Divalcon Er Divalproato De Sódio 500mg 30 Comprimidos Revestidos
Vendido e entregue por Brava
DIVALCON
500 MG c/ 30 Comps.
DIVALPROATO DE SÓDIO
Divalcon ER 500mg Abbott 30 Comprimidos Revestidos é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos. Os sintomas típicos de um episódio de mania (período distint…
DIVALCON é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob prescrição médica com retenção de receita
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
Divalcon ER 500mg Abbott 30 Comprimidos Revestidos é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos. Os sintomas típicos de um episódio de mania (período distinto de humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da emissão das palavras, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade
Especificações
| Código do Produto | 15877 |
|---|---|
| Marca | ABBOTT |
| Código de Barras | 7891158101830 |
| Princípio ativo | DIVALPROATO DE SÓDIO |
| Registro MS | 1055303730091 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 10 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA DO PACIENTE
Divalcon ER
(divalproato de sódio)
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Comprimidos revestidos de liberação prolongada
250 mg e 500 mg
-- 1 of 25 --
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA PARA O PACIENTE
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
DIVALCON ER
divalproato de sódio
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
DIVALCON ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg: embalagem
com 6, 30 ou 60 comprimidos revestidos.
DIVALCON ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg: embalagem
com 6, 30 ou 60 comprimidos revestidos.
VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de liberação prolongada DIVALCON ER 250 mg contém:
divalproato de sódio........................................................................................................... 269,05 mg
(equivalente a 250 mg de ácido valproico)
Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e
Opadry II.
Cada comprimido revestido de liberação prolongada DIVALCON ER 500 mg contém:
divalproato de sódio........................................................................................................... 538,10 mg
(equivalente a 500 mg de ácido valproico)
Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio,
cobertura Opadry e Opadry II.
II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Mania: DIVALCON ER (divalproato de sódio) é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou
mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.
Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e
persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono,
pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo
da crítica, agressividade e possível hostilidade.
Epilepsia: DIVALCON ER é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de
pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada
ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros
medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de
-- 2 of 25 --
Page 2 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui
crises de ausência.
Prevenção da Enxaqueca: DIVALCON ER é indicado para prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não
há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O divalproato de sódio é a substância ativa de DIVALCON ER. O divalproato de sódio é dissociado em íon
valproato no trato gastrointestinal.
O tratamento com DIVALCON ER, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de
tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará
a orientação no seu caso.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DIVALCON ER é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
DIVALCON ER é contraindicado para uso por pacientes com:
Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula;
Doença ou disfunção no fígado significativas;
Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir
a Síndrome;
Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia
no sangue;
Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.
Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
DIVALCON ER é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade
fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é
utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente
qualquer possível benefício da droga.
Categoria de risco: X
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DIVALCON ER.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o
tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O
aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são
indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.
DIVALCON ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
-- 3 of 25 --
Page 3 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) /Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em
pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito
cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado.
Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza,
estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes,
crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de
carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?), com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com
doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em
epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma
progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de
disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar
da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e
exames laboratoriais periódicos para controle.
Pancreatite (inflamação no pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo,
vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o
médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como
em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após
vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por valproato
e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica
hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher)
em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.
Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos
de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia
refratária (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão
psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada
com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para
avaliação diagnóstica dessa desordem.
Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária, o divalproato de sódio
deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve
ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com
avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para
emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas
e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de
transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem
relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado
logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepiléticos e persistiu durante todo o
período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia
medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de
saúde.
-- 4 of 25 --
Page 4 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de divalproato de sódio com antibióticos
carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O
benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a
possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo sugere
um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com
valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados
com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a
terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes
que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue
inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com DIVALCON ER
devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser
considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a
amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.
Elevações de amônia sem sintomas ão mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos
níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser
considerada.
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU): foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro
por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em
pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina):
A administração de divalproato de sódio pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que
pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas como
toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de
Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou
hipocarnitinemia pré-existente.
Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com divalproato incluem pacientes com
distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na ingestão nutricional
de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com
pivalato ou de outros antiepilépticos.
O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência,
vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados
sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC): tem sido relatada associada à
terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode
-- 5 of 25 --
Page 5 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato
ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes
que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo
letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o
cardiovascular e o respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro
e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos,
a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no
desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição
ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser
monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de
sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema:
Reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson (SJS),
necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS),
eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o tratamento com valproato. Os pacientes
devem ser informados sobre os sinais e sintomas de manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso
sejam observados sinais de SCAR ou angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser
interrompido se o diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepiléticas, alguns pacientes ao invés de apresentar
uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro
convulsivo (incluindo o estado epilético) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.
Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
Produtos contendo estrogênio: O valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais. (ver seção
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Aumento do risco de câncer: não é conhecido até o momento.
Aumento do risco de mutações: houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas
poderia estar associada com epilepsia.
Toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento: efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas
orgânicos) foram demonstrados em camundongos, ratos e coelhos. Em camundongos, ratos e coelhos, a exposição
in utero ao divalproato de sódio induziu a uma diminuição no peso fetal dose dependente, restrição do crescimento
intrauterino e redução no comprimento da cabeça e nádega em comparação com animais não expostos. Na literatura
publicada, anormalidades comportamentais foram relatadas em descendentes de primeira geração de camundongos
e ratos após exposição in utero a doses/exposições clinicamente relevantes de divalproato de sódio. Em
camundongos, mudanças comportamentais também foram observadas na 2ª e 3ª gerações, embora menos
pronunciadas na 3ª geração, após uma exposição aguda in utero da primeira geração. A relevância dessas
descobertas para humanos é desconhecida.
Fertilidade: a administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Nos poucos casos em
que o divalproato de sódio foi trocado/descontinuado ou a dose diária reduzida, a diminuição em potencial de
-- 6 of 25 --
Page 6 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
fertilidade masculina foi relatada como reversível na maioria, mas não em todos os casos, e concepções bem-
sucedidas também foram observadas.
Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em
mulheres.
Resíduos de medicamento nas fezes: foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea
de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.
Cuidados e advertências para populações especiais:
Uso em idosos: uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor,
sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças
preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.
Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de
líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do
medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes
com sonolência excessiva.
Uso em crianças: A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas,
crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em
pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente
suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de
outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de
desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o divalproato de sódio tem
um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto
risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.
Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.
Seu médico deve assegurar que:
as circunstâncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na
discussão para garantir o seu engajamento, discutir as opções terapêuticas e garantir que ela esteja ciente dos
riscos e medidas necessárias para redução dos riscos;
o potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;
a paciente entenda e reconheça os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema
nervoso em crianças expostas ao produto durante a gravidez;
a paciente entenda e reconheça o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional para crianças expostas
a valproato de sódio no útero.
a paciente entenda a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do início do tratamento e
durante o tratamento, conforme necessidade;
a paciente seja aconselhada em relação a utilização de métodos contraceptivos e que a paciente seja capaz de
manter a utilização de métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com
divalproato de sódio;
a paciente entenda a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo médico
especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migrânea;
-- 7 of 25 --
Page 7 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
a paciente esteja ciente de que deve consultar o médico assim que tiver planos de engravidar para fazer a
transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos
contraceptivos;
a paciente entenda os perigos e as precauções necessárias associadas ao uso de divalproato de sódio e a
necessidade urgente de informar seu médico caso exista possibilidade de estar grávida;
a paciente receba um guia do paciente.
Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico
considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.
Crianças e adolescentes do sexo feminino:
o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente compreendam a necessidade de
informá-lo assim que a paciente utilizando divalproato de sódio fique menstruada pela primeira vez (menarca);
o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente que tenha menstruado pela
primeira vez, tenham informações necessárias sobre os riscos de doenças congênitas e distúrbios no
desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crianças expostas ao
divalproato de sódio durante a gravidez;
o médico responsável também deve informá-los sobre o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional
para crianças expostas ao valproato de sódio no útero.
para essas pacientes, o médico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato
de sódio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de sódio seja o único tratamento
adequado, a necessidade de utilização de métodos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas
anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/responsáveis. O médico deve realizar
todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a
paciente esteja sexualmente ativa.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DIVALCON ER.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com divalproato de sódio, devido ao dano que
ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Contracepção: mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos
contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar
providas de informações completas quanto à prevenção da gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não
utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo
ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve
ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na
discussão quanto à escolha do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método
escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.
Revisão anual do tratamento: deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve
revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a
paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações
congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente
intrauterino.
Planejamento da gravidez:
-- 8 of 25 --
Page 8 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Para a indicação de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o médico
especialista deverá reavaliar o tratamento com divalproato de sódio e considerar alternativas terapêuticas. O
médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa
apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos. Se a transição de tratamento
não for possível, a paciente deverá receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato
para o bebê para suportar a paciente quanto a decisão de fazer um planejamento familiar.
Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de sódio na gestação e após uma avaliação cuidadosa levando
em consideração tratamentos alternativos, em circunstâncias excepcionais a paciente grávida poderá receber
divalproato de sódio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso, recomenda-se que seja prescrita a menor dose
eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. É preferível a escolha da
formulação de liberação prolongada para se evitar altos picos de concentração plasmática.
Para as indicações de Mania e Profilaxia da migrânea, se a paciente estiver planejando engravidar, o médico
especialista deverá ser consultado e o tratamento com divalproato de sódio deverá ser descontinuado e, se
necessário, deverá ser feita uma transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção
e antes de interromper os métodos contraceptivos.
Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado
e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epilético com
hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.
Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-
natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.
As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco
de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.
O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de
sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.
Materiais educacionais: como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao
divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais para reforçar as precauções do uso do produto.
Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulheres e homens em idade fértil e os detalhes
sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes
em idade fértil utilizando divalproato de sódio.
Para tratamento de Mania e Epilepsia:
Categoria de risco: D
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
DIVALCON ER 250 mg
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio
DIVALCON ER 500 mg
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro.
Risco para filhos de pais tratados com divalproato de sódio: um estudo observacional retrospectivo com
registros médicos eletrônicos em 3 países nórdicos europeus sugere um risco aumentado de transtornos do
neurodesenvolvimento em crianças (de 0 a 11 anos de idade), nascidas de homens tratados com valproato nos 3
-- 9 of 25 --
Page 9 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina
ou levetiracetam. O risco acumulado para transtornos de neurodesenvolvimento variou de 4% a 5,6% no grupo
valproato versus 2,3% a 3,2% no grupo de monoterapia lamotrigina ou levitiracetam. O estudo não investigou o
risco em crianças nascidas de homens que pararam de usar valproato mais de 3 meses antes da concepção.
Más formações congênitas decorrentes da exposição no útero: filhos de mulheres com epilepsia expostas a
monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco
é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo
neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias
urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo. A
exposição no útero ao divalproato de sódio pode resultar em má formação ocular que foram reportados juntamente
com outras más formações congênitas. Essa má formação ocular pode afetar a visão.
A exposição no útero ao divalproato de sódiotambém pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a
malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos
descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de
ototoxicidade é recomendado.
Transtornos de desenvolvimento decorrentes da exposição no útero: a exposição ao divalproato de sódio
durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato
período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode
ser excluída.
Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato
durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade
(TDAH) comparado com a população em geral.
Baixo peso ao nascer para a idade gestacional devido à exposição no útero: A exposição no útero ao
divalproato de sódio pode levar a um baixo peso ao nascer para a idade gestacional. Em estudos pré-clínicos, foi
demonstrada uma redução do peso fetal relacionada à dose em animais expostos ao divalproato de sódio no útero
em comparação com animais não expostos. Estudos epidemiológicos relataram uma redução no peso médio ao
nascer e maior risco de nascer com baixo peso ao nascer (<2500 gramas) ou pequeno para a idade gestacional
(definido como peso ao nascer abaixo do 10º percentil corrigido para a idade gestacional, estratificado por sexo)
para crianças expostas ao divalproato de sódio no útero em comparação com crianças não expostas ou expostas à
lamotrigina. Os dados disponíveis em humanos não permitem concluir sobre um potencial efeito relacionado à
dose.
Risco em neonatos:
- Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram
divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia
(diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue)
e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula
normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação
devem ser investigados em neonatos.
- Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio
durante o terceiro trimestre da gravidez.
- Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio
durante a gravidez.
-- 10 of 25 --
Page 10 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
- Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de
tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que
utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.
Lactação: o divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10%
dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães
tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento
deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a
paciente.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico
ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano
Atenção: Contém lactose.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações
do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por
exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas
perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com divalproato de sódio e até 2 semanas após
o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do valproato
Antidepressivos: pouco efeito na depuração do valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a
alterações das concentrações do valproato no sangue:
Ácido acetilsalicílico: a concentração de valproato no sangue pode aumentar.
Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): podem levar a redução significante de
valproato no sangue.
Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de valproato no sangue.
Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de valproato no sangue e aumento das
crises epiléticas. (ver seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?)
Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
Dipirona: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar na
eficácia clínica do valproato potencialmente diminuída. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica
(controle da convulsão ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato
conforme apropriado.
-- 11 of 25 --
Page 11 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Metotrexato: Alguns relatos de casos descrevem uma diminuição significativa dos níveis séricos de valproato
após a administração de metotrexato, com ocorrência de convulsões. Os prescritores devem monitorar a resposta
clínica (controle de convulsões ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato
conforme apropriado.
Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de valproato no sangue.
Rifampicina: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
Medicamentos conjugados com pivalato: A administração concomitante de medicamentos conjugados com
pivalato e valproato que diminuem os níveis de carnitina (como cefditoreno pivoxil, adefovir dipivoxil,
pivmecillinam e pivampicilina) podem desencadear a ocorrência de hipocarnitinemia (ver item 4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Administração concomitante destes medicamentos com
valproato não é recomendada. Pacientes nos quais a coadministração não pode ser evitada devem ser
cuidadosamente monitorados quanto a sinais e sintomas de hipocarnitinemia.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem relevância:
antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, lítio, lorazepam, olanzapina,
rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de sódio e amitriptilina raramente foi associado
com toxicidade. Considerar a diminuição da dose de amitriptilina/nortriptilina na presença de valproato.
Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-epóxido (CBZ-E): níveis sanguíneos de CBZ diminuíram 17%
enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administração em conjunto do divalproato de sódio
e da CBZ em pacientes epiléticos.
Clonazepam: o uso concomitante de divalproato de sódio e de clonazepam pode levar a estado de ausência em
pacientes com história desse tipo de crises convulsivas.
Diazepam: a administração conjunta de divalproato de sódio aumentou a fração livre de diazepam.
Etossuximida: o divalproato de sódio inibe o metabolismo de etossuximida.
Lamotrigina: sua dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de sódio.
Fenobarbital: o divalproato de sódio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo
tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à toxicidade
neurológica.
Fenitoína: Há relatos de desencadeamento de crises com a combinação de divalproato de sódio e fenitoína em
pacientes com epilepsia. Se necessário, deve-se ajustar a dose de fenitoína de acordo com a situação clínica.
Primidona: é metabolizada em barbiturato e, portanto, pode também estar envolvida em interação semelhante à
do divalproato de sódio com fenobarbital.
Propofol: pode ocorrer interação significante entre divalproato de sódio e propofol, levando a aumento no nível
sanguíneo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de sódio, a dose de propofol
deve ser reduzida.
Nimodipino: tratamento em conjunto com ácido valproico pode aumentar a concentração sanguínea de nimodipino
em até 50%.
Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de sódio.
Canabidiol: Interação medicamentosa entre valproato e canabidiol pode resultar em um risco aumentado de
elevação das transaminases (enzimas do fígado).
-- 12 of 25 --
Page 12 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
O monitoramento hepático adequado deve ser realizado quando o valproato é usado com canabidiol e redução de
dose ou descontinuação devem ser considerados em caso de anomalias significativas dos parâmetros hepáticos.
Topiramato e/ou acetazolamida: administração em conjunto com divalproato de sódio foi associada a
hiperamonemia (excesso de amônia no organismo), e/ou encefalopatia (alterações das funções do cérebro), além
de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia
incluem frequentemente alterações agudas no nível de consciência e/ou na função cognitiva ou vômito. Pessoas
com atividade mitocondrial alterada do fígado podem requerer maior atenção.
Varfarina: o divalproato de sódio aumentou a fração de varfarina no sangue.
Zidovudina: em alguns pacientes soropositivos para HIV, a depuração da zidovudina diminuiu após a
administração de divalproato de sódio.
Quetiapina: em conjunto com divalproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (redução no número de
neutrófilos no sangue) ou leucopenia (redução no número de leucócitos no sangue).
Clozapina: o tratamento concomitante com a clozapina e divalproato de sódio pode aumentar o risco de
neutropenia (diminuição dos glóbulos de defesa, aumentando a chance de infecções). Quando essa
associação for necessária, é recomendado monitoramento cuidadoso desse paciente.
Exame laboratorial: o valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode
prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Irritação gastrointestinal: administrar o medicamento juntamente com a alimentação ou uma elevação gradual
da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.
Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a
30ºC). Proteger da luz.
Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade
impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
DIVALCON ER 250 mg: comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.
DIVALCON ER 500 mg: comprimidos ovaloides de coloração cinza.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos revestidos de liberação prolongada de DIVALCON ER são de uso oral e devem ser ingeridos
uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem
mastigados.
-- 13 of 25 --
Page 13 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com divalproato de sódio deve
ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve
ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados. O divalproato de sódio deve ser
prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
MANIA
Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo
médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica mais baixa capaz de produzir o efeito clínico
desejado.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto
para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos
sistematicamente para dar suporte aos benefícios de DIVALCON ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3
semanas).
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do
programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
EPILEPSIA
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode
ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados
uma vez ao dia.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepiléticos, as dosagens desses podem ser reduzidas
pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do
tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação
de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepilético
concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período
com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu
tratamento.
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento alternativo adequado.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do
programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes
para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande
possibilidade de precipitar um estado de mal epilético, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte.
A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser
prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
-- 14 of 25 --
Page 14 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
PREVENÇÃO DA ENXAQUECA
Dose inicial recomendada: 500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se
beneficiar com doses de até 1000 mg uma vez ao dia (após a primeira semana). Embora doses de DIVALCON ER
diferentes de 1000 mg uma vez ao dia não tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose
eficaz de divalproato de sódio comprimidos de liberação entérica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.
A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção
da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não
tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do
tratamento.
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do
programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de
tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.
Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:
Frequência das Reações Adversas Parâmetros
≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum
≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente)
≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente)
≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara
< 1/10.000 (< 0,01%) muito rara
Não pode ser estimada desconhecida
Sistemas Frequência Reação adversa
Alterações
congênitas,
hereditárias e
genéticas
Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item 4. O que devo
saber antes de usar este medicamento?
Desconhecida Porfiria aguda
Comum Trombocitopenia
-- 15 of 25 --
Page 15 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alterações do
sistema sanguíneo e
linfático
Incomum Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, trombocitopenia
púrpura.
Desconhecida
Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica,
anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia,
hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia,
inibição da agregação plaquetária.
Investigações
Comum Aumento de peso, perda de peso.
Incomum
Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato
aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição
de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase
sanguíneo1, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de
droga, anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de
iodo ligado à proteína, diminuição da contagem de glóbulos
brancos.
Desconhecida
Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huët 13
Aumento de bilirrubina sérica1, diminuição de carnitina,
anormalidade do teste de função da tireoide.
Alteração do sistema
nervoso
Muito comum Sonolência, tremor
Comum Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo,
parestesia, alteração da fala.
Incomum
Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia2,
hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia,
convulsão3, estupor, discinesia tardia, alteração na visão.
Desconhecida
Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem
cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção,
deficiência da memória, parkinsonismo, hiperatividade
psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação5.
Alteração do
labirinto e ouvido
Comum Zumbido no ouvido
Incomum Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia, vertigem.
Desconhecida Dor de ouvido
Alteração
respiratória, torácica
e mediastino
Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe.
Desconhecido Efusão pleural
Alteração
gastrointestinal
Muito comum Náusea7
Comum Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia7, flatulência,
vômitos7.
Incomum
Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca,
disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese,
melena, pancreatite8, tenesmo retal, hipersecreção salivar.
Desconhecida Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da glândula
parótida.
Alteração urinária e
renal
Incomum Hematúria, urgência em urinar, poliúria, incontinência urinária.
Desconhecida Enurese, síndrome Fanconi9, falência renal, nefrite túbulo-
intersticial.
-- 16 of 25 --
Page 16 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração nos tecidos
e pele
Comum Alopecia10, equimose, prurido, rash cutâneo.
Incomum
Acne, Angioedema, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema,
eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias,
seborreia.
Desconhecida
Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a
drogas (Síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme,
alteração do cabelo, Hiperpigmentação, alteração do leito
ungueal, reação de fotossensibilidade, síndrome de Stevens-
Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração tecidos
conectivos e
muscular esquelético
Incomum Espasmo muscular, convulsão muscular, fraqueza muscular.
Desconhecida Diminuição da densidade óssea, dor óssea, osteopenia,
osteoporose, rabdomiólise, lúpus eritematoso sistêmico.
Alteração endócrina Desconhecida Hiperandrogenismo11, hipotireoidismo, secreção inapropriada de
hormônio antidiurético.
Alteração do
metabolismo e
nutrição
Comum Diminuição do apetite, aumento do apetite.
Incomum Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia, hiponatremia,
hipoproteinemia.
Desconhecida
Deficiência de biotina, dislipidemia, hiperamonemia,
hipocarnitinemia (ver itens 3. QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?), resistência à insulina,
obesidade.
Neoplasias benignas,
malignas e não
específicas (incluem
cistos e pólipos)
Incomum Hemangioma de pele
Desconhecido Síndrome mielodisplástica
Desordens vasculares Incomum Hipotensão ortostática, palidez, desordem vascular periférica,
vasodilatação.
Alterações gerais e
condições de
administração local
Muito comum Astenia
Comum Alteração na marcha, edema periférico.
Incomum Dor no peito, edema facial, pirexia.
Desconhecida Hipotermia
Alteração
hepatobiliar Desconhecida Hepatotoxicidade
Alteração na mama e
sistema reprodutivo
Incomum Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil, menorragia, alteração
menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal.
Desconhecida Aumento das mamas, galactorréia, infertilidade masculina12,
menstruação irregular, ovário policístico.
Alteração
psiquiátrica
Comum Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão,
depressão, insônia, nervosismo, pensamento anormal.
Incomum Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico,
alucinação, hostilidade, transtorno de personalidade.
Desconhecido Comportamento anormal, agressão, angústia emocional,
transtorno de aprendizagem, transtorno psicótico.
-- 17 of 25 --
Page 17 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração cardíaca Incomum Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva,
taquicardia.
Alteração nos olhos
Comum Ambliopia, diplopia
Incomum Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular, dor nos olhos,
desordem da lacrimal, miose, fotofobia, deficiência visual.
Alteração do sistema
imunológico Desconhecida Reação anafilática, hipersensibilidade.
Infecção e
infestações
Comum Infecção
Incomum Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes simples, gripe, rinite,
sinusite.
Desconhecida Otite média, pneumonia, infecção do trato urinário.
Lesão, intoxicação e
complicações
processuais
Comum Lesão
1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato
de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da
recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia
hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência
de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio
em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento
e prejuízo psicomotor.
5 Observado em pacientes recebendo somente divalproato de sódio, mas ocorreu em sua maioria em pacientes
recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos
antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos
espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.
13Casos isolados de morfologia adquirida de Pelger-Huet
Reconhecer isso é crucial para a descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for
induzida por medicamentos e evita ainda o sobre diagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a
síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias.
14Casos isolados de anomalia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação dos
valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o
sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia
morfológica também pode estar associada a outras citopenias.
-- 18 of 25 --
Page 18 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
População pediátrica
O perfil de segurança do divalproato de sódio na população pediátrica é comparável ao dos adultos, mas alguns
efeitos adversos as reações são mais graves ou observadas principalmente na população pediátrica. Existe um risco
particular de lesão hepática grave em bebês e crianças pequenas, especialmente com idade inferior a três anos.
Crianças pequenas também estão em risco particular de pancreatite. Esses riscos diminuem com o aumento da
idade (consulte a Seção 4).
Transtornos psiquiátricos, como agressão, agitação, perturbação da atenção, comportamento anormal,
hiperatividade psicomotora e distúrbio de aprendizagem são observados principalmente na população pediátrica.
Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.
Doses de DIVALCON ER acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão
baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado
imediatamente para cuidados médicos.
A presença de teor de sódio na formulação de DIVALCON ER pode resultar em excesso de sódio no sangue
quando administrada em dose acima do recomendado.
Em caso de superdosagem de divalproato de sódio resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada
por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia.
Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção
significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de
ingestão.
Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário
adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de divalproato de
sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos
antiepilépticos do divalproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III) DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0553.0373
Registrado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16
Produzido por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
-- 19 of 25 --
Page 19 of 19
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Embalado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
BU 18
ABBOTT CENTER
Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050
www.abbottbrasil.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 05/03/2026.
-- 20 of 25 --
Bula_Paciente_Histórico_DIVALCON ER
WWW.ABBOTTBRASIL.COM.BR
1
Abbott Laboratórios do
Brasil Ltda
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Histórico de alterações do texto de bula – DIVALCON ER
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
expediente Assunto Data do
expediente
Número do
expediente Assunto
Data de
aprovação
da petição
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
31/03/2026 Versão atual
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
17/11/2025 1503711251
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
17/12/2024 1723178/24-1
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
17/07/2024 0978574/24-9
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
12/04/2024 0465973/24-8
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
27/10/2023 1175096/23-7 10450 - --- --- --- --- Adequação à bula do VP 250 MG COM REV LIB
-- 21 of 25 --
Bula_Paciente_Histórico_DIVALCON ER
WWW.ABBOTTBRASIL.COM.BR
2
Abbott Laboratórios do
Brasil Ltda
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
medicamento de referência PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
03/05/2023 0441214/23-1
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
–RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
27/06/2022 4310654/22-3
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
01/02/2022 0409994/22-7
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
16/04/2021 1458554/21-5
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
14/02/2020 0464051/20-9
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
21/11/2019 3213128/19-3
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
DIVALCON
comprimidos
revestidos:
-- 22 of 25 --
Bula_Paciente_Histórico_DIVALCON ER
WWW.ABBOTTBRASIL.COM.BR
3
Abbott Laboratórios do
Brasil Ltda
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
250 MG COM REV CT
FR VD AMB X 30
250 MG COM REV CT
FR PLAS OPC X 30
500 MG COM REV CT
FR VD AMB X 30
500 MG COM REV CT
FR PLAS OPC X 30
DIVALCON cápsulas:
125 MG CAP GEL
MCGRAN CT FR PLAS
OPC X 30
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
12/09/2019 2158750/19-7
10457 –
SIMILAR –
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- 1 a submissão no Bulário
Eletrônico VP
DIVALCON
comprimidos
revestidos:
250 MG COM REV CT
FR VD AMB X 30
250 MG COM REV CT
FR PLAS OPC X 30
500 MG COM REV CT
FR VD AMB X 30
500 MG COM REV CT
FR PLAS OPC X 30
-- 23 of 25 --
Bula_Paciente_Histórico_DIVALCON ER
WWW.ABBOTTBRASIL.COM.BR
4
Abbott Laboratórios do
Brasil Ltda
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
DIVALCON cápsulas:
125 MG CAP GEL
MCGRAN CT FR PLAS
OPC X 30
20/05/2019 0445758/19-7
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência. VP
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
14/08/2018 Versão atual
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência VP
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
27/06/2018 0514336/18-5
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência. VP
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
28/04/2017 0739051/17-3
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência. VP
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
17/02/2017 0271594/17-5 10450 -
SIMILAR – --- --- --- --- Adequação à bula do
medicamento de referência. VP DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
-- 24 of 25 --
Bula_Paciente_Histórico_DIVALCON ER
WWW.ABBOTTBRASIL.COM.BR
5
Abbott Laboratórios do
Brasil Ltda
Rua Michigan, 735
São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
01/02/2017 0174771/17-1
10457 -
SIMILAR -
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– RDC 60/12
--- --- --- --- Submissão inicial no Bulário
Eletrônico VP
DIVALCON ER:
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL PLAST
INC X 6/30/60
-- 25 of 25 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 15877 |
|---|---|
| Marca | ABBOTT |
| Código de Barras | 7891158101830 |
| Princípio ativo | DIVALPROATO DE SÓDIO |
| Registro MS | 1055303730091 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 10 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |