Allestra (0,03 + 0,075) Mg Comprimido Revestido Com 63 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Brava
Allestra
(0,03 + 0,075) MG c/ 63 Comps.
ETINILESTRADIOL; GESTODENO
Allestra (etinilestradiol + gestodeno) é um contraceptivo oral indicado para prevenir a gravidez. Contém a combinação de dois hormônios femininos, o etinilestradiol (estrogênio) e o gestodeno (progestógeno), e é considerado um contraceptivo de baixa dose. Allestra suprime as go…
Allestra é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Allestra (etinilestradiol + gestodeno) é um contraceptivo oral indicado para prevenir a gravidez. Contém a combinação de dois hormônios femininos, o etinilestradiol (estrogênio) e o gestodeno (progestógeno), e é considerado um contraceptivo de baixa dose. Allestra suprime as gonadotrofinas, inibindo os estímulos hormonais que levam à ovulação, resultando em contracepção. Além de prevenir a gravidez, pode reduzir a intensidade do sangramento menstrual, diminuindo o risco de anemia por deficiência de ferro e aliviando cólicas menstruais.
Especificações
| Código do Produto | 60001 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658036965 |
| Princípio ativo | ETINILESTRADIOL, GESTODENO |
| Registro MS | 1057307340022 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONCEPCIONAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
ALLESTRA 15
(etinilestradiol + gestodeno)
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos revestidos
15 mcg + 60 mcg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
ALLESTRA 15
etinilestradiol + gestodeno
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 15 mcg + 60 mcg: embalagens com 1 ou 3 blísteres com 24 comprimidos
ativos + 4 comprimidos inativos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido amarelo-claro (ativo) de Allestra 15 contém:
etinilestradiol.......................................................................................................................................15 mcg
gestodeno.............................................................................................................................................60 mcg
Excipientes: povidona, lactose monoidratada, celulose microcristalina, edetato dissódico di-hidratado,
amido, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e óxido
de ferro amarelo.
Cada comprimido revestido de cor salmão (inativo) de Allestra 15 contém: povidona, lactose
monoidratada, celulose microcristalina, edetato dissódico di-hidratado, amido, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de
ferro amarelo.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Allestra 15 é indicado na prevenção da gravidez. Embora tendo eficácia bem estabelecida, há casos de
gravidez em mulheres utilizando contraceptivos orais.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Allestra 15 é um contraceptivo oral que combina 2 hormônios: o etinilestradiol e o gestodeno.
Os contraceptivos orais combinados, que possuem 2 hormônios em sua composição, suprimem as
gonadotrofinas, ou seja, inibem os estímulos hormonais que levam à ovulação, o que leva à contracepção.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Allestra 15 não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, ou ainda por
mulheres que estejam amamentando.
Allestra 15 não deve ser utilizado por mulheres com hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos
componentes da fórmula.
Allestra 15 não deve ser utilizado por mulheres que apresentem qualquer uma das seguintes condições:
histórico anterior ou atual de trombose venosa profunda (obstrução de uma veia); histórico anterior ou
atual de tromboembolismo (obstrução de um ou mais vasos sanguíneos por coágulo); doença vascular
cerebral (derrame) ou arterial coronariana; valvulopatias trombogênicas (alteração cardíaca que leva à
formação de coágulos); distúrbios do ritmo cardíaco trombogênico (alteração do ritmo do coração que
leva à formação de coágulos); trombofilias hereditárias ou adquiridas (distúrbios da coagulação com
formação de coágulos); dor de cabeça com sintomas neurológicos tais como aura (sensações que
antecedem crises de enxaqueca, que podem ser alterações na visão, formigamentos no corpo ou
diminuição de força); diabetes com comprometimento da circulação; hipertensão (pressão alta) não
controlada; câncer de mama ou outra neoplasia dependente do hormônio estrogênio conhecido ou
suspeito; tumores do fígado, ou doença do fígado ativa, desde que a função hepática não tenha retornado
ao normal; sangramento vaginal sem causa determinada; histórico anterior ou atual de pancreatite
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associada à hipertrigliceridemia severa (inflamação do pâncreas com aumento dos níveis de triglicerídeos
no sangue).
Os contraceptivos orais combinados são contraindicados para uso concomitante com certos medicamentos
antivirais contra o vírus da hepatite C (HCV), como ombitasvir, paritaprevir, ritonavir e dasabuvir.
Este medicamento é contraindicado para uso por homens.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam engravidar durante
o tratamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
PRECAUÇÕES
O uso de contraceptivos orais combinados deve ser feito com acompanhamento médico.
Intolerância à glicose tem sido relatada em usuárias de contraceptivos orais combinados. Por isso,
pacientes com intolerância à glicose ou diabetes mellitus devem ser acompanhadas criteriosamente
enquanto estiverem recebendo contraceptivos orais combinados (ver questão “3. Quando não devo usar
este medicamento?”).
Uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais combinados pode apresentar alterações
lipídicas (alteração dos níveis de colesterol). Hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos) persistente
pode ocorrer em uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais combinados. Elevações de
triglicerídeos plasmáticos em usuárias de contraceptivos orais combinados podem resultar em pancreatite
(inflamação no pâncreas) e outras complicações. Mulheres em tratamento para dislipidemias devem ser
rigorosamente monitoradas se optarem pelo uso de contraceptivos orais combinados.
Algumas mulheres podem não apresentar menstruação durante o intervalo sem comprimidos. Se o
contraceptivo oral combinado não foi utilizado de acordo com as orientações antes da menstruação ou se
não ocorrer duas menstruações consecutivas, deve-se interromper o uso e utilizar um método
contraceptivo não hormonal de controle da natalidade até que a possibilidade de gravidez seja excluída.
Pode ocorrer sangramento de escape em mulheres em tratamento com contraceptivos orais combinados,
sobretudo nos primeiros três meses de uso. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer, o médico
deve ser informado. Caso alguma destas alterações ocorra, o médico deve ser informado.
Algumas mulheres podem apresentar amenorreia (ausência de hemorragia, menstruação) pós-pílula,
possivelmente com anovulação (sem ovulação) ou oligomenorreia (hemorragia, menstruação em pequena
quantidade).
Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com histórico de depressão devem ser observadas
criteriosamente e o medicamento deve ser suspenso se a depressão reaparecer com gravidade. As
pacientes que ficarem significantemente deprimidas durante o tratamento com contraceptivos orais
combinados devem interromper o uso do medicamento e utilizar um método contraceptivo alternativo, na
tentativa de determinar se o sintoma está relacionado ao medicamento.
Este produto não protege contra infecção por HIV (aids) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.
Diarreia e/ou vômitos podem reduzir a absorção do hormônio, resultando na diminuição das
concentrações séricas (no sangue). Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia, ver questão “6. Como
devo usar este medicamento?”.
Gravidez
Se ocorrer gravidez durante o tratamento com contraceptivo oral combinado, as próximas administrações
devem ser interrompidas. Não há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestogênio contidos
no contraceptivo oral combinado prejudicarão o desenvolvimento do bebê se houver concepção acidental
durante seu uso (ver questão “3. Quando não devo usar este medicamento?”).
Lactação
Pequenas quantidades de contraceptivos hormonais e/ou metabólitos foram identificadas no leite materno
e poucos efeitos adversos foram relatados em lactentes, incluindo icterícia (cor amarelada da pele) e
aumento das mamas. A lactação pode ser afetada pelos contraceptivos orais combinados, pois
contraceptivos orais combinados podem reduzir a quantidade e alterar a composição do leite materno.
Em geral, não deve ser recomendado o uso de contraceptivos orais combinados até que a lactante tenha
deixado totalmente de amamentar a criança.
Advertências
Fumar aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovasculares graves decorrentes do uso de contraceptivos
orais combinados. Este risco aumenta com a idade e com a intensidade do consumo de cigarros e é
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bastante acentuado em mulheres com mais de 35 anos de idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais
combinados devem ser firmemente aconselhadas a não fumar.
1. Tromboembolismo e trombose venosa e arterial
O uso de contraceptivos orais combinados está associado ao aumento do risco de eventos
tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução de
uma veia ou artéria). Entre os eventos relatados estão: trombose venosa profunda (obstrução de uma veia
por um coágulo); embolia pulmonar (obstrução de uma veia do pulmão por um coágulo); infarto do
miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (conhecido como derrame), ataque isquêmico transitório
(paciente apresenta sintomas de derrame que duram menos de 24 horas).
O risco para tais eventos é ainda maior em mulheres com condições predisponentes para
tromboembolismo e trombose venosa.
A seguir, exemplos de condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosa e arterial:
obesidade;
cirurgia ou trauma com maior risco de trombose;
parto recente ou aborto no segundo trimestre;
imobilização prolongada;
idade avançada;
tabagismo, fumo;
hipertensão (pressão alta);
dislipidemia (aumento do colesterol no sangue);
O risco de acidente vascular cerebral (derrame) pode ser maior em usuárias de contraceptivo oral
combinado que sofrem de enxaqueca (particularmente enxaqueca com aura, sensações ou mal-estar que
antecedem crises de enxaqueca).
2. Lesões oculares
Houve relatos de casos de trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso do olho) com o uso de
contraceptivos orais combinados, que podem resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver sinais
ou sintomas de alterações visuais, início de proptose (olho saltado para fora) ou diplopia (visão dupla),
papiledema (edema, inchaço do nervo do olho) ou lesões vasculares retinianas (dos vasos da retina), deve-
se interromper o uso dos contraceptivos orais combinados e avaliar imediatamente a causa.
3. Pressão arterial
Aumento da pressão arterial tem sido relatado em mulheres em uso de contraceptivos orais combinados.
Em mulheres com hipertensão (pressão alta), histórico de hipertensão ou doenças relacionadas à
hipertensão (incluindo algumas doenças renais), pode ser preferível utilizar outro método de controle da
natalidade. Se contraceptivos orais combinados forem usados nestes casos, um acompanhamento rigoroso
deve ser feito; caso ocorra aumento significativo da pressão arterial, deve-se interromper o uso do
contraceptivo oral combinado. Aumento da pressão arterial associado ao uso de contraceptivo oral
combinado, geralmente retorna aos valores basais (normais) com a interrupção do uso.
O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em mulheres com hipertensão não controlada.
4. Câncer dos órgãos reprodutores
Câncer de colo de útero
O fator de risco mais importante para o câncer cervical (de colo de útero) é a infecção pelo papiloma vírus
humano. Alguns estudos sugerem que o uso de contraceptivo oral combinado pode estar associado ao
aumento do risco de câncer de colo de útero em algumas populações de mulheres. No entanto, ainda há
controvérsia sobre o grau em que essas descobertas podem estar relacionadas a diferenças de
comportamento sexual e outros fatores. Nos casos de sangramento genital anormal não diagnosticado,
estão indicadas medidas diagnósticas adequadas.
Câncer de mama
Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do câncer de mama incluem aumento da idade,
histórico familiar, obesidade, mulheres que nunca tiveram filhos e idade tardia para a primeira gravidez.
Um estudo mostrou que o risco de diagnóstico de câncer de mama foi ligeiramente maior em mulheres
que utilizaram contraceptivos orais combinados do que nas que nunca utilizaram. O aumento do risco
desaparece gradualmente no transcorrer de 10 anos após a interrupção do uso de contraceptivos orais
combinados. O padrão observado de aumento do risco de diagnóstico de câncer de mama pode ser
consequência da detecção mais precoce desse câncer em usuárias de contraceptivos orais combinados,
dos efeitos biológicos dos contraceptivos orais combinados ou uma combinação de ambos.
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5. Neoplasia hepática/doença hepática/hepatite C
Os tumores (câncer) hepáticos, em casos extremamente raros, podem estar associados ao uso de
contraceptivo oral combinado. O risco parece aumentar com o tempo de uso do contraceptivo oral
combinado. Mulheres com histórico de colestase (doença que compromete a produção da bile, o fígado e
a vesícula biliar) relacionada ao contraceptivo oral combinado e as que desenvolveram colestase durante a
gravidez são mais propensas a apresentar essa condição, colestase, com o uso de contraceptivo oral
combinado. Essas pacientes que usam contraceptivo oral combinado devem ser rigorosamente
monitoradas, e o uso de contraceptivo oral combinado deve ser interrompido se colestase recorrer.
Foi relatada lesão das células do fígado com o uso de contraceptivos orais combinados. A identificação
precoce da lesão associada ao uso de contraceptivo oral combinado pode reduzir a gravidade do quadro
quando o contraceptivo oral combinado é descontinuado. Se a lesão for diagnosticada, a paciente deve
interromper o uso do contraceptivo oral combinado, utilizar um método de controle da natalidade não
hormonal e consultar seu médico.
Durante os ensaios clínicos com pacientes tratados para infecções por HCV com os medicamentos
contendo ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir com ou sem ribavirina, elevações de transaminases
(ALT) maiores que 5 vezes o limite superior do normal (LSN) ocorreram significativamente com mais
frequência em mulheres que utilizaram medicamentos contendo etinilestradiol, como os contraceptivos
orais combinados.
6. Enxaqueca/cefaleia
Início ou piora de enxaqueca ou desenvolvimento de cefaleia (dor de cabeça) com padrão novo que seja
recorrente, persistente ou grave, requer a descontinuação do contraceptivo oral combinado e avaliação da
causa.
Mulheres que sofrem de enxaqueca, particularmente enxaqueca com aura (sensações ou mal-estar que
antecedem crises de enxaqueca), que fazem uso de contraceptivos orais combinados podem ter um risco
aumentado de derrame.
7. Imune
Angioedema (edema, inchaço generalizado)
Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema (inchaço em todas as
partes do corpo, podendo incluir as vias aéreas), particularmente em mulheres com angioedema
hereditário.
Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Interações medicamentosas
Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo
tempo.
Interações entre etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Allestra 15) e outras substâncias podem
diminuir ou aumentar as concentrações séricas (no sangue) de etinilestradiol.
O uso concomitante com os medicamentos contendo ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, com
ou sem ribavirina, pode aumentar o risco de elevações de ALT. Portanto, as usuárias de contraceptivos
orais combinados devem mudar para um método contraceptivo alternativo (por exemplo, métodos
contraceptivos somente com progestagênio ou não hormonais) antes de iniciar a terapia com
medicamentos antivirais de HCV, como ombitasvir, paritaprevir, ritonavir, dasabuvir. Os contraceptivos
orais combinados podem ser reiniciados 2 semanas após a conclusão do tratamento com um medicamento
antiviral HCV.
Concentrações séricas (no sangue) mais baixas de etinilestradiol podem causar maior incidência de
sangramento de escape e irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a eficácia do
contraceptivo oral combinado.
Durante o uso concomitante de produtos com etinilestradiol e substâncias que podem diminuir as
concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não hormonal
(como preservativos e espermicidas) seja utilizado além da ingestão regular de Allestra 15. No caso de
uso prolongado dessas substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser considerados os
contraceptivos primários (principal).
Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol,
recomenda-se o uso de um método anticoncepcional não hormonal por, no mínimo, 7 dias. Em alguns
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casos é necessário o uso por um tempo mais prolongado do método anticoncepcional não hormonal.
Deste modo converse com o seu médico para que ele possa avaliar possíveis interações com outros
medicamentos e/ou substâncias.
A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de
etinilestradiol:
- qualquer substância que reduza o tempo do trânsito gastrintestinal e, portanto, a absorção do
etinilestradiol;
- medicamentos como rifampicina (medicamento usado para tratamento de tuberculose), rifabutina,
barbitúricos (medicamentos utilizados em anestesias), fenilbutazona, fenitoína (antiepiléptico),
dexametasona, griseofulvina (medicamento antifúngico para tratamento de micoses), topiramato
(antiepiléptico), modafinila (medicamento usado no tratamento de distúrbios do sono);
- Hypericum perforatum, também conhecido como erva-de-são-joão, e ritonavir (antiviral).
A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol:
- atorvastatina (medicamento para colesterol);
- ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno);
- indinavir (antiviral), fluconazol (antifúngico) e troleandomicina (antibiótico).
A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação
da bile) durante a administração concomitante com contraceptivos orais combinados.
O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outras drogas podendo aumentar as concentrações
plasmáticas e teciduais (por exemplo, ciclosporina, teofilina, corticosteroides) ou diminuir (por exemplo,
lamotrigina).
Em pacientes tratados com a flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de
contraceptivos orais aumenta o risco de galactorreia (surgimento de leite nas mamas fora do período de
amamentação).
Houve relatos de gravidez quando os contraceptivos orais combinados foram coadministrados com certos
antibióticos (por exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas).
As bulas dos medicamentos concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis interações.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Allestra 15 comprimidos ativos: comprimidos revestidos circulares, biconvexos, de cor amarela-clara e
homogêneos.
Allestra 15 comprimidos inativos: comprimidos revestidos circulares, biconvexos, de cor salmão e
homogêneos.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como tomar Allestra 15
O blíster de Allestra 15 contém 24 comprimidos ativos e 4 comprimidos inativos.
Os comprimidos devem ser tomados, iniciando-se pelo comprimido número 1 e seguindo a direção das setas
marcadas no blíster para os demais comprimidos. Tomar todos os dias aproximadamente no mesmo horário .
Tomar um comprimido por dia por 28 dias consecutivos. Os comprimidos de cor salmão (inativos) serão os
últimos a serem tomados. A nova cartela deve ser iniciada no dia seguinte, sem pausa entre os blísteres. Após 2
ou 3 dias do último comprimido amarelo-claro (ativo) ter sido tomado, inicia-se, em geral, a menstruação que
pode ou não cessar antes do início da cartela seguinte.
Não iniciar ou continuar o tratamento com Allestra 15 caso haja suspeita ou conhecimento de gravidez.
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Como começar a tomar Allestra 15
- Sem uso anterior de contraceptivo hormonal (no mês anterior)
O primeiro comprimido de Allestra 15 deve ser tomado no 1º dia do ciclo natural (ou seja, o primeiro dia
de sangramento menstrual). Pode-se iniciar o tratamento com Allestra 15 entre o 2º e o 7º dia do ciclo
menstrual, mas recomenda-se a utilização de método contraceptivo não hormonal (como preservativo e
espermicida) nos primeiros 7 dias de administração de Allestra 15.
- Quando se passa a usar Allestra 15 no lugar de outro contraceptivo oral
Preferencialmente, deve-se começar a tomar Allestra 15 no dia seguinte ao último comprimido ativo do
contraceptivo oral combinado (com 2 hormônios) anterior ter sido ingerido, mas não mais tarde do que no
dia após o intervalo sem comprimidos ou após a ingestão do último comprimido inerte (sem efeito) do
contraceptivo oral combinado anterior.
- Quando se passa a usar Allestra 15 no lugar de outro método contraceptivo com apenas
progestogênio (minipílulas, implante, dispositivos intrauterinos [DIU], injetáveis)
Pode-se interromper o uso da minipílula em qualquer dia e deve-se começar a tomar Allestra 15 no dia
seguinte. Deve-se iniciar o uso de Allestra 15 no mesmo dia da remoção do implante de progestogênio ou
remoção do DIU. O uso de Allestra 15 deve ser iniciado na data em que a próxima injeção está
programada.
Em cada uma dessas situações, a paciente deve ser orientada a utilizar outro método não hormonal de
contracepção durante os 7 primeiros dias de administração de Allestra 15.
- Após aborto no primeiro trimestre
Pode-se começar a tomar Allestra 15 imediatamente. Não são necessários outros métodos contraceptivos.
- Pós-parto
Como o pós-parto imediato está associado ao aumento do risco de tromboembolismo (obstrução de um ou
mais vasos sanguíneos por coágulo), o tratamento com Allestra 15 não deve começar antes do 28º dia
após o parto em mulheres não lactantes (que não estão amamentando) ou após aborto no segundo
trimestre. Deve-se orientar a paciente a utilizar outro método não hormonal de contracepção durante os 7
primeiros dias de administração de Allestra 15. Entretanto, se já tiver ocorrido relação sexual, a
possibilidade de gravidez antes do início da utilização de Allestra 15 deve ser descartada ou deve-se
esperar pelo primeiro período menstrual espontâneo (ver questão “4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?”).
Orientação em caso de vômito e/ou diarreia
No caso de vômito e/ou diarreia no período de 4 horas após a ingestão do comprimido, a absorção do
comprimido pode ser incompleta. Neste caso, um comprimido extra, de outra cartela, deve ser tomado.
Para mais informações, consulte a questão “7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este
medicamento?”.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A proteção contraceptiva pode ser reduzida se a paciente se esquecer de tomar algum comprimido de
Allestra 15 e, particularmente, se o esquecimento ultrapassar o intervalo livre sem comprimidos.
Recomenda-se consultar seu médico.
• Se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Allestra 15 e lembrar dentro de até 12 horas da
dose usual, deve-se ingeri-lo tão logo se lembre. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no
horário habitual.
• Se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Allestra 15 e lembrar mais de 12 horas após a
dose usual ou se tiverem sido esquecidos dois ou mais comprimidos, a proteção contraceptiva pode
estar reduzida. O último comprimido esquecido deve ser tomado tão logo se lembre, o que pode
resultar na tomada de dois comprimidos no mesmo dia. Os comprimidos seguintes devem ser
ingeridos no horário habitual. Um método contraceptivo não hormonal deve ser usado nos próximos 7
dias.
• Se esses 7 dias ultrapassarem o último comprimido na cartela em uso, a próxima cartela deve ser
iniciada tão logo a anterior tenha acabado; portanto, não deve haver intervalo sem comprimidos entre
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as cartelas. Isto previne um intervalo prolongado entre os comprimidos, reduzindo, portanto, o risco
de uma ovulação de escape. É improvável que ocorra hemorragia por supressão até que todos os
comprimidos da nova cartela sejam tomados, embora a paciente possa apresentar sangramento de
escape nos dias em que estiver ingerindo os comprimidos. Se a paciente não tiver hemorragia por
supressão após a ingestão de todos os comprimidos da nova cartela, a possibilidade de gravidez deve
ser descartada antes de se retomar a ingestão dos comprimidos.
Proteção contraceptiva adicional
Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, utilize métodos contraceptivos de
barreira (por exemplo: diafragma ou preservativo). Não utilize os métodos da tabelinha ou da temperatura
como proteção contraceptiva adicional, pois os contraceptivos orais modificam o ciclo menstrual, tais
como as variações de temperatura e do muco cervical.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O uso de contraceptivos orais combinados tem sido associado ao aumento dos seguintes riscos:
Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos
(obstrução) arteriais e venosos, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame),
ataque isquêmico transitório (sintomas do derrame, porém com regressão em 24 horas), trombose
venosa (obstrução de uma veia) e embolia pulmonar (obstrução de um vaso pulmonar por coágulo);
Câncer de colo de útero;
Câncer de mama;
Tumores hepáticos (do fígado) benignos (por exemplo, hiperplasia nodular focal e adenoma
hepático).
As reações adversas estão relacionadas de acordo com sua frequência:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% das pacientes que utilizam este medicamento):
cefaleia (dor de cabeça), incluindo enxaqueca e sangramento de escape.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% das pacientes que utilizam este medicamento): vaginite
(inflamação na vagina, incluindo candidíase [infecção causada pelo fungo Candida]); alterações de
humor, (incluindo depressão, alterações de libido, nervosismo), tontura, náuseas (enjoo), vômitos, dor
abdominal, acne, dor das mamas, aumento da sensibilidade das mamas, aumento do volume mamário,
saída de secreção das mamas, dismenorreia (cólica menstrual), alteração do fluxo menstrual, alteração da
secreção e ectrópio cervical (alteração do epitélio do colo do útero), amenorreia (falta da menstruação),
retenção hídrica/edema (inchaço) e alterações de peso (ganho ou perda).
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): alterações
de apetite (aumento ou diminuição), cólicas abdominais, distensão (aumento do volume abdominal),
erupções cutâneas (lesão na pele), cloasma/melasma (manchas escuras na pele do rosto) que pode
persistir, hirsutismo (aumento dos pelos), alopecia (perda de cabelo), aumento da pressão arterial,
alterações nos níveis séricos de lipídios, (incluindo hipertrigliceridemia aumento dos triglicerídeos).
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): reações
anafiláticas/anafilactoides (reações alérgicas graves), incluindo casos muito raros de urticária (alergia da
pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem
alérgica) e reações graves com sintomas respiratórios e circulatórios, intolerância à glicose (aumento das
taxas de açúcar no sangue), intolerância a lentes de contato, icterícia colestática (coloração amarelada da
pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares, devido à obstrução), eritema nodoso (nódulos
[protuberâncias] subcutâneos vermelhos e dolorosos), diminuição dos níveis séricos de folato***.
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% das pacientes que utilizam este medicamento):
carcinomas hepatocelulares (câncer de fígado), exacerbação do lúpus eritematoso sistêmico, exacerbação
da porfiria, exacerbação da coreia, neurite óptica* (inflamação do nervo do olho), trombose vascular
retiniana (obstrução de um vaso da retina), piora das varizes, pancreatite (inflamação no pâncreas), colite
isquêmica (inflamação do intestino grosso ou cólon por falta de oxigenação), doença biliar, incluindo
cálculos biliares** (cálculo na vesícula biliar), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e/ou
ulcerações pelo corpo), síndrome hemolítico-urêmica (síndrome caracterizada por anemia, diminuição do
número de plaquetas e prejuízo na função renal entre outras alterações).
-- 8 of 35 --
Allestra 15_BU03a_VP
Reações adversas cuja frequência é desconhecida: doença inflamatória intestinal (doença de Crohn,
colite ulcerativa), lesão hepatocelular (por exemplo, hepatite, função anormal do fígado).
* A neurite óptica (inflamação de um nervo do olho) pode resultar em perda parcial ou total da visão.
** Os contraceptivos orais combinados podem piorar doenças biliares preexistentes e podem acelerar o
desenvolvimento dessa doença em mulheres que anteriormente não tinham estes sintomas.
*** Pode haver diminuição dos níveis séricos de folato com o tratamento com contraceptivo oral
combinado. Isso pode ser clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após descontinuar os
contraceptivos orais combinados.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sintomas da superdose com contraceptivos orais em adultos e crianças podem incluir náusea, vômito,
sensibilidade nas mamas, tontura, dor abdominal, sonolência/fadiga; hemorragia por supressão pode
ocorrer em mulheres. Não há antídoto específico e, se necessário, a superdose é tratada sintomaticamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0734
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Anápolis – GO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
-- 9 of 35 --
Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
04/07/2022 4373476/22-5
10450 – SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula –publicação
no bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
1.PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO
EU ME ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
VPS
1.INDICAÇÕES
2.RESULTADOS DE EFICÁCIA
3.CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5.ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6.INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
15 mcg + 60 mcg
-- 10 of 35 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
14/03/2022 1082568/22-8
10450 – SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula –publicação
no bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
APRESENTAÇÕES
1.PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É INDICADO?
2. COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO
EU ME ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
VPS
APRESENTAÇÕES
1.INDICAÇÕES
2.RESULTADOS DE EFICÁCIA
3.CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6.INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
15 mcg + 60 mcg
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
21/06/2021 2398434/21-4
10450 – SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula – publicação
no bulário - RDC
60/12
21/05/2021 1963911/21-2
11006 - RDC 73/2016
- SIMILAR - Alteração
de razão social do
local de fabricação do
medicamento
- DIZERES LEGAIS VP/VPS
Comprimidos
revestidos
15 mcg + 60 mcg
25/01/2021 0316803/21-4
10457 – SIMILAR –
Inclusão inicial de
texto de bula –
publicação no
bulário - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS
Comprimidos
revestidos
15 mcg + 60 mcg
-- 12 of 35 --
ALLESTRA 20
(etinilestradiol + gestodeno)
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos revestidos
20 mcg + 75 mcg
-- 13 of 35 --
Allestra 20_BU03_VP
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução - RDC nº 47/2009
ALLESTRA 20
etinilestradiol + gestodeno
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 20 mcg + 75 mcg: embalagens com 1 ou 3 blísteres com 21 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de Allestra 20 contém:
etinilestradiol..........................................................................................................................................................20mcg
gestodeno...............................................................................................................................................................75 mcg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, edetato dissódico di-hidratado,
amido, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, laurilsulfato de sódio, glicerol,
caprilato de glicerila, monocaprilocaprato de glicerila, azul de indigotina 132 laca de alumínio, óxido de ferro
amarelo e azul brilhante 133 laca de alumínio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações contidas na bula, verificar o
prazo de validade, o conteúdo e a integridade da embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos
para qualquer consulta que se faça necessária.
Leia com atenção as informações presentes na bula antes de usar o produto, pois a mesma contém
informações sobre os benefícios e os riscos associados ao uso dos contraceptivos orais. Você também
encontrará informações sobre o uso adequado do contraceptivo e sobre a necessidade de consultar o seu
médico regularmente. Converse com o seu médico para obter maiores esclarecimentos sobre a ação do
produto e sua utilização.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Allestra 20 é indicado para prevenir a gravidez.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Allestra 20 é um contraceptivo oral combinado. Cada comprimido contém uma combinação de dois hormônios
femininos: o gestodeno (progestógeno) e o etinilestradiol (estrogênio). Devido às pequenas concentrações de
ambos os hormônios, Allestra 20 é considerado um contraceptivo oral de baixa dose.
Outras características não relacionadas com a prevenção da gravidez
Os contraceptivos combinados reduzem a duração e a intensidade do sangramento menstrual, diminuindo o risco
de anemia por deficiência de ferro. A cólica menstrual também pode se tornar menos intensa ou desaparecer
completamente.
Além disso, tem-se relatado que alguns distúrbios ocorrem menos frequentemente em usuárias de contraceptivos
contendo 0,05 mg de etinilestradiol (“pílula de alta dose”), tais como: doença benigna da mama, cistos ovarianos,
infecções pélvicas (doença inflamatória pélvica ou DIP), gravidez ectópica (quando o feto se fixa fora do útero) e
câncer do endométrio (tecido de revestimento interno do útero) e dos ovários. Este também pode ser o caso para os
contraceptivos de baixa dose, mas até agora somente foi confirmada a redução da ocorrência de casos de câncer
ovariano e de endométrio.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não use contraceptivo combinado se você tem qualquer uma das condições descritas a seguir:
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Allestra 20_BU03_VP
Caso apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico antes de iniciar o uso de Allestra 20. Ele pode
lhe recomendar o uso de outro contraceptivo oral ou de outro método contraceptivo (incluindo não hormonal).
- histórico atual ou anterior de coágulo em uma veia da perna (trombose), do pulmão (embolia pulmonar) ou
outras partes do corpo;
- histórico atual ou anterior de ataque cardíaco ou derrame cerebral, que é causado por um coágulo ou o
rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro;
- histórico atual ou anterior de doenças que podem ser sinal de ataque cardíaco (por exemplo, angina pectoris que
causa uma intensa dor no peito, podendo se irradiar para o braço esquerdo) ou de um derrame, por exemplo,
ataque isquêmico transitório ou um pequeno derrame sem efeitos residuais);
- presença de um alto risco para a formação de coágulos arteriais ou venosos (veja item “Contraceptivos e a
trombose” e consulte seu médico que irá decidir se você poderá utilizar Allestra 20);
- histórico atual ou anterior de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais tais
como sintomas visuais, dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo;
- diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos;
- histórico atual ou anterior de doença do fígado (cujos sintomas podem ser amarelamento da pele ou coceira do
corpo todo) e enquanto seu fígado ainda não tenha voltado a funcionar normalmente;
- uso de qualquer medicamento antiviral que contenha ombitasvir, paritaprevir ou dasabuvir e suas combinações.
Esses medicamentos antivirais são utilizados para tratamento de hepatite C crônica (doença infecciosa do fígado, de
longa duração, causada pelo vírus da hepatite C);
- histórico atual ou anterior de câncer que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (por
exemplo, câncer de mama ou dos órgãos genitais);
- histórico atual ou anterior de tumor no fígado (benigno ou maligno);
- presença de sangramento vaginal sem explicação;
- ocorrência ou suspeita de gravidez;
- hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes de Allestra 20. O que pode causar, por exemplo,
coceira, erupção cutânea ou inchaço.
Se qualquer um destes casos ocorrer pela primeira vez durante o uso do contraceptivo oral, descontinue o
uso imediatamente e consulte seu médico. Neste período, outras medidas contraceptivas não hormonais
devem ser empregadas (veja também o item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Nesta bula, estão descritas várias situações em que o uso do contraceptivo oral deve ser descontinuado ou em que
pode haver diminuição da sua eficácia. Nestas situações, deve-se evitar a relação sexual ou, então, utilizar
adicionalmente métodos contraceptivos não hormonais como, por exemplo, preservativo ou outro método de
barreira. Não utilize os métodos da tabelinha (do ritmo ou Ogino-Knaus) ou da temperatura. Esses métodos
podem falhar, pois os contraceptivos hormonais modificam as variações de temperatura e do muco cervical que
ocorrem durante o ciclo menstrual normal.
Allestra 20, como todos os demais contraceptivos orais, não protege contra infecções causadas pelo HIV (aids),
nem contra qualquer outra doença sexualmente transmissível.
É recomendável consultar o médico regularmente para que ele possa realizar os exames clínicos geral e
ginecológico de rotina e confirmar se o uso de Allestra 20 pode ser continuado.
O uso de contraceptivo combinado requer cuidadosa supervisão médica na presença das condições descritas
abaixo. Essas condições devem ser comunicadas ao médico antes do início do uso de Allestra 20 e se qualquer
uma delas aparecer ou piorar durante o uso desde medicamento: fumo; diabetes; excesso de peso; pressão alta;
alteração na válvula cardíaca ou alteração do batimento cardíaco; inflamação das veias (flebite superficial); veias
varicosas; qualquer familiar direto que já teve um coágulo (trombose nas pernas, pulmões [ embolia pulmonar] ou
qualquer outra parte do corpo), ataque cardíaco ou derrame em idade jovem; enxaqueca; epilepsia (veja item
“Allestra 20 e outros medicamentos”); você ou algum familiar direto tem ou já apresentou níveis altos de
colesterol ou triglicérides (um tipo de gordura) no sangue; algum familiar direto que tem ou já teve câncer de
mama; se você tem doença do fígado ou da vesícula biliar; doença de Crohn ou colite ulcerativa (doença
inflamatória crônica do intestino); lúpus eritematoso sistêmico (doença do sistema imunológico); síndrome
hemolítico-urêmica (alteração da coagulação sanguínea que causa insuficiência renal); anemia falciforme;
condição que tenha ocorrido pela primeira vez, ou piorado, durante a gravidez ou uso prévio de hormônios sexuais
-- 15 of 35 --
Allestra 20_BU03_VP
como, por exemplo, perda de audição, porfiria (doença metabólica), herpes gestacional (doença de pele) e coreia
de Sydenham (doença neurológica); tem ou já apresentou cloasma (pigmentação marrom-amarelada da pele,
especialmente a do rosto. Nesse caso, evite a exposição direta ao sol ou à radiação ultravioleta; angioedema
hereditário (estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os seus sintomas). Consulte seu médico
imediatamente se você apresentar sintomas de angioedema, tais como: inchaço do rosto, língua e/ou garganta,
dificuldade para engolir ou urticária junto com dificuldade para respirar. Medicamentos contendo estrogênios
podem induzir ou piorar os sintomas de angioedema.
Se algum destes casos ocorrer pela primeira vez, reaparecer ou piorar durante o uso do contraceptivo,
consulte seu médico.
Contraceptivos e a trombose
A trombose é a formação de um coágulo que pode interromper a passagem do sangue nos vasos. Algumas vezes,
a trombose ocorre nas veias profundas das pernas (trombose venosa profunda). O tromboembolismo venoso
(TEV) pode se desenvolver se você estiver tomando ou não uma pílula. Ele também pode ocorrer se você estiver
grávida. Se o coágulo se desprender das veias onde foi formado, ele pode se deslocar para as artérias dos pulmões,
causando a embolia pulmonar. Os coágulos também podem ocorrer muito raramente nos vasos sanguíneos do
coração (causando o ataque cardíaco). Os coágulos ou a ruptura de um vaso no cérebro podem causar o derrame.
Estudos de longa duração sugerem que pode existir uma ligação entre o uso de pílula (também chamada de
contraceptivo oral combinado (COC) ou pílula combinada, pois contém dois diferentes tipos de hormônios
femininos chamados estrogênios e progestógenos) e um risco aumentado de coágulos arteriais e venosos, embolia,
ataque cardíaco ou derrame. A ocorrência destes eventos é rara.
O risco de ocorrência de tromboembolismo venoso é mais elevado durante o primeiro ano de uso. Este aumento
no risco está presente em usuárias de primeira vez de contraceptivo oral combinado e em usuárias que ficaram 4
semanas ou mais sem tomar pílula e estão voltando a utilizar o mesmo contraceptivo oral combinado que era
utilizado anteriormente ou outro contraceptivo oral combinado. Dados de um grande estudo sugerem que o risco
aumentado está principalmente presente nos 3 primeiros meses de uso.
O risco de ocorrência de tromboembolismo venoso em usuárias de pílulas contendo baixa dose de estrogênio (<
0,05 mg de etinilestradiol) é duas a três vezes maior que em não usuárias de contraceptivos orais combinados, que
não estejam grávidas e permanece menor do que o risco associado à gravidez e ao parto.
Muito ocasionalmente, eventos tromboembólicos, arteriais ou venosos, podem causar incapacidade grave
permanente, podendo provocar risco para a vida da usuária ou podendo inclusive ser fatais.
O tromboembolismo venoso se manifesta como trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar e pode ocorrer
durante o uso de qualquer contraceptivo oral combinado.
Em casos extremamente raros, os coágulos também podem ocorrer em outras partes do corpo, incluindo fígado,
intestino, rins, cérebro ou olhos.
Se ocorrer qualquer um dos eventos mencionados a seguir, interrompa o uso da pílula e contate seu médico
imediatamente se notar sinais de:
- trombose venosa profunda, tais como: inchaço de uma perna ou ao longo de uma veia da perna; dor ou
sensibilidade na perna que pode ser sentida apenas quando você estiver em pé ou andando; sensação aumentada
de calor na perna afetada; vermelhidão ou descoloração da pele da perna;
- embolia pulmonar, tais como: início súbito de falta inexplicável de ar ou respiração rápida; tosse de início
abrupto que pode levar a tosse com sangue; dor aguda no peito que pode aumentar com a respiração profunda;
ansiedade; tontura grave ou vertigem; batimento cardíaco rápido ou irregular. Alguns destes sintomas (por
exemplo, falta de ar ou tosse) não são específicos e podem ser erroneamente interpretados como eventos mais
comuns ou menos graves (por exemplo, infecções do trato respiratório);
- tromboembolismo arterial (vaso sanguíneo arterial bloqueado por um coágulo que se deslocou);
- derrame, tais como: diminuição da sensibilidade ou da força motora afetando de forma súbita, a face, braço ou
perna, especialmente em um lado do corpo, confusão súbita, dificuldade para falar ou compreender; dificuldade
repentina para enxergar com um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura; perda de equilíbrio
ou de coordenação; dor de cabeça repentina, intensa ou prolongada, sem causa conhecida; perda de consciência ou
desmaio, com ou sem convulsão;
- coágulos bloqueando outros vasos arteriais, tais como: dor súbita, inchaço e ligeira coloração azulada (cianose)
de uma extremidade e abdome agudo;
- ataque cardíaco, tais como: dor, desconforto, pressão, peso, sensação de aperto ou estufamento no peito, braço
-- 16 of 35 --
Allestra 20_BU03_VP
ou abaixo do esterno; desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta, braços e estômago;
saciedade, indigestão ou sensação de asfixia; sudorese; náuseas, vômitos ou tontura, fraqueza extrema, ansiedade
ou falta de ar; batimentos cardíacos rápidos ou irregulares.
Seu médico irá verificar se, por exemplo, você possui um risco maior de desenvolver trombose devido à
combinação de fatores de risco ou talvez um único fator de risco muito alto. No caso de uma combinação de
fatores de risco, o risco pode ser mais alto que uma simples adição de dois fatores individuais. Se o risco for muito
alto, seu médico não irá prescrever o uso da pílula (veja item “3. Quando não devo usar este medicamento?”).
O risco de coágulo arterial ou venoso (por exemplo, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, ataque
cardíaco) ou derrame aumenta:
- com a idade;
- se você estiver acima do peso;
- se qualquer familiar direto seu teve um coágulo (trombose nas pernas, pulmão (embolia pulmonar) ou qualquer
outra parte do corpo), ataque cardíaco ou derrame em idade jovem, ou se você ou qualquer familiar tiver ou
suspeitar de distúrbio hereditário da coagulação, que possa aumentar seu risco de desenvolver trombose. Neste
caso você deve ser encaminhada a um especialista antes de decidir pelo uso de qualquer contraceptivo hormonal
combinado. Certos fatores sanguíneos que podem sugerir uma tendência para trombose venosa ou arterial
incluem resistência à proteína C ativada, hiper-homocisteinemia, deficiência de antitrombina III, proteína C e
proteína S, anticorpos antifosfolipídios (anticorpos anticardiolipina, anticoagulante lúpico);
- com imobilização prolongada (por exemplo, durante o uso de gessos ou talas em sua(s) perna(s), cirurgia de
grande porte, qualquer intervenção cirúrgica em membros inferiores ou trauma extenso. Informe ao seu médico.
Nestas situações, é aconselhável descontinuar o uso da pílula (em casos de cirurgia programada você deve
descontinuar o uso pelo menos 4 semanas antes) e não reiniciá-lo até, pelo menos, duas semanas após o total
restabelecimento;
- se você fuma (com consumo elevado de cigarros e aumento da idade, o risco torna-se ainda maior, especialmente
em mulheres com idade superior a 35 anos). Descontinue o consumo de cigarros durante o uso de pílula,
especialmente se tem mais de 35 anos de idade;
- se você ou alguém de sua família tem ou teve altos níveis de colesterol ou triglicérides (um tipo de gordura no
sangue);
- se você tem pressão alta. Se você desenvolver pressão alta durante o uso de pílula, seu médico poderá pedir que
você descontinue o uso;
- se você tem enxaqueca;
- se você tem distúrbio da válvula do coração ou certo tipo de distúrbio do ritmo cardíaco.
Imediatamente após o parto, as mulheres têm risco aumentado de formação de coágulos, portanto,
pergunte ao seu médico quando você poderá iniciar o uso de pílula combinada após o parto.
Contraceptivos e o câncer
O câncer de mama é diagnosticado com frequência um pouco maior entre as usuárias dos contraceptivos orais
combinados, mas não se sabe se esse aumento é devido ao uso do contraceptivo. Pode ser que esta diferença esteja
associada à maior frequência com que as usuárias de contraceptivos orais são examinadas por seus médicos. O
risco de câncer de mama desaparece gradualmente após a descontinuação do uso do contraceptivo hormonal
combinado. É importante examinar as mamas regularmente e contatar o médico se você sentir qualquer caroço nas
mamas.
Em casos raros, foram observados tumores benignos de fígado e, mais raramente, tumores malignos de fígado nas
usuárias de contraceptivos orais. Em casos isolados, estes tumores podem causar hemorragias internas com risco
para a vida da usuária. Em caso de dor abdominal intensa, consulte o seu médico imediatamente. O fator de risco
mais importante para o câncer cervical (câncer de colo uterino) é a infecção persistente por HPV (papilomavírus
humano). Alguns estudos epidemiológicos indicaram que o uso de COCs por período prolongado pode contribuir
para este risco aumentado, mas continua existindo controvérsia sobre a extensão em que esta ocorrência possa ser
atribuída aos efeitos concorrentes, por exemplo, da realização de exame cervical (papanicolau) e do
comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira.
Os tumores mencionados acima podem provocar risco para a vida da usuária ou podem ser fatais.
Allestra 20, a gravidez e a amamentação
Allestra 20 não deve ser usado quando há suspeita de gravidez ou durante a gestação. Se suspeitar da possibilidade
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Allestra 20_BU03_VP
de estar grávida durante o uso de Allestra 20 suspenda o uso e consulte seu médico o mais rápido possível.
Entretanto, estudos epidemiológicos abrangentes não revelaram risco aumentado de malformações congênitas em
crianças nascidas de mulheres que tenham utilizado COCs antes da gestação. Também não foram verificados
efeitos teratogênicos decorrentes da ingestão acidental de COCs no início da gestação.
Categoria X (em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara
evidência de risco para o feto que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente) – Este medicamento
não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
De modo geral, o uso de Allestra 20 durante a amamentação não é recomendado. Se desejar tomar contraceptivo
oral durante a amamentação, converse primeiramente com seu médico.
Allestra 20 e outros medicamentos
Sempre informe ao seu médico sobre todos os medicamentos, incluindo fitoterápicos, que você está usando.
Alguns medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com Allestra 20. Informe também a
qualquer outro médico ou dentista, que lhe prescreva algum outro medicamento, que você toma Allestra 20. Eles
poderão lhe informar se é necessário utilizar algum método contraceptivo adicional (por exemplo, preservativo)
e neste caso, por quanto tempo, ou se você precisa trocar algum medicamento que está tomando.
O uso de alguns medicamentos pode exercer uma influência nos níveis sanguíneos dos contraceptivos orais,
reduzir sua eficácia n a p reven ção d a g rav id ez ou causar sangramento inesperado.
Estes incluem medicamentos usados para o tratamento de:
- epilepsia (por exemplo, primidona, fenitoína, barbitúricos, carbamazepina, oxcarbazepina, topiramato,
felbamato);
- tuberculose (por exemplo, rifampicina);
- aids e hepatite C (também chamados de inibidores das proteases e inibidores não nucleosídios da transcriptase
reversa);
- infecções fúngicas (griseofulvina, antifúngicos azólicos, por exemplo, itraconazol, voriconazol, fluconazol);
- infecções bacterianas (antibióticos macrolídeos, por exemplo, claritromicina, eritromicina);
- certas doenças do coração, pressão alta (bloqueadores de canal de cálcio, por exemplo, verapamil, diltiazem);
- artrite, artrose (etoricoxibe).
- medicamentos contendo e rva-de-são-joão (usada principalmente para o tratamento de estados depressivos);
- suco de toronja (grapefruit).
Allestra também pode interferir na eficácia de outros medicamentos, por exemplo, medicamentos contendo
ciclosporina, o antiepilético lamotrigina, melatonina, midazolam, teofilina e tizanidina.
Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive
aqueles adquiridos sem prescrição médica.
Testes laboratoriais
Se você precisar fazer algum exame de sangue ou outro teste laboratorial, informe ao seu médico ou ao laboratório
que você está tomando Allestra 20, pois os contraceptivos orais podem afetar os resultados dos exames.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não foram conduzidos estudos e não foram observados efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar
máquinas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: comprimidos revestidos de cor azul, arredondados com superfície lisa,
livre de impurezas e manchas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
-- 18 of 35 --
Allestra 20_BU03_VP
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Quando usado corretamente, o índice de falha é de aproximadamente 1% ao ano (uma gestação a cada 100
mulheres por ano de uso). O índice de falha pode aumentar quando há esquecimento de tomada dos comprimidos
ou quando estes são tomados incorretamente, ou ainda em casos de vômitos dentro de 3 a 4 horas após a ingestão
de um comprimido ou diarreia intensa, bem como interações medicamentosas.
Siga rigorosamente o procedimento indicado, pois o não cumprimento pode ocasionar falhas na obtenção dos
resultados.
A cartela de Allestra 20 contém 21 comprimidos revestidos. No verso da cartela encontra-se indicado o dia da
semana no qual o comprimido deve ser ingerido. Tome um comprimido por dia, aproximadamente à mesma hora,
com auxílio de um pouco de líquido, se necessário. Siga a direção das setas, seguindo a ordem dos dias da
semana, até que tenha tomado todos os 21 comprimidos. Terminados o s c o m p r i m i d o s da cartela, realize uma
pausa de 7 dias. Neste período, cerca de 2 a 3 dias após a ingestão do último comprimido de Allestra 20, deve
ocorrer sangramento semelhante ao menstrual (sangramento por privação hormonal). Inicie nova cartela no oitavo
dia, independentemente de ter cessado ou não o sangramento. Isto significa que, em cada mês, estará sempre
iniciando uma nova cartela no mesmo dia da semana que a cartela anterior e que ocorrerá o sangramento por
privação mais ou menos nos mesmos dias da semana.
Início do uso de Allestra 20
- Quando nenhum outro contraceptivo hormonal foi utilizado no mês anterior
Inicie o uso de Allestra 20 no primeiro dia de menstruação, ou seja, tome o comprimido indicado com o dia da
semana correspondente ao primeiro dia de sangramento. Por exemplo, se a sua menstruação iniciar na sexta-feira,
tome o comprimido indicado “SEX” no verso da cartela, seguindo a ordem dos dias. A ação contraceptiva de
Allestra 20 inicia-se imediatamente. Não é necessário utilizar adicionalmente outro método contraceptivo.
- Mudando de outro contraceptivo oral combinado, anel vaginal ou adesivo transdérmico (contraceptivo)
para Allestra 20
Inicie a tomada de Allestra 20 no dia seguinte ao término da cartela do contraceptivo que estava tomando. Isso
significa que não haverá pausa entre as cartelas. Se o contraceptivo que estava tomando apresenta comprimidos
inativos, ou seja, sem princípio ativo, inicie a tomada de Allestra 20 no dia seguinte à ingestão do último
comprimido ativo do contraceptivo. Caso não saiba diferenciar os comprimidos ativos dos inativos, consulte seu
médico.
O uso de Allestra 20 também poderá ser iniciado mais tarde, no máximo até o dia seguinte após o intervalo de
pausa do contraceptivo que estava sendo utilizado ou no dia seguinte após ter tomado o último comprimido inativo
do contraceptivo anterior. Se você estiver mudando de anel vaginal ou adesivo transdérmico, deve começar
preferencialmente no dia da retirada do último anel ou adesivo ou, no máximo, no dia previsto para a próxima
aplicação. Se seguir essas instruções, não será necessário utilizar adicionalmente um outro método contraceptivo.
- Mudando da minipílula (contraceptivo contendo somente progestógeno) para Allestra 20: nesse caso, deve-
se descontinuar o uso da minipílula e iniciar a tomada de Allestra 20 no dia seguinte, no mesmo horário.
Adicionalmente, utilize um método contraceptivo de barreira (por exemplo, preservativo) caso tenha relação
sexual nos 7 primeiros dias de uso de Allestra 20.
- Mudando de contraceptivo injetável, implante ou sistema intrauterino (SIU) com liberação de
progestógeno para Allestra 20: inicie o uso de Allestra 20 na data prevista para a próxima injeção ou no dia de
extração (retirada) do implante ou do SIU. Adicionalmente, utilize um método contraceptivo de barreira (por
exemplo, preservativo) caso tenha relação sexual nos 7 primeiros dias de uso de Allestra 20.
- Allestra 20 e o pós-parto: no pós-parto, seu médico poderá aconselhá-la a esperar por um ciclo menstrual
normal antes de iniciar o uso de Allestra 20. Às vezes, o uso de Allestra 20 pode ser antecipado com o
consentimento do médico. Se após o parto você teve relação sexual antes de iniciar o uso de Allestra 20, confirme
se você não está grávida ou aguarde o próximo período menstrual. Se estiver amamentando, discuta primeiramente
com seu médico.
- Allestra 20 e o pós-aborto: consulte seu médico.
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Informações adicionais para populações especiais
- Crianças
Allestra 20 é indicado apenas para uso após a menarca (primeira menstruação).
- Usuárias idosas
Allestra 20 não é indicado para uso após a menopausa.
- Usuárias com insuficiência hepática
Allestra 20 é contraindicado em mulheres com doença hepática (doença do fígado) grave. Veja itens “3.
Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
- Usuárias com insuficiência renal
Fale com seu médico. Dados disponíveis não sugerem alteração no tratamento desta população de usuárias.
O que devo fazer em caso de distúrbios gastrintestinais, como vômitos ou diarreia intensa?
Se ocorrerem vômitos ou diarreia intensa após a ingestão do comprimido, as substâncias ativas do comprimido
podem não ter sido absorvidas completamente. Se ocorrerem vômitos no período de 3 a 4 horas após a ingestão do
comprimido, é como se tivesse se esquecido de tomá-lo. Portanto, deve-se seguir o mesmo procedimento indicado
no item “7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?”. Consulte seu médico em
quadros de diarreia intensa.
O que devo fazer em caso de sangramento inesperado?
Como ocorre com todos os contraceptivos orais, pode surgir, durante os primeiros meses de uso, sangramento
intermenstrual irregular (gotejamento ou sangramento de escape), isto é, sangramento fora da época esperada,
podendo ser necessário o uso de absorventes higiênicos. Deve-se continuar tomando os comprimidos, pois, em
geral, o sangramento intermenstrual cessa espontaneamente, uma vez que seu organismo tenha se adaptado ao
contraceptivo oral (geralmente, após 3 meses de tomada dos comprimidos). Caso o sangramento não cesse,
torne-se mais intenso ou reinicie, consulte o seu médico.
O que fazer se não ocorrer sangramento?
Se todos os comprimidos foram tomados corretamente, sempre no mesmo horário, não houve vômito, diarreia
intensa ou uso concomitante de outros medicamentos, é pouco provável que você esteja grávida. Continue
tomando Allestra 20 normalmente.
Se você não tomou os comprimidos corretamente ou se você tomou os comprimidos corretamente mas o
sangramento esperado não ocorreu por dois meses seguidos, você pode estar grávida. Consulte o seu médico
imediatamente. Não inicie nova cartela de Allestra 20 até que a suspeita de gravidez seja afastada pelo seu médico.
Neste período use medidas contraceptivas não hormonais.
Quando posso descontinuar o uso de Allestra 20?
O uso de Allestra 20 pode ser descontinuado a qualquer momento. Porém, não o faça sem o conhecimento do seu
médico.
Se você não deseja engravidar após descontinuar o uso de Allestra 20, consulte o seu médico para que ele lhe
indique outro método contraceptivo.
Se você desejar engravidar, pare de tomar Allestra 20 e recomenda-se que espere um ciclo menstrual ocorrer para
tentar engravidar. Converse com o seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido,
aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se houver um atraso de menos de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção contraceptiva de Allestra 20
não será reduzida. Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar e tome o próximo comprimido no
horário habitual.
Se houver um atraso de mais de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção contraceptiva de Allestra 20
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pode ficar reduzida neste ciclo, especialmente se ocorrer o esquecimento da tomada no começo ou no final da
cartela. Veja a seguir como proceder em cada caso específico.
- Esquecimento de 1 comprimido na primeira semana de uso
Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar (mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos de
uma só vez) e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual.
Utilize método contraceptivo adicional (método de barreira - por exemplo, preservativo) durante os próximos 7
dias. Se teve relação sexual na semana anterior ao esquecimento da tomada do comprimido, há possibilidade de
engravidar. Comunique o fato imediatamente ao seu médico.
- Esquecimento de 1 comprimido na segunda semana de uso
Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar mesmo que isso signifique a ingestão simultânea de dois
comprimidos e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. A proteção contraceptiva de
Allestra 20 está mantida. Não é necessário utilizar método contraceptivo adicional.
- Esquecimento de 1 comprimido na terceira semana de uso
Escolha uma das duas opções abaixo, sem a necessidade de utilizar método contraceptivo adicional:
1) Tome o comprimido esquecido assim que se lembrar (inclui-se a possibilidade de tomar dois comprimidos
de uma só vez) e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Inicie a nova cartela assim
que terminar a atual, sem que haja pausa entre uma cartela e outra. É possível que o sangramento ocorra
somente após o término da segunda cartela. No entanto, pode ocorrer sangramento do tipo gotejamento ou de
escape enquanto estiver tomando os comprimidos.
2) Deixe de tomar os comprimidos da cartela atual, faça uma pausa de 7 dias, ou menos, contando inclusive o
dia no qual esqueceu de tomar o comprimido e inicie uma nova cartela. Caso deseje manter o mesmo dia da
semana para início de tomada, a pausa pode ser menor do que 7 dias. Por exemplo: se a cartela foi iniciada em
uma quarta-feira e você esqueceu de tomar o comprimido na sexta-feira da última semana, pode iniciar a nova
cartela na quarta-feira da semana seguinte ao esquecimento, praticando, desta forma, uma pausa de apenas 5 dias.
Veja esquema ilustrativo abaixo:
Exemplo em caso de esquecimento:
Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
Início da cartela
atual (1º
comprimido –
1º dia)
(2º dia) (3º dia) (4º dia)
(5º dia) (6º dia) (7º dia) (8º dia) (9º dia) (10º dia) (11º dia)
(12º dia) (13º dia) (14º dia) (15º dia) (16º dia)
(17º dia)
Esquecimento
de tomada do
comprimido
(18º dia)
Pausa
(19º dia)
Pausa
(20º dia)
Pausa
(21º dia)
Pausa
Início da nova
cartela (1º
comprimido –
1º dia)
- Mais de 1 comprimido esquecido
Se mais de um comprimido de uma mesma cartela for esquecido, consulte seu médico. Quanto mais
comprimidos sequenciais forem esquecidos, menor será o efeito contraceptivo.
Se não ocorrer sangramento por privação hormonal (semelhante à menstruação) no intervalo de pausa de 7 dias,
pode ser que esteja grávida. Consulte seu médico antes de iniciar uma nova cartela.
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- tome o comprimido esquecido, mesmo que
isto signifique a ingestão simultânea de 2
comprimidos;
- utilize métodos contraceptivos adicionais
durante 7 dias;
- continue tomando todos os comprimidos da
cartela até finalizá-la.
- tome o comprimido esquecido, mesmo que
isto signifique a ingestão simultânea de 2
comprimidos;
- continue tomando todos os comprimidos da
cartela até finalizá-la.
Mais de 1 comprimido
esquecido de uma mesma
cartela. Esqueceu-se de iniciar
a cartela.
- tome o comprimido esquecido;
- continue tomando todos os
comprimidos da cartela até finalizá-la;
- inicie uma nova cartela sem fazer a
pausa de 7 dias.
Semana 1
Semana 2
1 comprimido esquecido (mais
de 12 horas após o horário de
tomada habitual).
Ou
Consulte seu médico.
- pare de tomar os comprimidos;
- faça uma pausa (não mais que 7 dias,
incluindo o dia do esquecimento);
- inicie uma nova cartela.
Sim
Não
Teve relação sexual na semana anterior
ao esquecimento da tomada do
comprimido.
Semana 3
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Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como todo medicamento, Allestra 20 pode causar efeitos indesejáveis. No entanto, estes efeitos não se manifestam em
todas as usuárias. Se qualquer efeito indesejável ocorrer ou piorar, ou se você observar algum efeito indesejável não
citado a seguir durante o uso de Allestra 20, consulte seu médico.
Reações graves
As reações graves associadas ao uso do contraceptivo, assim como os sintomas relacionados, estão descritos nos itens
“4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”, “Contraceptivos e a trombose” e “Contraceptivos e o câncer”.
Leia estes itens com atenção e não deixe de conversar com o seu médico em caso de dúvidas, ou imediatamente
quando achar apropriado.
Outras possíveis reações
As seguintes reações têm sido observadas em usuárias de contraceptivos orais combinados:
- reações adversas comuns (entre 1 e 10 em cada 100 usuárias podem ser afetadas): náuseas, dor abdominal, aumento
de peso corporal, dor de cabeça, depressão ou alterações de humor, dor nas mamas incluindo hipersensibilidade.
- reações adversas incomuns (entre 1 e 10 em cada 1.000 usuárias podem ser afetadas): vômitos, diarreia, retenção de
líquido, enxaqueca, diminuição do desejo sexual, aumento do tamanho das mamas, erupção cutânea, urticária.
- reações adversas raras (entre 1 e 10 em cada 10.000 usuárias podem ser afetadas): intolerância a lentes de contato,
reações alérgicas (hipersensibilidade), diminuição de peso corporal, aumento do desejo sexual, corrimento vaginal,
secreção das mamas, eritema nodoso ou multiforme (doenças de pele), distúrbios tromboembólicos arteriais e venosos
(formação de coágulos)*.
* Frequência estimada a partir de estudos epidemiológicos envolvendo um grupo de usuárias de contraceptivos orais
combinados. Os termos distúrbios tromboembólicos arteriais e venosos abrangem: qualquer bloqueio ou coágulo em uma
veia periférica profunda, coágulos que percorrem o sistema venoso do sangue (por exemplo, no pulmão é conhecido
como embolia pulmonar ou como infarto pulmonar), ataque cardíaco causado por coágulos, derrame causado por um
bloqueio do fornecimento de sangue para o cérebro ou no cérebro.
Descrição das reações adversas selecionadas:
As reações adversas com frequência muito baixa ou com início tardio dos sintomas que foram consideradas relacionadas
ao grupo de usuárias de contraceptivo oral combinado estão listadas a seguir, veja também itens “3. Quando não devo
usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
Contraceptivos e o câncer:
- a frequência de diagnósticos de câncer de mama é ligeiramente maior em usuárias de contraceptivo oral. Como o câncer
de mama é raro em mulheres abaixo de 40 anos, o aumento do risco é pequeno em relação ao risco geral de câncer de
mama. A causalidade com uso de COCs é desconhecida;
- tumores no fígado (benigno e maligno).
Outras condições
- mulheres com hipertrigliceridemia (aumento de gordura no sangue, resultando em um risco aumentado de pancreatite
em usuárias de COCs);
- hipertensão (pressão alta);
- ocorrência ou piora de condições para as quais a associação com o uso de COCs não é conclusiva: icterícia
(pigmentação amarelada da pele) e/ou prurido (coceira) relacionado à colestase (fluxo biliar bloqueado); formação de
cálculos biliares (pedras na vesícula); uma condição metabólica chamada de porfiria, lúpus eritematoso sistêmico (uma
doença crônica autoimune); síndrome hemolítico-urêmica (alteração da coagulação sanguínea); uma condição
neurológica chamada coreia de Sydenham; herpes gestacional (um tipo de condição de pele que ocorre durante a
gravidez); perda de audição relacionada à otosclerose;
- em mulheres com angioedema hereditário (caracterizado por inchaço repentino, por exemplo, dos olhos, da boca, da
garganta, etc), estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar sintomas de angioedema;
- distúrbios das funções do fígado;
- alterações na tolerância à glicose ou efeitos sobre a resistência periférica à insulina;
- doença de Crohn, colite ulcerativa;
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- cloasma (pigmentação marrom-amarelada da pele, especialmente a do rosto).
Interações
O uso concomitante de alguns medicamentos pode afetar a ação dos contraceptivos orais, reduzindo a eficácia destes
produtos e/ou pode causar sangramentos inesperados (por exemplo, medicamentos que contenham erva-de- são-joão ou
medicamentos usados para o tratamento da epilepsia, da tuberculose, da aids e de outras infecções), veja item “Allestra 20
e outros medicamentos”.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Em especial se essas reações forem graves ou persistentes, ou se houver mudança no seu estado de saúde que possa
estar relacionada ao uso de Allestra 20.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não há relatos de efeitos nocivos graves após a ingestão de vários comprimidos de Allestra 20 de uma única vez. Caso
isto ocorra, podem aparecer náuseas, vômitos ou sangramento vaginal. Mesmo meninas que ainda não tenham
menstruado, mas acidentalmente tomaram esse medicamento, podem ter um sangramento. Se a ingestão acidental ocorrer
com você ou com uma criança, consulte o médico.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
MS – 1.0573.0734
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Anápolis – GO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
19/12/2022 -
10450 – SIMILAR –
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula –publicação no
bulário - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO
EU ME ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
20 mcg + 75 mcg
21/06/2021 2398434/21-4
10450 – SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto de
bula – publicação no
bulário - RDC 60/12
21/05/2021 1963911/21-2
11006 - RDC 73/2016
- SIMILAR - Alteração
de razão social do
local de fabricação do
medicamento
- COMPOSIÇÃO
DIZERES LEGAIS VP/VPS
Comprimidos
revestidos
20 mcg + 75 mcg
25/01/2021 0316803/21-4
10457 – SIMILAR –
Inclusão inicial de
texto de bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão inicial de texto de bula VP/VPS
Comprimidos
revestidos
20 mcg + 75 mcg
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ALLESTRA 30
(etinilestradiol + gestodeno)
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos revestidos
30 mcg + 75 mcg
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Allestra_30_BU02a_VP_Incorp
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Allestra 30
etinilestradiol + gestodeno
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 30 mcg + 75 mcg: embalagens com 1 ou 3 blísteres com 21 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de Allestra 30 contém:
etinilestradiol ...............................................................................................................................................30 mcg
gestodeno .................................................................................................................................................... 75 mcg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, edetato dissódico di-
hidratado, amido, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, laurilsulfato de
sódio, glicerol, caprilato de glicerila, monocaprilocaprato de glicerila, azul de indigotina 132 laca de alumínio,
vermelho de ponceau 124 laca de alumínio e vermelho de eritrosina dissódica.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Allestra 30 é indicado na prevenção da gravidez. Embora tendo eficácia bem estabelecida, há casos de gravidez
em mulheres utilizando contraceptivos orais.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Allestra 30 é um contraceptivo oral que combina 2 hormônios, o etinilestradiol e o gestodeno.
Os contraceptivos orais combinados, que possuem 2 hormônios em sua composição, suprimem as
gonadotrofinas, ou seja, inibem os estímulos hormonais que levam à ovulação, o que leva à contracepção.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Allestra 30 não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, ou ainda por mulheres que
estejam amamentando.
Allestra 30 não deve ser utilizado por mulheres com hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes
de Allestra 30.
Allestra 30 não deve ser utilizado por mulheres que apresentem qualquer uma das seguintes condições: histórico
anterior ou atual de trombose venosa profunda (obstrução de uma veia); histórico anterior ou atual de
tromboembolismo (obstrução de um ou mais vasos sanguíneos por cóagulo); doença vascular cerebral
(“derrame”) ou arterial coronariana; valvulopatias trombogênicas (alteração cardíaca que leva à formação de
coágulos); distúrbios do ritmo cardíaco trombogênico (alteração do ritmo do coração que leva à formação de
coágulos); trombofilias hereditárias ou adquiridas (distúrbios da coagulação com formação de coágulos); dor de
cabeça com sintomas neurológicos tais como aura (sensações que antecedem crises de enxaqueca, que podem ser
alterações na visão, formigamentos no corpo ou diminuição de força); diabetes com comprometimento da
circulação; hipertensão (pressão alta) não controlada; câncer de mama ou outra neoplasia dependente do
hormônio estrogênio conhecido ou suspeito; tumores do fígado, ou doença do fígado ativa, desde que a função
hepática não tenha retornado ao normal; sangramento vaginal sem causa determinada; histórico anterior ou atual
de pancreatite associada à hipertrigliceridemia severa (inflamação do pâncreas com aumento dos níveis de
triglicerídeos no sangue).
Os contraceptivos orais combinados são contraindicados para uso concomitante com certos medicamentos
antivirais contra o vírus da hepatite C (HCV), como ombitasvir, paritaprevir, ritonavir e dasabuvir.
Este medicamento é contraindicado para uso por homens.
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Allestra_30_BU02a_VP_Incorp
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Precauções
O uso de contraceptivos orais combinados deve ser feito com acompanhamento médico.
Intolerância à glicose tem sido relatada em usuárias de contraceptivos orais combinados. Por isso, pacientes com
intolerância à glicose ou diabetes mellitus devem ser acompanhadas criteriosamente enquanto estiverem
recebendo contraceptivos orais combinados (ver questão “3. Quando não devo usar este medicamento?”).
Uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais combinados pode apresentar alterações lipídicas
(alteração dos níveis de colesterol). Hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos) persistente pode ocorrer
em uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais combinados. Elevações de triglicerídeos
plasmáticos em usuárias de contraceptivos orais combinados podem resultar em pancreatite (inflamação no
pâncreas) e outras complicações. Mulheres em tratamento para dislipidemias devem ser rigorosamente
monitoradas se optarem pelo uso de contraceptivos orais combinados.
Algumas mulheres podem não apresentar menstruação durante o intervalo sem comprimidos. Se o contraceptivo
oral combinado não foi utilizado de acordo com as orientações antes da menstruação ou se não ocorrer duas
menstruações consecutivas, deve-se interromper o uso e utilizar um método contraceptivo não hormonal de
controle da natalidade até que a possibilidade de gravidez seja excluída.
Pode ocorrer sangramento de escape em mulheres em tratamento com contraceptivos orais combinados,
sobretudo nos primeiros três meses de uso. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer, o médico deve ser
informado. Caso alguma destas alterações ocorra, o médico deve ser informado.
Algumas mulheres podem apresentar amenorreia (ausência de hemorragia, menstruação) pós-pílula,
possivelmente com anovulação (sem ovulação) ou oligomenorreia (hemorragia, menstruação em pequena
quantidade).
Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com histórico de depressão devem ser observadas
criteriosamente e o medicamento deve ser suspenso se a depressão reaparecer com gravidade. As pacientes que
ficarem significantemente deprimidas durante o tratamento com contraceptivos orais combinados devem
interromper o uso do medicamento e utilizar um método contraceptivo alternativo, na tentativa de determinar se
o sintoma está relacionado ao medicamento.
Este produto não protege contra infecção por HIV (aids) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.
Diarreia e/ou vômitos podem reduzir a absorção do hormônio, resultando na diminuição das concentrações
séricas (no sangue). Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia (ver questão “6. Como devo usar este
medicamento?”).
Gravidez
se ocorrer gravidez durante o tratamento com contraceptivo oral combinado, as próximas administrações devem
ser interrompidas. Não há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestogênio contidos no
contraceptivo oral combinado prejudicarão o desenvolvimento do bebê se houver concepção acidental durante
seu uso (ver questão “3. Quando não devo usar este medicamento?”).
Lactação
pequenas quantidades de contraceptivos hormonais e/ou metabólitos foram identificadas no leite materno e
poucos efeitos adversos foram relatados em lactentes, incluindo icterícia (cor amarelada da pele) e aumento das
mamas. A lactação pode ser afetada pelos contraceptivos orais combinados, pois contraceptivos orais
combinados podem reduzir a quantidade e alterar a composição do leite materno. Em geral, não deve ser
recomendado o uso de contraceptivos orais combinados até que a lactante tenha deixado totalmente de
amamentar a criança.
Advertências
Fumar aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovasculares graves decorrentes do uso de contraceptivos orais
combinados. Este risco aumenta com a idade e com a intensidade do consumo de cigarros e é bastante acentuado
em mulheres com mais de 35 anos de idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais combinados devem ser
firmemente aconselhadas a não fumar.
1. Tromboembolismo e trombose venosa e arterial
O uso de contraceptivos orais combinados está associado ao aumento do risco de eventos tromboembólicos
(formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução de uma veia ou artéria).
Entre os eventos relatados estão: trombose venosa profunda (obstrução de uma veia por um coágulo); embolia
pulmonar (obstrução de uma veia do pulmão por um coágulo); infarto do miocárdio e acidentes vasculares
cerebrais (conhecido como derrame), ataque isquêmico transitório (paciente apresenta sintomas de derrame que
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Allestra_30_BU02a_VP_Incorp
duram menos de 24 horas).
O risco para tais eventos é ainda maior em mulheres com condições predisponentes para tromboembolismo e
trombose venosos.
A seguir, exemplos de condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosa e arterial:
• obesidade
• cirurgia ou trauma com maior risco de trombose
• parto recente ou aborto no segundo trimestre
• imobilização prolongada
• idade avançada
• tabagismo, fumo
• hipertensão (pressão alta)
• dislipidemia (aumento do colesterol no sangue)
O risco de acidente vascular cerebral (“derrame”) pode ser maior em usuárias de contraceptivo oral combinado
que sofrem de enxaqueca (particularmente enxaqueca com aura, sensações ou mal-estar que antecedem crises de
enxaqueca).
2. Lesões oculares
Houve relatos de casos de trombose vascular retiniana (obstrução de um vaso do olho) com o uso de
contraceptivos orais combinados, que podem resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver sinais ou
sintomas de alterações visuais, início de proptose (olho saltado para fora) ou
diplopia (visão dupla), papiledema (edema, inchaço do nervo do olho) ou lesões vasculares retinianas (dos vasos
da retina), deve-se interromper o uso dos contraceptivos orais combinados e avaliar imediatamente a causa.
3. Pressão arterial
Aumento da pressão arterial tem sido relatado por mulheres em uso de contraceptivos orais combinados.
Em mulheres com hipertensão (pressão alta), histórico de hipertensão ou doenças relacionadas à hipertensão
(incluindo algumas doenças renais), pode ser preferível utilizar outro método de controle da natalidade. Se
contraceptivos orais combinados forem usados nestes casos, um acompanhamento rigoroso deve ser feito; caso
ocorra aumento significativo da pressão arterial, deve-se interromper o uso do contraceptivo oral combinado.
Aumento da pressão arterial associado ao uso de contraceptivo oral combinado, geralmente retorna aos valores
basais com a interrupção do uso.
O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em mulheres com hipertensão não controlada.
4. Câncer dos órgãos reprodutores
Câncer de colo de útero
O fator de risco mais importante para o câncer cervical (de colo de útero) é a infecção pelo papiloma vírus
humano.
Alguns estudos sugerem que o uso de contraceptivo oral combinado pode estar associado a aumento do risco de
câncer de colo de útero em algumas populações de mulheres. No entanto, ainda há controvérsia sobre o grau em
que essas descobertas podem estar relacionadas a diferenças de comportamento sexual e outros fatores. Nos
casos de sangramento genital anormal não diagnosticado, estão indicadas medidas diagnósticas adequadas.
Câncer de mama
Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do câncer de mama incluem aumento da idade,
histórico familiar, obesidade, mulheres que nunca tiveram filhos e idade tardia para a primeira gravidez. Um
estudo mostrou que o risco de diagnóstico de câncer de mama foi ligeiramente maior em mulheres que utilizaram
contraceptivos orais combinados do que nas que nunca utilizaram. O aumento do risco desaparece gradualmente
no transcorrer de 10 anos após a interrupção do uso de contraceptivos orais combinados. O padrão observado de
aumento do risco de diagnóstico de câncer de mama pode ser consequência da detecção mais precoce desse
câncer em usuárias de contraceptivos orais combinados, dos efeitos biológicos dos contraceptivos orais
combinados ou uma combinação de ambos. Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do câncer
de mama incluem aumento da idade, histórico familiar, obesidade, mulheres que nunca tiveram filhos e idade
tardia para a primeira gravidez.
5. Neoplasia hepática/doença hepática/hepatite C
Os tumores (câncer) hepáticos, em casos extremamente raros, podem estar associados ao uso de contraceptivo
oral combinado. O risco parece aumentar com o tempo de uso do contraceptivo oral combinado. Mulheres com
histórico de colestase (doença que compromete a produção da bile, o fígado e a vesícula biliar) relacionada ao
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contraceptivo oral combinado, e as que desenvolveram colestase durante a gravidez são mais propensas a
apresentar essa condição, colestase, com o uso de contraceptivo oral combinado. Essas pacientes que usam
contraceptivo oral combinado devem ser rigorosamente monitoradas, e o uso de contraceptivo oral combinado
deve ser interrompido se colestase recorrer.
Foi relatada lesão das células do fígado com o uso de contraceptivos orais combinados. A identificação precoce
da lesão associada ao uso de contraceptivo oral combinado pode reduzir a gravidade do quadro quando o
contraceptivo oral combinado é descontinuado. Se a lesão for diagnosticada, a paciente deve interromper o uso
do contraceptivo oral combinado, utilizar um método de controle da natalidade não hormonal e consultar seu
médico.
Durante os ensaios clínicos com pacientes tratados para infecções por HCV com os medicamentos contendo
ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir com ou sem ribavirina, elevações de transaminases (ALT) maiores
que 5 vezes o limite superior do normal (LSN) ocorreram significativamente com mais frequência em mulheres
que utilizaram medicamentos contendo etinilestradiol, como os contraceptivos orais combinados.
6. Enxaqueca/Cefaleia
Início ou piora de enxaqueca ou desenvolvimento de cefaleia (dor de cabeça) com padrão novo que seja
recorrente, persistente ou grave requer a descontinuação do contraceptivo oral combinado e avaliação da causa.
Mulheres que sofrem de enxaqueca, particularmente enxaqueca com aura (sensações ou mal-estar que antecedem
crises de enxaqueca), que fazem uso de contraceptivos orais combinados podem ter um risco aumentado de
“derrame”.
7. Imune angioedema (edema, inchaço generalizado)
Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema (inchaço em todas as partes do
corpo, podendo incluir as vias aéreas), particularmente em mulheres com angioedema hereditário.
Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
4. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo tempo.
Interações entre etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Allestra 30) e outras substâncias podem diminuir
ou aumentar as concentrações séricas (no sangue) de etinilestradiol.
O uso concomitante com os medicamentos contendo ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, com ou sem
ribavirina, pode aumentar o risco de elevações de ALT. Portanto, as usuárias de contraceptivos orais combinados
devem mudar para um método contraceptivo alternativo (por exemplo, métodos contraceptivos somente com
progestagênio ou não hormonais) antes de iniciar a terapia com medicamentos antivirais de HCV, como
ombitasvir, paritaprevir, ritonavir, dasabuvir. Os contraceptivos orais combinados podem ser reiniciados 2
semanas após a conclusão do tratamento com um medicamento antiviral HCV.
Concentrações séricas (no sangue) mais baixas de etinilestradiol podem causar maior incidência de sangramento
de escape e irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a eficácia do contraceptivo oral
combinado.
Durante o uso concomitante de produtos com etinilestradiol e substâncias que podem diminuir as concentrações
séricas de etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não hormonal (como preservativos e
espermicidas) seja utilizado além da ingestão regular de Allestra 30. No caso de uso prolongado dessas
substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser considerados os contraceptivos primários
(principal).
Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol,
recomenda-se o uso de um método anticoncepcional não hormonal por, no mínimo, 7 dias. Em alguns casos é
necessário o uso por um tempo mais prolongado do método anticoncepcional não hormonal. Deste modo
converse com o seu médico para que ele possa avaliar possíveis interações com outros medicamentos e/ou
substâncias.
A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol:
• qualquer substância que reduza o tempo do trânsito gastrintestinal e, portanto, a absorção do etinilestradiol;
• medicamentos como rifampicina (medicamento usado para tratamento de tuberculose), rifabutina,
barbitúricos (medicamentos utilizados em anestesias), fenilbutazona, fenitoína (antiepiléptico), dexametasona,
griseofulvina (medicamento antifúngico para tratamento de micoses), topiramato (antiepiléptico), modafinila
(medicamento usado no tratamento de distúrbios do sono);
• Hypericum perforatum, também conhecido como erva-de-são-joão, e ritonavir (antiviral);
• alguns antibióticos, por exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas.
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A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol:
• atorvastatina (medicamento para colesterol);
• ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno);
• indinavir (antiviral), fluconazol (antifúngico) e troleandomicina (antibiótico).
A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação da
bile) durante a administração concomitante com contraceptivos orais combinados.
O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outras drogas podendo aumentar as concentrações
plasmáticas e teciduais (por exemplo, ciclosporina, teofilina, corticosteroides) ou diminuir (por exemplo,
lamotrigina).
Em pacientes tratados com a flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de contraceptivos
orais aumenta o risco de galactorreia (surgimento de leite nas mamas fora do período de amamentação).
Houve relatos de gravidez quando os contraceptivos orais combinados foram coadministrados com certos
antibióticos (por exemplo, ampicilina, outras penicilinas e tetraciclinas).
As bulas dos medicamentos concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis interações.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: Allestra 30 se apresenta na forma de comprimidos revestidos de cor
roxa, arredondados com superfície lisa, livre de impurezas e manchas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como tomar Allestra 30
O blíster de Allestra 30 contém 21 comprimidos ativos.
Os comprimidos devem ser tomados seguindo a direção das setas marcadas no blíster todos os dias e
aproximadamente no mesmo horário. Tomar um comprimido por dia por 21 dias consecutivos, seguido de um
intervalo de 7 dias sem a ingestão de comprimidos. A cartela seguinte deve ser iniciada após o intervalo de 7 dias
sem a ingestão de comprimidos. Após 2 ou 3 dias do último comprimido ter sido tomado, inicia-se, em geral, a
menstruação que pode ou não cessar antes do início da cartela seguinte.
Não iniciar ou continuar a o tratamento com Allestra 30 caso haja suspeita ou conhecimento de gravidez.
Como começar a tomar Allestra 30
Sem uso anterior de contraceptivo hormonal (no mês anterior): o primeiro comprimido deve ser tomado no
1º dia do ciclo natural (ou seja, o primeiro dia de sangramento menstrual). Pode-se iniciar o tratamento entre o 2º
e o 7º dia do ciclo menstrual, mas recomenda-se a utilização de método contraceptivo não hormonal (como
preservativo e espermicida) nos primeiros 7 dias de administração de Allestra 30.
Quando se passa a usar Allestra 30 no lugar de outro contraceptivo oral: preferencialmente deve-se começar
a tomar Allestra 30 no dia seguinte ao último comprimido ativo do contraceptivo oral combinado (com 2
hormônios) anterior ter sido ingerido, mas não mais tarde do que no dia após o intervalo sem comprimidos ou
após a ingestão do último comprimido inativo (sem efeito) do contraceptivo oral combinado anterior.
Quando se passa a usar Allestra 30 no lugar de outro método contraceptivo com apenas progestogênio
(minipílulas, implante, dispositivos intrauterinos [DIU], injetáveis): pode-se interromper o uso da minipílula
em qualquer dia e deve-se começar a tomar Allestra 30 no dia seguinte. Deve-se iniciar o uso de Allestra 30 no
mesmo dia da remoção do implante de progestogênio ou remoção do DIU. O uso de Allestra 30 deve ser iniciado
na data em que a próxima injeção está programada.
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Em cada uma dessas situações, a paciente deve ser orientada a utilizar outro método não hormonal de
contracepção durante os 7 primeiros dias de administração de Allestra 30.
Após aborto no primeiro trimestre: pode-se começar a tomar Allestra 30 imediatamente. Não são necessários
outros métodos contraceptivos.
Pós-parto: como o pós-parto imediato está associado ao aumento do risco de tromboembolismo (obstrução de
um ou mais vasos sanguíneos por coágulo), o tratamento com Allestra 30 não deve começar antes do 28º dia
após o parto em mulheres não lactantes (que não estão amamentando) ou após aborto no segundo trimestre.
Deve-se orientar a paciente a utilizar outro método não hormonal de contracepção durante os 7 primeiros dias da
administração de Allestra
30. Entretanto, se já tiver ocorrido relação sexual, a possibilidade de gravidez antes do início da utilização de
Allestra 30 deve ser descartada ou deve-se esperar pelo primeiro período menstrual espontâneo (ver questão “4.
O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Orientação em caso de vômito e/ou diarreia: no caso de vômito e/ou diarreia no período de 4 horas após a
ingestão do comprimido, a absorção pode ser incompleta. Neste caso, um comprimido extra, de uma outra
cartela, deve ser tomado. Para mais informações consulte a questão “7. O que devo fazer quando eu me esquecer
de tomar este medicamento?”.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A proteção contraceptiva pode ser reduzida se a paciente se esquecer de tomar algum comprimido de Allestra 30
e, particularmente, se o esquecimento ultrapassar o intervalo livre sem comprimidos. Recomenda-se consultar
seu médico.
• se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Allestra 30 e lembrar dentro de até 12 horas da
dose usual, deve ingeri-lo tão logo se lembre. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no horário habitual;
• se a paciente se esquecer de tomar um comprimido de Allestra 30 e lembrar mais de 12 horas após a
dose usual ou se tiverem sido esquecidos mais de um comprimido, a proteção contraceptiva pode estar reduzida.
O último comprimido esquecido deve ser tomado tão logo se lembre, o que pode resultar na tomada de dois
comprimidos no mesmo dia. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Um método
contraceptivo não hormonal deve ser usado nos próximos 7 dias.
• se esses 7 dias ultrapassarem o último comprimido na cartela em uso, a próxima cartela deve ser
iniciada tão logo a anterior tenha acabado. Portanto, não deve haver intervalo sem comprimido entre as cartelas.
Isto previne um intervalo prolongado entre os comprimidos, reduzindo, portanto, o risco de uma ovulação de
escape. É improvável que ocorra hemorragia por supressão até que todos os comprimidos da nova cartela sejam
tomados, embora a paciente possa apresentar sangramento de escape nos dias em que estiver ingerindo os
comprimidos. Se a paciente não tiver hemorragia por supressão após a ingestão de todos os comprimidos da
nova cartela, a possibilidade de gravidez deve ser descartada antes de se retomar a ingestão dos comprimidos.
Proteção contraceptiva adicional
Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, utilize métodos contraceptivos de
barreira (por exemplo: diafragma ou preservativo). Não utilize os métodos da tabelinha ou da temperatura como
proteção contraceptiva adicional, pois os contraceptivos orais modificam o ciclo menstrual, tais como as
variações de temperatura e do muco cervical.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O uso de contraceptivos orais combinados tem sido associado ao aumento dos seguintes riscos:
• Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos
(obstrução) arteriais e venosos, incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (“derrame”), ataque
isquêmico transitório (sintomas do derrame, porém com regressão em 24 horas), trombose venosa (obstrução de
uma veia) e embolia pulmonar (obstrução de um vaso pulmonar por coágulo);
• Câncer de colo de útero;
• Câncer de mama;
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• Tumores hepáticos (do fígado) benignos (por exemplo, hiperplasia nodular focal e adenoma hepático).
As reações adversas estão relacionadas de acordo com sua frequência:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% das pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de
cabeça), incluindo enxaqueca e sangramento de escape.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% das pacientes que utilizam este medicamento): vaginite (inflamação na
vagina), incluindo candidíase (infecção causada pelo fungo Candida); alterações de humor, incluindo depressão,
alterações de libido, nervosismo, tontura, náuseas (enjoo), vômitos, dor abdominal, acne, dor das mamas,
aumento da sensibilidade das mamas, aumento do volume mamário, saída de secreção das mamas, dismenorreia
(cólica menstrual), alteração do fluxo menstrual, alteração da secreção e ectrópio cervical (alteração do epitélio
do colo do útero), amenorreia (falta da menstruação), retenção hídrica/edema (inchaço) e alterações de peso
(ganho ou perda).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): alterações de apetite
(aumento ou diminuição), cólicas abdominais, distensão (aumento do volume abdominal), erupções cutâneas
(lesão na pele), cloasma/melasma (manchas escuras na pele do rosto, que pode persistir), hirsutismo (aumento
dos pelos), alopecia (perda de cabelo), aumento da pressão arterial, alterações nos níveis séricos de lipídios,
incluindo hipertrigliceridemia (aumento dos triglicerídeos).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): reações
anafiláticas/anafilactoides (reações alérgicas graves), incluindo casos muito raros de urticária (alergia da pele),
angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e reações
graves com sintomas respiratórios e circulatórios, intolerância à glicose (aumento das taxas de açúcar no
sangue), intolerância a lentes de contato, icterícia colestática (coloração amarelada da pele e mucosas por
acúmulo de pigmentos biliares, devido à obstrução), eritema nodoso (nódulos [protuberâncias] subcutâneos
vermelhos e dolorosos), diminuição dos níveis séricos de folato.***
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% das pacientes que utilizam este medicamento): carcinomas
hepatocelulares (câncer de fígado), exacerbação do lúpus eritematoso sistêmico, exacerbação da porfiria,
exacerbação da coreia, neurite óptica* (inflamação do nervo do olho), trombose vascular retiniana (obstrução de
um vaso da retina), piora das varizes, pancreatite (inflamação no pâncreas), colite isquêmica (inflamação do
intestino grosso ou cólon por falta de oxigenação), doença biliar, incluindo cálculos biliares** (cálculo na
vesícula biliar), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e/ou ulcerações pelo corpo), síndrome
hemolítico-urêmica (síndrome caracterizada por anemia, diminuição do número de plaquetas e prejuízo na
função renal entre outras alterações).
Reações adversas cuja frequência é desconhecida: doença inflamatória intestinal (doença de Crohn, colite
ulcerativa), lesão hepatocelular (por exemplo, hepatite, função anormal do fígado).
* A neurite óptica (inflamação de um nervo do olho) pode resultar em perda parcial ou total da visão.
** Os contraceptivos orais combinados podem piorar doenças biliares preexistentes e podem acelerar o
desenvolvimento dessa doença em mulheres que anteriormente não tinham tal doença.
*** Pode haver diminuição dos níveis séricos de folato com o tratamento com contraceptivo oral combinado.
Isso pode ser clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após descontinuar os contraceptivos orais
combinados.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os sintomas da superdose com contraceptivos orais em adultos e crianças podem incluir náusea, vômito,
sensibilidade nas mamas, tontura, dor abdominal, sonolência/fadiga; hemorragia por supressão pode ocorrer em
mulheres. Não há antídoto específico e, se necessário, a superdose é tratada sintomaticamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
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III - DIZERES LEGAIS
MS – 1.0573.0734
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº. 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Anápolis – GO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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SIMILAR - Alteração de
razão social do local de
fabricação do
medicamento
- COMPOSIÇÃO
DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos revestidos
30 mcg + 75 mcg
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texto de bula –
publicação no bulário -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão inicial de texto de
bula VP/VPS Comprimidos revestidos
30 mcg + 75 mcg
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Especificações
| Código do Produto | 60001 |
|---|---|
| Marca | ACHE FARMA |
| Código de Barras | 7896658036965 |
| Princípio ativo | ETINILESTRADIOL, GESTODENO |
| Registro MS | 1057307340022 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONCEPCIONAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |