Aristab 10 Mg Comprimido Com 60 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
ARISTAB
10 MG 60 Comps.
ARIPIPRAZOL
Aristab (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e, em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, para episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. Seu mecanismo de ação, embora desconhecido, envolve efeitos em re…
ARISTAB é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Aristab (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e, em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, para episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. Seu mecanismo de ação, embora desconhecido, envolve efeitos em receptores no sistema nervoso central. A eficácia é atribuída tanto ao aripiprazol inalterado quanto ao seu principal metabólito, dehidro-aripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 105094 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658039300 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1057304250170 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto acima de |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
ARISTAB
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos
10 mg, 15 mg, 20 mg e 30 mg
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Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
ARISTAB
aripiprazol
APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 10 mg e 15 mg: embalagens com 10, 30 ou 60 comprimidos.
Comprimidos de 20 mg e 30 mg: embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de Aristab contém:
aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 10 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de
ferro vermelho.
Cada comprimido de Aristab contém:
aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 15 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de
ferro amarelo.
Cada comprimido de Aristab contém:
aripiprazol .............................................................................…….................................................................. 20 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose e estearato de magnésio.
Cada comprimido de Aristab contém:
aripiprazol ...........................................................................................................................................…….... 30 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de
ferro vermelho.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
Este medicamento está indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno bipolar
- Monoterapia
Este medicamento está indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos
associados ao transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)
Este medicamento está indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento
agudo de episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia e
transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é mediada por efeitos
em receptores no sistema nervoso central.
BULA PARA PACIENTE
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A atividade de Aristab é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol, e em menor medida ao seu
metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Aristab se for hipersensível a aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou a qualquer
um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência: os pacientes idosos com
psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm maior risco de morte. Apesar das
causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular (como insuficiência
cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia). Aristab não deve ser usado para tratamento de pacientes
com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (acidente vascular cerebral): nos estudos clínicos
realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC e ataque isquêmico
transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos). Aristab não deve ser usado para o
tratamento da psicose associada à demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à doença de Alzheimer: nos estudos
realizados em pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos emergentes
(decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e incontinência (principalmente
incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome neuroléptica maligna (SNM): um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente
chamado de síndrome neuroléptica maligna (SNM) pode ocorrer com a administração de medicamentos
antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As
manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da temperatura corporal), rigidez muscular (imobilidade
dos músculos), estado mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressão arterial irregular,
taquicardia, diaforese [transpiração ou eliminação de suor abundante] e arritmia cardíaca). Sinais adicionais podem
incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na regulação do metabolismo dos tecidos
contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de mioglobina na urina
(rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda.
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico deverá
considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já que recidivas
de SNM têm sido relatadas.
Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários): a síndrome de movimentos potencialmente
involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos.
Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, é
impossível confiar em estimativas de prevalência para prever, na introdução do tratamento antipsicótico, quais
pacientes têm maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever Aristab de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de discinesia tardia
(movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), avise ao seu médico,
para avaliar o quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e diabetes mellitus: foi relatada hiperglicemia – em alguns casos
extrema e associada à cetoacidose (complicação do diabetes mellitus, que ocorre quando o corpo produz ácidos
em excesso no sangue) –, coma hiperosmolar (complicação do diabetes mellitus em que o elevado nível de glicose
no sangue leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos relatos de
hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e eventos
adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com
antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser
monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
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Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade ou histórico familiar de diabetes) que
estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica (teste
com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo) em jejum no início do tratamento e,
periodicamente, durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de
hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do esperado),
polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem sintomas de
hiperglicemia durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica em
jejum.
Comportamentos compulsivos: alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e
incontroláveis, como compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus familiares ou cuidadores
sobre esses efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem. Se
você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e incontroláveis,
procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do
medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão ortostática: a incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática
(postural) nos estudos incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
Aristab deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de infarto do
miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução), doença
cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação, hipovolemia
[diminuição anormal do volume sanguíneo] e tratamento com medicamentos anti-hipertensivos).
Distúrbios vasculares: casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos
antipsicóticos, como Aristab. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresente fatores de risco para
tromboembolismo venoso, seu médico deverá avaliar seus riscos de desenvolvimento de tromboembolismo venoso
antes e durante o seu tratamento com Aristab.
Quedas: os antipsicóticos, incluindo o Aristab, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade
motora e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá
avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com Aristab.
Leucopenia, neutropenia e agranulocitose: foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos
abaixo da normalidade) e neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade)
relacionados temporariamente a agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi relatada agranulocitose
(diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos granulosos).
Fatores de risco possíveis incluem contagem baixa de leucócitos preexistente e histórico de leucopenia/neutropenia
induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo (CBC – teste completo de contagem
dos diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os primeiros meses de terapia, e, se houver
queda clinicamente significativa de células brancas, poderá interromper a terapia. Pacientes com neutropenia
devem ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e tratados imediatamente, se tais
sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar este medicamento.
Convulsões: como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, Aristab deve ser utilizado com cautela em
pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor: Aristab, como outros antipsicóticos, pode comprometer
potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia com
este medicamento não lhe prejudica.
Regulação da temperatura corporal: recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para pacientes
que passam ou podem passar por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em caso de
exercício extenuante, exposição ao calor extremo, administração concomitante de medicamento com atividade
anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio: os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. Aristab deve ser prescrito na menor quantidade eficaz de modo a reduzir o risco
de superdosagem.
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Disfagia (dificuldade de deglutir): a falta de motilidade do esôfago e aspiração têm sido associadas ao uso de
medicamentos antipsicóticos, como aripiprazol. Aristab deve ser utilizado com cuidado em pacientes com risco de
pneumonia por aspiração.
Uso em pacientes com enfermidades concomitantes: a experiência clínica com aripiprazol em pacientes com
certas enfermidades sistêmicas concomitantes é limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma
extensão considerável em pacientes com histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável.
Abuso e dependência: aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial
de abuso, tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de abstinência
foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol
pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.
Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez, ele
apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas extrapiramidais
surgem quando o sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável pela coordenação dos movimentos, é afetada
gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais e físicos que ocorrem após
a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes devem informar ao médico se engravidarem ou
se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. Aristab pode ser utilizado durante a gravidez
apenas se os benefícios potenciais esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
- Trabalho de parto: o efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes: aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para não
amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite materno. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
- Uso pediátrico: não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico: não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações medicamentosas: em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central,
deve-se ter cautela quando Aristab for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação central.
Aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem Aristab: as enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo
responsáveis pelo metabolismo de aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4
(como carbamazepina) podem causar uma elevação no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redução no
sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina,
fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a eliminação de aripiprazol e causar elevação no sangue. Seu médico poderá
alterar a dose de Aristab quando houver coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de Aristab afetar outras drogas: não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocinética
de lítio ou valproato.
- Álcool: como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para
evitar ingerir álcool durante o tratamento com Aristab.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com Aristab: valproato, lítio, varfarina, omeprazol,
famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na dosagem quando administrados
concomitantemente ao aripiprazol.
- Anormalidades em testes laboratoriais: não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de
aripiprazol e placebo nos parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De maneira
semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de descontinuações em razão de alterações na
bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
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- Alterações no ECG: não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma
(ECG). Aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes
recebendo placebo.
- Interação com nicotina: a avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não
revelou diferenças significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos: este medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.
Atenção: Contém lactose monoidratada (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido. Este medicamento
não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes óxido de ferro vermelho (Aristab 10 mg e 30 mg) e óxido de ferro amarelo
(Aristab 15 mg).
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo
cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco
de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou
outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue.
Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam
prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para
arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do
corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Aristab 10 mg: comprimidos rosas, circulares, biconvexos, com vinco em uma das faces e lisos na outra face.
Aristab 15 mg: comprimidos amarelos, circulares, biconvexos, com vinco em uma das faces e lisos na outra face.
Aristab 20 mg: comprimidos brancos, circulares, biconvexos, lisos em ambas as faces.
Aristab 30 mg: comprimidos róseos, circulares, biconvexos, lisos em ambas as faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aristab deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia: a dose de início e a dose-alvo recomendada para Aristab é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez ao
dia, independentemente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas
semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
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Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente, para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
- Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser
aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os
demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
Transtorno bipolar: a dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia
ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta
clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, o
sexo, a etnia ou o estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de Aristab se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos
que alterem a concentração de Aristab no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose
devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de Aristab administrados por vias não recomendadas.
Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.
Os comprimidos de Aristab 10 mg e 15 mg podem ser partidos. As partes não utilizadas dos comprimidos
devem ser guardadas nas embalagens originais.
Aristab 20 mg e 30 mg: Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esqueceu de tomar Aristab, você deverá tomá-lo assim que se lembrar, mas não tome duas doses no
mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante
os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam
ocorrer e representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia,
acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego
ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso,
aumento > 7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor
e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: < 0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% –
1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: < 2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: < 2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: < 0,1%; diabetes: 0,1%
– 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não
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dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: < 0,1%; hiperglicemia:
0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL:
2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de triglicerídeos séricos:
1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de > 7% do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva:
3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% -
11%; xerostomia: 2% - 5%.
Hematológicos: leucopenia: < 1%; neutropenia: < 1%; trombocitopenia: > 1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: < 1%.
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%.
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores musculoesqueléticas:
3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%;
cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor:
2% - 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%.
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias
superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;
erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção
inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente
vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio;
comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de
hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM);
prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais
prolongadas de conjuntos de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de
acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos
resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia
miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite. Raro –
pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no peito,
pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro –
insolação.
Investigações: comum – creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica elevada,
creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada e
gamaglutamiltransferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro –
cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns - fraqueza muscular, compressão muscular e
mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia,
discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e
coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de
suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio concluído,
tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
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Aristab comprimidos_BU19_VP
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia
e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia e
urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas
reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível
estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática,
angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos
involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios,
perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no sangue),
disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal,
tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos,
alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção
do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar ao médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na
superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e tremores.
Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartatoaminotransferase elevado, fibrilação atrial,
bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível de consciência
deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue),
hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do movimento ou da consciência), perda de
consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT, pneumonia por aspiração, parada
respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado um
eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer o
monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em terapia de
apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas. Deve-se manter
uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a absorção de
aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol tem
grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0425
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 1° ao 4° andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
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Aristab comprimidos_BU19_VP
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Rodovia Presidente Dutra, km 222,2
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
09/03/2026 -
10451 -
MEDICAMENTO NOVO
- Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
11/02/2026 0143118/26-9
10990 - RDC 73/2016 -
NOVO - Mudança
menor de excipiente
para formas
farmacêuticas sólidas
-
VP
I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg,
13/10/2025 1369383/25-8
10451 -
MEDICAMENTO NOVO
- Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
23/09/2025 1263617/25-7
10990 - RDC 73/2016 -
NOVO - Mudança
menor de excipiente
para formas
farmacêuticas sólidas
-
VP
.I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg,
19/01/2024 0073031/24-1
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
APRESENTAÇÕES
VPS
APRESENTAÇÕES
VP/VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg
-- 11 of 13 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
01/08/2023 0800815/23-8
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
1. INDICAÇÕES
2 RESULTADOS DE EFICÁCIA
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg
03/11/2022 4901318/22-5
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
15/12/2021 7053222/21-7 12098 - GQMED -
Resposta a Ofícios -
VP
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
8. POSOLOGIA
VP/VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg
13/08/2021 3176968/21-3
10450 – SIMILAR –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Comprimidos
10 mg; 15 mg;
20 mg e 30 mg
02/10/2020 3382720/20-6
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
15/09/2020 3133096/20-7
11018 - RDC 73/2016 -
SIMILAR - Inclusão de
local de embalagem
primária do
medicamento
III. DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
10 mg e 15 mg
02/04/2020 0995092/20-3
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
13/02/2020 0455171/20-1
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
06/02/2019 0112226/19-6
10955 RDC 73/2016 –
SIMILAR – Ampliação
dos limites de
especificação
13/01/2020
VP
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
-- 12 of 13 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
21/12/2018 1202497/18-0
10450 –
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
9.REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
12/04/2017 0603867/17-1
SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A III. DIZERES LEGAIS VP/VPS
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
12/08/2016 2177122/16-7
SIMILAR - Notificação
de Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
11/03/2014 0174254/14-0
10457 – SIMILAR –
Inclusão Inicial de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A PRIMEIRA SUBMISSÃO NO
BULÁRIO ELETRÔNICO VP/VPS
Comprimidos
10 mg/ 15 mg/
20 mg/ 30 mg
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 105094 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658039300 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1057304250170 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto acima de |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |