Codein 3 Mg/Ml Solução Oral Com 120 Ml + Seringa Dosadora Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Brava
CODEIN
3 MG/ML
FOSFATO DE CODEÍNA HEMI-HIDRATADO
O medicamento Codein é indicado para o alívio da dor moderada. Ele atua no sistema nervoso central, inibindo a sensação de dor e a resposta emocional associada a ela. Pertencente à classe dos analgésicos opioides, Codein começa a agir de 30 a 45 minutos após a administração ora…
CODEIN é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob prescrição médica com retenção de receita
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Sobre o produto
O medicamento Codein é indicado para o alívio da dor moderada. Ele atua no sistema nervoso central, inibindo a sensação de dor e a resposta emocional associada a ela. Pertencente à classe dos analgésicos opioides, Codein começa a agir de 30 a 45 minutos após a administração oral, com duração do efeito analgésico de aproximadamente 4 horas.
Especificações
| Código do Produto | 2163 |
|---|---|
| Marca | CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676400489 |
| Princípio ativo | FOSFATO DE CODEÍNA, FOSFATO DE CODEÍNA HEMI-HIDRATADO |
| Registro MS | 1029801990037 |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 12 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Solução |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Codein
fosfato de codeína
Comprimido 30 mg e 60 mg
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
CODEIN
fosfato de codeína
APRESENTAÇÕES
Comprimido de:
30 mg em embalagem com 12 ou 30 comprimidos;
60 mg em embalagem com 12 ou 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
Composição:
Cada comprimido de 30 mg contém:
fosfato de codeína .......................................................................................................... 30 mg*
*equivalente à 30,68 mg de fosfato de codeína hemi-hidratado
excipientes q.s.p. .......................................................................................................... .. 1 comprimido
(excipientes: povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, estearato de magnésio).
Cada comprimido de 60 mg contém:
fosfato de codeína .......................................................................................................... 60 mg*
*equivalente à 61,36 mg de fosfato de codeína hemi-hidratado
excipientes q.s.p. .......................................................................................................... .. 1 comprimido
(excipientes: povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, estearato de magnésio).
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Codein é indicado para o alívio da dor moderada.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Codein é um medicamento que age no sistema nervoso central inibindo a sensação de dor e a resposta emocional
relacionada à dor. Codein pertence a uma classe chamada analgésicos opioides.
A ação analgésica de Codein via oral tem início de 30 a 45 minutos após a administração e tem duração de 4 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Codein comprimidos:
- Se você for alérgico à codeína ou a outros opioides.
-Se você estiver com diarreia causada por envenenamento ou associada à colite pseudomembranosa causada por
cefalosporina, lincomicina ou penicilina.
- Se você for dependente de drogas e álcool.
-Se você sentir dificuldades respiratórias ou estiver com problemas emocionais ou problemas no coração, fígado, rins,
intestinos, próstata ou tireoide
- Se você estiver com aumento da pressão intracraniana ou tiver convulsões.
- Se você fez cirurgia recente do trato intestinal ou urinário.
É contraindicado o uso de Codein comprimidos em crianças, recém-nascido e bebês prematuros.
Este medicamento é contraindicado para o uso em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula
de Codein.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Este fármaco pode suprimir os movimentos peristálticos no trato gastrointestinal, sendo contraindicado em pacientes com
obstrução gastrointestinal, especialmente íleo paralítico devido ao risco de agravamento da obstrução.
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Deve-se ter precaução no uso desse medicamento em pacientes com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), cor
pulmonale ou com reserva respiratória diminuída.
Este fármaco pode causar dependência física ou psicológica com o uso crônico.
A suspensão do medicamento pode causar abstinência incluindo ansiedade, tremores, espasmos musculares, sudorese,
rinorreia e delírios paranoicos.
Abuso e dependência – A codeína possui potencial de causar abuso e dependência, principalmente quando seu uso é
prolongado e em altas doses.
Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.
Polimorfismo genético – No corpo, a codeína é convertida em morfina pela enzima CYP2D6. O polimorfismo genético
(pequena variação comum na sequência de DNA de um indivíduo, que gera a formação de proteínas (como as enzimas)
com diferentes variações de ação) dessa enzima resulta na incapacidade de converter codeína em morfina. Sendo assim,
a codeína pode apresentar-se ineficaz em 10% da população caucasiana. Além deste fato, outro tipo de polimorfismo
genético incrementa o metabolismo, tornando a população mais sensível ao efeito da codeína. Alguns pacientes que são
metabolizadores ultrarrápidos da CYP2D6, convertem a codeína em morfina em uma taxa mais rápida do que o normal,
resultando em níveis superiores aos normais de morfina no sangue, podendo conduzir a efeitos tóxicos, tais como
dificuldade de respiração. Recomenda-se que para estes pacientes seja indicado outro tipo de analgésico para evitar o
risco de ineficácia ou de severa toxicidade.
Distúrbios respiratórios relacionados ao sono – Os opioides, grupo de moléculas ao qual a codeína faz parte, podem
causar distúrbios (alterações) relacionados ao sono, incluindo apneia central do sono (ACS; é um distúrbio no qual há
falha no envio de sinais de ação do cérebro para os músculos respiratórios, resultando em múltiplas pausas na respiração
durante o sono) e hipoxemia (redução do nível de oxigênio no sangue) relacionada ao sono. O uso de opioides aumenta
o risco de ACS de forma dependente da dose, ou seja, quanto maior a dose, maior o risco. Em pacientes que apresentem
ACS, a redução da dose total diária de opioides deve ser considerada pelo médico responsável após avaliação do quadro.
Hiperalgesia Induzida por Opioides (HIO) – Condição diferente de tolerância (quando um indivíduo necessita, com o
passar do tempo de uso do medicamento, de doses crescentes de opioide para manter um efeito terapêutico definido). A
HIO é o aumento da dor ou da sensibilidade à dor (indivíduo se torna mais sensível à dor) causada pela exposição a um
opioide. Os sintomas da HIO incluem (mas não se limitam a): aumento dos níveis de dor após o aumento da dose de
opioide, diminuição dos níveis de dor após a redução da dose, ou dor iniciada por estímulos que normalmente não são
dolorosos (fenômeno conhecido por alodínia). Esses sintomas podem indicar a ocorrência de HIO apenas se não houver
evidência de evolução/piora do quadro da doença de base (ex.: opioide usado para tratamento de dor no câncer, ou trauma
ortopédico), tolerância ao opioide, abstinência de opioide ou comportamento aditivo (abuso/vício).
Casos de HIO foram relatados tanto com o uso de curto prazo quanto com o uso prolongado de analgésicos opioides. Se
houver suspeita de HIO, avise seu médico, que avaliará cuidadosamente a redução apropriada da dose do medicamento
opioide. Não reduza a dose ou interrompa o medicamento por conta própria.
Uso odontológico – Analgésico opioide diminui ou inibe a formação de saliva, contribuindo para o desenvolvimento da
cárie, doença periodontal, candidíase oral e certo desconforto.
Gravidez – Deve ser considerado o risco-benefício, uma vez que o analgésico opioide atravessa a placenta.
O uso regular durante a gravidez pode causar dependência física ao feto, causando ao recém-nascido síndrome de
abstinência neonatal: convulsão, irritabilidade, choro excessivo, tremores, febre, vômitos, diarreia.
Em geral, o uso de analgésicos opioides está associado com efeitos adversos no feto, que incluem dependência física,
abstinência, retardo do crescimento e depressão respiratória neonatal, malformações do trato respiratório, hérnia inguinal
e umbilical estenose do piloro, defeitos do sistema circulatório e cardíaco, fenda palatina e lábio leporino e hidrocefalia,
embora não se tenha estabelecida uma relação causal entre estas malformações e o uso de opioides.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Trabalho de parto – O uso de analgésico durante o trabalho de parto pode causar depressão respiratória no recém-
nascido.
Lactação – O fosfato de codeína é excretado no leite materno. A relação risco-benefício deve ser considerada, uma vez
que para algumas mães que são metabolizadoras ultrarrápidas da codeína em morfina, pode haver risco de morte para o
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lactente. Desta forma, ao prescrever codeína a uma lactante, deve-se selecionar a menor dose possível pelo menor tempo
possível e monitorar de perto mãe e lactente. As lactantes devem entrar em contato com o médico ao perceber sinais nelas
mesmas, como extrema sonolência, dificuldade para cuidar do bebê e no lactente, como aumento da sonolência, fraqueza,
dificuldade para mamar ou respirar. Estes sinais podem ser indício de alto níveis de morfina no organismo. Se você estiver
amamentando somente deverá utilizar Codein se o benefício justificar o risco potencial.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou
cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Uso em crianças – Codein comprimidos não é adequado para uso pediátrico. Ocorreram mortes de pacientes após
adenoidectomia (remoção cirúrgica das adenoides) e amidalectomia (remoção cirúrgica das amigdalas) em crianças com
apneia obstrutiva do sono (distúrbio do sono, em que a respiração é repetidamente interrompida e retomada) que
receberam codeína. Isto pode ter sido resultado da conversão rápida de codeína em morfina no corpo, uma vez que há
evidências de que estes pacientes eram metabolizadores ultrarrápidos de codeína. Codein solução oral e solução injetável
estão contraindicados para o tratamento da dor em crianças menores de 12 anos e em menores de 18 anos para o controle
da dor pós-operatória da adenoidectomia e amidalectomia. Codein comprimidos é indicado apenas para uso adulto. A
codeína deve ser utilizada apenas quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
Uso em idosos – Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e
eliminação são mais lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses.
Pacientes idosos geralmente com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam
retenção urinária quando fazem uso de analgésico opioide.
Insuficiência renal – Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal.
Começar na menor dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem
necessitar de ajuste de dose. Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal,
porém não relacionado à idade. Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína.
Sugere-se que sejam reduzidas as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a
probabilidade de toxicidade e maximizar a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática – Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência
hepática. Iniciar com a menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja
necessária.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas – A codeína pode afetar as habilidades mentais e /
ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir um carro ou operar máquinas. Dessa
forma, deve-se ter cautela ao realizar estas atividades com a utilização de Codein.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
Informação relacionada ao doping – A codeína não está presente na lista de substâncias proibidas da agência mundial
antidoping (AMA), Comitê Olímpico Internacional (COI) e Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e seu uso não caracteriza
doping. Contudo, ao ingerir codeína, no corpo ela irá se transformar em morfina, que se presente na urina pode gerar um
resultado positivo e ser sugestivo de doping.
Interações medicamentosas
Os efeitos depressores da codeína são potencializados pela administração concomitante de outros depressores do sistema
nervoso central como o álcool, sedativos, anti-histamínicos ou fármacos psicotrópicos.
A quinidina pode inibir os efeitos analgésicos da codeína por impedir sua metabolização.
O uso concomitante de anticolinérgicos e codeína pode produzir íleo paralítico.
Abaixo consta um quadro expositivo das interações medicamento-planta medicinal; interações medicamento-substância
química, interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial e as interações medicamentos-doenças:
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Tipo de efeito Gravidade
Menor Moderada Importante
Interação medicamento - medicamento 1
Aumento das concentrações
plasmáticas do substrato CYP2D6
abiraterona,
desvenlafaxina,
eliglustate
bupropiona, darunavir, paroxetina
Aumento do prejuízo da função
cognitiva e habilidades motoras,
aumento do risco (e/ou efeito
aditivo) de depressão do SNC,
depressão respiratória,
hipotensão, sedação excessiva e
síncope
loxapina alfentanila, alprazolam, anileridina,
baclofen, bromazepam,
carbinoxamina, carisoprodol,
cetazolam, clobazam, clonazepam,
clorazepato, clordiazepóxido,
clorzoxazona, dantroleno, diazepam,
estazolam, etclorvinol, fentanila,
flibanserina, flunitrazepam,
flurazepam, halazepam, hidrato de
cloral, hidrocodona, hidromorfona,
lorazepam, lormetazepam,
meclizina, medazepam, mefenesina,
mefobarbital, meperidina,
meprobamato, metadona,
metaxalona, metocarbamol,
metoexital, midazolam, morfina,
nitrazepam, ópio, orfenadrina,
oxazepam, oxibato de sódio,
oxicodona, oximorfona, pentazocina,
prazepam, propoxifeno, quazepam,
remifentanila, sufentanila, sulfato de
morfina lipossomal, suvorexanto,
temazepam, tizanidina, triazolam
Diminuição das concentrações
plasmáticas dos metabólitos
ativos da codeína e redução dos
efeitos analgésicos.
quinidina locarserina,
mirabegrona
Diminuição do limiar de
convulsão.
donepezila
Efeito no uso crônico:
precipitação de sintomas de
abstinência (cólicas abdominais,
náuseas, vômitos, lacrimejamento,
rinorreia, ansiedade, inquietação,
elevação da temperatura ou
piloereção).
Efeito no uso agudo: depressão do
SNC aditiva e aumento do risco
de depressão respiratória.
buprenorfina, butalbital, dezocina,
meptazinol, nalbufina
Precipitação de sintomas de
abstinência a opioides;
diminuição da eficácia do opioide.
naltrexona (contraindicado o uso
concomitante)
Depressão respiratória (respiração
muito lenta, superficial ou
completamente interrompida),
hipotensão (pressão baixa),
sedação profunda, coma ou morte.
gabapentina, pregabalina
Interações medicamento - planta medicinal 1
-- 5 of 35 --
Aumento do risco de depressão do
SNC
kava, valeriana
Redução da eficácia analgésica
opioide
ginseng
Interação medicamento - substância química 1
Aumento da sedação etanol
Interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
Doseamento de morfina em exames antidoping 2
Doseamento de amilase e lipase 3
Interações medicamento-doenças 4
Motilidade gastrointestinal
prejudicada, diarreia infecciosa,
doença hepática, prematuros,
disfunção renal, intoxicação
aguda por com álcool,
dependência a drogas, hipotensão,
trauma craniano, tumor cerebral,
desordem cerebral vascular,
depressão respiratória.
x
Insuficiência adrenal, espasmo
biliar, hipotireoidismo, distúrbios
convulsivos, retenção urinária,
arritmias.
x
1. Micromedex® Solutions. Ann Arbor (MI): Truven Health Analytics Inc.; 2016. Codeine: Drug Interacions; [38 páginas].
2. Kolen FC. Bundel Sport & Retch. Deventer: Kluwer; 2004.
3. Drugs. Codeine Disease Interactions. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016]. Disponível em:
http://www.drugs.com/disease-interactions/codeine.html
4. Drugs. Codeine Sulfate FDA prescribing information, side effects and uses. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016].
Disponível em: http://www.drugs.com/pro/codeine-sulfate.html
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Codein comprimidos deve ser conservado na embalagem fechada. Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30
ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspectos físicos e organolépticos
Comprimido de 30 mg: Comprimido branco a levemente amarelado plano, sulcado, com 7 mm de diâmetro.
Comprimido de 60 mg: Comprimido branco a levemente amarelado plano, sulcado, com 9,5 mm de diâmetro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Administração oral para adultos:
-- 6 of 35 --
A dose usual para adultos é de 30 mg (de 15 a 60 mg), a cada 4 ou 6 horas, para obtenção do efeito analgésico.
O limite de administração é de até 360 mg/dia.
Duração do tratamento
Você deve tomar o medicamento pelo tempo recomendado pelo seu médico de acordo como tipo de dor que você tem, se
é uma dor que dura poucos dias (como a dor após uma cirurgia) ou se é uma dor contínua (que dura mais que um mês).
Se você sentir qualquer evento adverso que consta nesta bula ou se a dor não melhorar, procure seu médico para uma
nova avaliação. Ele irá decidir a melhor conduta a ser realizada, como por exemplo ajuste de dose ou substituição do
medicamento.
Uso em crianças
Codein comprimidos não é adequado para uso pediátrico. Ocorreram mortes de pacientes após adenoidectomia (remoção
cirúrgica das adenoides) e amidalectomia (remoção cirúrgica das amigdalas) em crianças com apneia obstrutiva do sono
(distúrbio do sono, em que a respiração é repetidamente interrompida e retomada) que receberam codeína. Isto pode ter
sido resultado da conversão rápida de codeína em morfina no corpo, uma vez que há evidências de que estes pacientes
eram metabolizadores ultrarrápidos de codeína. Codein solução oral e solução injetável estão contraindicados para o
tratamento da dor em crianças menores de 12 anos e em menores de 18 anos para o controle da dor pós-operatória da
adenoidectomia e amidalectomia. Codein comprimidos é indicado apenas para uso adulto. A codeína deve ser utilizada
apenas quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
Uso em idosos
Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e eliminação são mais
lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses. Pacientes idosos geralmente
com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam retenção urinária quando fazem
uso de analgésico opioide.
Insuficiência renal
Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal. Começar na menor
dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem necessitar de ajuste de dose.
Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal, porém não relacionado à idade.
Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína. Sugere-se que sejam reduzidas
as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a probabilidade de toxicidade e maximizar
a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática
Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência hepática. Iniciar com a
menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja necessária.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer uma dose de codeína, tome-a o mais rapidamente possível. No entanto, se estiver quase na hora para
tomar sua dose seguinte, saltar a dose esquecida e voltar para a sua programação de dose regular. Não duplique as doses.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Você deve procurar o seu médico caso você apresente sinais de reações adversas além daquelas normalmente esperadas.
As reações mais comuns da codeína são dores abdominais e sonolência. Você deve relatar qualquer destes sintomas para
seu médico.
Reações adversas muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sudorese,
obstipação, náuseas, vômitos, tontura e vertigem, sedação, sonolência e dispneia.
Reações adversas raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação
anafilática.
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Reações adversas com frequências desconhecidas:
- Sem informações detalhadas: náuseas e vômitos, espasmo no esfíncter de Oddi, miastenia gravis, delírio, disfunção
sexual, urticária e vasodilatação provavelmente relacionada à liberação de histamina.
- Ocorrências: hipotensão, síncope, prurido, rash, hipocalcemia, obstrução intestinal, pancreatite, reação de
sensibilidade cruzada, reação de hipersensibilidade, rash escarlatiniforme, pressão do líquido cefalorraquidiano
aumentada, comprometimento da performance psicomotora, mioclonia, convulsão, ansiedade, disforia, euforia,
edema pulmonar e óbito (por depressão respiratória em casos específicos).
- Relato de caso: transtorno psicótico, alucinações visuais e auditivas, insuficiência renal aguda, cólica renal,
oligúria/anúria, poliúria com sede, nefrite intersticial aguda, depressão respiratória.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A administração de uma dose maior que a indicada é caracterizada pela depressão respiratória com ou sem depressão do
sistema nervoso central além de outros sintomas como: sonolência, erupção na pele, vômitos, coceira, inchaço da pele.
O tratamento da superdose consiste em assegurar e manter as vias aéreas livres, auxiliar a ventilação com oxigênio e/ou
sistema de ventilação assistida ou controlada.
O antídoto específico é a naloxona, na dose de 0,4 a 2 mg administrados intravenosamente e com respiração assistida. A
dose de naloxona pode ser repetida num intervalo de 2 a 3 minutos se necessário.
No caso de superdose por ingestão oral da codeína, proceder com o esvaziamento do estômago através de uma lavagem
gástrica.
Em caso de superdose procure imediatamente assistência médica.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS:
Registro: 1.0298.0199
Farm. Resp.: José Carlos Módolo - CRF-SP N.º 10.446
Registrado e Produzido por:
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
Rodovia Itapira-Lindoia, km 14 – Itapira – SP
CNPJ n.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 24/03/2026.
R_0199_05
-- 8 of 35 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações relacionadas
24/03/2026 -
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
Bula do Profissional:
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
VP/VPS
30 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
60 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
24/11/2025 1522398/25-2
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
III - Dizeres Legais
Bula do Profissional:
5. Advertências e precauções
III - Dizeres Legais
VP/VPS
30 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
60 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
11/12/2024 1693854/24-4
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
15/06/2022 4300604/22-3
10993 - RDC 73/2016 - NOVO -
Mudança maior de excipiente
para formas farmacêuticas sólidas
11/11/2024
Bula do Paciente:
I – Identificação do Medicamento
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
III - Dizeres Legais
Bula do Profissional:
I - Identificação do Medicamento
4. Contraindicações
5. Advertências e precauções
VP/VPS
30 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
60 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
-- 9 of 35 --
7. Cuidados de armazenamento
III - Dizeres Legais
01/02/2022 0402333/22-5
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------
Bula do Paciente:
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
Bula do Profissional:
7. Cuidados de Armazenamento
VP / VPS
30 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
60 mg em embalagem com 12 ou 30
comprimidos
26/10/2021 4229053/21-5
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
07/06/2021 2192607/21-7
RDC 73/2016 – NOVO –
Inclusão de nova apresentação
restrita ao número de unidades
farmacotécnicas
12/07/2021
Bula do Paciente:
I – Identificação do Medicamento
Bula do Profissional:
I – Identificação do Medicamento
VPS 30 mg em embalagem com 12
60 mg em embalagem com 12
02/03/2021 0825012/21-0
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------ Bula do Profissional:
9. Reações adversas VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
60 mg em embalagem com 30 comprimidos
28/09/2017 2037938/17-2
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
09/09/2016 2277975/16-2
1464 MEDICAMENTO NOVO –
Renovação de Registro de
Medicamento Novo
17/07/2017
Bula do Paciente:
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
8. Quais males que este medicamento
pode me causar?
Bula do Profissional:
2. Resultado da eficácia
4. Contraindicações
5. advertência e precauções
6. Interações medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
VP / VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
60 mg em embalagem com 30 comprimidos
05/12/2016 2559287/16-4
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
04/11/2016 2462449/16-3
10197 – MEDICAMENTO
NOVO - Alteração menor de
excipiente
04/11/2016
I. Identificação do medicamento;
3. Quando não devo usar este
medicamento;
VP / VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
-- 10 of 35 --
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
5.Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
27/06/2014 0505567/14-9
10540 –
MEDICAMENTO
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------ Inserção da restrição de venda no texto
de bula VP / VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
60 mg em embalagem com 30 comprimidos
26/06/2014 0504114/14-7
10540 –
MEDICAMENTO
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------
Unificação das bulas de todas as
apresentações/
formas farmacêuticas
VP / VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
60 mg em embalagem com 30 comprimidos
25/06/2014 0501686/14-0
10457 –
MEDICAMENTO
SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------ Todos os itens foram alterados para
adequação à RDC 47/09 VP / VPS 30 mg em embalagem com 30 comprimidos
60 mg em embalagem com 30 comprimidos
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Codein
fosfato de codeína
Solução Oral 3 mg/mL
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
CODEIN
fosfato de codeína
APRESENTAÇÕES
Solução oral de:
3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de 120 mL + dosador.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS
Composição:
Cada mL de solução oral contém:
fosfato de codeína ....................................................................................................................... 3 mg *
*equivalente à 3,07 mg de fosfato de codeína hemi-hidratado
veículo q.s.p. .............................................................................................................. .................. 1 mL
(Veículo: sacarose, sacarina sódica, benzoato de sódio, edetato dissódico, cloreto de sódio, glicerol, corante vermelho de
ponceau, aroma framboesa, água purificada)
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Codein é indicado para o alívio da dor moderada.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Codein é um medicamento que age no sistema nervoso central inibindo a sensação de dor e a resposta emocional
relacionada à dor. Codein pertence a uma classe chamada analgésicos opioides.
A ação analgésica de Codein via oral tem início de 30 a 45 minutos após a administração e tem duração de 4 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Codein solução oral:
Se você for alérgico à codeína ou a outros opioides
- Se você estiver com diarreia associada à colite pseudomembranosa causada por cefalosporina, lincomicina ou penicilina.
-Se você estiver com diarreia causada por envenenamento ou for dependente de drogas e álcool.
-Se você sentir dificuldades respiratórias ou estiver com problemas emocionais ou problemas no coração, fígado, rins,
intestinos, próstata ou tireoide também não deve utilizar Codein.
- Se você estiver com aumento da pressão intracraniana ou tiver convulsões.
- Se você fez cirurgia recente do trato intestinal ou urinário.
É contraindicado o uso de Codein solução oral em recém-nascido e bebês prematuros. Também é contraindicado para
todas as crianças menores de 12 anos de idade e para controle da dor pós-operatória em crianças menores de 18 anos após
tonsilectomia e/ou adenoidectomia (ver item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Este medicamento é contra-indicado para o uso em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula
de Codein.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Este fármaco pode suprimir os movimentos peristálticos no trato gastrointestinal, sendo contraindicado em pacientes com
obstrução gastrointestinal, especialmente íleo paralítico devido ao risco de agravamento da obstrução.
Deve-se ter precaução no uso desse medicamento em pacientes com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), cor
pulmonale ou com reserva respiratória diminuída.
Este fármaco pode causar dependência física ou psicológica com o uso crônico.
A suspensão do medicamento pode causar abstinência incluindo ansiedade, tremores, espasmos musculares, sudorese,
rinorreia e delírios paranoicos.
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Abuso e dependência – A codeína possui potencial de causar abuso e dependência, principalmente quando seu uso é
prolongado e em altas doses.
Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.
Polimorfismo genético – No corpo, a codeína é convertida em morfina pela enzima CYP2D6. O polimorfismo genético
(pequena variação comum na sequência de DNA de um indivíduo, que gera a formação de proteínas (como as enzimas)
com diferentes variações de ação) dessa enzima resulta na incapacidade de converter codeína em morfina. Sendo assim,
a codeína pode apresentar-se ineficaz em 10% da população caucasiana. Além deste fato, outro tipo de polimorfismo
genético incrementa o metabolismo, tornando a população mais sensível ao efeito da codeína. Alguns pacientes que são
metabolizadores ultrarrápidos da CYP2D6, convertem a codeína em morfina em uma taxa mais rápida do que o normal,
resultando em níveis superiores aos normais de morfina no sangue, podendo conduzir a efeitos tóxicos, tais como
dificuldade de respiração. Recomenda-se que para estes pacientes seja indicado outro tipo de analgésico para evitar o
risco de ineficácia ou de severa toxicidade.
Distúrbios respiratórios relacionados ao sono – Os opioides, grupo de moléculas ao qual a codeína faz parte, podem
causar distúrbios (alterações) relacionados ao sono, incluindo apneia central do sono (ACS; é um distúrbio no qual há
falha no envio de sinais de ação do cérebro para os músculos respiratórios, resultando em múltiplas pausas na respiração
durante o sono) e hipoxemia (redução do nível de oxigênio no sangue) relacionada ao sono. O uso de opioides aumenta
o risco de ACS de forma dependente da dose, ou seja, quanto maior a dose, maior o risco. Em pacientes que apresentem
ACS, a redução da dose total diária de opioides deve ser considerada pelo médico responsável após avaliação do quadro.
Hiperalgesia Induzida por Opioides (HIO) – Condição diferente de tolerância (quando um indivíduo necessita, com o
passar do tempo de uso do medicamento, de doses crescentes de opioide para manter um efeito terapêutico definido). A
HIO é o aumento da dor ou da sensibilidade à dor (indivíduo se torna mais sensível à dor) causada pela exposição a um
opioide. Os sintomas da HIO incluem (mas não se limitam a): aumento dos níveis de dor após o aumento da dose de
opioide, diminuição dos níveis de dor após a redução da dose, ou dor iniciada por estímulos que normalmente não são
dolorosos (fenômeno conhecido por alodínia). Esses sintomas podem indicar a ocorrência de HIO apenas se não houver
evidência de evolução/piora do quadro da doença de base (ex.: opioide usado para tratamento de dor no câncer, ou trauma
ortopédico), tolerância ao opioide, abstinência de opioide ou comportamento aditivo (abuso/vício).
Casos de HIO foram relatados tanto com o uso de curto prazo quanto com o uso prolongado de analgésicos opioides. Se
houver suspeita de HIO, avise seu médico, que avaliará cuidadosamente a redução apropriada da dose do medicamento
opioide. Não reduza a dose ou interrompa o medicamento por conta própria.
Uso odontológico – Analgésico opioide diminui ou inibe a formação de saliva, contribuindo para o desenvolvimento da
cárie, doença periodontal, candidíase oral e certo desconforto.
Gravidez – Se você estiver grávida somente deverá utilizar codeína se o benefício justificar o risco potencial. O uso
regular durante a gravidez pode causar dependência física ao feto, causando ao recém-nascido síndrome de abstinência
neonatal: convulsão, irritabilidade, choro excessivo, tremores, febre, vômitos e diarreia.
Em geral, o uso de analgésicos opioides está associado com efeitos adversos no feto, que incluem dependência física,
abstinência, retardo do crescimento e depressão respiratória neonatal, malformações do trato respiratório, hérnia inguinal
e umbilical estenose do piloro, defeitos do sistema circulatório e cardíaco, fenda palatina e lábio leporino e hidrocefalia,
embora não se tenha estabelecida uma relação causal entre estas malformações e o uso de opioides.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Trabalho de parto – O uso de analgésico durante o trabalho de parto pode causar depressão respiratória no recém-
nascido.
Lactação – O fosfato de codeína é excretado no leite materno. A relação risco-benefício deve ser considerada, uma vez
que para algumas mães que são metabolizadoras ultrarrápidas da codeína em morfina, pode haver risco de morte para o
lactente. Desta forma, ao prescrever codeína a uma lactante, deve-se selecionar a menor dose possível pelo menor tempo
possível e monitorar de perto mãe e lactente. As lactantes devem entrar em contato com o médico ao perceber sinais nelas
mesmas, como forte sonolência, dificuldade para cuidar do bebê e no lactente, como aumento da sonolência, fraqueza,
dificuldade para mamar ou respirar. Estes sinais podem ser indício de altos níveis de morfina no organismo. Se você
estiver amamentando somente deverá utilizar Codein se o benefício justificar o risco potencial.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou
cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
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Uso em crianças – Crianças são mais susceptíveis aos efeitos de codeína administrado via oral, principalmente os de
depressão respiratória. Ocorreram mortes de pacientes após adenoidectomia (remoção cirúrgica das adenoides) e
amidalectomia (remoção cirúrgica das amigdalas) em crianças com apneia obstrutiva do sono (distúrbio do sono, em que
a respiração é repetidamente interrompida e retomada) que receberam codeína. Isto pode ter sido resultado da conversão
rápida de codeína em morfina no corpo, uma vez que há evidências de que estes pacientes eram metabolizadores
ultrarrápidos de codeína. Codein solução oral está contraindicado para o tratamento da dor em crianças menores de 12
anos e em menores de 18 anos para o controle da dor pós-operatória da adenoidectomia e amidalectomia. A codeína deve
ser utilizada apenas quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
Uso em idosos – Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e
eliminação são mais lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses.
Pacientes idosos geralmente com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam
retenção urinária quando fazem uso de analgésico opioide.
Insuficiência renal – Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal.
Começar na menor dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem
necessitar de ajuste de dose. Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal,
porém não relacionado à idade. Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína.
Sugere-se que sejam reduzidas as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a
probabilidade de toxicidade e maximizar a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática – Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência
hepática. Iniciar com a menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja
necessária.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas – A codeína pode afetar as habilidades mentais e /
ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir um carro ou operar máquinas. Dessa
forma, deve-se ter cautela ao realizar estas atividades com a utilização de Codein.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
Informação relacionada ao doping – A codeína não está presente na lista de substâncias proibidas da agência mundial
antidoping (AMA), Comitê Olímpico Internacional (COI) e Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e seu uso não caracteriza
doping. Contudo, ao ingerir codeína, no corpo ela irá se transformar em morfina, que se presente na urina pode gerar um
resultado positivo e ser sugestivo de doping.
Interações medicamentosas.
Os efeitos depressores da codeína são potencializados pela administração concomitante de outros depressores do sistema
nervoso central como o álcool, sedativos, anti-histamínicos ou fármacos psicotrópicos.
A quinidina pode inibir os efeitos analgésicos da codeína por impedir sua metabolização.
O uso concomitante de anticolinérgicos e codeína pode produzir íleo paralítico.
Abaixo consta um quadro expositivo das interações medicamento-planta medicinal; interações medicamento-substância
química, interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial e as interações medicamentos-doenças:
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Tipo de efeito Gravidade
Menor Moderada Importante
Interação medicamento - medicamento 1
Aumento das concentrações
plasmáticas do substrato CYP2D6
abiraterona,
desvenlafaxina,
eliglustate
bupropiona, darunavir, paroxetina
Aumento do prejuízo da função
cognitiva e habilidades motoras,
aumento do risco (e/ou efeito aditivo)
de depressão do SNC, depressão
respiratória, hipotensão, sedação
excessiva e síncope
loxapina alfentanila, alprazolam, anileridina,
baclofen, bromazepam, carbinoxamina,
carisoprodol, cetazolam, clobazam,
clonazepam, clorazepato, clordiazepóxido,
clorzoxazona, dantroleno, diazepam,
estazolam, etclorvinol, fentanila,
flibanserina, flunitrazepam, flurazepam,
halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona,
hidromorfona, lorazepam, lormetazepam,
meclizina, medazepam, mefenesina,
mefobarbital, meperidina, meprobamato,
metadona, metaxalona, metocarbamol,
metoexital, midazolam, morfina,
nitrazepam, ópio, orfenadrina, oxazepam,
oxibato de sódio, oxicodona, oximorfona,
pentazocina, prazepam, propoxifeno,
quazepam, remifentanila, sufentanila,
sulfato de morfina lipossomal, suvorexanto,
temazepam, tizanidina, triazolam
Diminuição das concentrações
plasmáticas dos metabólitos ativos da
codeína e redução dos efeitos
analgésicos.
quinidi
na
locarserina,
mirabegrona
Diminuição do limiar de convulsão. donepezila
Efeito no uso crônico: precipitação de
sintomas de abstinência (cólicas
abdominais, náuseas, vômitos,
lacrimejamento, rinorreia, ansiedade,
inquietação, elevação da temperatura
ou piloereção).
Efeito no uso agudo: depressão do
buprenorfina, butalbital, dezocina,
meptazinol, nalbufina
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SNC aditiva e aumento do risco de
depressão respiratória.
Precipitação de sintomas de
abstinência a opioides; diminuição da
eficácia do opioide.
naltrexona (contraindicado o uso
concomitante)
Depressão respiratória (respiração
muito lenta, superficial ou
completamente interrompida),
hipotensão (pressão baixa), sedação
profunda, coma ou morte.
gabapentina, pregabalina
Interações medicamento - planta medicinal 1
Aumento do risco de depressão do
SNC
kava, valeriana
Redução da eficácia analgésica
opioide
ginseng
Interação medicamento - substância química 1
Aumento da sedação etanol
Interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
Doseamento de morfina em exames antidoping 2
Doseamento de amilase e lipase 3
Interações medicamento-doenças 4
Motilidade gastrointestinal
prejudicada, diarreia infecciosa,
doença hepática, prematuros,
disfunção renal, intoxicação aguda
por com álcool, dependência a
drogas, hipotensão, trauma craniano,
tumor cerebral, desordem cerebral
vascular, depressão respiratória.
x
Insuficiência adrenal, espasmo biliar,
hipotireoidismo, distúrbios
convulsivos, retenção urinária,
arritmias.
x
1. Micromedex® Solutions. Ann Arbor (MI): Truven Health Analytics Inc.; 2016. Codeine: Drug Interacions; [38 páginas].
2. Kolen FC. Bundel Sport & Retch. Deventer: Kluwer; 2004.
-- 17 of 35 --
3. Drugs. Codeine Disease Interactions. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016]. Disponível em:
http://www.drugs.com/disease-interactions/codeine.html
4. Drugs. Codeine Sulfate FDA prescribing information, side effects and uses. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016].
Disponível em: http://www.drugs.com/pro/codeine-sulfate.html
Atenção: Contém 250 mg de sacarose (tipo de açúcar)/mL. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose e por pessoas
com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Atenção: Contém o corante vermelho de ponceau.
Este produto contém benzoato de sódio, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas
alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Este medicamento contém 1,55 mg de sódio/mL. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento
para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.
Contém sacarina sódica (edulcorante).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Codein solução oral deve ser conservado na embalagem fechada. Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30
ºC). Proteger da luz. Não congelar.
Após aberto, válido por 20 dias.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspectos físicos e organolépticos
Solução vermelha, límpida, com odor característico de framboesa, isenta de partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Codein solução oral é indicado para uso oral (ingerido pela boca).
O uso deste medicamento por outras vias pode causar a perda do efeito esperado e promover danos ao seu
usuário.
Cada mL de Codein solução oral contém 3 mg do medicamento.
Desta forma, a dose prescrita pelo médico corresponde a um volume de solução.
Observar que o dosador permite que sejam medidos 5 mL por vez.
Administração oral para adultos:
A dose usual para adultos é de 30 mg (de 15 mg a 60 mg), a cada 4 ou 6 horas, para obtenção do efeito analgésico.
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Dose 15 mg 30 mg 60 mg
Volume
correspondente 5,0 mL 10 mL 20 mL
O limite de administração é de até 360 mg/dia.
Administração oral para crianças:
Seu médico durante a consulta fará a prescrição baseada no peso da criança. Assim, siga corretamente suas orientações.
A dose recomendada para crianças e adolescentes para obtenção de ação analgésica deve ser de 0,5 – 1 mg/kg a cada 4
ou 6 horas. A dose e volume correspondente prescritos devem estar dentro da faixa de dose recomendada. Por exemplo,
para uma criança de 10 kg a dose será de 5,0 mg (ou 1,7 mL) a 10,0 mg (ou 3,3 mL).
Dose máxima diária: 60 mg.
INSERÇÃO DO ADAPTADOR DO FRASCO
1. Separe o frasco a ser utilizado e o envelope contendo dosador oral e
adaptador.
2. Remova a tampa do frasco.
3. Encaixe o adaptador no gargalo do frasco.
4. Uma vez encaixado, não é necessário remover o adaptador do frasco.
USO DO DOSADOR ORAL
1. Remova a tampa do dosador.
2. Insira a ponta do dosador firmemente na abertura do adaptador.
3. Vire o conjunto inteiro (frasco e dosador) de cabeça para baixo.
4. Puxe o êmbolo do dosador até que a quantidade desejada de medicamento
seja alcançada.
5. Retorne o conjunto para a posição original e retire cuidadosamente o dosador
do frasco.
6. A medicação poderá ser administrada diretamente do dosador ou ser trans-
ferida para um copo antes da dispensação.
7. Não misture Codein solução oral com nenhum outro líquido antes da
dispensação.
Obs.: Se a quantidade de Codein solução oral a ser administrada for superior
a 5 mL, repita o procedimento retirando do frasco a dose complementar de
medicação.
IMPORTANTE: Lavar cuidadosamente a seringa dosadora com água corrente para a próxima utilização. Caso
dispensar a medicação diretamente com a seringa dosadora, inutilizá-la após o uso.
Duração do tratamento
Você deve tomar o medicamento pelo tempo recomendado pelo seu médico de acordo como tipo de dor que você tem, se
é uma dor que dura poucos dias (como a dor após uma cirurgia) ou se é uma dor contínua (que dura mais que um mês).
Se você sentir qualquer evento adverso que consta nesta bula ou se dor não melhorar, procure seu médico para uma nova
avaliação. Ele irá decidir a melhor conduta a ser realizada, como por exemplo ajuste de dose ou substituição do
medicamento.
Uso em crianças
Crianças são mais susceptíveis aos efeitos de codeína administrado via oral, principalmente os de depressão respiratória.
Ocorreram mortes de pacientes após adenoidectomia (remoção cirúrgica das adenoides) e amidalectomia (remoção
cirúrgica das amigdalas) em crianças com apneia obstrutiva do sono (distúrbio do sono, em que a respiração é
repetidamente interrompida e retomada) que receberam codeína. Isto pode ter sido resultado da conversão rápida de
codeína em morfina no corpo, uma vez que há evidências de que estes pacientes eram metabolizadores ultrarrápidos de
codeína. Codein solução oral está contraindicado para o tratamento da dor em crianças menores de 12 anos e em menores
de 18 anos para o controle da dor pós-operatória da adenoidectomia e amidalectomia. A codeína deve ser utilizada apenas
quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
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Uso em idosos
Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e eliminação são mais
lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses.
Pacientes idosos geralmente com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam
retenção urinária quando fazem uso de analgésico opioide.
Insuficiência renal
Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal. Começar na menor
dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem necessitar de ajuste de dose.
Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal, porém não relacionado à idade.
Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína. Sugere-se que sejam reduzidas
as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a probabilidade de toxicidade e maximizar
a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática
Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência hepática. Iniciar com a
menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja necessária.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer uma dose de codeína, tome-a o mais rapidamente possível. No entanto, se estiver quase na hora para
tomar sua dose seguinte, saltar a dose esquecida e voltar para a sua programação de dose regular. Não duplique as doses.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Você deve procurar o seu médico caso você apresente sinais de reações adversas além daquelas normalmente esperadas.
As reações mais comuns da codeína são dores abdominais e sonolência. Você deve relatar qualquer destes sintomas para
seu médico.
Reações adversas muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sudorese,
obstipação, náuseas, vômitos, tontura e vertigem, sedação, sonolência e dispneia.
Reações adversas raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação
anafilática.
Reações adversas com frequências desconhecidas:
- Sem informações detalhadas: náuseas e vômitos, espasmo no esfíncter de Oddi, miastenia gravis, delírio, disfunção
sexual, urticária e vasodilatação provavelmente relacionada à liberação de histamina.
- Ocorrências: hipotensão, síncope, prurido, rash, hipocalcemia, obstrução intestinal, pancreatite, reação de
sensibilidade cruzada, reação de hipersensibilidade, rash escarlatiniforme, pressão do líquido cefalorraquidiano
aumentada, comprometimento da performance psicomotora, mioclonia, convulsão, ansiedade, disforia, euforia,
edema pulmonar e óbito (por depressão respiratória em casos específicos).
- Relato de caso: transtorno psicótico, alucinações visuais e auditivas, insuficiência renal aguda, cólica renal,
oligúria/anúria, poliúria com sede, nefrite intersticial aguda, depressão respiratória.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A administração de uma dose maior que a indicada é caracterizada pela depressão respiratória com ou sem depressão do
sistema nervoso central além de outros sintomas como: sonolência, erupção na pele, vômitos, coceira, inchaço da pele.
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O tratamento da superdose consiste em assegurar e manter as vias aéreas livres, auxiliar a ventilação com oxigênio e/ou
sistema de ventilação assistida ou controlada.
O antídoto específico é a naloxona, na dose de 0,4 a 2 mg administrados intravenosamente e com respiração assistida. A
dose de naloxona pode ser repetida num intervalo de 2 a 3 minutos se necessário.
No caso de superdose por ingestão oral da codeína, proceder ao esvaziamento do estômago através de uma lavagem
gástrica.
Em caso de superdose procure imediatamente assistência médica.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS:
Registro: 1.0298.0199
Farm. Resp.: José Carlos Módolo - CRF-SP N.º 10.446
Registrado e Produzido por:
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
Rodovia Itapira-Lindoia, km 14 – Itapira – SP
CNPJ n.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 24/03/2026.
R_0199_02
-- 21 of 35 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações relacionadas
24/03/2026 -
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
Bula do Profissional:
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
VP/VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
24/11/2025 1522398/25-2
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
III - Dizeres Legais
Bula do Profissional:
4. Contraindicações
5. Advertências e precauções
III - Dizeres Legais
VP/VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
11/12/2024 1693854/24-4
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
I - Identificação do Medicamento
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
III - Dizeres Legais
Bula do Profissional:
I - Identificação do Medicamento
VP/VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
-- 22 of 35 --
4. Contraindicações
5. Advertências e precauções
7. Cuidados de armazenamento
III - Dizeres Legais
02/03/2021 0825012/21-0
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - - Bula do Profissional:
9. Reações adversas VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
28/09/2017 2037938/17-2
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
09/09/2016 2277975/16-2
1464 MEDICAMENTO NOVO –
Renovação de Registro de
Medicamento Novo
17/07/2017
Bula do Paciente:
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
8. Quais males que este medicamento
pode me causar?
Bula do Profissional:
2. Resultado da eficácia
4. Contraindicações
5. advertência e precauções
6. Interações medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
VP / VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
26/06/2014 0504114/14-7
10540 –
MEDICAMENTO
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
- - - -
Unificação das bulas de todas as
apresentações/
formas farmacêuticas
VP / VPS 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de
120 mL + dosador
-- 23 of 35 --
Codein
fosfato de codeína
Solução Injetável 30 mg/mL
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
-- 24 of 35 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
CODEIN
fosfato de codeína
APRESENTAÇÕES
Solução injetável de:
30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas de 2 mL.
USO INTRAMUSCULAR E SUBCUTÂNEO
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS
Composição:
Cada mL de solução injetável contém:
fosfato de codeína ....................................................................................................................... 30 mg **equivalente à
30,68 mg de fosfato de codeína hemi-hidratado
veículo estéril q.s.p. ...................................................................................................... ............... 1 mL
(veículo estéril: ácido fosfórico, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, água para injetáveis).
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Codein é indicado para o alívio da dor moderada.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Codein é um medicamento que age no sistema nervoso central inibindo a sensação de dor e a resposta emocional
relacionada à dor. Codein pertence a uma classe chamada analgésicos opioides.
A ação analgésica de Codein por via parenteral tem início de 10 a 30 minutos após a administração e tem duração de 4
horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Codein solução injetável:
- Se você for alérgico à codeína ou a outros opioides;
- Se você estiver com diarreia causada por envenenamento ou associada à colite pseudomembranosa causada por
cefalosporina, lincomicina ou penicilina;
- Se você sentir dificuldades respiratórias;
- Se você for dependente de drogas e álcool;
- Se você estiver com problemas emocionais ou problemas no coração, fígado, rins, intestinos, próstata ou tireoide;
- Se você estiver com aumento da pressão intracraniana ou tiver convulsões;
- Se você fez cirurgia recente do trato intestinal ou urinário.
É contraindicado o uso de Codein solução injetável em recém-nascido e bebês prematuros. Também é contraindicado
para todas as crianças menores de 12 anos de idade e para controle da dor pós-operatória em crianças menores de 18 anos
após tonsilectomia e/ou adenoidectomia (ver item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Este medicamento é contraindicado para o uso em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula
de Codein.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Pode ocorrer irritação local, dor e endurecimento após injeções subcutâneas repetidas.
Este fármaco pode suprimir os movimentos peristálticos no trato gastrointestinal, sendo contraindicado em pacientes com
obstrução gastrointestinal, especialmente íleo paralítico devido ao risco de agravamento da obstrução.
Deve-se ter precaução no uso desse medicamento em pacientes com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), cor
pulmonale ou com reserva respiratória diminuída.
Este fármaco pode causar dependência física ou psicológica com o uso crônico.
-- 25 of 35 --
A suspensão do medicamento pode causar abstinência incluindo ansiedade, tremores, espasmos musculares, sudorese,
rinorreia e delírios paranoicos.
Abuso e dependência – A codeína possui potencial de causar abuso e dependência, principalmente quando seu uso é
prolongado e em altas doses.
Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.
Polimorfismo genético – No corpo, a codeína é convertida em morfina pela enzima CYP2D6. O polimorfismo genético
(pequena variação comum na sequência de DNA de um indivíduo, que gera a formação de proteínas (como as enzimas)
com diferentes variações de ação) dessa enzima resulta na incapacidade de converter codeína em morfina. Sendo assim,
a codeína pode apresentar-se ineficaz em 10% da população caucasiana. Além deste fato, outro tipo de polimorfismo
genético incrementa o metabolismo, tornando a população mais sensível ao efeito da codeína. Alguns pacientes que são
metabolizadores ultrarrápidos da CYP2D6, convertem a codeína em morfina em uma taxa mais rápida do que o normal,
resultando em níveis superiores aos normais de morfina no sangue, podendo conduzir a efeitos tóxicos, tais como
dificuldade de respiração. Recomenda-se que para estes pacientes seja indicado outro tipo de analgésico para evitar o
risco de ineficácia ou de severa toxicidade.
Distúrbios respiratórios relacionados ao sono – Os opioides, grupo de moléculas ao qual a codeína faz parte, podem
causar distúrbios (alterações) relacionados ao sono, incluindo apneia central do sono (ACS; é um distúrbio no qual há
falha no envio de sinais de ação do cérebro para os músculos respiratórios, resultando em múltiplas pausas na respiração
durante o sono) e hipoxemia (redução do nível de oxigênio no sangue) relacionada ao sono. O uso de opioides aumenta
o risco de ACS de forma dependente da dose, ou seja, quanto maior a dose, maior o risco. Em pacientes que apresentem
ACS, a redução da dose total diária de opioides deve ser considerada pelo médico responsável após avaliação do quadro.
Hiperalgesia Induzida por Opioides (HIO) – Condição diferente de tolerância (quando um indivíduo necessita, com o
passar do tempo de uso do medicamento, de doses crescentes de opioide para manter um efeito terapêutico definido). A
HIO é o aumento da dor ou da sensibilidade à dor (indivíduo se torna mais sensível à dor) causada pela exposição a um
opioide. Os sintomas da HIO incluem (mas não se limitam a): aumento dos níveis de dor após o aumento da dose de
opioide, diminuição dos níveis de dor após a redução da dose, ou dor iniciada por estímulos que normalmente não são
dolorosos (fenômeno conhecido por alodínia). Esses sintomas podem indicar a ocorrência de HIO apenas se não houver
evidência de evolução/piora do quadro da doença de base (ex.: opioide usado para tratamento de dor no câncer, ou trauma
ortopédico), tolerância ao opioide, abstinência de opioide ou comportamento aditivo (abuso/vício).
Casos de HIO foram relatados tanto com o uso de curto prazo quanto com o uso prolongado de analgésicos opioides. Se
houver suspeita de HIO, avise seu médico, que avaliará cuidadosamente a redução apropriada da dose do medicamento
opioide. Não reduza a dose ou interrompa o medicamento por conta própria.
Uso odontológico – Analgésico opioide diminui ou inibe a formação de saliva, contribuindo para o desenvolvimento da
cárie, doença periodontal, candidíase oral e certo desconforto.
Gravidez – Se você estiver grávida somente deverá utilizar codeína se o benefício justificar o risco potencial. O uso
regular durante a gravidez pode causar dependência física ao feto, causando ao recém-nascido síndrome de abstinência
neonatal: convulsão, irritabilidade, choro excessivo, tremores, febre, vômitos e diarreia.
Em geral, o uso de analgésicos opioides está associado com efeitos adversos no feto, que incluem dependência física,
abstinência, retardo do crescimento e depressão respiratória neonatal, malformações do trato respiratório, hérnia inguinal
e umbilical estenose do piloro, defeitos do sistema circulatório e cardíaco, fenda palatina e lábio leporino e hidrocefalia,
embora não se tenha estabelecida uma relação causal entre estas malformações e o uso de opioides.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Trabalho de parto – O uso de analgésico durante o trabalho de parto pode causar depressão respiratória no recém-
nascido.
Lactação – O fosfato de codeína é excretado no leite materno. A relação risco-benefício deve ser considerada, uma vez
que para algumas mães que são metabolizadoras ultrarrápidas da codeína em morfina, pode haver risco de morte para o
lactente. Desta forma, ao prescrever codeína a uma lactante, deve-se selecionar a menor dose possível pelo menor tempo
possível e monitorar de perto mãe e lactente. As lactantes devem entrar em contato com o médico ao perceber sinais nelas
mesmas, como forte sonolência, dificuldade para cuidar do bebê e no lactente, como aumento da sonolência, fraqueza,
-- 26 of 35 --
dificuldade para mamar ou respirar. Estes sinais podem ser indício de alto níveis de morfina no organismo. Se você estiver
amamentando somente deverá utilizar Codein se o benefício justificar o risco potencial.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou
cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Uso em crianças – Crianças são mais susceptíveis aos efeitos de codeína injetável, principalmente os de depressão
respiratória. Ocorreram mortes de pacientes após adenoidectomia (remoção cirúrgica das adenoides) e amidalectomia
(remoção cirúrgica das amigdalas) em crianças com apneia obstrutiva do sono (distúrbio do sono, em que a respiração é
repetidamente interrompida e retomada) que receberam codeína. Isto pode ter sido resultado da conversão rápida de
codeína em morfina no corpo, uma vez que há evidências de que estes pacientes eram metabolizadores ultrarrápidos de
codeína. Codein solução injetável está contraindicado para o tratamento da dor em crianças menores de 12 anos e em
menores de 18 anos para o controle da dor pós-operatória da adenoidectomia e amidalectomia. A codeína deve ser
utilizada apenas quando os potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
Uso em idosos – Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e
eliminação são mais lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses.
Pacientes idosos geralmente com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam
retenção urinária quando fazem uso de analgésico opioide.
Insuficiência renal – Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal.
Começar na menor dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem
necessitar de ajuste de dose. Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal,
porém não relacionado à idade. Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína.
Sugere-se que sejam reduzidas as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a
probabilidade de toxicidade e maximizar a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática – Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência
hepática. Iniciar com a menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja
necessária.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas – A codeína pode afetar as habilidades mentais e /
ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir um carro ou operar máquinas. Dessa
forma, deve-se ter cautela ao realizar estas atividades com a utilização de Codein.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
Informação relacionada ao doping: a codeína não está presente na lista de substâncias proibidas da agência mundial
antidoping (AMA), Comitê Olímpico Internacional (COI) e Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e seu uso não caracteriza
doping. Contudo, ao ingerir codeína, no corpo ela irá se transformar em morfina, que se presente na urina pode gerar um
resultado positivo e ser sugestivo de doping.
Interações medicamentosas.
Os efeitos depressores da codeína são potencializados pela administração concomitante de outros depressores do sistema
nervoso central como o álcool, sedativos, anti-histamínicos ou fármacos psicotrópicos.
A quinidina pode inibir os efeitos analgésicos da codeína por impedir sua metabolização.
O uso concomitante de anticolinérgicos e codeína pode produzir íleo paralítico.
Abaixo consta um quadro expositivo das interações medicamento-planta medicinal; interações medicamento-substância
química, interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial e as interações medicamentos-doenças:
-- 27 of 35 --
Tipo de efeito Gravidade
Menor Moderada Importante
Interação medicamento - medicamento 1
Aumento das concentrações
plasmáticas do substrato CYP2D6
abiraterona,
desvenlafaxina,
eliglustate
bupropiona, darunavir, paroxetina
Aumento do prejuízo da função
cognitiva e habilidades motoras,
aumento do risco (e/ou efeito aditivo)
de depressão do SNC, depressão
respiratória, hipotensão, sedação
excessiva e síncope
loxapina alfentanila, alprazolam, anileridina,
baclofen, bromazepam, carbinoxamina,
carisoprodol, cetazolam, clobazam,
clonazepam, clorazepato,
clordiazepóxido, clorzoxazona,
dantroleno, diazepam, estazolam,
etclorvinol, fentanila, flibanserina,
flunitrazepam, flurazepam, halazepam,
hidrato de cloral, hidrocodona,
hidromorfona, lorazepam,
lormetazepam, meclizina, medazepam,
mefenesina, mefobarbital, meperidina,
meprobamato, metadona, metaxalona,
metocarbamol, metoexital, midazolam,
morfina, nitrazepam, ópio, orfenadrina,
oxazepam, oxibato de sódio, oxicodona,
oximorfona, pentazocina, prazepam,
propoxifeno, quazepam, remifentanila,
sufentanila, sulfato de morfina
lipossomal, suvorexanto, temazepam,
tizanidina, triazolam
Diminuição das concentrações
plasmáticas dos metabólitos ativos da
codeína e redução dos efeitos
analgésicos.
quinidina locarserina,
mirabegrona
Diminuição do limiar de convulsão. donepezila
Efeito no uso crônico: precipitação de
sintomas de abstinência (cólicas
abdominais, náuseas, vômitos,
lacrimejamento, rinorreia, ansiedade,
inquietação, elevação da temperatura
ou piloereção).
buprenorfina, butalbital, dezocina,
meptazinol, nalbufina
-- 28 of 35 --
Efeito no uso agudo: depressão do
SNC aditiva e aumento do risco de
depressão respiratória.
Precipitação de sintomas de
abstinência a opioides; diminuição da
eficácia do opioide.
naltrexona (contraindicado o uso
concomitante)
Depressão respiratória (respiração
muito lenta, superficial ou
completamente interrompida),
hipotensão (pressão baixa), sedação
profunda, coma ou morte.
gabapentina, pregabalina
Interações medicamento - planta medicinal 1
Aumento do risco de depressão do
SNC
kava, valeriana
Redução da eficácia analgésica
opioide
ginseng
Interação medicamento - substância química 1
Aumento da sedação etanol
Interações medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
Doseamento de morfina em exames antidoping 2
Doseamento de amilase e lipase 3
Interações medicamento-doenças 4
Motilidade gastrointestinal
prejudicada, diarreia infecciosa,
doença hepática, prematuros,
disfunção renal, intoxicação aguda
por com álcool, dependência a
drogas, hipotensão, trauma craniano,
tumor cerebral, desordem cerebral
vascular, depressão respiratória.
x
Insuficiência adrenal, espasmo biliar,
hipotireoidismo, distúrbios
convulsivos, retenção urinária,
arritmias.
x
1. Micromedex® Solutions. Ann Arbor (MI): Truven Health Analytics Inc.; 2016. Codeine: Drug Interacions; [38 páginas].
2. Kolen FC. Bundel Sport & Retch. Deventer: Kluwer; 2004.
-- 29 of 35 --
3. Drugs. Codeine Disease Interactions. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016]. Disponível em:
http://www.drugs.com/disease-interactions/codeine.html
4. Drugs. Codeine Sulfate FDA prescribing information, side effects and uses. [Internet]. Auckland: DrugsiteTrust; 2016; [citado 01 apr 2016].
Disponível em: http://www.drugs.com/pro/codeine-sulfate.html
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Codein solução injetável deve ser conservado na embalagem fechada. Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a
30 ºC). Proteger da luz. O produto não deve ser congelado. O prazo de validade deste medicamento é de 24 meses a partir
da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspectos físicos e organolépticos
Solução límpida incolor a amarelada, livre de partículas visíveis.
Não use este medicamento se houver precipitado ou apresentar coloração diferente da informada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Após aberto, a utilização deverá ser imediata e o conteúdo remanescente deverá ser descartado.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Codein solução injetável é indicado para o uso intramuscular e subcutâneo.
O uso deste medicamento por outras vias pode causar a perda do efeito esperado e promover danos ao seu
usuário.
A dose recomendada é a seguinte:
Para adultos:
Via intramuscular ou subcutânea entre 15 mg a 60 mg a cada 4 – 6 horas.
Dose 15 mg 30 mg 60 mg
Volume
correspondente 0,5 mL 1,0 mL 2,0 mL
O limite de administração é de até 360 mg/dia.
Para crianças:
A dose recomendada para obtenção analgésica em crianças é de 0,5 mg/kg ou 15 mg/m2 de superfície corporal a cada 4-
6 horas. Codein injetável deve ser administrado pela via intramuscular ou subcutânea. A dose e volume correspondente
prescritos devem estar dentro da faixa de dose recomendada. Por exemplo, para uma criança de 10 kg a dose será de 5,0
mg (ou 0,17 mL).
Dose máxima diária: 60 mg.
-- 30 of 35 --
Duração do tratamento
Você deve tomar o medicamento pelo tempo recomendado pelo seu médico de acordo como tipo de dor que você tem, se
é uma dor que dura poucos dias (como a dor após uma cirurgia) ou se é uma dor contínua (que dura mais que um mês).
Se você sentir qualquer evento adverso que consta nesta bula ou se dor não melhorar, procure seu médico para uma nova
avaliação. Ele irá decidir a melhor conduta a ser realizada, como por exemplo ajuste de dose ou substituição do
medicamento.
Insuficiência renal
Recomenda-se precaução ao iniciar o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência renal. Começar na menor
dose efetiva e titular com cautela. Pacientes com insuficiência renal moderada a grave podem necessitar de ajuste de dose.
Um aumento da sensibilidade à codeína pode ocorrer na presença de insuficiência renal, porém não relacionado à idade.
Pacientes com insuficiência renal em hemodiálise devem ter cautela ao utilizar codeína. Sugere-se que sejam reduzidas
as doses de manutenção ou aumento dos intervalos entre as doses para diminuir a probabilidade de toxicidade e maximizar
a eficácia terapêutica de doses múltiplas quando necessário.
Insuficiência hepática
Recomenda-se iniciar com cautela o tratamento com codeína em pacientes com insuficiência hepática. Iniciar com a
menor dose eficaz e titular com cuidado. É provável que uma redução ou ajuste de dose seja necessária.
Idosos
Pacientes idosos são mais susceptíveis a efeitos de depressão respiratória, pois seu metabolismo e eliminação são mais
lentos. Para estes pacientes são recomendadas baixas doses ou longo intervalo entre as doses. Pacientes idosos geralmente
com hipertrofia ou obstrução prostática e enfraquecimento da função renal, apresentam retenção urinária quando fazem
uso de analgésico opioide.
Crianças
Crianças são mais susceptíveis aos efeitos de codeína injetável, principalmente os de depressão respiratória. Ocorreram
mortes de pacientes após adenoidectomia (remoção cirúrgica das adenoides) e amidalectomia (remoção cirúrgica das
amigdalas) em crianças com apneia obstrutiva do sono (distúrbio do sono, em que a respiração é repetidamente
interrompida e retomada) que receberam codeína. Isto pode ter sido resultado da conversão rápida de codeína em morfina
no corpo, uma vez que há evidências de que estes pacientes eram metabolizadores ultrarrápidos de codeína. Codein
solução injetável está contraindicado para o tratamento da dor em crianças menores de 12 anos e em menores de 18 anos
para o controle da dor pós-operatória da adenoidectomia e amidalectomia. A codeína deve ser utilizada apenas quando os
potenciais benefícios ultrapassarem os riscos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer uma dose de codeína, tome-a o mais rapidamente possível. No entanto, se estiver quase na hora para
tomar sua dose seguinte, saltar a dose esquecida e voltar para a sua programação de dose regular. Não duplique as doses.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Você deve procurar o seu médico caso você apresente sinais de reações adversas além daquelas normalmente esperadas.
As reações mais comuns da codeína são dores abdominais e sonolência. Você deve relatar qualquer destes sintomas para
seu médico.
Reações adversas muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sudorese,
obstipação, náuseas, vômitos, tontura e vertigem, sedação, sonolência e dispneia.
Reações adversas raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação
anafilática.
-- 31 of 35 --
Reações adversas com frequências desconhecidas:
- Sem informações detalhadas: náuseas e vômitos, espasmo no esfíncter de Oddi, miastenia gravis, delírio, disfunção
sexual, urticária e vasodilatação provavelmente relacionada à liberação de histamina.
- Ocorrências: hipotensão, síncope, prurido, rash, hipocalcemia, obstrução intestinal, pancreatite, reação de
sensibilidade cruzada, reação de hipersensibilidade, rash escarlatiniforme, pressão do líquido cefalorraquidiano
aumentada, comprometimento da performance psicomotora, mioclonia, convulsão, ansiedade, disforia, euforia,
edema pulmonar e óbito (por depressão respiratória em casos específicos).
- Relato de caso: transtorno psicótico, alucinações visuais e auditivas, insuficiência renal aguda, cólica renal,
oligúria/anúria, poliúria com sede, nefrite intersticial aguda, depressão respiratória.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A administração de uma dose maior que a indicada é caracterizada pela depressão respiratória com ou sem depressão do
sistema nervoso central além de outros sintomas como: sonolência, erupção na pele, vômitos, coceira, inchaço da pele.
O tratamento da superdose consiste em assegurar e manter as vias aéreas livres, auxiliar a ventilação com oxigênio e/ou
sistema de ventilação assistida ou controlada.
O antídoto específico é a naloxona, na dose de 0,4 a 2 mg administrados intravenosamente e com respiração assistida. A
dose de naloxona pode ser repetida num intervalo de 2 a 3 minutos se necessário.
Em caso de superdose procure imediatamente assistência médica.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
MS N.º 1.0298.0199
Farm. Resp.: José Carlos Módolo - CRF-SP N.º 10.446
Registrado por:
CRISTÁLIA – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 – Itapira – SP
CNPJ nº: 44.734.671/0001-51 – Indústria Brasileira
Produzido por:
CRISTÁLIA – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 – Butantã – São Paulo – SP
CNPJ nº: 44.734.671/0008-28 – Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 24/03/2026.
R_0199_03
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Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações relacionadas
24/03/2026 -
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
- - - -
Bula do Paciente:
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
Bula do Profissional:
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
VP/VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL
11/12/2024 1693854/24-4
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------
Bula do Paciente:
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
III - Dizeres Legais
Bula do Profissional:
5. Advertências e precauções
7. Cuidados de armazenamento
III - Dizeres Legais
VP/VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL
15/05/2024 0643599/24-0
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
29/09/2023 1038621/23-1
10981 - RDC 73/2016 - NOVO -
Mudança maior de excipientes
para formas farmacêuticas em
solução
15/04/2024
Bula do Paciente:
I – Identificação do Medicamento
Bula do Profissional:
I – Identificação do Medicamento
VP/VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL.
02/03/2021 0825012/21-0
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------ Bula do Profissional:
9. Reações adversas VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL
-- 33 of 35 --
14/09/2018 0897845/18-0
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------
Bula do Paciente:
I- Identificação do medicamento
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
VP 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL
22/12/2017 2312894/17-1
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------
Bula do Paciente:
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
Bula do Profissional:
7. Cuidados de Armazenamento
VP / VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ampolas
de 2 mL
28/09/2017 2037938/17-2
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
09/09/2016 2277975/16-2
1464 MEDICAMENTO NOVO –
Renovação de Registro de
Medicamento Novo
17/07/2017
Bula do Paciente:
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
8. Quais males que este medicamento
pode me causar?
Bula do Profissional:
2. Resultado da eficácia
4. Contraindicações
5. advertência e precauções
6. Interações medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
VP / VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ou 36
ampolas de 2 mL
27/06/2014 0505567/14-9
10540 –
MEDICAMENTO
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
------ ------ ------ ------ Inserção da restrição de venda no texto
de bula VP / VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ou 36
ampolas de 2 mL
26/06/2014 0504114/14-7
10540 –
MEDICAMENTO
SIMILAR –
------ ------ ------ ------
Unificação das bulas de todas as
apresentações/
formas farmacêuticas
VP / VPS 30 mg/mL em embalagem com 25 ou 36
ampolas de 2 mL
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Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
-- 35 of 35 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 2163 |
|---|---|
| Marca | CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676400489 |
| Princípio ativo | FOSFATO DE CODEÍNA, FOSFATO DE CODEÍNA HEMI-HIDRATADO |
| Registro MS | 1029801990037 |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 12 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Solução |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
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