Aristab 1 Mg/Ml Suspensão Oral Com 150 Ml + Seringa Dosadora Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
ARISTAB
1 MG/ML
ARIPIPRAZOL
Aristab (aripiprazol) é indicado para tratar esquizofrenia e episódios de mania ou mistos no transtorno bipolar tipo I, tanto como monoterapia quanto como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. O mecanismo de ação do aripiprazol é desconhecido, mas a eficácia é mediada por e…
ARISTAB é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda Sob Receita de Controle Especial
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Sobre o produto
Aristab (aripiprazol) é indicado para tratar esquizofrenia e episódios de mania ou mistos no transtorno bipolar tipo I, tanto como monoterapia quanto como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. O mecanismo de ação do aripiprazol é desconhecido, mas a eficácia é mediada por efeitos nos receptores do sistema nervoso central. A atividade de Aristab deve-se principalmente ao aripiprazol inalterado e, em menor medida, ao seu metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 16571 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658035432 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1057307240036 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Suspensão |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
ARISTAB
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Suspensão
1 mg/ml
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Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 e Novo Marco Regulatório/2022
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
ARISTAB
aripiprazol
APRESENTAÇÕES
Suspensão de 1 mg/ml: frascos contendo 100 ml ou 150 ml + seringa dosadora.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada ml de Aristab suspensão contém:
aripiprazol................................................................................................................................................1 mg
Excipientes: metilparabeno, propilparabeno, edetato dissódico di-hidratado, glicerol, sucralose, celulose
microcristalina, carmelose sódica, goma xantana, polissorbato 60, hidróxido de sódio, ácido cítrico e água
purificada.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
Aristab é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno bipolar
- Monoterapia
Aristab é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos associados ao
transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)
Aristab é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de
episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de
esquizofrenia e transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é
mediada por efeitos em receptores no sistema nervoso central.
A atividade de Aristab é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol, e em menor medida ao seu
metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Aristab se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou a
qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência
Os pacientes idosos com psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm
maior risco de morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de
natureza cardiovascular (como insuficiência cardíaca e morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia).
Aristab não deve ser usado para tratamento de pacientes com psicose associada à demência.
BULA PARA PACIENTE
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- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (acidente vascular cerebral)
Nos estudos clínicos realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como
AVC e ataque isquêmico transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos).
Aristab não deve ser usado para o tratamento da psicose associada à demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à doença de Alzheimer
Nos estudos realizados com pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos
adversos emergentes (decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e
incontinência (principalmente incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome neuroléptica maligna (SNM)
Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de síndrome neuroléptica
maligna (SNM), pode ocorrer com a administração de medicamentos antipsicóticos, incluindo aripiprazol.
Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As manifestações clínicas da SNM
são hipertermia (elevação da temperatura corporal), rigidez muscular (imobilidade dos músculos), estado
mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressão arterial irregular, taquicardia,
diaforese [transpiração ou eliminação de suor abundante] e arritmia cardíaca). Sinais adicionais podem
incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na regulação do metabolismo dos
tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de mioglobina
na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda.
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico
deverá considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já
que recidivas de SNM têm sido relatadas.
Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários)
A síndrome de movimentos potencialmente involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por
pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos. Apesar de aparentemente haver maior prevalência
dessa síndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, é impossível confiar em estimativas de
prevalência para prever, na introdução do tratamento antipsicótico, quais pacientes têm maior chance de
desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever Aristab de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de discinesia
tardia (movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), seu médico
deverá considerar a descontinuação deste medicamento. No entanto, alguns pacientes talvez precisem do
tratamento com aripiprazol, independentemente da presença da síndrome.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e diabetes mellitus
Foi relatada hiperglicemia, em alguns casos extrema e associada à cetoacidose (complicação do diabetes
mellitus, que ocorre quando o corpo produz ácidos em excesso no sangue) ou coma hiperosmolar
(complicação do diabetes mellitus em que o elevado nível de glicose no sangue leva ao coma) ou morte,
em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes
tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e eventos adversos relacionados à
hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com
antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser
monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade e histórico familiar de
diabetes) que estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de
glicose sérica (teste com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo) em jejum no
início do tratamento e periodicamente durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de
hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do
esperado), polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem
sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de
glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos
Alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e incontroláveis, como
compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus familiares ou cuidadores sobre esses
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efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem. Se você,
algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e incontroláveis,
procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do
medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão ortostática
A incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática (postural) nos estudos
incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
Aristab deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de infarto
do miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução), doença
cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação, hipovolemia
[diminuição anormal do volume sanguíneo] e tratamento com medicamentos anti-hipertensivos).
Distúrbios vasculares
Casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos antipsicóticos, como
Aristab. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresentem fatores de risco para tromboembolismo
venoso, seu médico deverá avaliar os riscos de desenvolvimento de tromboembolismo venoso antes e
durante o seu tratamento com Aristab.
Quedas
Os antipsicóticos, incluindo o Aristab, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade motora
e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá
avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com Aristab.
Leucopenia, neutropenia e agranulocitose
Foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade) e neutropenia
(contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade) relacionados temporariamente a
agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi relatada agranulocitose (diminuição ou ausência
de granulócitos ou leucócitos granulosos).
Fatores de risco possíveis incluem contagem de leucócitos preexistente baixa e histórico de
leucopenia/neutropenia induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo
(CBC - teste completo de contagem dos diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os
primeiros meses de terapia e se houver queda clinicamente significativa de células brancas, poderá
interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou
sintomas de infecção e tratados imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com
neutropenia grave devem descontinuar este medicamento.
Convulsões
Como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, Aristab deve ser utilizado com cautela em pacientes
com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor
Aristab, como outros antipsicóticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de julgamento,
pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia
com este medicamento não lhe prejudica.
Regulação da temperatura corporal
Recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para pacientes que passam ou podem passar
por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em caso de exercício extenuante,
exposição a calor extremo, administração concomitante de medicamento com atividade anticolinérgica, ou
sujeição à desidratação.
Suicídio
Os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. Aristab deve ser prescrito na menor quantidade eficaz de modo a reduzir
o risco de superdosagem.
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Disfagia (dificuldade de deglutir)
A falta de motilidade do esôfago e aspiração têm sido associadas ao uso de medicamento antipsicóticos,
como aripiprazol. Aristab deve ser utilizado com cuidado em pacientes com risco de pneumonia por
aspiração.
Uso em pacientes com enfermidade concomitante
A experiência clínica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sistêmicas concomitantes é
limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma extensão considerável em pacientes com
histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável.
Abuso e dependência
Aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial de abuso,
tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de abstinência
foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol pode
causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.
Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de
gravidez, ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas
extrapiramidais surgem quando o sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável pela coordenação
dos movimentos, é afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas
mentais e físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes devem
informar ao médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol.
Aristab pode ser utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais esperados compensarem o
possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
- Trabalho de parto
O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes
Aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para não amamentarem
caso estejam em tratamento com aripiprazol.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
- Uso pediátrico
Não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico
Não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações medicamentosas
Em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central, deve-se ter cautela quando
Aristab for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação central.
Aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem Aristab
As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo responsáveis pelo metabolismo de
aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem
causar uma elevação no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redução no sangue. Inibidores
(diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou
paroxetina) podem inibir a eliminação de aripiprazol e causar elevação no sangue. Informe ao seu médico
sobre todos os medicamentos de que faz uso. Ele poderá aumentar ou diminuir a dose de Aristab quando
houver coadministração com estes medicamentos.
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- Potencial de Aristab afetar outras drogas
Não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool
Como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para evitar
ingerir álcool durante o tratamento com Aristab.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com Aristab
Famotidina: não é necessário ajuste na dosagem de Aristab quando administrado concomitantemente a
famotidina.
Valproato, lítio, varfarina, omeprazol, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na dosagem
quando administrados concomitantemente ao aripiprazol.
- Anormalidades em testes laboratoriais
Não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de aripiprazol e placebo nos parâmetros de
rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De maneira semelhante, não foram observadas
diferenças na incidência de descontinuações em razão de alterações na bioquímica sérica, hematologia ou
análise de urina em pacientes adultos. Não foram observadas diferenças importantes entre os pacientes
recebendo aripiprazol e aqueles recebendo placebo nos valores de prolactina, glicose em jejum,
triglicérides, HDL, LDL ou colesterol total.
- Alterações no ECG
Não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma (ECG). Aripiprazol
foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes recebendo placebo.
- Interação com nicotina
A avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não revelou diferenças
significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos
Este medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente
a quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
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Após aberto, válido por 60 dias.
Características físicas e organolépticas: suspensão branca homogênea.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aristab deve ser utilizado exclusivamente por via oral. Recomenda-se que, para a administração da
suspensão, seja utilizada a seringa dosadora que acompanha o frasco na embalagem. Agite antes de usar.
Instruções de utilização:
- Agite o frasco antes da utilização (figura 1).
- Retire a seringa e o adaptador da embalagem (figura 2).
- Abra o frasco, rodando a tampa no sentido anti-horário (figura 3).
- Insira o adaptador no gargalo do frasco (figura 4). Assegure-se de que está bem fixo.
- Pegue a seringa e coloque na abertura do adaptador (figura 5).
- Inverta o frasco (figura 6).
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- Encha a seringa conforme a posologia indicada pelo seu médico, puxando o êmbolo para baixo (figura 7).
Feche bem o frasco após o uso.
- Administre a dose contida na seringa diretamente na boca, empurrando o êmbolo até o final (figura 8).
Lave bem a seringa dosadora após cada administração.
Esquizofrenia
A dose de início e a dose-alvo recomendadas para Aristab é de 10 mg/dia (10 mL da suspensão) ou 15
mg/dia (15 mL da suspensão) uma vez ao dia, independente das refeições. Em geral, os aumentos na
dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de
equilíbrio.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade
de continuar com o tratamento de manutenção.
- Troca de outros antipsicóticos
A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes
com esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em
todos os casos, o período de sobreposição da administração dos antipsicóticos deve ser minimizado.
Transtorno bipolar
A dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg (15 mL da suspensão) uma vez ao dia como
monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia (30
mL da suspensão) com base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi
avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a
necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem
Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, raça ou
estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de Aristab se você estiver utilizando concomitantemente outros
medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a
necessidade de ajuste de dose devido outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos da suspensão de aripiprazol administrada por vias não
recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita
apenas por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Agite antes de usar.
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7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar Aristab, deverá tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no mesmo
dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol
durante os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas, fornecem uma estimativa à incidência com que elas
possam ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no
mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (≥ 10%) foram náusea, vômito,
constipação, cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento
caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar
parado), ansiedade, insônia e inquietação.
Experiência de estudos clínicos
Esquizofrenia
- Reações adversas comumente observadas
A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com
esquizofrenia foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna,
irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado).
Mania bipolar
- Monoterapia
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com
mania bipolar foram acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia
e até três semanas em mania bipolar) foram:
Distúrbios oculares: visão embaçada.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente,
desconforto abdominal e desconforto estomacal.
Distúrbios gerais: fadiga e dor.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos
músculos), dor nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares
involuntárias).
Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação,
distúrbio extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.
Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e
laringe) e tosse.
Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de
reação adversa com relação à idade, sexo ou raça.
- Terapia adjuntiva com mania bipolar
As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com
aripiprazol em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva,
foram acatisia e tremores.
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- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio
ou valproato em pacientes com mania bipolar foram acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas
reações que ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e
lítio ou valproato foram:
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.
Infecções e infestações: nasofaringite.
Investigações: aumento de peso.
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda
de equilíbrio) e sedação.
Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.
Reações adversas relacionadas à dose
- Esquizofrenia
A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência
(incluindo sedação).
- Sintomas extrapiramidais
Esquizofrenia
Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e
eventos relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.
Mania bipolar
Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal
e eventos relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na
terapia adjuntiva.
- Distonia
Sintomas de distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos, podem ocorrer em
indivíduos susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos
nos músculos do pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir,
dificuldade em respirar e/ou protrusão da língua. Embora estes sintomas possam ocorrer em doses baixas,
eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade sob concentrações maiores e doses mais altas de
drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de
homens e indivíduos mais jovens.
- Ganho de peso
Em estudos de quatro a seis semanas em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de
peso médio entre pacientes recebendo aripiprazol e placebo (+0,7 kg versus -0,05 kg, respectivamente) e
também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de peso ≥ 7%
do peso corporal [aripiprazol (8%) comparado a placebo (3%)].
Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio
para pacientes recebendo aripiprazol e placebo foi de 0,1 kg versus 0,0 kg, respectivamente. A proporção
de pacientes que atenderam ao critério de ganho de peso ≥ 7% do peso corporal foi de 2% com aripiprazol
em comparação a 3% com placebo. No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia
adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso médio para os pacientes recebendo aripiprazol e placebo
foi de 0,6 kg versus 0,2 kg, respectivamente. A proporção de pacientes que atenderam ao critério de ganho
de peso ≥ 7% do peso corporal foi de 3% com aripiprazol em comparação a 4% com placebo em terapia
adjuntiva.
Achados adicionais observados em estudos clínicos
- Reações adversas em estudo de longo prazo
As reações adversas relatadas em um estudo de 26 semanas, comparando aripiprazol e placebo em pacientes
com esquizofrenia, foram em geral consistentes com aquelas relatadas em outros estudos de curto prazo e
controlados por placebo, exceto por uma incidência maior de tremores.
Neste estudo, a maioria dos casos de tremores teve intensidade leve, ocorreu no início da terapia e
apresentou duração limitada. Em casos raros, os tremores levaram à descontinuação (<1%) de aripiprazol.
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Ademais, em um estudo de longo prazo (52 semanas), ocorreu tremores em 5% dos indivíduos (40/859)
para aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo com transtorno bipolar.
- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
A seguir pode ser encontrada uma relação das reações adversas relatadas por pacientes tratados com
aripiprazol durante qualquer fase de um estudo no banco de dados de 13.543 pacientes adultos. Todos os
eventos avaliados como possíveis reações adversas foram incluídos, exceto pelos eventos mais frequentes.
Além disso, reações adversas médicas ou clinicamente significativas, em especial aquelas provavelmente
mais úteis para o médico responsável pela prescrição, ou que apresentam plausibilidade farmacológica,
também foram incluídas. Eventos já listados em outras partes da bula foram excluídos. Apesar de as reações
relatadas terem ocorrido durante o tratamento com aripiprazol, elas não foram necessariamente causadas
pelo medicamento.
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente
de acordo com as definições a seguir:
Comum (frequente): ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles
ainda não listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação).
Incomum (infrequente): ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento.
Raro: ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da
normalidade), neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade),
trombocitopenia (contagem de plaquetas no sangue abaixo da normalidade).
Distúrbios cardíacos: incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência
cardiopulmonar, infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou
impossibilidade de condução dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos
cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal (frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial
(ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração), angina pectoris (tipo de dor no peito causada
pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica (diminuição ou suspensão da
irrigação sanguínea do miocárdio); raros – flutter atrial (contração em frequência muito rápida do átrio),
taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema
na pálpebra e fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada e
esofagite; raro – pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia (fraqueza), edema periférico,
dor no peito, pirexia (febre) e irritabilidade; incomuns – edema facial, angioedema e sede; raro – hipotermia
(temperatura corpórea abaixo do normal).
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).
Distúrbios do sistema imunológico: incomum – hipersensibilidade.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda; incomum – automutilação
(autolesão provocada intencionalmente); raro – insolação.
Investigações: comuns - redução do peso e creatinofosfoquinase elevada; incomuns – enzima hepática
elevada, glicose sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no
eletrocardiograma, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada; raros – lactato desidrogenase
sérico elevado, hemoglobina glicosilada elevada e gama glutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comum – apetite reduzido; incomuns – hiperlipidemia
(concentração elevada de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela
distorção da autoimagem), diabetes mellitus (incluindo insulina sérica elevada), tolerância a carboidratos
reduzida, diabetes mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose
na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), hipocalemia (diminuição do potássio no sangue),
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hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue) e polidipsia
(sede excessiva); raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos no organismo).
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular,
compressão muscular (pressão muscular) e mobilidade reduzida; raro – rabdomiólise (destruição muscular).
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia (dificuldade nos movimentos
voluntários); incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda
dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia
tardia (movimentos repetitivos involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia
(contração muscular brusca, involuntária e de brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus
muscular), acinesia (perda completa dos movimentos involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou
retardados); raros – convulsão de grande mal e coreoatetose (associação de movimentos involuntários).
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida; incomuns – agressividade, perda da
libido, tentativa de suicídio, hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado),
raiva, anorgasmia (inibição recorrente ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional,
suicídio concluído, tique e ideação homicida; raros – catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver
sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de fala ou outro tipo comportamento incomum)
e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina) e
noctúria (eliminação excessiva de urina durante a noite).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil,
amenorreia (ausência de menstruação) e dor nas mamas; raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos
homens) e priapismo (ereção persistente).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar) e
pneumonia por aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo,
generalizado, macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa,
seborreica, neurodermatite e erupção medicamentosa) e hiperidrose (transpiração anormalmente
aumentada); incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia (queda dos cabelos) e urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); incomum – hipotensão
(pressão arterial baixa).
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão
de essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem
sempre é possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação
alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe,
crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, apetite
aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento
da contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na
garganta, comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e
comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos
são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do
médico.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova forma farmacêutica no País e, embora as
pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado
corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe
seu médico.
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9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas
na superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e
tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado,
fibrilação atrial, bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada,
nível de consciência deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração
de potássio no sangue), hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do
movimento ou da consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento
do QT, pneumonia por aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca
anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado
um eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer
o monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em
terapia de apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas.
Deve-se manter uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a
absorção de aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol
tem grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0724
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO - COM RETENÇÃO DA RECEITA
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
19/11/2025 -
10451-
MEDICAMENTO
NOVO - Notificação
de Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
I- IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
VPS
I- IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP/VPS Suspensão
1 mg/ml
23/10/2023 1147399/23-9
10451-
MEDICAMENTO
NOVO - Notificação
de Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
06/10/2023 1065713/23-4
11011 - RDC
73/2016 - NOVO -
Inclusão de local de
embalagem
secundária do
medicamento
III – DIZERES LEGAIS VP/VPS Suspensão oral
1 mg/ml
06/02/2023 0120805/23-5
10451-
MEDICAMENTO
NOVO - Notificação
de Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
29/06/2021 2519279/21-5
11089 - RDC
73/2016 - NOVO -
Mudança
relacionada ao
acessório
14/02/2022
Apresentações
VP
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
VP/VPS Suspensão oral
1 mg/ml
17/08/2021 3233495/21-8
10451-
MEDICAMENTO
NOVO - Notificação
de Alteração de
N/A N/A N/A N/A
VPS
7. Cuidados de armazenamento do
medicamento
9. Reações adversas
VPS Suspensão oral
1 mg/ml
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Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
21/05/2020 1600178/20-8
10458 –
MEDICAMENTO
NOVO - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS Suspensão oral
1 mg/ml
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 16571 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658035432 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1057307240036 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Suspensão |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |