Aspdip 1g Caixa 10 Comprimidos
Vendido e entregue por Brava
ASPDIP
10 Comps.
dipirona monoidratada 1 g
ASPDIP é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
| dipirona monoidratada 1 g |
Especificações
| Código do Produto | 108104 |
|---|---|
| Marca | BAYER |
| Código de Barras | 7891106916653 |
| Princípio ativo | DIPIRONA, dipirona monoidratada |
| Registro MS | 1705601310234 |
| Tipo | Similar |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
RESTRICTED
Aspdip
Bayer S.A.
Comprimido Simples
dipirona moidratada
500mg
1g
-- 1 of 25 --
RESTRICTED
ASPDIP
dipirona monoidratada
APRESENTAÇÕES
Aspdip 500mg: Cartucho contendo 30 comprimidos e Display contendo 10 blisters com
10 comprimidos.
Aspdip 1g: Cartucho contendo 10 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 15 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 500 mg contém:
dipirona monoidratada*..............................................................................................500 mg
Excipientes**...................................................................................................1 comprimido
*equivalente a 538,79mg de dipirona monoidratada DC 92,8%.
**celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, edetato dissódico,
estearato de magnésio, dióxido de silício, talco, sacarose e amido de milho.
Cada comprimido de 1g contém:
dipirona monoidratada .................................................................................. .....................1g
Excipientes* ......................................................................................................1comprimido
*crospovidona, amido pré gelatinizado, macrogol 4000, estearato de magnésio, dióxido de
silício e povidona.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
ASPDIP é um medicamento à base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre.
Tempo médio de início de ação: 30 a 60 minutos após a administração e geralmente duram
aproximadamente 4 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
ASPDIP não deve ser utilizada caso você tenha:
- reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;
- alergia ou intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a
outras pirazolonas ou a pirazolidinas (ex.: fenazona, propifenazona,
isopropilaminofenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo,
experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos
brancos do sangue) com uma destas substâncias;
- função da medula óssea prejudicada (ex.: após tratamento citostático) ou doenças do
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RESTRICTED
sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas);
- desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou
outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite
(irritação e inflamação da mucosa do nariz), angioedema (inchaço em região subcutânea
ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (ex.: salicilatos, paracetamol,
diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno);
- porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de
problemas na pele e/ou com complicações neurológicas) pelo risco de indução de crises
de porfiria;
- deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de
hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia);
- gravidez e amamentação (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
ASPDIP 500mg/comprimido:
CONTÉM: AÇÚCAR E LACTOSE.
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com
síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Este medicamento não deve ser usado
por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Deve ser usado com cautela por
portadores de Diabetes.
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com
síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando
menos de 5 kg.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de
suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Agranulocitose (diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos,
em consequência de um distúrbio na medula óssea) induzida pela dipirona é uma ocorrência
de origem imunoalérgica, que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras e
podem ser graves, com risco à vida e, em alguns casos, ser fatais. Interrompa o uso da
medicação e consulte seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas
ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta, lesão na boca.
Pancitopenia [diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e
plaquetas)]: interrompa o tratamento e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos
seguintes sinais ou sintomas: mal estar geral, infecção, febre persistente, equimoses
(manchas roxas), sangramento, palidez.
Choque anafilático (reação alérgica grave): ocorre principalmente em pacientes
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RESTRICTED
sensíveis. Portanto, a dipirona deve ser usada com cautela em pacientes que apresentem
alergia atópica ou asma (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).
Reações cutâneas graves: foram relatadas reações cutâneas graves com o uso de
dipirona, como síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica
caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), Necrólise Epidérmica
Tóxica ou síndrome de Lyell (NET) (quadro grave, onde uma grande extensão de pele
começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande
queimadura) e Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos
(manifestação rara induzida por hipersensibilidade aos medicamentos levando ao
surgimento de erupções cutâneas e alterações hematológicas [no sangue]). Pare
imediatamente o uso de dipirona e procure ajuda médica se notar algum dos sintomas
relacionados a essas reações cutâneas graves descritas na seção “O que devo saber antes de
usar este medicamento?”. Se você desenvolver algum desses sinais ou sintomas erupções
cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser interrompido
imediatamente e não deve ser retomado (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: para as doses
recomendadas, nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir é conhecido.
Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que as
habilidades para se concentrar e reagir podem estar prejudicadas, constituindo risco em
situações onde estas habilidades são de importância especial (por exemplo, operar carros
ou máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.
Reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à
morte)
Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas
situações apresentam risco especial para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas
à dipirona (vide “Quando não devo usar este medicamento?”):
- síndrome da asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema;
- asma brônquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo
inflamatório no nariz e seios da face com formação de pólipos) concomitante;
- urticária crônica;
- intolerância ao álcool, por exemplo, pessoas que reagem até mesmo a pequenas
quantidades de bebidas alcoólicas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento
e vermelhidão acentuada da face;
- intolerância a corantes ou a conservantes (ex.: tartrazina e/ou benzoatos).
Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use ASPDIP somente sob orientação.
Caso você já tenha apresentado uma reação anafilática ou outra reação imunológica a
outras pirazolidas, pirazolidinas e outros analgésicos não narcóticos, também corre alto
risco de responder de forma semelhante a ASPDIP.
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RESTRICTED
Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas
O uso de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas (vide “Quais os males que
este medicamento pode me causar?”). Essas reações são possivelmente dose-dependentes
e ocorrem com maior probabilidade após administração injetável.
Para evitar as reações hipotensivas severas desse tipo: reverter a hemodinâmica
(problemas no sistema circulatório) em pacientes com hipotensão pré-existente, em
pacientes com redução dos fluidos corpóreos ou desidratação, ou com instabilidade
circulatória ou com insuficiência circulatória incipiente; deve-se ter cautela em pacientes
com febre alta.
Nestes pacientes, a dipirona deve ser utilizada com extrema cautela e o uso de ASPDIP
em tais circunstâncias deve ser realizada sob cuidadosa supervisão médica. Podem ser
necessárias medidas preventivas (como estabilização da circulação) para reduzir o risco de
reação de queda da pressão sanguínea.
A dipirona só deve ser utilizada sob cuidadoso monitoramento hemodinâmico em
pacientes nos quais a diminuição da pressão sanguínea deve ser evitada, tais como
pacientes com doença cardíaca coronariana grave (doença grave no coração) ou obstrução
dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro.
ASPDIP deve ser utilizada sob orientação médica, caso você tenha insuficiência dos rins
ou do fígado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes casos (vide “Como devo
usar este medicamento?”)
Lesão hepática induzida por drogas
Casos de hepatite (inflamação do fígado) aguda de padrão predominantemente
hepatocelular (células do fígado) foram relatados em pacientes tratados com dipirona com
início de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Os sinais e sintomas
incluem enzimas hepáticas séricas (enzimas do fígado) elevadas com ou sem icterícia (cor
amarelada da pele e olhos), frequentemente no contexto de outras reações de
hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a drogas (por exemplo, erupção cutânea
(alterações na pele), discrasias sanguíneas (alterações no sangue), febre e eosinofilia
(aumento de um tipo de célula no sangue chamado eosinófilo) ou acompanhadas por
características de hepatite (inflamação do fígado) autoimune. A maioria dos pacientes se
recuperou com a descontinuação do tratamento com dipirona; entretanto, em casos
isolados, foi relatada progressão para insuficiência hepática (redução da função do fígado)
aguda com necessidade de transplante hepático (transplante de fígado).
O mecanismo de lesão hepática (lesão do fígado) induzida por dipirona não está claramente
elucidado, mas os dados indicam um mecanismo imuno-alérgico.
Os pacientes devem ser instruídos a entrar em contato com seu médico caso ocorram
sintomas sugestivos de lesão hepática (lesão do fígado). Nesses pacientes, a dipirona deve
ser interrompida e a função hepática (atividade do fígado) avaliada.
A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio de lesão hepática
(lesão do fígado) durante o tratamento com dipirona para o qual nenhuma outra causa de
lesão hepática (lesão do fígado) foi determinada.
ASPDIP não deve ser tomada se você já tomou algum medicamento contendo dipirona e
teve problemas de fígado. Se você não tiver certeza, converse com seu médico.
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RESTRICTED
Foi notificada inflamação do fígado em pacientes tomando dipirona, com sintomas que se
desenvolveram alguns dias a alguns meses após o início do tratamento.
Pare de usar ASPDIP e contacte um médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (do
fígado) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Outros medicamentos e produtos:
Informe o seu médico se estiver a tomar um dos seguintes:
- bupropiona, um medicamento usado para tratar a depressão ou como um auxiliar para
parar de fumar;
- efavirenz, um medicamento usado para tratar HIV / AIDS;
- metadona, um medicamento usado para tratar a dependência de drogas ilícitas (os
chamados opioides);
- valproato, um medicamento usado para tratar a epilepsia ou doença bipolar;
- tacrolimus, um medicamento usado para prevenir a rejeição de órgãos em pacientes
transplantados;
- sertralina, um medicamento usado no tratamento da depressão.
Gravidez e amamentação
Recomenda-se não utilizar ASPDIP durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso
durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do
potencial risco/benefício pelo médico.
ASPDIP não deve ser utilizada durante os 3 últimos meses da gravidez.
A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de ASPDIP.
A dipirona é eliminada no leite materno.
Pacientes idosos: deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem
prejudicadas.
Crianças: menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas
com dipirona. ASPDIP comprimidos não é recomendada para menores de 15 anos. É
recomendada supervisão médica quando se administra dipirona a crianças pequenas.
Restrições a grupos de risco: vide itens “Quando não devo usar este medicamento?” e “O
que devo saber antes de usar este medicamento?”.
Sensibilidade cruzada
Pacientes que apresentam reações anafilactoides à dipirona podem apresentar um risco
especial para reações semelhantes a outros analgésicos não narcóticos.
Pacientes que apresentam reações anafiláticas ou outras imunologicamente-mediadas, ou
seja, reações alérgicas (ex. agranulocitose) à dipirona podem apresentar um risco especial
para reações semelhantes a outras pirazolonas ou pirazolidinas.
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RESTRICTED
ASPDIP 500 mg/comprimido:
CONTÉM: AÇÚCAR E LACTOSE
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com
síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Este medicamento não deve ser usado
por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Deve ser usado com cautela por
portadores de Diabetes.
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com
síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras:
A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, incluindo CYP2B6 e CYP3A4. A co-
administração de dipirona com substratos do CYP2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona,
efavirenz, metadona, ciclosporina, tacrolimo ou sertralina, pode causar uma redução nas
concentrações plasmáticas destes medicamentos. Portanto, recomenda-se cautela quando
dipirona e substrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são administrados concomitantemente; a
resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem ser seguidos de monitoramento
terapêutico do medicamento.
Valproato: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado,
o que pode resultar em eficácia potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores
devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsões ou controle do humor) e
considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conforme apropriado.
Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a hematotoxicidade (toxicidade do
sangue) do metotrexato, particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação
deve ser evitada.
A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando
tomado concomitantemente. Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em
pacientes que tomam ácido acetilsalicílico em baixas doses para proteção cardiovascular.
Medicamento-alimentos: não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre
alimentos e dipirona.
Medicamento-exames laboratoriais: foram reportadas interferências em testes
laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes para medir níveis séricos
de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
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RESTRICTED
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
ASPDIPdeve ser mantida em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e
umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características do medicamento
ASPDIP 500 mg: comprimido branco, comprimido oblongo, bicôncavo.
ASPDIP 1 g: comprimido oblongo, de cor branca a levemente amarelado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade
e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico
para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar os comprimidos com líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), por via oral.
Modo de usar:
ASPDIP comprimidos 500 mg: adultos e adolescentes acima de 15 anos: 1 a 2
comprimidos até 4 vezes ao dia.
Este medicamento não de ser partido ou mastigado.
ASPDIP comprimidos 1 g: adultos e adolescentes acima de 15 anos: ½ a 1 comprimido
até 4 vezes ao dia.
Este medicamento não de ser mastigado.
Se o efeito de uma única dose for insuficiente ou após o efeito analgésico ter diminuído, a
dose pode ser repetida respeitando-se o modo de usar e a dose máxima diária, conforme
descrito acima. O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar
danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.
Não há estudos dos efeitos de ASPDIP comprimidos administrada por vias não
recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a
administração deve ser somente por via oral.
Em pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado recomenda-se que o uso de altas
doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes
pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo não é necessária redução da dose.
Não existe experiência com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com
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RESTRICTED
insuficiência nos rins ou no fígado.
Em pacientes idosos e pacientes debilitados deve-se considerar a possibilidade das
funções do fígado e dos rins estarem prejudicadas.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento,
procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure
orientação de seu médico ou do cirurgião-dentista.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que possível. No entanto, se estiver
próximo do horário da próxima dose, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo
determinado pelo modo de usar. Não usar o medicamento em dobro para compensar doses
esquecidas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte
convenção:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este
medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este
medicamento).
Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios cardíacos
Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações
alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).
Distúrbios do sistema imunológico
A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas/anafilactoides que podem
se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem
ocorrer mesmo após ASPDIP ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões sem
complicações.
Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração
de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram
na primeira hora após a administração.
Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na forma de
sintomas na pele ou nas mucosas (tais como: coceira, ardor, vermelhidão, urticária,
inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.
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Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada,
angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem
alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas
(descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes
precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório
em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).
Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem
tipicamente na forma de crises asmáticas (falta de ar).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides
mencionadas acima, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas,
raramente exantema [“rash” (erupções na pele)] e, em casos isolados, síndrome de
Stevens-Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em
mucosas e em grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (NET) (doença bolhosa grave
que causa morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de
queimaduras de grande extensão). Pare de usar ASPDIP e imediatamente contate um
médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo: Manchas avermelhadas não
elevadas, semelhantes a alvos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais,
descamação da pele, úlceras na boca, garganta, nariz, genitais e olhos, estas erupções
cutâneas graves podem ser precedidas por febre e sintomas semelhantes aos da gripe
(síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea disseminada,
temperatura corporal elevada (febre > 38ºC) e linfonodos aumentados (Reação Cutânea
Associada à Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos ou síndrome de hipersensibilidade
medicamentosa) (vide “O que devo saber antes de usar esse medicamento?”).
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os
glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose (diminuição do
número de granulócitos – tipos de glóbulos brancos - no sangue, em consequência de
um distúrbio na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e
plaquetas), incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e
trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).
Estas reações podem ocorrer mesmo após ASPDIP ter sido utilizada previamente em muitas
ocasiões, sem complicações.
Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (ex.:
orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente
persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com
antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de
sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto que o aumento de
nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente.
Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e
aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.
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RESTRICTED
Distúrbios vasculares
Reações hipotensivas isoladas
Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias
isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da
pressão sanguínea.
Distúrbios renais e urinários
Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode
ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns
casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de
urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode
ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins). Uma coloração
avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.
Distúrbios gastrintestinais
Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepatobiliares
Lesão hepática (lesão do fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda
(inflamação do fígado), icterícia (cor amarelada da pele e olhos), aumento das enzimas
hepáticas (enzimas do fígado) podem ocorrer com frequência desconhecida (vide “O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).
Pare de usar ASPDIP e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos
sintomas abaixo:
Náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes
de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira,
erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas podem ser sinais de
lesão hepática (do fígado) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu
serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas: enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência
aguda dos rins (ex .: devido à nefrite intersticial), mais raramente, sintomas do sistema
nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea
(algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia).
Após o uso de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido
rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.
Tratamento: não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita
por apenas um local de administração, poderão ser realizadas medidas para diminuir a
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RESTRICTED
absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de desintoxicação primária (ex.:
lavagem gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da
dipirona (4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração,
hemoperfusão ou filtração plasmática.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue
para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.7056.0131
Produzido por:
Natulab Laboratórios S.A. – Santo Antônio de Jesus, Bahia.
Indústria Brasileira
Registrado por:
Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100
04779-900 – Socorro - São Paulo - SP
CNPJ: 18.459.628/0001-15
www.bayer.com.br
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure
orientação de um profissional de saúde.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 15/02/2024.
VE0125
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Anexo B
Histórico de Alteração da bula de Paciente e Profissional da Saúde
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões Apresentações
relacionadas
- -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
24/12/2024 1757250/24-9 Registro de
produto - clone 22/04/2025 Não aplicável VP/ VPS
1 G COM CT BL AL
PLAS PVC/PVDC
TRANS X 10
500MG COM CT BL
AL PLAS TRANS X
30/10
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RESTRICTED
Aspdip
Bayer S.A.
Solução Oral (Gotas)
dipirona monoidratada
500 mg/mL
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RESTRICTED
ASPDIP
dipirona monoidratada
APRESENTAÇÕES
Solução oral (Gotas) 500 mg/mL: frascos plásticos opacos conta-gotas com 20 mL.
USO ORAL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES.
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução contém:
dipirona monoidratada ........................................................................................... 500 mg
Excipientes* ............................................................................................................... 1 mL
*edetato dissódico, metabissulfito de sódio, ácido ascórbico, sacarina sódica, essência de
abacaxi, corante amarelo D&C nº 10, sorbitol, água purificada, ácido clorídrico, hidróxido
de sódio.
Cada 1 mL de ASPDIP Gotas equivale a 20 gotas e 1 gota equivale a 25 mg de dipirona
monoidratada.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
ASPDIP é um medicamento à base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre.
Tempo médio de início de ação: 30 a 60 minutos após a administração e geralmente duram
aproximadamente 4 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
ASPDIP não deve ser utilizada caso você tenha:
- reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;
- alergia ou intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a
outras pirazolonas ou a pirazolidinas (ex.: fenazona, propifenazona,
isopropilaminofenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo,
experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos
brancos do sangue) com uma destas substâncias;
- função da medula óssea prejudicada ou doenças do sistema hematopoiético (responsável
pela produção das células sanguíneas);
- desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou
outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite
(irritação e inflamação da mucosa do nariz), angioedema (inchaço em região subcutânea ou
em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (ex.: salicilatos, paracetamol,
diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno);
- porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de
problemas na pele e/ou com complicações neurológicas) pelo risco de indução de crises de
porfiria;
- deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise
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RESTRICTED
(destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia);
- gravidez e amamentação (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
CONTÉM: GLÚTEN, CORANTE E EDULCORANTE.
Atenção: Contém o corante amarelo de quinolina que pode, eventualmente, causar
reações alérgicas.
Atenção: Contém sorbitol.
Atenção: Este medicamento contém trigo.
Atenção, portadores de Doença Celíaca ou Síndrome Celíaca: contém glúten.
Atenção: Este medicamento contém metabissulfito de sódio, que pode causar reações
alérgicas graves, principalmente em pacientes asmáticos.
Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando
menos de 5 kg.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Agranulocitose: (diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos
brancos, em consequência de um distúrbio na medula óssea) induzida pela dipirona é uma
ocorrência que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras, e podem ser
graves, com risco à vida e em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e consulte
seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem: febre,
calafrios, dor de garganta, lesão na boca.
Pancitopenia: [diminuição global de células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e
plaquetas)]: interrompa o tratamento imediatamente e procure o seu médico se ocorrerem
alguns dos seguintes sinais ou sintomas: mal-estar geral, infecção, febre persistente,
equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.
Choque anafilático: (reação alérgica grave) ocorre principalmente em pacientes sensíveis.
Reações cutâneas graves adversas: foram relatadas reações cutâneas graves, com o uso
de dipirona, como síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica
caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo), Necrólise Epidérmica
Tóxica ou síndrome de Lyell (NET) (quadro grave, com grande extensão da pele
apresentando bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande
queimadura) e Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos
(manifestação rara induzida por hipersensibilidade aos medicamentos levando ao
surgimento de erupções cutâneas, alterações hematológicas [no sangue]). Pare
imediatamente o uso de dipirona e procure ajuda médica se notar algum dos sintomas
relacionados a essas reações cutâneas graves descritas na seção “O que devo saber antes de
usar este medicamento?”.
Se você desenvolver alguns desses sinais ou sintomas de erupções cutâneas
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RESTRICTED
muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser interrompido
imediatamente e não deve ser retomado (vide “Quando não devo usar este medicamento”).
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Nas doses recomendadas, não se conhece nenhum efeito adverso na habilidade de se
concentrar e reagir. Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em
consideração que essas habilidades podem estar prejudicadas, constituindo risco em
situações onde são de importância especial (exemplo, operar carros ou máquinas),
especialmente quando álcool foi consumido.
Reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à
morte)
Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas
situações apresentam risco especial para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas
à dipirona (vide “Quando não devo usar este medicamento?”):
- síndrome da asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema;
- asma brônquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo
inflamatório no nariz e seios da face com formação de pólipos) concomitante;
- urticária crônica;
- intolerância ao álcool;
- intolerância a corantes ou a conservantes (ex.: tartrazina e/ou benzoatos).
Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use ASPDIP somente sob orientação.
Caso você já tenha apresentado uma reação anafilática ou outra reação imunológica a outras
pirazolidas, pirazolidinas e outros analgésicos não narcóticos, também corre alto risco de
responder de forma semelhante a ASPDIP.
Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas
A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas (vide “Quais os
males que este medicamento pode me causar?”). Essas reações são possivelmente dose-
dependentes e ocorrem com maior probabilidade após administração injetável.
ASPDIP deve ser utilizada sob orientação médica, caso você tenha insuficiência dos rins ou
do fígado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes casos (vide “Como devo
usar este medicamento?”).
Lesão hepática induzida por drogas
Casos de hepatite (inflamação do fígado) aguda de padrão predominantemente
hepatocelular (células do fígado) foram relatados em pacientes tratados com dipirona com
início de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Os sinais e sintomas
incluem enzimas hepáticas séricas (enzimas do fígado) elevadas com ou sem icterícia (cor
amarelada da pele e olhos), frequentemente no contexto de outras reações de
hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a drogas (por exemplo, erupção cutânea
(alteração na pele), discrasias sanguíneas (alterações no sangue), febre e eosinofilia
(aumento de um tipo de célula no sangue chamado eosinófilo) ou acompanhadas por
características de hepatite (inflamação do fígado) autoimune. A maioria dos pacientes se
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RESTRICTED
recuperou com a descontinuação do tratamento com dipirona; entretanto, em casos isolados,
foi relatada progressão para insuficiência hepática (redução da função do fígado) aguda
com necessidade de transplante hepático (transplante de fígado). O mecanismo de lesão
hepática (lesão do fígado) induzida por dipirona não está claramente elucidado, mas os
dados indicam um mecanismo imuno-alérgico. Os pacientes devem ser instruídos a entrar
em contato com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão hepática (lesão do
fígado). Nesses pacientes, a dipirona deve ser interrompida e a função hepática (atividade
do fígado) avaliada. A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio
de lesão hepática (lesão do fígado) durante o tratamento com dipirona para o qual nenhuma
outra causa de lesão hepática (lesão do fígado) foi determinada.
ASPDIP não deve ser tomada se você já tomou algum medicamento contendo dipirona e
teve problemas de fígado. Se você não tiver certeza, converse com seu médico. Foi
notificada inflamação do fígado em pacientes tomando dipirona, com sintomas que se
desenvolveram alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Pare de usar
ASPDIP e contacte um médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (do fígado)
(vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Outros medicamentos e produtos
Informe o seu médico se estiver a tomar um dos seguintes:
• bupropiona, um medicamento usado para tratar a depressão ou como um auxiliar para
parar de fumar;
• efavirenz, um medicamento usado para tratar HIV / AIDS;
• metadona, um medicamento usado para tratar a dependência de drogas ilícitas (os
chamados opioides);
• valproato, um medicamento usado para tratar a epilepsia ou doença bipolar;
• tacrolimus, um medicamento usado para prevenir a rejeição de órgãos em pacientes
transplantados;
• sertralina, um medicamento usado no tratamento da depressão.
Gravidez e amamentação
Não utilizar ASPDIP durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso durante o segundo
trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício
pelo médico. Não usar ASPDIP durante os últimos 3 meses da gravidez.
A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de ASPDIP. A
dipirona é eliminada no leite materno.
Pacientes idosos: considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem
prejudicadas.
Crianças: é recomendada supervisão médica quando se administra dipirona a crianças
pequenas.
Sensibilidade cruzada
Pacientes com reações anafilactoides à dipirona podem apresentar risco especial para
reações semelhantes a outros analgésicos não narcóticos.
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RESTRICTED
Pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado recomenda-se que o uso de altas doses
de dipirona seja evitado, pois a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Porém, para
tratamento no curto prazo não é necessária redução da dose.
CONTÉM: GLÚTEN, CORANTE E EDULCORANTE.
Atenção: Contém o corante amarelo de quinolina que pode, eventualmente, causar
reações alérgicas.
Atenção: Contém sorbitol.
Atenção: Este medicamento contém trigo.
Atenção, portadores de Doença Celíaca ou Síndrome Celíaca: contém glúten.
Atenção: Este medicamento contém metabissulfito de sódio, que pode causar reações
alérgicas graves, principalmente em pacientes asmáticos.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras:
A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, incluindo CYP2B6 e CYP3A4. A co-
administração de dipirona com substratos do CYP2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona,
efavirenz, metadona, ciclosporina, tacrolimo ou sertralina, pode causar uma redução nas
concentrações plasmáticas destes medicamentos.
Portanto, recomenda-se cautela quando dipirona e substrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são
administrados concomitantemente; a resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem
ser seguidos de monitoramento terapêutico do medicamento.
Valproato: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado,
o que pode resultar em eficácia potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores
devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsões ou controle do humor) e
considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conforme apropriado.
Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a hematotoxicidade (toxicidade do
sangue) do metotrexato, particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação
deve ser evitada.
A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando
tomado concomitantemente. Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em
pacientes que tomam ácido acetilsalicílico em baixas doses para proteção cardiovascular.
Medicamento-alimentos: Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre
alimentos e dipirona.
Medicamento-exames laboratoriais: Foram reportadas interferências em testes
laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes para medir níveis séricos
de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.
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RESTRICTED
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
ASPDIP deve ser mantida em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características do medicamento: solução límpida, amarelada, com odor de abacaxi.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade
e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico
para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MODO DE USAR
1: Coloque o frasco na posição vertical com a tampa para o lado de cima, gire-a até romper
o lacre.
2: Vire o frasco com o conta-gotas para o lado de baixo e bata levemente com o dedo no
fundo do frasco para iniciar o gotejamento.
POSOLOGIA:
O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente,
inerentes à retirada da medicação.
Cada 1 mL = 20 gotas
Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 20 a 40 gotas em administração única ou até o
máximo de 40 gotas, 4 vezes ao dia.
As crianças devem receber ASPDIP Gotas conforme seu peso seguindo a orientação deste
esquema
Peso (média de idade) Dose Gotas mg
5 a 8 kg (3 a 11 meses) Dose única 2 a 5 gotas 50 a 125
Dose máxima
diária 20 (4 tomadas x 5 gotas) 500
9 a 15 kg (1 a 3 anos) Dose única 3 a 10 gotas 75 a 250
Dose máxima
diária 40 (4 tomadas x 10 gotas) 1000
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RESTRICTED
16 a 23 kg (4 a 6 anos) Dose única 5 a 15 gotas 125 a 375
Dose máxima
diária 60 (4 tomadas x 15 gotas) 1500
24 a 30 kg (7 a 9 anos) Dose única 8 a 20 gotas 200 a 500
Dose máxima
diária 80 (4 tomadas x 20 gotas) 2000
31 a 45 kg (10 a 12 anos) Dose única 10 a 30 gotas 250 a 750
Dose máxima
diária
120 (4 tomadas x 30
gotas) 3000
46 a 53 kg (13 a 14 anos) Dose única 15 a 35 gotas 375 a 875
Dose máxima
diária
140 (4 tomadas x 35
gotas) 3500
Se o efeito de uma única dose for insuficiente ou após o efeito analgésico ter diminuído, a
dose pode ser repetida respeitando-se o modo de usar e a dose máxima diária, conforme
descrito acima.
Por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser
somente por via oral.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento,
procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure
orientação de seu médico ou do cirurgião-dentista.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que possível. No entanto, se estiver
próximo do horário da próxima dose, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo
determinado pelo modo de usar. Não usar o medicamento em dobro para compensar doses
esquecidas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte
convenção:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este
medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este
medicamento).
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RESTRICTED
Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios cardíacos:
Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações
alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).
Distúrbios do sistema imunológico
A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas/anafilactoides que podem
se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem
ocorrer mesmo após ASPDIP ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões sem
complicações. Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na
forma de sintomas na pele ou nas mucosas (tais como: coceira, ardor, vermelhidão,
urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.
Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada,
angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem
alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas
(descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes
precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em
que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).
Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem
tipicamente na forma de crises asmáticas (falta de ar).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides
mencionadas acima, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas;
raramente exantema [“rash” (erupções na pele)], e, em casos isolados, síndrome de Stevens-
Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em
grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (NET) (doença bolhosa grave que causa
morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de queimaduras de
grande extensão). Pare de usar ASPDIP e imediatamente contacte um médico se você
vivenciar alguns dos sintomas abaixo: Manchas avermelhadas não elevadas, semelhantes a
alvos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais, descamação da pele,
úlceras na boca, garganta, nariz, genitais e olhos, estas erupções cutâneas graves podem ser
precedidas por febre e sintomas semelhantes aos da gripe (síndrome de Stevens-Johnson,
necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea disseminada, temperatura corporal elevada
(febre > 38ºC) e linfonodos aumentados (Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e
Sintomas Sistêmicos ou síndrome de hipersensibilidade medicamentosa) (vide “O que devo
saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os
glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose (diminuição do número
de granulócitos – tipos de glóbulos brancos - no sangue, em consequência de um distúrbio
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RESTRICTED
na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas),
incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia
(diminuição de plaquetas).
Estas reações podem ocorrer mesmo após ASPDIP ter sido utilizada previamente em muitas
ocasiões, sem complicações.
Em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose
podem ser mínimos.
Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e
aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.
Distúrbios vasculares
Reações hipotensivas isoladas.
Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias
isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da
pressão sanguínea.
Distúrbios renais e urinários
Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode
ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns
casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina
ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite
intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins). Uma coloração avermelhada pode ser
observada algumas vezes na urina.
Distúrbios gastrintestinais
Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepatobiliares
Lesão hepática (lesão do fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda
(inflamação do fígado), icterícia (cor amarelada da pele e olhos), aumento das enzimas
hepáticas (enzimas do fígado) podem ocorrer com frequência desconhecida (vide “O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).
Pare de usar ASPDIP e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos
sintomas abaixo: Náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de
cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca
dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas
podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) (vide “O que devo saber antes de usar este
medicamento?”).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu
serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
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RESTRICTED
Sintomas: enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência
aguda dos rins (ex. devido à nefrite intersticial), mais raramente, sintomas do sistema
nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea
(algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia).
Após o uso de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido
rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.
Tratamento: não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita
por apenas um local de administração, poderão ser realizadas medidas para diminuir a
absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de desintoxicação primária (ex.: lavagem
gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da dipirona (4-N-
metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão
ou filtração plasmática.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para
0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.7056.0131
Produzido por:
Natulab Laboratórios S.A. – Santo Antônio de Jesus, Bahia.
Indústria Brasileira
Registrado por:
Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100
04779-900 – Socorro - São Paulo - SP
CNPJ: 18.459.628/0001-15
www.bayer.com.br
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure
orientação de um profissional de saúde.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 15/02/2024.
VE0125
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Anexo B
Histórico de Alteração da bula de Paciente e Profissional da Saúde
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões Apresentações
relacionadas
- -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
24/12/2024 1757250/24-9 Registro de
produto - clone 22/04/2025 Não aplicável VP/ VPS
500 MG/ML SOL
OR CT FR GOT
PLAS OPC X 20 ML
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Especificações
| Código do Produto | 108104 |
|---|---|
| Marca | BAYER |
| Código de Barras | 7891106916653 |
| Princípio ativo | DIPIRONA, dipirona monoidratada |
| Registro MS | 1705601310234 |
| Tipo | Similar |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |