Toarip 10 Mg Comprimido Com 30 Torrent Do Brasil Ltda
Vendido e entregue por Brava
TOARIP
10 MG
ARIPIPRAZOL
TOARIP® (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar tipo I. No transtorno bipolar, pode ser usado em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato para episódios de mania ou mistos. O mecanismo de ação do aripiprazol não é tot…
TOARIP é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
TOARIP® (aripiprazol) é indicado para o tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar tipo I. No transtorno bipolar, pode ser usado em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato para episódios de mania ou mistos. O mecanismo de ação do aripiprazol não é totalmente compreendido, mas acredita-se que sua eficácia se deve a efeitos sobre receptores do sistema nervoso central. Sua atividade é majoritariamente devido à droga inalterada e, em menor medida, ao metabólito dehidro-aripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 13166 |
|---|---|
| Marca | TORRENT DO BRASIL |
| Código de Barras | 8903855078618 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1052500760071 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
TOARIP®
aripiprazol
comprimidos
10 mg, 15 mg, 20 mg e 30 mg
Torrent do Brasil Ltda
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BU-07 1
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
TOARIP®
aripiprazol
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
TOARIP®
aripiprazol
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE
REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos 10 mg: embalagens com 10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 15 mg: embalagem com 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg: embalagem com 30 comprimidos.
Comprimidos 30 mg: embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de TOARIP® 10 mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................10 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido de ferro vermelho,
hipromelose, amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p...........................1 comprimido
Cada comprimido de TOARIP® 15 mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................15 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido de ferro vermelho,
hipromelose, amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p...........................1 comprimido
Cada comprimido de TOARIP® 20 mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................20 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido de ferro vermelho,
hipromelose, amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p...........................1 comprimido
Cada comprimido de TOARIP® 30 mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................30 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido de ferro vermelho,
hipromelose, amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p...........................1 comprimido
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
O TOARIP® é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
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Transtorno Bipolar
- Monoterapia: TOARIP® é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de
mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia Adjuntiva (terapia complementar à terapia principal): TOARIP® é indicado como
terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de episódios de
mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do TOARIP®, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de
esquizofrenia e transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do
aripiprazol é mediada por efeitos em receptores no sistema nervoso central.
A atividade deste medicamento é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol, e em
menor medida ao seu metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar este medicamento se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste
medicamento) ou a qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de
prurido/urticária à anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência
Os pacientes idosos com psicose associada à demência tratados com medicamentos
antipsicóticos correm maior risco de morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a
maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular (como insuficiência cardíaca, morte
súbita) ou infecciosa (como pneumonia). O TOARIP® não deve ser usado para tratamento de
pacientes com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Nos estudos clínicos realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos
cardiovasculares (como AVC e ataque isquêmico transitório), incluindo fatalidades (idade
média: 84 anos; faixa: 78-88 anos). O TOARIP® não deve ser usado para o tratamento da
psicose associada à demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à Doença de
Alzheimer
Nos estudos realizados em pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os
eventos adversos emergentes (decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo
sedação) e incontinência (principalmente incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM)
Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de Síndrome
Neuroléptica Maligna (SNM) pode ocorrer com a administração de medicamentos
antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com
aripiprazol. As manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da temperatura
corporal), rigidez muscular (imobilidade dos músculos), estado mental alterado e evidência de
instabilidade autonômica pulso ou pressão arterial irregular, taquicardia, diaforese (transpiração
ou eliminação de suor abundante) e arritmia cardíaca). Sinais adicionais podem incluir
creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na regulação do metabolismo dos
tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de
mioglobina na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência
renal aguda.
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Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu
médico deverá considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado
cuidadosamente, já que recidivas de SNM têm sido relatadas.
Discinesia Tardia (movimentos repetitivos involuntários)
A síndrome de movimentos potencialmente involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida
por pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos. Apesar de aparentemente haver maior
prevalência dessa síndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, é impossível confiar
em estimativas de prevalência para prever, na introdução do tratamento antipsicótico, quais
pacientes têm maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever TOARIP® de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência
de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários),
avise ao seu médico, para avaliar o quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação
do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes Mellitus
Foi relatada hiperglicemia - em alguns casos extrema e associada à cetoacidose (complicação do
Diabetes mellitus, que ocorre quando o corpo produz ácidos em excesso no sangue) -, coma
hiperosmolar (complicação do diabetes mellitus em que o elevado nível de glicose no sangue
leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos
relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de
antipsicóticos atípicos e eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente
compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes
tratados com antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos
devem ser monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade ou histórico familiar de
diabetes) que estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter
a testes de glicose sérica (teste com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro
sanguíneo) em jejum no início do tratamento e periodicamente durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a
sintomas de hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em
volume acima do esperado), polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular).
Pacientes que desenvolverem sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com
antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos
Alguns pacientes que tomam TOARIP® podem apresentar desejos incomuns e incontroláveis,
como compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus familiares ou cuidadores
sobre esses efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles
acontecerem. Se você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou
comportamentos incomuns e incontroláveis, procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o
seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do medicamento ou mesmo descontinuá-lo.
Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão Ortostática
A incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática (postural)
nos estudos incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
O TOARIP® deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida
(histórico de infarto do miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou
anormalidades da condução), doença cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os
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pacientes à hipotensão (desidratação, hipovolemia (diminuição anormal do volume sanguíneo) e
tratamento com medicamentos anti-hipertensivos).
Distúrbios vasculares
Casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos
antipsicóticos, como o TOARIP®. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresente fatores
de risco para tromboembolismo venoso, seu médico deverá avaliar seus riscos de
desenvolvimento de tromboembolismo venoso antes e durante o seu tratamento com TOARIP®.
Quedas
Os antipsicóticos, incluindo o TOARIP®, podem causar sonolência, hipotensão postural,
instabilidade motora e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou
outras lesões. O médico deverá avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento
com TOARIP®.
Leucopenia, Neutropenia e Agranulocitose
Foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade) e
neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade) relacionados
temporariamente a agentes antipsicóticos, incluindo TOARIP®. Também foi relatada
agranulocitose (diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos granulosos).
Fatores de risco possíveis incluem contagem baixa de leucócitos preexistente e histórico de
leucopenia/neutropenia induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma
completo (CBC – teste completo de contagem dos diferentes tipos de células sanguíneas)
frequentemente durante os primeiros meses de terapia e se houver queda clinicamente
significativa de células brancas, poderá interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem
ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e tratados
imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem
descontinuar TOARIP®.
Convulsões
Como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, o TOARIP® deve ser utilizado com
cautela em pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor
O aripiprazol como outros antipsicóticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de
julgamento, pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de
que a terapia com este medicamento não o prejudica.
Regulação da temperatura corporal
Recomenda-se atenção adequada na prescrição de TOARIP® para pacientes que passam ou
podem passar por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em caso de
exercício extenuante, exposição ao calor extremo, administração concomitante de medicamento
com atividade anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio
Os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. O TOARIP® deve ser prescrito na menor quantidade eficaz
de modo a reduzir o risco de superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir)
A falta de motilidade do esôfago e aspiração têm sido associadas ao uso de medicamentos
antipsicóticos, como TOARIP®. O TOARIP® deve ser utilizado com cuidado em pacientes com
risco de pneumonia por aspiração.
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Uso em pacientes com enfermidades concomitantes
A experiência clínica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sistêmicas
concomitantes é limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma extensão
considerável em pacientes com histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca
instável.
Abuso e dependência
O aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial de
abuso, tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos,
sintomas de abstinência foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez:
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se
aripiprazol pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode
afetar a capacidade reprodutiva. Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos
antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez, ele apresenta o risco para sintomas
extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas extrapiramidais surgem quando o
sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável pela coordenação dos movimentos, é
afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais e
físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes
devem informar ao médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento
com TOARIP®. O TOARIP® pode ser utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios
potenciais esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
- Trabalho de parto
O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes
TOARIP® é excretado no leite materno humano.As pacientes devem ser avisadas para não
amamentar em caso estejam em tratamento com TOARIP®.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no
período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-
dentista.
- Uso pediátrico
Não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico
Não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações Medicamentosas
Em virtude dos efeitos principais de TOARIP® sobre o sistema nervoso central, deve-se ter
cautela quando TOARIP® for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com
ação central.
O TOARIP® possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem o aripiprazol
As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo responsáveis pelo
metabolismo de TOARIP®. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4
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(como carbamazepina) podem causar uma elevação no clearance (retirada do sangue) de
aripiprazol e redução no sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como
cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a eliminação
de TOARIP® e causar elevação no sangue. Seu médico poderá alterar a dose de TOARIP®
quando houver coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de aripiprazol afetar outras drogas
Não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool
Como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser
alertados para evitar ingerir álcool durante o tratamento com TOARIP®.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com o aripiprazol
Valproato, lítio, varfarina, omeprazol, famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é
necessário ajuste na dosagem quando administrados concomitantemente ao TOARIP®.
- Anormalidades em testes laboratoriais
Não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de TOARIP® e placebo nos
parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De maneira
semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de descontinuações em razão de
alterações na bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
- Alterações no ECG
Não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma (ECG).
O aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos
pacientes recebendo placebo.
- Interação com nicotina
A avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não revelou
diferenças significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos
O TOARIP® pode ser administrado com ou sem alimentos.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido. Este medicamento
não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: TOARIP® de 10 mg, 15 mg, 20 mg e 30 mg contêm o corante óxido de ferro
vermelho.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, pois sua
habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência,
expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos,
que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome
congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já
teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar
alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
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Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca),
insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível
de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros
medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT
(alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para
corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do
corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
TOARIP® 10 mg: comprimido rosado, oval, biconvexo, com a inscrição “A10” em uma das
faces.
TOARIP® 15 mg: comprimido rosado, redondo, biconvexo, com a inscrição “A15” em uma das
faces.
TOARIP® 20 mg: comprimido rosado, redondo, biconvexo, com a inscrição “A20” em uma das
faces.
TOARIP® 30 mg: comprimido rosado, oval, biconvexo, com a inscrição “A30” em uma das
faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
TOARIP® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia
A dose de início e a dose alvo recomendada para aripiprazol é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma
vez ao dia, independentemente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem
ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar
a necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.
Troca de outros antipsicóticos
A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns
pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os demais
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pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo
médico.
Transtorno Bipolar
A dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou
como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com
base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em
estudos clínicos.
Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a
necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da Dosagem
Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, o
sexo, a etnia ou o estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente
outros medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele
identifique a necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu
metabolismo.
Atenção: Não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por
vias não recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a
administração deve ser feita apenas por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Se você se esqueceu de tomar TOARIP®, você deverá tomá-lo assim que se lembrar, mas não
tome duas doses no mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-
dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de
aripiprazol durante os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com
que elas possam ocorrer e representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o
evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea, vômito,
constipação, cefaleia, acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de
inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade,
insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso, aumento >7% do peso
corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor e
fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
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Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%;
bradiarritmia: <0,1%; parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória:
0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%;
prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: <2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina:
<0,1%; diabetes: 0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da
tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose
diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: <0,1%; hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia:
0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL: 2,2% -
9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de
triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de >7% do peso
corpóreo: 2,5% - 21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%;
salivação excessiva: 3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% -
15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% - 11%; xerostomia: 2% - 5%.
Hematológicos: leucopenia: <1%; neutropenia: <1%; trombocitopenia: >1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: <1%
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores
musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%;
espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos
extrapiramidais: 2% - 27,3%; cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%;
convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor: 2% - 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de
nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%;
infecções respiratórias superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística;
torsades de pointes; erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia;
síndrome metabólica; síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético;
desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente vascular cerebral
(AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio;
comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de
hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica
maligna (SNM); prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem;
distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos.
- Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol:
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência
decrescente de acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não
listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes;
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Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: Incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação
atrial e isquemia miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia
ventricular.
Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e
esofagite. Raro – pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia, edema
periférico, dor no peito, pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede.
Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda. Incomum –
automutilação. Raro – insolação.
Investigações: Comum - creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada,
ureia sérica elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato
desidrogenase sérico elevada e gamaglutamiltransferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e
polidipsia. Raro – cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – fraqueza muscular,
compressão muscular e mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns –
distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada,
acidente vascular cerebral, hipocinesia, discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia,
acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da
libido, tentativa de suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios,
automutilação intencional, suicídio concluído, tique e ideação homicida. Raros – catatonia e
sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção
erétil, amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia e
pneumonia por aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação
fotossensível, alopecia e urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol.
Em razão de essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho
indeterminado, nem sempre é possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga:
ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo,
prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários
dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios,
perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de
leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na
garganta, comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e
comportamentos compulsivos (relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes
comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do tratamento com
o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar ao médico prescritor ao identificar comportamento
compulsivo em pacientes em tratamento com TOARIP®. O medicamento não deve ser
descontinuado sem a ciência do médico.
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço
de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem)
relatadas na superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem
vômito, sonolência e tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade,
aspartato aminotransferase elevado, fibrilação atrial, bradicardia, coma, estado de confusão,
convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível de consciência deprimido, hipertensão
(aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue),
hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do movimento ou da
consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT,
pneumonia por aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência
cardíaca anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser
realizado um eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do
intervalo QT, deve-se fazer o monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de
superdosagem deve se concentrar em terapia de apoio, mantendo as vias aéreas adequadas,
oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas. Deve-se manter uma supervisão e um
monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar
parcialmente a absorção de TOARIP®.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que
TOARIP® tem grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0525.0076
Produzido por:
Unichem Laboratories Limited
Ind. Area, Meerut Road, Ghaziabad 201 003
Uttar Pradesh, Índia
Importado e Registrado por:
Torrent do Brasil Ltda.
Barueri - SP
CNPJ 33.078.528/0001-32
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 13/10/2025.
SAC: 0800.7708818
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Guia de Submissão Eletrônica de Texto de Bula_v5_13.01.14
Anexo B
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
N°
expediente Assunto Data do
expediente
N°
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula21 Versões
(VP/VPS)22
Apresentações
relacionadas23
Versão atual Versão atual
Notificação de alteração
de texto de bula – RDC
60/12
- - - -
VP:
4. O que devo saber antes
de usar este medicamento?
5. Onde, como e por quanto
tempo posso guardar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
7. O que devo fazer quando
eu me esquecer de usar este
medicamento?
8. Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
III. Dizeres Legais
VPS:
5. Advertências e
precauções
7. Cuidados de
armazenamento do
medicamento
8. Posologia e modo de
usar
9. Reações adversas
III. Dizeres Legais
VP e VPS
Comprimidos de 10
mg: embalagens
contendo 10 e 30
comprimidos.
Comprimidos de 15
mg, 20 mg e 30 mg:
embalagens contendo
30 comprimidos.
05/09/2023 0944984/23-1
Notificação de alteração
de texto de bula – RDC
60/12
- - - -
VP:
3. Quando não devo usar
este medicamento?
4. O que devo saber antes
de usar este medicamento?
5. Onde, como e por quanto
tempo posso guardar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
8. Quais os males que este
VP e VPS
Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
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Guia de Submissão Eletrônica de Texto de Bula_v5_13.01.14
medicamento pode me
causar?
VPS:
1. Indicações
2. Resultados de eficávia
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
8. Posologia e modo de
usar
9. Reações adversas
10. Superdose
25/05/2022 4206177/22-8
Notificação de Alteração
de Texto de Bula -
publicação no Bulário
RDC 60/12
18/01/2022 0229368/22-1
AE - Alteração -
medicamentos e
insumos
farmacêuticos -
importadora-
endereço matriz
10/02/2022 Dizeres legais VP e VPS
Comprimidos 10mg e
embalagem com 10
comprimidos.
Comprimidos 10mg,
15mg, 20mg e 30mg:
embalagens com 30
comprimidos.
30/08/2021 3420378/21-1
Notificação de alteração
de texto de bula – RDC
60/12
- - - -
I – Identificação do
medicamento
6. O que devo fazer quando
me esquecer de tomar este
medicamento?
VP
Comprimidos de 10
mg: embalagens
contendo 10 e 30
comprimidos.
Comprimidos 15 mg,
20 mg e 30 mg:
embalagens contendo
30 comprimidos.
I – Identificação do
medicamento
5. Advertência e
Precauções;
9. Reações Adversas
VPS
15/01/2021 0197844/21-6
Notificação de alteração
de texto de bula – RDC
60/12 - - - - Reações Adversas VPS
Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
30/04/2020 1338081/20-8 Notificação de alteração
de texto de bula – RDC - - - - VP: - I – Identificação do
medicamento VP e VPS Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
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Guia de Submissão Eletrônica de Texto de Bula_v5_13.01.14
60/12 II – Informações ao
paciente
VPS: - I – Identificação do
medicamento
II – Informações ao
paciente (Advertências e
Precauções)
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
19/03/2019 0246289/19-3
Notificação de alteração
de texto de bula – RDC
60/12
- - - -
VP: - Para que este
medicamento é indicado?
- O que devo fazer antes de
usar este medicamento?
- Como devo usar este
medicamento?
- Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
- O que fazer se alguém
usar uma quantidade maior
do que a indicada deste
medicamento?
VPS: - Indicações
- Características
farmacológicas
- Advertências e precauções
- Reações Adversas.
VP e VPS
Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
19/03/2019 0246050/19-5
Notificação de alteração
de texto de bula para
adequação a
intercambialidade
- - - -
Identificação do
medicamento. VP e VPS
Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
28/01/2019 0081157/19-2 Inclusão inicial de texto
de bula – RDC 60/12 - - - - Inclusão de bula no bulário
eletrônico da Anvisa. VP e VPS
Comprimidos de 10
mg e 15 mg:
embalagens contendo
10 e 30 comprimidos.
Comprimidos 20 mg e
30 mg: embalagens
contendo 30
comprimidos.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 13166 |
|---|---|
| Marca | TORRENT DO BRASIL |
| Código de Barras | 8903855078618 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1052500760071 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |