciente 11
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30 ou 60
comprimidos.
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30, 60, 300 ou 500
comprimidos.
- -
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
1. INDICAÇÕES
2 RESULTADOS DE EFICÁCIA
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP
VPS
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30 ou 60
comprimidos.
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30, 60, 300 ou 500
comprimidos.
25/01/2023 0079130/23-2
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - -
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. POSOLOGIA
VP
VPS
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30 ou 60
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Harip_aripiprazol_bula_paciente 12
comprimidos.
28/09/2021 3825261/21-2
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - - 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30 ou 60
comprimidos.
28/12/2020 4611668/20-1
10450- SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
- - - - CORREÇÃO ORTOGRÁFICA VP/VPS
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30 ou 60
comprimidos.
24/04/2020 1267724/20-8
10457- SIMILAR
Inclusão Inicial de Texto
de Bula - -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula
- - -
Comprimido de 10 mg,
15 mg, 20 mg ou 30 mg
em embalagem com 10,
15, 30, 60, 300 ou 500
comprimidos.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 72435 |
|---|---|
| Marca | PRATI ETICO |
| Código de Barras | 7899547534078 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1256803080038 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |