Arpejo Aripiprazol 20mg/Ml Suspensão Oral Gotas 15ml
Vendido e entregue por Brava
Arpejo
20 MG/ML
ARIPIPRAZOL
ARPEJO® (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar do tipo I, tanto em monoterapia quanto como terapia complementar com lítio ou valproato para episódios de mania ou mistos. O mecanismo de ação do aripiprazol é desconhecido, mas sua eficáci…
Arpejo é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
ARPEJO® (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar do tipo I, tanto em monoterapia quanto como terapia complementar com lítio ou valproato para episódios de mania ou mistos. O mecanismo de ação do aripiprazol é desconhecido, mas sua eficácia é atribuída a efeitos em receptores do sistema nervoso central. O aripiprazol inalterado e seu metabólito, dehidro-aripiprazol, são os principais responsáveis por sua atividade.
Especificações
| Código do Produto | 97664 |
|---|---|
| Marca | EMS ETICO |
| Código de Barras | 7894916518536 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1023513070022 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Suspensão Gotas |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
ARPEJO®
aripiprazol
EMS S/A
Suspensão gotas
20 mg/mL
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
ARPEJO®
aripiprazol
APRESENTAÇÕES
Suspensão gotas de 20 mg/mL. Embalagem contendo frasco com 15 mL ou 30 mL.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada 1 mL da suspensão gotas contém:
aripiprazol.....................................................................................................................................................................20 mg
veículo* q.s.p.................................................................................................................................................................1 mL
*dióxido de silício, lecitina de soja, acetato de racealfatocoferol, di-hidrochalcona neoesperidina, essência de caramelo,
aroma de melaço, triglicerídeos de cadeia média.
Cada 20 gotas da suspensão equivalem a 1 mL.
II – INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
ARPEJO® é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno Bipolar
- Monoterapia
ARPEJO® é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos associados ao
transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia Adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)
ARPEJO® é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de
episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I, com ou sem traços psicóticos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do ARPEJO®, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia e
transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é mediada por efeitos em
receptores no sistema nervoso central.
A atividade de ARPEJO® é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol, e em menor medida ao seu
metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar ARPEJO® se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou qualquer um
dos seus excipientes.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu
médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência
Os pacientes idosos com psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm maior risco de
morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular (como
insuficiência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia). ARPEJO® não deve ser usado para tratamento
de pacientes com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Nos estudos clínicos realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC e,
ataque isquêmico transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos).
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à Doença de Alzheimer
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Nos estudos realizados com pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos
emergentes decorrentes do tratamento foram letargia (sono profundo), sonolência (incluindo sedação) e incontinência
(principalmente incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
A segurança e eficácia de aripiprazol no tratamento de pacientes com psicose associada à demência não foram
estabelecidas.
Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM)
Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM)
pode ocorrer com a administração de medicamentos antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM
ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da
temperatura corporal), rigidez muscular (imobilidade dos músculos), estado mental alterado e evidência de instabilidade
autonômica (pulso ou pressão arterial irregular, taquicardia, diaforese [transpiração ou eliminação de suor abundante] e
arritmia cardíaca). Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na
regulação do metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíacos), mioglobinúria ou
eliminação de mioglobina na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda.
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico deverá
considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já que recidivas de
SNM têm sido relatadas.
Discinesia Tardia (movimentos repetitivos involuntários)
A síndrome de movimentos potencialmente involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes tratados
com medicamentos antipsicóticos. Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome entre idosos,
especialmente mulheres idosas, é impossível confiar em estimativas de prevalência para prever, na introdução do
tratamento antipsicótico, quais pacientes tem maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever ARPEJO® de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de discinesia tardia
(movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), seu médico deverá
considerar a descontinuação deste medicamento. No entanto, alguns pacientes talvez precisem do tratamento com
aripiprazol, independentemente da presença da síndrome.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes mellitus
Foi relatada hiperglicemia, em alguns casos extremos e associada à cetoacidose (complicação do Diabetes mellitus, que
ocorre quando o corpo produz ácidos em excesso no sangue) ou coma hiperosmolar (complicação do Diabetes mellitus
em que o elevado nível de glicose no sangue leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos.
Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos
atípicos e eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser monitorados
regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade, histórico familiar de diabetes) que estejam
dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica (teste com objetivo
de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo) em jejum no início do tratamento e periodicamente durante o
tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de hiperglicemia,
incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do esperado), polifagia (fome
excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem sintomas de hiperglicemia durante o
tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos
Alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e incontroláveis, como compulsões por
jogos, comida, compras e sexo. Informe seus familiares ou cuidadores sobre esses efeitos, pois você pode ter
dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem. Se você, algum familiar ou cuidador notar a
ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e incontroláveis, procure seu médico. Seu médico deverá avaliar
o seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o
medicamento sem consultar seu médico.
Hipotensão ortostática
A incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática (postural) nos estudos incluiu
hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
ARPEJO® deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de infarto do
miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução), doença
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cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (pressão baixa), desidratação,
diminuição anormal do volume sanguíneo e tratamento com medicamentos anti-hipertensivos.
Distúrbios vasculares
Casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos antipsicóticos, como ARPEJO®.
Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresentem fatores de risco para tromboembolismo venoso, seu médico
deverá avaliar os riscos de desenvolvimento de tromboembolismo venoso antes e durante o seu tratamento com
ARPEJO®.
Quedas
Os antipsicóticos, incluindo o ARPEJO®, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade motora e
sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá avaliar o risco de
quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com ARPEJO®.
Leucopenia, Neutropenia e Agranulocitose
Foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade) e neutropenia (contagem de
neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade) relacionados temporariamente a agentes antipsicóticos,
incluindo aripiprazol. Também foi relatada agranulocitose (diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos
granulosos).
Fatores de risco possíveis incluem contagem de leucócitos preexistente baixa e histórico de leucopenia/neutropenia
induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo (CBC – teste completo de contagem dos
diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os primeiros meses de terapia e se houver queda
clinicamente significativa de células brancas, poderá interromper a terapia.
Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e tratados
imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar este
medicamento.
Convulsões
Como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, ARPEJO® deve ser utilizado com cautela em pacientes com
histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor
ARPEJO® como outros antipsicóticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento
ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia com este
medicamento não o prejudica.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas
ou acidentes.
Regulação da temperatura corporal
Recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para pacientes que passam ou podem passar por situações
que possam elevar muito a temperatura corporal, como em caso de exercício extenuante, exposição a calor extremo,
administração concomitante de medicamento com atividade anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio
Os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente supervisionados durante a
terapia com ARPEJO®. Deve ser prescrita a menor dose eficaz de modo a reduzir o risco de superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir)
A falta de motilidade do esôfago e aspiração tem sido associada ao uso de medicamentos antipsicóticos, como
aripiprazol. ARPEJO® deve ser utilizado com cuidado em pacientes com risco de pneumonia por aspiração.
Uso em pacientes com enfermidade concomitantes
A experiência clínica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sistêmicas concomitantes é limitada. O
aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma extensão considerável em pacientes com histórico recente de infarto do
miocárdio ou doença cardíaca instável.
Abuso e dependência
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O aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial de abuso, tolerância ou
dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de abstinência foram observados mediante
a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol pode causar danos
ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Se a mãe de um recém-
nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez, ele apresenta o risco para
sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas extrapiramidais surgem quando o sistema
extrapiramidal (área do cérebro responsável pela coordenação dos movimentos) é afetada gerando movimentos
involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais e físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição
do uso de uma substância. Pacientes devem informar ao médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o
tratamento com aripiprazol. ARPEJO® pode ser utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais
esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
- Trabalho de parto
O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes
O aripiprazol é excretado no leite materno humano. Mulheres não devem amamentar caso estejam em tratamento com
aripiprazol (vide item “3. Quando não devo usar este medicamento”).
- Uso pediátrico
Não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em crianças.
- Uso geriátrico
Não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos. A segurança e a eficácia de aripiprazol no tratamento de
pacientes com psicose associada à Doença de Alzheimer não foram estabelecidas.
Interações Medicamentosas
Em virtude dos efeitos principais de ARPEJO® sobre o sistema nervoso central, deve-se ter cautela quando ARPEJO®
for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação central.
ARPEJO® possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem ARPEJO®
As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo responsáveis pelo metabolismo de aripiprazol. Os
agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma elevação no
clearance (retirada do sangue) de ARPEJO® e redução da concentração no sangue. Inibidores (diminuem a atividade)
de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a eliminação de
ARPEJO® e causar elevação da concentração no sangue. Seu médico poderá alterar a dose de ARPEJO® quando
houver coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de ARPEJO® afetar outros medicamentos
Não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool
Como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para evitar ingerir
álcool durante o tratamento com ARPEJO®.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com ARPEJO®
A famotidina: não é necessário ajuste na dosagem de ARPEJO® quando administrado concomitantemente a famotidina.
O valproato, lítio, varfarina, omeprazol, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na dosagem quando
administrados concomitantemente ao ARPEJO®.
- Anormalidades em testes laboratoriais
Não foram observadas diferenças importantes nos parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de
urina com uso de aripiprazol. De maneira semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de
descontinuações em razão de alterações na bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
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Não foram observadas diferenças importantes nos valores de prolactina, glicose em jejum, triglicérides, HDL, LDL ou
colesterol total.
- Alterações no Eletrocardiograma (ECG)
Não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do ECG.
O aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes recebendo placebo.
- Interação com nicotina
A avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não revelou diferenças significativas
entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos
ARPEJO® pode ser administrado com ou sem alimentos.
Atenção: este medicamento contém soja.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Após aberto, válido por 6 meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Suspensão oleosa homogênea, na cor creme, com sabor e odor de caramelo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
ARPEJO® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia
A dose de início e a dose alvo recomendadas para ARPEJO® é de 10 gotas uma vez ao dia (equivalente a 10 mg/dia),
ou 15 gotas uma vez ao dia (equivalente à 15 mg/dia), independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem
não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
- Tratamento de Manutenção
Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de
manutenção.
- Troca de outros antipsicóticos
A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com
esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, o
período de sobreposição da administração dos antipsicóticos deve ser minimizado.
Transtorno Bipolar
A dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva
com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A segurança das doses
superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
- Tratamento de Manutenção
Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de
manutenção.
- Ajuste da Dosagem
Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, raça ou estado da
insuficiência renal ou hepática.
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Seu médico poderá ajustar a dose de ARPEJO® se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos
que alterem a concentração de ARPEJO® no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose
devido outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: Não há estudos sobre os efeitos de ARPEJO® suspensão gotas administrados por vias não recomendadas.
Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.
ARPEJO® (aripiprazol) é uma suspensão, portanto, agite bem antes de usar por no mínimo 15 (quinze)
segundos.
Caso o medicamento permaneça em repouso por 24 horas, poderá ocorrer formação de leve sedimentação.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar ARPEJO®, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas abaixo, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante os
estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer
e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (≥ 10%) foram náusea, vômito, constipação,
cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de
inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação.
Experiência de estudos clínicos
Esquizofrenia
- Reações adversas comumente observadas
A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia
foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou
incapacidade de ficar parado).
Mania Bipolar
- Monoterapia
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar
foram: acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia e até três
semanas em mania bipolar) foram:
Distúrbios oculares: visão embaçada.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente, desconforto
abdominal e desconforto estomacal.
Distúrbios gerais: fadiga e dor.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos músculos), dor
nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares involuntárias).
Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação, distúrbio
extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.
Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e laringe) e tosse.
Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de reação
adversa com relação à idade, sexo ou raça.
- Terapia adjuntiva com mania bipolar
As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com aripiprazol
em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores.
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato
em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.
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- Reações adversas menos comuns
As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas reações que
ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato foram:
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.
Infecções e infestações: nasofaringite
Investigações: aumento de peso.
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda de equilíbrio)
e sedação.
Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.
Reações adversas relacionadas à dose
- Esquizofrenia
A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência (incluindo
sedação).
- Sintomas extrapiramidais
Esquizofrenia
Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.
Mania Bipolar
Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva.
- Distonia
Sintomas de distonia (contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos) podem ocorrer em indivíduos
susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos músculos do
pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou
protrusão da língua (língua se projeta ativamente através dos dentes anteriores). Embora estes sintomas possam ocorrer
em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade em concentrações maiores e doses mais
altas de drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de
homens e indivíduos mais jovens.
- Ganho de Peso
Em estudos em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de peso médio entre pacientes
recebendo aripiprazol. Também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de
peso. Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio para
pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,1 kg.
No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso
médio para os pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,6 kg.
Achados adicionais observados em estudos clínicos
- Reações adversas em estudo de longo prazo
Casos de tremores tiveram intensidade leve, ocorreu no início da terapia e apresentou duração limitada. Em casos raros,
os tremores levaram à descontinuação de aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo
com transtorno bipolar.
- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos foram categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com
as definições abaixo:
Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda não
listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento;
Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade),
neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade), trombocitopenia (contagem de
plaquetas no sangue abaixo da normalidade).
Distúrbios cardíacos: Incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência cardiopulmonar,
infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou impossibilidade de condução
dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal
(frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial (ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração),
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angina pectoris (tipo de dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica
(diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea do miocárdio); Raros – flutter atrial (contração em frequência muito
rápida do átrio), taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular, taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema na pálpebra,
fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).
Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada, esofagite; Raro –
pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia (fraqueza), edema periférico, dor no
peito, pirexia (febre), irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia (temperatura
corpórea abaixo do normal).
Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).
Distúrbios do sistema imunológico: Incomum – hipersensibilidade
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação (autolesão
provocada intencionalmente); Raro – insolação.
Investigações: Comuns - redução do peso, creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, glicose
sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina
sérica elevada, bilirrubina sérica elevada; Raros – lactato desidrogenase sérico elevado, hemoglobina glicosilada
elevada, gama glutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – apetite reduzido; Incomuns – hiperlipidemia (concentração elevada
de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela distorção da autoimagem), diabetes
mellitus (incluindo insulina sérica elevada, tolerância a carboidratos reduzida, diabetes mellitus não dependente de
insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue),
hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia
(diminuição da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); Raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos
no organismo).
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular, compressão
muscular (pressão muscular), mobilidade reduzida; Raro – rabdomiólise (destruição muscular).
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos voluntários);
Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular
cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia tardia (movimentos repetitivos
involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia (contração muscular brusca, involuntária e de
brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos
involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); Raros – convulsão de grande mal, coreoatetose
(associação de movimentos involuntários).
Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio,
hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado), raiva, anorgasmia (inibição recorrente
ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique, ideação homicida; Raros –
catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de
fala ou outro tipo de comportamento incomum), sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina), noctúria
(eliminação excessiva de urina durante a noite).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia
(ausência de menstruação), dor nas mamas; Raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo
(ereção persistente).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado,
macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa, seborreica, neurodermatite e
erupção medicamentosa), hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada); Incomuns – prurido, reação
fotossensível, alopecia (queda dos cabelos), urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); Incomum – hipotensão (pressão arterial
baixa).
Experiência pós-comercialização
Ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/uticária ou espasmo
orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica,
apetite aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da
contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta,
comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos
(relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose
ou interrupção do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao
identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser
descontinuado sem a ciência do médico.
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na
superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e tremores.
Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado, fibrilação atrial,
bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível de consciência deprimido,
hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue), hipotensão (pressão
arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do movimento ou da consciência), perda de consciência,
prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT, pneumonia por aspiração, parada respiratória, condição
epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado um
eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer o
monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em terapia de apoio,
mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas. Deve-se manter uma
supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a absorção de
aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol tem grande
afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0235.1307
Registrado e produzido por: EMS S/A
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
CNPJ: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
SAC: 0800-019 19 14
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 15/01/2025
bula-pac-681542-EMS-v0
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HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO DE TEXTO DE BULA
Dados da Submissão eletrônica Dados da petição que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações
19/09/2019 2207488/19-1
10458 -
MEDICAMENTO
NOVO - Inclusão
Inicial de Texto
de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
- - - -
Submissão eletrônica para
disponibilização do texto
de bula no Bulário
eletrônico da ANVISA.
VP/VPS
Suspensão gotas de
20 mg/mL. Cada
embalagem contém
01 frasco com 30
mL.
11/04/2021 1382299/21-3
10451 -
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
- - - - 9. REAÇÕES
ADVERSAS
VP/VPS
Suspensão gotas de
20 mg/mL. Cada
embalagem contém
01 frasco com 30
mL.
15/12/2023 1429616/23-7
10451 -
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
30/05/2022 4225728/22-
0
11092 -
RDC
73/2016 -
NOVO -
Inclusão de
nova
apresentação
13/02/2023 APRESENTAÇÕES VP/VPS
Suspensão gotas de
20 mg/mL.
Embalagem
contendo frasco com
15 mL ou 30 mL.
-- 11 of 12 --
60/12
15/01/2025 -
10451 -
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
NA NA NA NA
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR
ESTE MEDICAMENTO?
7. O QUE DEVO FAZER
QUANDO EU ME
ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
III – DIZERES LEGAIS
2. RESULTADOS DE
EFICÁCIA
4.
CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
9. REAÇÕES
ADVERSAS
10. SUPERDOSE
III – DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Suspensão gotas de
20 mg/mL.
Embalagem
contendo frasco com
15 mL ou 30 mL.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 97664 |
|---|---|
| Marca | EMS ETICO |
| Código de Barras | 7894916518536 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1023513070022 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Suspensão Gotas |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |