Fosfato Dissódico De Betametasona + Dipropionato De Betametasona 5 Mg/Ml + 2 Mg/Ml Suspensão Injetável Com 1 Ml + Seringa + Agulha União Química
Vendido e entregue por Brava
fosfato dissódico de betametasona + dipropionato de betametasona
5 MG/ML
DIPROPIONATO DE BETAMETASONA; FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA
Este medicamento, composto por dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona, é indicado para tratar doenças osteomusculares, alérgicas, dermatológicas, do colágeno, malignas e outras que respondem a corticoides. Atua como anti-inflamatório, antialérgico e an…
fosfato dissódico de betametasona + dipropionato de betametasona é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Este medicamento, composto por dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona, é indicado para tratar doenças osteomusculares, alérgicas, dermatológicas, do colágeno, malignas e outras que respondem a corticoides. Atua como anti-inflamatório, antialérgico e antirreumático, combinando a ação rápida do fosfato dissódico e a ação prolongada do dipropionato, promovendo alívio dos sintomas de forma imediata e duradoura.
Especificações
| Código do Produto | 105619 |
|---|---|
| Marca | GENOM |
| Código de Barras | 7896006219064 |
| Princípio ativo | DIPROPIONATO DE BETAMETASONA, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA |
| Registro MS | 1049714640024 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 15 anos |
| Via de administração | INTRA-ARTICULAR; INTRADÉRMICA; INTRALESIONAL; INTRAMUSCULAR; PERIARTICULAR |
| Forma farmacêutica | SUSPENSAO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS-ASSOCIACOES MEDICAMENTOSAS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
dipropionato de betametasona + fosfato
dissódico de betametasona
União Química Farmacêutica Nacional S/A
Suspensão Injetável
5 mg/mL + 2 mg/mL
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dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
Medicamento genérico, Lei n° 9.787, de 1999
Suspensão injetável
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Suspensão injetável 5 mg/mL + 2 mg/mL: embalagem contendo 6 ampolas de 1 mL + 6 seringas + 6
agulhas.
Suspensão injetável 5 mg/mL + 2 mg/mL: embalagem contendo 1 ampola de 1 mL + seringa + agulha
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INJETÁVEL (INTRAMUSCULAR, INTRA-ARTICULAR,
PERIARTICULAR, INTRABÚRSICA, INTRADÉRMICA, INTRALESIONAL E EM TECIDOS
MOLES).
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 15 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada mL da suspensão injetável contém:
dipropionato de betametasona ......................................................................................................... 6,43 mg*
fosfato dissódico de betametasona.................................................................................................. 2,63 mg**
* equivalente a 5 mg de betametasona
** equivalente a 2 mg de betametasona
Veículo: cloreto de sódio, edetato dissódico di-hidratado, hidróxido de sódio, ácido clorídrico, álcool
benzílico, polissorbato 80, fosfato de sódio dibásico, carmelose sódica, macrogol e água para injetáveis.
INFORMAÇOES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona está indicado para o tratamento de
doenças agudas e crônicas que respondem aos corticoides. A terapia hormonal com corticosteroide é
coadjuvante e não substitui a terapêutica convencional.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é indicado para os seguintes quadros
clínicos:
Alterações osteomusculares e de tecidos moles – artrite reumatoide, doenças das articulações como:
osteoartrite, bursite, espondilite anquilosante, espondilite radiculite, dor no cóccix, ciática, dor nas costas,
torcicolo, exostose, inflamação na planta dos pés (fascite).
Condições alérgicas – asma, rinite alérgica devida a pólen, edema angioneurótico (inchaço que pode afetar
várias partes do organismo), bronquite alérgica, rinite alérgica persistente, hipersensibilidade à droga,
doença do soro, picadas de insetos.
Condições dermatológicas – dermatite atópica (doença alérgica da pele), líquen simples crônico, dermatite
de contato, dermatite solar grave, urticária, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica associada com
diabetes mellitus (espécie de úlcera que afeta diabéticos), alopecia areata (queda de cabelo), lúpus
eritematoso discoide, psoríase, queloides, pênfigo, dermatite herpetiforme.
Doenças do colágeno – lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, poliarterite nodosa
(tipos de doenças auto-imunes).
Tumores malignos – para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos, leucemia aguda da
infância.
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Outras condições – síndrome adrenogenital (alteração hormonal que pode masculinizar as mulheres),
doenças gastrintestinais como: colite ulcerativa, ileíte regional, doença celíaca, afecções dos pés (bursite,
hallux rigidus, 5º dedo varo), afecções necessitando de injeções subconjuntivais, transtornos hematológicos
que respondem aos corticosteroides, alterações dos rins como: síndrome nefrítica e síndrome nefrótica.
A insuficiência adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com dipropionato de betametasona
+ fosfato dissódico de betametasona, mas deverá haver suplementação com mineralocorticoides.
o dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é recomendado para:
1) injeções intramusculares para doenças que respondem aos corticoides sistêmicos;
2) injeções diretamente nos tecidos moles afetados, quando indicado;
3) injeções intra-articulares e periarticulares em artrites;
4) injeções intralesionais para várias condições dermatológicas e;
5) injeções locais para certos transtornos inflamatórios e císticos dos pés.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é uma associação de ésteres de
betametasona que produzem efeito anti-inflamatório, antialérgico a antirreumático.
A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a
administração. A ação prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona que, por ser de absorção
lenta, controla os sintomas durante longo período de tempo. O tamanho reduzido do cristal de dipropionato
de betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 25) para administração intradérmica e
intralesional.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é uma suspensão aquosa injetável
estéril de dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona. Cada mL de dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona contém 5 mg de betametasona como dipropionato e 2
mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado.
Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a
resposta imunológica do organismo a diversos estímulos.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação
incomum como hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato de dissódico de betametasona,
a outros corticoides ou a qualquer um de seus componentes da fórmula. Também é contraindicado em
pacientes com infecções sistêmicas por fungos.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona não deverá ser administrado por via
intramuscular em pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática.
Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona não deverá ser usado por via
intravenosa ou subcutânea. Técnica estritamente asséptica é mandatória com uso de dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona.
Agite antes de usar.
Por se tratar de uma suspensão injetável o dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de
betametasona deve ser aplicado por um profissional de saúde.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona contém dois ésteres de betametasona,
um dos quais, o fosfato dissódico de betametasona, desaparece rapidamente do local da injeção. O potencial
para efeitos sistêmicos produzidos por esta porção solúvel do dipropionato de betametasona + fosfato
dissódico de betametasona deverá ser considerada pelo médico ao usar este preparado.
Após a administração intra-articular deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso
excessivo da articulação na qual foi obtido benefício sintomático.
A administração intramuscular de corticoides deverá ser feita profundamente em grandes massas
musculares para evitar atrofia tissular local.
As injeções em tecidos moles, intralesionais e intra-articulares podem produzir efeitos sistêmicos e locais.
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É necessário o exame do líquido sinovial para excluir um processo infeccioso. Deve-se evitar a injeção
local em uma articulação previamente infectada. O aumento da dor e do edema local, restrição maior dos
movimentos articulares, febre e mal-estar são sugestivos da artrite séptica. Se a infecção for confirmada,
deverá ser instituída terapia antimicrobiana apropriada.
Corticosteroides não deverão ser injetados em articulações não estáveis, áreas infectadas ou espaços
intervertebrais. Injeções repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular.
Evitar injetar corticosteroides diretamente nos tendões devido a relatos de ruptura tardia do tendão.
Devido à ocorrência de raros casos de reações anafiláticas com o uso parenteral de corticoides, deverão ser
tomadas medidas apropriadas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresentar
histórico de alergia medicamentosa.
Com o tratamento prolongado, deverá ser considerada a transferência da administração parental para a oral,
depois da avaliação dos potenciais benefícios e riscos.
Reajustes posológicos poderão ser necessários para remissões ou exacerbações do processo patológico,
conforme a resposta individual de cada paciente sob tratamento e quando ocorrer exposição do paciente a
situações de estresse, isto é, infecção grave, cirurgia ou traumatismo. Após o término de um tratamento
prolongado com corticoides em altas doses, poderá ser necessária monitorização por até um ano.
Os corticoides podem mascarar sinais de infecção, e novas infecções podem surgir durante o seu uso.
Quando os corticoides são usados, podem ocorrer diminuição da resistência e dificuldade de localizar o
sítio de uma nova infecção.
O uso prolongado de corticoides pode produzir catarata subcapsular posterior, especialmente em crianças,
glaucoma com possível dano ao nervo óptico, podendo ocorrer aumento da incidência de infecções oculares
secundárias devidas a fungos ou vírus.
Altas doses de corticoides podem causar elevação da pressão arterial e retenção hidrossalina, assim como
aumento da excreção de potássio. Esses efeitos ocorrem com menos frequência com os derivados sintéticos,
exceto quando usados em altas doses.
Deve ser considerada uma dieta com restrição de sal e suplementação de potássio. Todos os corticoides
aumentam a excreção de cálcio.
Enquanto em tratamento com corticosteroide, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola.
Alguns procedimentos de imunização não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticosteroides,
principalmente em altas doses, devido ao provável risco de complicações neurológicas e falta de resposta
por anticorpos. Quando o corticosteroide estiver sendo utilizado como terapia de reposição (Ex.: Doença de
Addison), os procedimentos de imunização poderão ser realizados normalmente.
Pacientes em uso de doses imunossupressoras de corticosteroides deverão ser alertados a evitar a exposição
a pessoas portadoras de varicela ou sarampo, e, se forem expostas, deverão procurar orientação médica,
principalmente no caso de crianças.
O tratamento com corticosteroides em pacientes com tuberculose ativa deverá ser restrito aos casos de
tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com um
esquema antituberculoso apropriado.
Se os corticoides forem indicados em pacientes com tuberculose latente ou com reatividade tuberculina,
será necessária uma observação cuidadosa, uma vez que poderá ocorrer reativação da doença. Durante
tratamento prolongado, estes pacientes deverão receber quimioprofilaxia. O uso da rifampicina no
programa de quimioprofilaxia, devido ao seu efeito de estimulação da depuração dos glicocorticoides,
poderá impor um reajuste na dose empregada.
A menor dose possível de corticoide deverá ser usada para controlar a condição sob tratamento. Quando a
redução da dose for possível, deverá ser gradual.
Insuficiência adrenocortical secundária, induzida pelo medicamento, poderá resultar da retirada muito
rápida do corticoide, podendo ser minimizada pela redução gradual da dose. Essa insuficiência poderá
persistir por meses após a descontinuação do tratamento, portanto, se ocorrer estresse durante este período,
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a corticoterapia deverá ser reinstituída. Se o paciente já estiver recebendo corticosteroides, a dose deverá
ser aumentada. Uma vez que a secreção mineralocorticoide pode estar prejudicada, devem ser
administrados sal e/ou mineralocorticosteroides concomitantemente.
Os efeitos dos corticoides são aumentados em pacientes com hipotireoidismo e em pacientes com cirrose
hepática.
Aconselha-se cautela ao se usar corticoides em pacientes com herpes simples ocular devido à possibilidade
de perfuração da córnea.
Podem ocorrer transtornos psíquicos com a terapia corticosteroide. Os corticoides podem agravar
instabilidade emocional ou tendências psicóticas preexistentes.
Corticoides deverão ser usados com cautela em colite ulcerativa não especificada, quando houver
probabilidade de perfuração iminente, abcesso ou outra infecção piogênica, em diverticulite, anastomose
intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose e
miastenia gravis.
Como as complicações do tratamento com corticosteroides são dependentes da dose e duração do
tratamento, uma decisão baseada na relação risco/benefício deverá ser tomada para cada caso individual.
O crescimento e desenvolvimento de crianças e lactentes fazendo uso prolongado de corticoides deverão
ser acompanhados cuidadosamente, pois pode haver distúrbio no crescimento e inibição da produção
endógena de cortisol.
O tratamento com corticosteroides pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
A administração intra-articular e/ou intralesional pode produzir efeitos sistêmicos e locais, o que deverá ser
levado em consideração em pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides oral e/ou
parenteral.
Uso durante a gravidez e lactação
Como não foram feitos estudos controlados de reprodução humana com corticosteroides, o uso de
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona durante a gravidez ou em mulheres em
idade fértil exige que os possíveis benefícios do fármaco sejam pesados contra os potenciais riscos para a
mãe, o feto e o lactente. Crianças nascidas de mães que receberam doses substanciais de corticoides durante
a gestação deverão ser observadas cuidadosamente para a detecção de sinais de hipoadrenalismo.
Devido à possibilidade de surgirem efeitos adversos indesejáveis com o uso do dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona em lactentes, deverá ser tomada a decisão de
descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em consideração a importância do medicamento
para a mãe.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao
médico se você estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas
para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
Interações medicamento – medicamento
O uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode aumentar o metabolismo do
corticosteroide, reduzindo, assim, seus efeitos terapêuticos.
Pacientes que estejam recebendo corticosteroides e estrogênios concomitantemente deverão ser observados
devido a possível ocorrência de exacerbação dos efeitos dos corticosteroides.
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O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio pode aumentar a hipocalemia
(diminuição de potássio no sangue).
O uso concomitante de corticoides com glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou
intoxicação digitálica associada à hipocalemia.
Os corticoides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes
em uso de digitálicos, diuréticos depletores de potássio e anfotericina B, as concentrações dos eletrólitos
séricos, principalmente os níveis de potássio, deverão ser monitorizadas cuidadosamente.
O uso concomitante de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os
efeitos anticoagulantes, havendo necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem diminuir as concentrações sanguíneas dos salicilatos. O ácido acetilsalicílico
deve ser utilizado com cuidado em associação aos corticosteroides em pacientes com hipoprotrombinemia
(alteração sanguínea que altera a coagulação do sangue). Quando os corticosteroides forem administrados a
diabéticos, poderão ser necessários reajustes posológicos dos hipoglicemiantes orais e da insulina.
Terapia concomitante com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina.
Interações medicamento-álcool
Os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides podem resultar em
aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.
Interações medicamento-exames laboratoriais
Os corticoides podem afetar o teste de “nitroblue tetrazolium” para infecção bacteriana e produzir
resultados falso-negativos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Este medicamento contém álcool benzílico, que pode ser tóxico, principalmente para recém-nascidos
e crianças de até 3 anos.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC);
proteger da luz.
Mantenha a ampola no interior da caixa até o momento do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico: suspensão branca homogênea.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Para administração intramuscular, intra-articular, periarticular, intrabúrsica, intradérmica,
intralesional e em tecidos moles.
Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando
exclusivamente agulha calibre 30/7.
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Por se tratar de uma suspensão injetável o dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de
betametasona deve ser aplicado por um profissional de saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente
asséptica é mandatória para o uso do produto.
As necessidades posológicas são variáveis e deverão ser individualizadas com base na doença específica, na
gravidade do quadro e na resposta do paciente ao tratamento.
A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida. Se uma resposta
clínica satisfatória não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com dipropionato de
betametasona + fosfato dissódico de betametasona deverá ser descontinuado e deverá ser iniciada outra
terapia apropriada.
Administração sistêmica - para o tratamento sistêmico, dipropionato de betametasona + fosfato dissódico
de betametasona deverá ser iniciado com 1 a 2 mL na maioria das condições, repetindo-se a terapia, quando
necessário. A administração é através de injeção intramuscular (IM) profunda na região glútea. A dosagem
e a frequência das administrações irão depender da gravidade da condição do paciente e da resposta
terapêutica. Em doenças graves, como lúpus eritematoso sistêmico ou estado de mal asmático já
controlados por medidas de emergência, 2 mL poderão ser necessários inicialmente.
Grande variedade de condições dermatológicas respondem a administração IM de corticoides. Uma injeção
de 1 mL, repetida de acordo com a resposta terapêutica, foi considerada como eficaz.
Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas ocorre dentro de poucas horas após a
injeção intramuscular da associação de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona.
O controle efetivo dos sintomas com 1 a 2 mL é obtido na asma brônquica, febre do feno, bronquite
alérgica e rinite alérgica.
No tratamento da bursite aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2 mL de
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona administrados por via intramuscular,
repetidos se necessário.
Administração local - o uso de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável,
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá ser misturado (na seringa e não
no frasco) com lidocaína ou procaína 1% a 2% ou anestésicos locais similares. Devem ser evitadas
formulações que contenham metilparabeno, propilparabeno e fenol.
A dose necessária de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é transferida para
a seringa e, em seguida, o anestésico. A mistura na seringa deve ser agitada levemente.
Em bursites agudas subdeltoides, subcromiais, olecraniais e pré-patelares, uma injeção intrabúrsica de 1 a 2
mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá aliviar a dor e restaurar a
completa movimentação dentro de poucas horas. A bursite crônica poderá ser tratada com doses reduzidas,
assim que os sintomas agudos estejam controlados. Em tenossinovite aguda, tendinite e peritendinite, uma
injeção de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá trazer alívio. Em
formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções repetidas, de acordo com as necessidades
do paciente.
Após administração intra-articular de 0,5 mL a 2 mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico
de betametasona, ocorre alívio da dor, da sensibilidade e rigidez associadas à osteoartrite e à artrite
reumatoide dentro de 2 a 4 horas. A duração do alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4
semanas ou mais, na maioria dos casos.
Uma injeção intra-articular de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é bem
tolerada pela articulação e pelos tecidos periarticulares. As doses recomendadas para injeção intra-articular
são:
- grandes articulações (joelho, bacia, ombro): 1 – 2 mL
- médias articulações (cotovelo, punho, tornozelo): 0,5 – 1 mL
- pequenas articulações (pé, mão, tórax): 0,25 – 0,5 mL
Afecções dermatológicas poderão responder à administração intralesional de dipropionato de betametasona
+ fosfato dissódico de betametasona. A resposta de algumas lesões não tratadas diretamente poderá ser
devida a um leve efeito sistêmico do fármaco. No tratamento intralesional, é recomendada uma dose
intradérmica de 0,2 mL/cm² de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
distribuída igualmente com uma seringa do tipo tuberculina e agulha de calibre 26. A quantidade total de
dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona aplicada em todas as áreas não deverá
exceder 1 mL por semana.
O dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá ser usado eficazmente em
afecções do pé que sejam suscetíveis aos corticoides. Bursite sob heloma (espessamento de uma das
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camadas da pele) duro ou mole poderá ser controlada com duas injeções sucessivas de 0,25 mL cada. Em
algumas condições, como hallux rigidus, 5º dedo varo e artrite gotosa aguda, a melhora dos sintomas
poderá ser rápida. Uma seringa do tipo tuberculina e uma agulha de calibre 25 são adequadas para a maioria
das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de aproximadamente uma semana, são: bursite sob
heloma duro ou mole, 0,25 mL – 0,5 mL; bursite sob esporão de calcâneo, 0,5 mL; bursite sobre hallux
rigidus, 0,5 mL; bursite sobre o 5º dedo varo, 0,5 mL; cisto sinovial, 0,25 mL – 0,5 mL; neuralgia de
Morton (metatarsalgia), 0,25 mL – 0,5 mL; tenossinovite, 0,5 mL; periostite do cuboide, 0,5 mL; artrite
gotosa aguda, 0,5 mL – 1 mL.
Depois de obtida uma resposta favorável, a dosagem de manutenção deverá ser determinada através da
diminuição da dose inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a
dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença em curso poderá necessitar de
aumento da dose de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. Se for necessária a
descontinuação do fármaco após tratamento prolongado, a dose deverá ser reduzida gradualmente.
Atenção: o produto depois de aberto não pode ser reutilizado. O conteúdo restante não deve ser
utilizado em outras aplicações. Caso houver sobra, seu conteúdo deve ser descartado.
A seringa após a aplicação não deve ser reutilizada. Deve ser descartada em recipiente apropriado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como alterações osteomusculares,
gastrintestinais, dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e
subcutânea, abscessos estéreis, rubor local pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular).
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Por se tratar de um corticosteroide de administração parenteral, que deve ser administrado por um
profissional habilitado da saúde, a possibilidade de esquecimento de dose é remota. Em caso de
esquecimento, programe-se para administrar o medicamento assim que possível.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações adversas ao dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona, como aos demais
corticosteroides, estão relacionadas com a posologia e a duração do tratamento. Geralmente estas reações
podem reverter-se ao mínimo com a redução da posologia, o que é geralmente preferível à suspensão do
tratamento farmacológico.
Embora a incidência de reações adversas ao dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de
betametasona seja baixa, a possível ocorrência de efeitos colaterais conhecidos dos corticoides deverá ser
considerada.
As reações adversas relacionadas ao uso da associação de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico
de betametasona, de acordo com a frequência de ocorrência e o sistema acometido são:
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Sistema nervoso central: insônia.
Sistema gastrintestinal: dispepsia; aumento de apetite.
Organismo como um todo: aumento da incidência de infecções.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Pele: dificuldade de cicatrização, pequenos vasos superficiais visíveis, infecções subcutâneas, pele fina e
frágil, inflamação do folículo piloso, coceira.
Sistema endócrino: diabetes mellitus, síndrome de Cushing (estado decorrente do excesso de corticoide).
Sistema musculoesquelético: osteoporose.
Sistema gastrintestinal: sangramento digestivo.
Sistema geniturinário: redução de potássio no sangue, retenção de sódio e água, irregularidade menstrual.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento)
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Pele: estrias, hematomas, reação de hipersensibilidade, espinhas, urticária, sudorese excessiva, rash
cutâneo, vermelhidão da face e pescoço após aplicação, sintomas e sinais no local de aplicação, aumento de
pelos, diminuição da pigmentação cutânea.
Sistema nervoso central: depressão, convulsões, tontura, cefaleia, confusão mental, euforia, distúrbio de
personalidade, alteração de humor.
Sistema gastrintestinal: úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia, aumento do tamanho do
fígado, distensão abdominal, alteração em exames do fígado.
Sistema geniturinário: diminuição da contagem de espermatozoides.
Sistema musculoesquelético: lesão muscular induzida por corticoide, fraqueza muscular, dor muscular.
Olhos: aumento de pressão intraocular, catarata.
Sistema cardiovascular: pressão alta, arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, edema agudo
do pulmão, trombose venosa profunda, vasculite.
Organismo como um todo: ganho de peso, infecção por fungos.
Reações cuja incidência não está determinada: soluços, alcalose hipocalêmica (aumento do pH do
sangue por falta de potássio), perda de massa muscular, fraturas, necrose asséptica da cabeça do fêmur e do
úmero, fratura patológica dos ossos longos, ruptura de tendão, instabilidade articular decorrente de
repetidas injeções intra-articulares, pancreatite, esofagite ulcerativa, adelgaçamento cutâneo, petéquias e
equimose, eritemia (vermelhidão) facial, diminuição ou supressão da reação aos testes cutâneos, edema
angioneurótico, aumento da pressão intracraniana com edema de papila (pseudotumor cerebral), diminuição
do crescimento na infância e no período intrauterino, falta de resposta adrenocortical e pituitária,
diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes mellitus latente, aumento das
necessidades diárias de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos, glaucoma, balanço
nitrogenado negativo devido ao catabolismo proteico, manifestações psicóticas, reações anafiláticas,
hipotensão, choque, dermatite alérgica, exoftalmia, agravamento dos sintomas na miastenia gravis.
Reações adversas relacionadas ao tratamento corticoide parenteral incluem: casos raros de cegueira
associados ao tratamento intralesional da face e da cabeça; hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e
subcutânea; abscessos estéreis; área de rubor pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular); artropatia do
tipo Charcot.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas
A superdose aguda de corticosteroides não leva a situações de risco de vida. Exceto nos casos de doses
muito elevadas, alguns dias de dosagem excessiva não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência
de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes mellitus, glaucoma, úlcera péptica ativa
ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicamentos como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos
ou diuréticos depletores de potássio.
Tratamento
Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteroides ou dos efeitos deletérios da doença
de base, ou concomitante, ou resultante de internações medicamentosas deverão ser tratadas
apropriadamente.
Manter ingestão adequada de líquidos e monitorizar os eletrólitos séricos e urinários, com especial atenção
ao balanço de sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de
mais orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.0497.1464
Registrado por:
-- 9 of 13 --
9
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu – SP – CEP: 06900-095
CNPJ: 60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira
Produzido por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Pouso Alegre – MG
Indústria Brasileira
SAC 0800 011 1559
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 04/12/2025.
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10
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de Bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações
relacionadas
01/2026 Gerado no
momento do
protocolo
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de texto
de bula – RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP
VPS
Suspensão
injetável
5 mg/mL + 2
mg/Ml
CT AMP VD
TRANS X 1 ML
CT AMP VD
TRANS X 1 ML +
SER + AGU
CT 50 AMP VD
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 100 AMP VD
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML +
6 SER + 6
AGU
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML
CT 25 AMP VD
TRANS X 1 ML
04/04/2025 0466508/25-5 10452 – N/A N/A N/A N/A FORMA
FARMACÊUTICA E
VP Suspensão
injetável
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11
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de texto
de bula
APRESENTAÇÃO4. O
QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR
ESTE
MEDICAMENTO?
FORMA
FARMACÊUTICA E
APRESENTAÇÃO
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VPS
5 mg/mL + 2
mg/Ml
CT AMP VD
TRANS X 1 ML
CT AMP VD
TRANS X 1 ML +
SER + AGU
CT 50 AMP VD
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 100 AMP VD
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML +
6 SER + 6
AGU
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML
CT 25 AMP VD
TRANS X 1 ML
20/09/2024 1297454/24-3
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de texto
de bula
N/A N/A N/A N/A
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E
POR QUANTO
TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
VPS
Suspensão
injetável
5 mg/mL + 2
mg/Ml
CT AMP VD
TRANS X 1 ML
CT AMP VD
TRANS X 1 ML +
SER + AGU
CT 50 AMP VD
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12
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
DIZERES LEGAIS
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 100 AMP VD
TRANS X 1 ML
(EMB HOSP)
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML +
6 SER + 6
AGU
CT 6 AMP VD
TRANS X 1 ML
CT 25 AMP VD
TRANS X 1 ML
01/07/2021 2552949/21-5
10459 - GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
31/03/2021 1228349/21-5
10488 -
GENÉRICO -
Registro de
Medicamento
- CLONE
24/05/2021 - Versão inicial VP
VPS
Suspensão
injetável
5 mg/mL + 2
mg/mL
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Especificações
| Código do Produto | 105619 |
|---|---|
| Marca | GENOM |
| Código de Barras | 7896006219064 |
| Princípio ativo | DIPROPIONATO DE BETAMETASONA, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA |
| Registro MS | 1049714640024 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 15 anos |
| Via de administração | INTRA-ARTICULAR; INTRADÉRMICA; INTRALESIONAL; INTRAMUSCULAR; PERIARTICULAR |
| Forma farmacêutica | SUSPENSAO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS-ASSOCIACOES MEDICAMENTOSAS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |